Aos 86 anos, deputado não assumiria um governo falido e o
PT não entregaria o comando do Estado
De uma fonte considerada muito segura: não existe a menor
possibilidade de o nome do deputado estadual Vivaldo Costa ser cogitado em uma
eventual eleição indireta para ser eleito o governador tampão do Rio Grande do
Norte.
Com 86 anos de idade e uma longa trajetória na vida
pública, Vivaldo não se submeteria ao maior sacrifício político de sua
carreira: assumir um governo falido, sem margem de manobra administrativa, sem
tempo para realizar qualquer ação relevante e com alto risco de sair desgastado
e responsabilizado por problemas que não criou.
A avaliação é simples e lógica. Vivaldo prefere — e faz
todo sentido — permanecer na sua cadeira de deputado estadual, encerrando a
vida pública de forma tranquila, respeitada e com um final digno. Assumir o
governo neste cenário significaria correr o risco de sair marcado pelo refrão
cruel que ninguém quer carregar: “olhai o velhinho que não paga aos
funcionários públicos”.
Ele não deixaria a vida pública com essa mancha.
Além disso, há um fator decisivo: o PT não entregaria o
comando do governo a Vivaldo Costa de jeito nenhum. O partido quer controle
absoluto do processo, da narrativa e das decisões até o último dia. Um nome
fora do script petista simplesmente não entra na conta.
Portanto, qualquer especulação envolvendo Vivaldo Costa
nesse cenário não passa de conversa vazia. Ele está fora do jogo — por escolha
própria, por lógica política e por veto claro do grupo que hoje manda no
Governo do Estado.
0 comentários:
Postar um comentário