Olho D'água do Borges/RN -

Justiça derruba liminar e prefeito de Apodi pode ser cassado


O prefeito de Apodi Flaviano Monteiro (PCdoB) poderá ser cassado nos próximos dias por não responder requerimento oficiais da Câmara sobre prestação de contas do Poder Executivo.

A cassação só será possível porque o Tribunal de Justiça derrubou, na última sexta-feira (20), a liminar que suspendia os trabalhos da Comissão Especial de Inquérito (CEI). Dessa forma, os vereadores poderão dar continuidade ao processo.

A abertura da Comissão para investigar a ausência do envio de informações por parte do Prefeito à Câmara aconteceu em maio do ano passado. Na época, o relator Ângelo Suassuna informou que Flaviano Monteiro foi investigado durante 40 dias por crime político-administrativo.

Em contato com a reportagem do MOSSORÓ HOJE, Ângelo Suassuna informou que o relatório já está concluso, foi entregue à mesa diretora da Câmara. Cabe agora ao presidente da Câmara colocar em votação após a Casa Legislativa ser for notificada para prosseguir com os trabalhos.

O prefeito teria deixado de responder aproximadamente nove documentos oficiais da Câmara, que solicitavam informações sobre prestação de contas do Município.

No entanto, poucos dias antes do pedido de afastamento ser votado, o Município entrou com uma liminar para suspender os trabalhos da CEI, acatada pelo Poder Judiciário.

A Justiça entendeu que os membros da CEI não teriam validado os ofícios que solicitavam as informações.


Farol baixo durante o dia passa a ser obrigatório em rodovias brasileiras

O presidente interino Michel Temer alterou artigos do Código de Trânsito Brasileiro tonando obrigatório o uso de farol baixo em rodovias durante o dia.

A lei com as alterações foi publicada ontem (23) no Diario Oficial da União.

Manter os faróis acesos em luz baixa durante o dia já era medida obrigatória a ônibus, ao circularem em faixas próprias, e às motos.

O condutor que não mantiver o farol baixo ligado em rodovias cometerá infração média, poderá ser autuado e receber quatro pontos na habilitação, além de multa de R$ 85,13.

Robinson reúne secretários para cobrar maior controle dos gastos


O governador Robinson Faria reuniu todo o secretariado na tarde desta segunda-feira (23) para discutir questões institucionais, como a situação fiscal do Estado e as responsabilidades de cada pasta na economia de recursos. O encontro aconteceu no auditório da governadoria, no Centro Administrativo.

Robinson Faria cobrou dos secretários novo ajuste nas despesas das secretarias, com reduções em todas as áreas. "A população cobra e espera isso de nós. Estamos economizando, mas temos que cortar ainda mais", ressaltou. 

"Os recursos para investimentos importantes lá na frente podem sair do esforço de cada um de nós agora, seja através da redução da conta de telefone, de energia ou em diárias. É preciso cada um fazer a sua parte", destacou o governador.

Durante a reunião, alguns secretários fizeram explanações dentro do encontro. A secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, expôs dados do trabalho no controle dos gastos. 

A secretária de Comunicação Social, Juliska Azevedo, tratou de estratégias de comunicação e o secretário de Planejamento, Gustavo Nogueira, apresentou uma análise sobre a situação financeira do Estado.

Gravação comprometedora derruba Jucá do Ministério do Planejamento


Após a divulgação de suas conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, Romero Jucá anunciou na tarde desta segunda-feira, 23, que vai se licenciar do ministério do Planejamento a partir de hoje. Jucá afirmou que vai reassumir o mandato de senador pelo PMDB de Roraima até que o Ministério Público Federal se manifeste.

Gravação obtida pelo jornal Folha de S. Paulo de uma conversa de Jucá com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado sugere um pacto para deter o avanço sobre o PMDB da Operação Lava Jato.

Antes do anúncio de Jucá, o presidente em exercício Michel Temer afirmou, ao deixar do Congresso Nacional, que estava avaliando “com calma” o que fazer em relação a Jucá. “Estamos avaliando com calma e buscando o melhor para todos”, afirmou, em rápida entrevista ao deixar o local.


Peemedebistas admitem que situação de Jucá também fragiliza Henrique Eduardo Alves


BRASÍLIA — O afastamento do ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), fragiliza, na avaliação de peemedebistas, a situação de outro ministro do partido que também está sendo investigado na Lava-Jato: o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Na avaliação feita por peemedebistas, o presidente interino Michel Temer pode aproveitar o desgaste envolvendo Jucá e também já tomar providências em relação a Henrique Alves.

No início de maio deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a inclusão do nome de Henrique Alves e outros políticos, entre ele o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no maior inquérito em curso da Lava-Jato. As evidências contra Alves apareceram em trocas de mensagens com executivas da OAS.

A força-tarefa da Lava-Jato investiga indícios de atuação casada entre Alves e o presidente afastado da Câmara e do mandato, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na arrecadação de recursos para campanhas eleitorais.

Em dezembro do ano passado, quando ainda era ministro do Turismo da presidente Dilma Rousseff, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em um apartamento de Henrique Alves em Natal.


Em delação premiada o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró acusou Cunha e Henrique Alves de terem pressionado a presidência da BR Distribuidora para a compra da refinaria de Manguinhos, no Rio, com o propósito de receberem propina. Ceveró também exerceu cargo de diretor da BR distribuidora. Henrique Alves e Cunha negam a informação.


Virgulino tem colocado moral em Alcaçuz


Parece que o negócio está arrochando no Presídio de Alcaçuz. O novo secretário de Justiça e Cidadania, nomeado por Robinson, o paraibano Walber Virgulino tem botado moral no recinto.

Pelo que está circulando é que a turma anda calma. Desde que ele chegou não se ouviu falar em fuga.
Vamos esperar se terá reação.


Sarney e Renan: os próximos?


Rumores de que novos grampos atingem Sarney e Renan causam temor no Congresso, o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado teria gravado também conversas que manteve com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e com o ex-presidente da República José Sarney.

De acordo com um parlamentar que tem acesso à cúpula do governo e que esteve ontem com Renan, Romero Jucá e com o próprio Temer, a informação está causando temor no Congresso e também no governo, pelo potencial de desestabilização que pode causar no parlamento.

“A gente olha e não sabe onde tudo isso vai parar”, afirma o parlamentar à coluna.



EX Senador Delcídio da Amaral sobre Romero Jucá: “Nada como um dia após o outro”; “Por muito menos eu fui preso”


O ex-senador Delcídio do Amaral comentou à Rádio Gaúcha o diálogo divulgado nesta segunda-feira (23) entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

No diálogo, revelado pelo jornal Folha de São Paulo, Jucá fala em “estancar a sangria” da Operação Lava Jato e faz uma referência a um pacto para deter as investigações.

“Por muito menos, eu fui preso”, disse Delcídio na manhã desta segunda-feira ao repórter Tiago Boff.

Delcídio ainda ironizou o episódio, que classificou como “grave”, e disse que o seu caso, perto deste, “parece a Disney”. “Nada como um dia depois do outro! O caso é grave! Depois dos grampos da Dilma e do Lula e agora o do Jucá e do Sérgio Machado,o meu parece a Disney!!!! Aguardamos agora as providências de caráter judicial!”, disse.

Delcídio foi preso por suspeitas de tentativa de obstrução da Operação Lava Jato e teve o mandato cassado pelo Senado Federal.


É hora do TSE afastar a chapa Dilma/Temer e convocar novas eleições


Nada mais que previsível o que acontece em Brasília. Se o PMDB tivesse se aliado à presidente Dilma Rousseff, e em vez de ter criado um projeto próprio para tirar a presidente e governar o Brasil, tivesse oferecido o projeto para governar em parceria…

O problema é que o partido do vice-presidente Michel Temer cresceu os olhos e agora se vê num beco sem saída. É previsível demais que o PMDB comece a se esfacelar.

Só cego não via que isso tudo poderia acontecer, se cair um, os outros caem juntos.

PT e PMDB são farinha do mesmo saco, basta olhar detalhadamente as denúncias da lava jato. Temer não é solução para o Brasil, e Dilma caiu em desgraça.

É hora do TSE julgar a ação que denuncia a chapa Dilma/Temer por abuso de poder e tirar os dois do poder, convocando novas eleições.

Porque a troca de seis por meia dúzia  vai continuar nessa…ou seis ou meia dúzia.



Além de ruim, sinal da operadora TIM, maioria das comunidades rurais de Olho D’água do Borges ficam fora do ar

Usuários da operadora de telefonia móvel TIM, em Olho D'água do Borges e região, enfrentaram problemas com o serviço de péssima qualidade oferecido à população com a falta constante de sinal.
Como ninguém da operadora se pronuncia, a  moiraria das comunidades rurais do município ficam fora do mundo com a Tim, ou melhor, sem falar com outras localidades. “As queixas serão analisadas pela operadora”. É só que dizem os atendentes, caso você consiga ligar para a central da operadora.

Folha mostra diálogo entre ministro Romero Jucá e ex-presidente da Transpetro sugerindo que novo governo melaria a lava jato


A Folha traz hoje o material completo sobre o que anunciou ontem n’O Globo o colunista Lauro Jardim, sobre uma gravação de um figurão do governo tentando “melar” a lava jato.
Eis a notícia da Folha:

Em conversas ocorridas em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.

Gravados de forma oculta, os diálogos entre Machado e Jucá ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

As conversas somam 1h15min e estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O advogado do ministro do Planejamento, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente “jamais pensaria em fazer qualquer interferência” na Lava Jato e que as conversas não contêm ilegalidades.


Machado passou a procurar líderes do PMDB porque temia que as apurações contra ele fossem enviadas de Brasília, onde tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal), para a vara do juiz Sergio Moro, em Curitiba (PR).

Em um dos trechos, Machado disse a Jucá: 
“O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. […] Ele acha que eu sou o caixa de vocês”.
Na visão de Machado, o envio do seu caso para Curitiba seria uma estratégia para que ele fizesse uma delação e incriminasse líderes do PMDB.

Machado fez uma ameaça velada e pediu que fosse montada uma “estrutura” para protegê-lo: “Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer’…”.


Mais adiante, ele voltou a dizer: “Então eu estou preocupado com o quê? Comigo e com vocês. A gente tem que encontrar uma saída”.

Machado disse que novas delações na Lava Jato não deixariam “pedra sobre pedra”. Jucá concordou que o caso de Machado “não pode ficar na mão desse [Moro]”.

O atual ministro afirmou que seria necessária uma resposta política para evitar que o caso caísse nas mãos de Moro. 


“Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, diz Jucá, um dos articuladores do impeachment de Dilma. Machado respondeu que era necessária “uma coisa política e rápida”.

“Eu acho que a gente precisa articular uma ação política”, concordou Jucá, que orientou Machado a se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e com o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).


Machado quis saber se não poderia ser feita reunião conjunta. “Não pode”, disse Jucá, acrescentando que a ideia poderia ser mal interpretada. O atual ministro concordou que o envio do processo para o juiz Moro não seria uma boa opção. 


“Não é um desastre porque não tem nada a ver. Mas é um desgaste, porque você, pô, vai ficar exposto de uma forma sem necessidade.”
E chamou Moro de “uma ‘Torre de Londres'”, em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. 

Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá “para o cara confessar”.

Jucá acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional “com o Supremo, com tudo”. Machado disse: “aí parava tudo”. “É. Delimitava onde está, pronto”, respondeu Jucá, a respeito das investigações.

O senador relatou ainda que havia mantido conversas com “ministros do Supremo”, os quais não nominou. Na versão de Jucá ao aliado, eles teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato.

Jucá afirmou que tem “poucos caras ali [no STF]” ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de “um cara fechado”.

Machado presidiu a Transpetro, subsidiária da Petrobras, por mais de dez anos (2003-2014), e foi indicado “pelo PMDB nacional”, como admitiu em depoimento à Polícia Federal. No STF, é alvo de inquérito ao lado de Renan Calheiros.

Dois delatores relacionaram Machado a um esquema de pagamentos que teria Renan “remotamente, como destinatário” dos valores, segundo a PF. Um dos colaboradores, Paulo Roberto Costa disse que recebeu R$ 500 mil das mãos de Machado.

Jucá é alvo de um inquérito no STF derivado da Lava Jato por suposto recebimento de propina. 


O dono da UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em delação que o peemedebista o procurou para ajudar na campanha de seu filho, candidato a vice-governador de Roraima, e que por isso doou R$ 1,5 milhão.

O valor foi considerado contrapartida à obtenção da obra de Angra 3. Jucá diz que os repasses foram legais.


LEIA TRECHOS DOS DIÁLOGOS

Data das conversas não foi especificada

SÉRGIO MACHADO Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima.
ROMERO JUCÁ Eu ontem fui muito claro. […] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais?
MACHADO Agora, ele acordou a militância do PT.
JUCÁ Sim.
MACHADO Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda.
JUCÁ Eu acho que…
MACHADO Tem que ter um impeachment.
JUCÁ Tem que ter impeachment. Não tem saída.
MACHADO E quem segurar, segura.
JUCÁ Foi boa a conversa mas vamos ter outras pela frente.
MACHADO Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar.
JUCÁ Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer.
MACHADO Odebrecht vai fazer.
JUCÁ Seletiva, mas vai fazer.
MACHADO Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que… O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.[…]
JUCÁ Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. […] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra… Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.[…]
MACHADO Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].
JUCÁ – Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.
MACHADO É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
JUCÁ Com o Supremo, com tudo.
MACHADO  Com tudo, aí parava tudo.
JUCÁ É. Delimitava onde está, pronto.[…]
MACHADO O Renan [Calheiros] é totalmente ‘voador’. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor pra ele. Ele não compreendeu isso não.
JUCÁ Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem.

MACHADO A situação é grave. Porque, Romero, eles querem pegar todos os políticos. É que aquele documento que foi dado…
JUCÁ Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura, que não tem a ver com…
MACHADO Isso, e pegar todo mundo. E o PSDB, não sei se caiu a ficha já.
JUCÁ Caiu. Todos eles. Aloysio [Nunes, senador], [o hoje ministro José] Serra, Aécio [Neves, senador].
MACHADO Caiu a ficha. Tasso [Jereissati] também caiu?
JUCÁ Também. Todo mundo na bandeja para ser comido. […]
MACHADO O primeiro a ser comido vai ser o Aécio.
JUCÁ Todos, porra. E vão pegando e vão…
MACHADO [Sussurrando] O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara? [Mudando de assunto] Amigo, eu preciso da sua inteligência.
JUCÁ Não, veja, eu estou a disposição, você sabe disso. Veja a hora que você quer falar.
MACHADO Porque se a gente não tiver saída… Porque não tem muito tempo.
JUCÁ Não, o tempo é emergencial.
MACHADO É emergencial, então preciso ter uma conversa emergencial com vocês.
JUCÁ – Vá atrás. Eu acho que a gente não pode juntar todo mundo para conversar, viu? […] Eu acho que você deve procurar o [ex-senador do PMDB José] Sarney, deve falar com o Renan, depois que você falar com os dois, colhe as coisas todas, e aí vamos falar nós dois do que você achou e o que eles ponderaram pra gente conversar.
MACHADO Acha que não pode ter reunião a três?
JUCÁ Não pode. Isso de ficar juntando para combinar coisa que não tem nada a ver. Os caras já enxergam outra coisa que não é… Depois a gente conversa os três sem você.
MACHADO Eu acho o seguinte: se não houver uma solução a curto prazo, o nosso risco é grande.

MACHADO É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma…
JUCÁ Não, esquece. Nenhum político desse tradicional ganha eleição, não.
MACHADO O Aécio, rapaz… O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB…
JUCÁ É, a gente viveu tudo.

JUCÁ [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ‘ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca’. Entendeu? Então… Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar.
MACHADO Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais. Essa cagada desses procuradores de São Paulo ajudou muito. [referência possível ao pedido de prisão de Lula pelo Ministério Público de SP e à condução coercitiva ele para depor no caso da Lava jato]
JUCÁ Os caras fizeram para poder inviabilizar ele de ir para um ministério. Agora vira obstrução da Justiça, não está deixando o cara, entendeu? Foi um ato violento…
MACHADO -…E burro […] Tem que ter uma paz, um…
JUCÁ Eu acho que tem que ter um pacto. […]
MACHADO Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.
JUCÁ Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara… Burocrata da… Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça].



UBS construído com material de baixa qualidade apresenta rachaduras, em menos de tres anos de uso.

Porta de vidro quebrada e substituída por uma de madeira

Aqui em Olho D’água do Borges é assim, quando a obra não fica inacabada, ela é "inaugurada" e em pouco tempo de uso começa a apresentar problemas em sua estrutura física, como é o caso UBS do conjunto Joaquim Tavares, um prédio novo, inaugurado já na gestão de Breno Queiroga, no ano de 2013, ou seja, em menos de três anos de funcionamento, já apresentou diversos problemas estruturais e técnicos e foi interditado pela Prefeitura Municipal.

Como se percebe nas imagens, as paredes rachadas, porta de vidro quebrada e substituído por porta de madeiras. Isso significa dizer que a qualidade do material usado na obra não estava nos padrões ideais da construção civil, causando assim, danos ao erário publico. Após a cobrança desse blog e muito tempo de abandono a reforma da UBS foi iniciada.

Ai eu pergunto:
Qual(is)  empresa(s)  responsáveis pela construção da obra?
Será que elas foram responsabilizadas pelo dano causado ao erário publico?
Qual a empresa que está fazendo a restauração do prédio?
Quanto custou essa restauração?
Quem vai pagar  os custos dessa restauração?

Isso são questionamento que a sociedade faz e tem o devido direito de saber, pois os recursos utilizados para construção e restauração dessa obra são públicos, bancados pelos impostos que pagamos e não devemos deixa o nosso dinheiro publico ser jogado escancaradamente jogado pelo ralo, como vem acontecendo no nosso município. O prefeito tem obrigação de dar explicações concretas à sociedade.

Alô Ministério Publico vamos dar uma investigada na licitação dessa obra e na sua reforma também



Grandes rachaduras nas paredes externas

Nas partes internas tambem existem rachaduras, mas meu fotografo não teve acesso


Centrais sindicais não aceitarão flexibilização de leis trabalhistas


A intenção do governo de reformar as leis trabalhistas vai esbarrar na resistência das principais centrais sindicais. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e mesmo a Força Sindical, alinhada desde a primeira hora ao governo Michel Temer, dizem que não aceitarão qualquer forma de flexibilização da legislação.

O fato de a gestão de Temer ser, em princípio, transitória reforçou ainda mais a negativa de Vagner Freitas, presidente da CUT, entidade que abertamente se opõe ao impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff: 

Temer vai propor flexibilizar jornada de trabalho e salários

A flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) está na mira do governo Michel Temer.

A ideia é privilegiar as negociações coletivas, em que patrões e empregados acertem redução de jornada e salários.

Poderiam ser negociados, por exemplo, o parcelamento de 13º e um intervalo de almoço menor.

A terceirização da atividade, já aprovada pela Câmara, seria parte da reforma. Especialistas, porém, estão divididos.

Para alguns, flexibilização estimularia a criação de vagas, mas outros veem inconstitucionalidade. E as principais centrais sindicais avisam: são contra. (Globo)


Ministro do STF autoriza quebra de dados bancários e fiscais de Jucá

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos dados bancários e fiscais do ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), em um inquérito que investiga fraude no repasse de emendas parlamentares. Ao todo, Jucá é alvo de seis inquéritos no STF. Em nota, a assessoria do ministro do Planejamento informou que Jucá já colocou à disposição todas as informações relativas ao processo.

A pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Mello autorizou o afastamento dos sigilos no período entre março de 1998 e dezembro de 2002. “O afastamento da garantia mostra-se imprescindível à elucidação dos fatos, consideradas as nuances do esquema delituoso”, diz o pedido de Janot.

De acordo com o inquérito, Jucá disponibilizou, enquanto senador, emendas parlamentares para destinar recursos federais para o município de Cantá (RR). Em troca, ele teria recebido parte das verbas por meio de “licitações superfaturadas organizadas pelo prefeito da municipalidade, Paulo de Souza Peixoto”. As investigações contra Peixoto e as oito empresas citadas nos processos estão na Justiça de Roraima.


Janot pedirá prisão de Cunha se ele voltar a frequentar à Câmara




Na Procuradoria Geral da República ninguém entendeu as declarações de Eduardo Cunha dizendo que na próxima semana voltaria a frequentar a Câmara.

Procuradores acreditam que ele pode estar querendo se martirizar ou desafiar o Supremo Tribunal Federal.
Isso porque, se voltar ao Legislativo, estará descumprindo a decisão do STF e Rodrigo Janot irá pedir sua prisão.

Por Severino Motta




PSDB volta a ameaçar: “se governo for para caminho errado, o PSDB sai”

No segundo volume de Diários da Presidência, Fernando Henrique Cardoso se queixa da pressão do PMDB para obter cargos.
Agora, como PSDB na base aliada, o tucano fala sobre a atuação do partido na administração federal.
“Se o governo for para um caminho errado, então o PSDB sai.” Ele avalia que José Serra ganhou força para se candidatar em 2018.


Obra Paralisada V: Obra do esgotamento sanitario se encontra paralisada pelo prefeito Brenno Queiroga a mais de um ano

Lagoa de captação com paredes incompletas 

Hoje vou mostrar imagens da obra do saneamento básico, que foi bastante explorada por  Brenno Queiroga na campanha de  2012, com intuito de angariar votos para sua eleição, três anos e meio praticamente  se passaram e a obra está a mais de um ano completamente paralisada.


O convenio do saneamento básico firmado entre o município de Olho D’água do Borges e a união, foi no valor de R$ 3.171.995,01, já foram liberados R$ 2.220.396,50 e a obra que deveria ser entregue em 18/08/2016,  mas infelizmente falta muita coisa para sua conclusão final, com por exemplo, falta conclusão das lagos de captação, tubulação em diversas ruas e as ligações das casas com a rede de esgoto.
Muito mato no local - sinal inconteste do abandono
Esta lagoa fica no baixio de Edilson de Chico de Satiro

Bastante mato no local - sinal que a obra está para a muito tempo






Canalizasão escorrendo liquido a céu aberto







Ministério Público instaurou Inquéritos Civis em desfavor do Prefeito de Olho D'água do Borges

MP deferiu requerimentos dos Vereadores oposicionistas Escolástico, Gildênia e João Maria.


Prefeito 'Brenno Sabe Tudo' propagava nas redes sociais que o MP não havia acatado nenhuma denúncia feita pelos Edis.

Mentiu mais uma vez.

Veja oito decisões do MP
Promotoria de Umarizal (pmj.umarizal@mprn.mp.br) 
Para: 
Prof. Escolástico Paulino Filho (escolasticopaulino@outlook.com)

Senhor Vereador,
De ordem da Promotora de Justiça da Comarca de Umarizal, Dra. Liv Ferreira Augusto Severo Queiroz, venho informar a V.S.ª que os procedimentos extrajudiciais, referentes aos objetos citados no teor do e-mail, foram devidamente instaurados, conforme descrito a seguir:

1) Inquérito Civil nº 06.2016.00002476-5 - Apura a suposta existência de funcionários fantasmas e disparidade salarial, no âmbito da Prefeitura Municipal de Olho d'Água do Borges;

2) Inquérito Civil nº 06.2009.00000448-9 – Apura a suposta contratação de servidores públicos sem prévia realização de concurso público, no âmbito da Prefeitura Municipal de Olho d'Água do Borges;

3) Inquérito Civil nº 06.2015.00002962-3 – Apura a suposta criação de cargos sem a prévia aprovação de Lei pela Câmara de Vereadores de Olho d'Água do Borges;

4) Notícia de Fato nº 01.2016.00000827-6 – Apura possível problema na estrutura da UBS localizada no Conjunto Joaquim Tavares, em Olho d'Água do Borges;

5) Procedimento Administrativo nº 06.2016.00002499-8 – Apura a demora na conclusão da obra de reforma e ampliação da Escola Municipal Antonio Carlos Paiva, no Município de Olho d'Água do Borges;

6) Procedimento Preparatório nº 06.2016.00002484-3 – Apura suposta prática de ato de improbidade administrativa no âmbito da Prefeitura Municipal de Olho d'Água do Borges, decorrente do fornecimento de combustíveis por posto de gasolina vencedor da licitação;

7) Procedimento Preparatório nº 06.2016.00002495-4 – Apura a contratação de empresa, pelo Município de Olho d'Água do Borges, para a prestação de serviços terceirizados;

8) Inquérito Civil nº 06.2015.00001522-9 – Apura suposta utilização de laranjas em empresa vencedora de diversas licitações no Município de Olho d'Água do Borges.
Atenciosamente,

Fernanda Rafaelle Benevides de Sousa
Técnica Ministerial - Mat. 200.418-6
Promotoria de Justiça da Comarca de Umarizal

Fonte: Blog do Professor Escolastico

Flávio Rocha comemora novo momento econômico do RN


O CEO da Riachuelo, Flávio Rocha, comentou nesta sexta-feira (20) que o RN deu uma guinada na política econômica ao desburocratizar o processo de licenciamento ambiental.

“É muito animador para o empresariado ver uma liderança como o governador Robinson Faria comprometido com a competitividade”, comemorou o empresário, durante o lançamento do programa RN Gás+.

“Houve um tempo que aqui era muito difícil conseguir uma licença ambiental. Estamos retomando o tempo perdido para receber de volta a prosperidade”, declarou o CEO da Riachuelo.

Sobre o RN Gás+, que dará subsídios para a produção industrial, Flávio Rocha analisou que é mais uma medida no sentido de fomentar a economia do Estado.

“Ainda mais para o setor têxtil, onde, para cada emprego gerado, se criam mais cinco no varejo”, celebrou Rocha.


Fonte: Portal no Ar 
 
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