Olho D'água do Borges/RN -

Medida do governo Bolsonaro ameaça ciclo econômico do sal no RN

O Governo Bolsonaro, através do Ministério da Economia, adotou medida esta semana, abrindo o mercado brasileiro para o sal chileno, deixando em sério risco o sal no RN.

O Governo de Jair Messias Bolsonaro havia dado um fôlego, há poucas semanas, aos salineiros do Rio Grande do Norte quando, por decreto, tornou o sal marinho de Interesse Social.

Com o decreto, muito festejado pelos salineiros, deputado Beto Rosado e o próprio presidente, permitiu os salineiros respirarem aliviados com as pendências judiciais.

Mas esta semana, o governo Jair Messias Bolsonaro prorrogou a suspensão da medida antidumping do sal importado do Chile tornando-o bem mais barato do que o sal do RN.

Com medida da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia desta sexta-feira, dia 12, o sal do RN perde competitividade no mercado nacional.

O Governo Federal informa que a medida vale por 1 ano. O sal chileno estava proibido de chegar ao consumidor brasileiro mais barato do que o sal produzido no Brasil, em especial no RN, desde 2011.

Entretanto, em 2018, a Secretaria Especial de Comércio Exterior, ainda no Governo Temer, para atender o Governo de São Paulo e a indústria chilena  suspendeu os efeitos desta medida, colocando o sal do RN em cheque.

Como o Governo Bolsonaro havia assinado o decreto tornando o sal do RN de interesse social, todos aguardavam que ele não renovasse esta medida, em benefício do brasileiro, da indústria nacional.

Entretanto, não só renovou como justificou dizendo que a barreira comercial ao sal chileno tinha efeitos negativos para a indústria de consumo de sal no Brasil.

“A ação antidumping afeta negativamente os consumidores de cloro, de soda e seus derivados”, aponta o Governo Federal que vê mais competitividade do sal chileno.

Na prática, o Governo Federal abriu o mercado brasileiro para receber o sal chileno e a indústria de São Paulo, e condenou toda a cadeia produtiva do Rio Grande do Norte.

O Simorsal pede união da classe salineira, para buscar apoio da Bancada Federal no sentido e reverter o quadro, bem como fortalecer o ciclo econômico do sal no RN em outros seguimentos, como produção, tributação e logística.

TSE propõe voto distrital para vereador já nas eleições de 2020

Um grupo de trabalho coordenado pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, propõe mudar radicalmente a forma de eleger vereadores no ano que vem. Em documento entregue no mês passado para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o tribunal defende adotar, já em 2020, o sistema distrital misto em cidades com mais de 200 mil habitantes. A ideia é separar os município em distritos, que elegeriam seus representantes isoladamente.

O modelo distrital misto, inspirado no sistema adotado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais – dessa forma, os candidatos a vereador em um bairro da zona sul de São Paulo, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de um bairro na zona norte. A divisão de cada cidade em distritos seria feita pelo próprio TSE, que convocaria audiência pública com representantes dos partidos políticos para definir os critérios e os limites de cada um.

Questionado, o TSE não informou até a conclusão desta edição sobre previsão para a audiência nem sobre estudos envolvendo a divisão das cidades em distritos. Um dos receios é de que a definição dos limites geográficos de cada região beneficie candidatos e leve a distorções no resultado das eleições – nos Estados Unidos, a polêmica chegou à Suprema Corte, que concluiu que não cabe ao tribunal decidir sobre a divisão dos mapas.

No sistema proposto pelo grupo de trabalho do TSE, metade das cadeiras na Câmara Municipal, assembleias legislativas e da Câmara dos Deputados seria definida conforme o voto distrital – ou seja, o voto nos candidatos de cada região. A outra metade seria eleita pelo chamado voto em legenda, em lista fechada, em que os candidatos de cada partido são informados em uma lista predeterminada, que já definiriam a ordem em que as vagas serão preenchidas. Neste caso, o eleitor escolhe uma lista, e não um candidato.

‘Não sei se tem voto para passar no Congresso’, afirma Rodrigo Maia

Rodrigo Maia, no entanto, disse ao Estado que vê a mudança no sistema eleitoral como difícil de ser aprovada a tempo de valer para o ano que vem. “É uma proposta muito boa. Não sei se tem voto (para passar no Congresso), porque mudar o sistema eleitoral é difícil”, afirmou.

Para o presidente da Câmara, o sistema atual vem gerando uma pulverização do quadro político, o que atrapalha a “governabilidade e a relação do Executivo com o Legislativo” pelo número excessivo de partidos.

As críticas ao atual sistema são endossadas por Barroso, que assumirá o comando do tribunal em 2020. Para o ministro, o Brasil precisa de uma reforma política capaz de baratear o custo das eleições e facilitar a governabilidade. “Numa democracia, só a própria política pode se autotransformar. Muitos, como eu, creem que o sistema distrital misto oferece essa oportunidade. Esta será uma atuação patriótica do Congresso, que irá reaproximar a representação política da sociedade. Como quase tudo na vida, ninguém pode garantir de antemão que vá dar certo. Mas o sistema atual não está sendo bom para o País”, disse Barroso ao Estado.

A adoção do distrital misto encontra resistência entre parlamentares – para entrar em vigor em 2020, seria necessário aprovar as mudanças até o fim de setembro, um ano antes das próximas eleições. “Teríamos dois meses apenas, é impossível chegar a um acordo”, afirmou o presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP).

O debate ainda dividiria as atenções no Congresso com as articulações em torno da reforma da Previdência. “A Câmara tem de conseguir discutir diversas matérias ao mesmo tempo”, disse a deputada Carla Zambelli (PSL-SP). “Não gosto do distrital misto porque tem a parte da lista, que é completamente antidemocrática e dá muito poder para o dirigente partidário”, afirmou Zambelli, que prefere o distrital “puro”.

Na opinião do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), o distrital misto pode criar problemas em algumas cidades, como o Rio. “As áreas de milícia no Rio são enormes, você pode estar legitimando e viabilizando que aqueles grupos que têm o controle territorial tenham o controle também político.”

Veja qual é a proposta do TSE para as eleições
– Modelo
Como é: A eleição de deputado federal, estadual, distrital e de vereador depende da votação do partido ou coligação – é o sistema eleitoral proporcional.
Como ficaria: As cidades com mais de 200 mil habitantes adotariam o sistema distrital misto. O modelo, inspirado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais.


– Candidatos
Como é: Os candidatos são os mesmos para os eleitores de regiões distantes, como Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo, e Santana, na zona norte, por exemplo.
Como ficaria: Por esse modelo, os candidatos do Jardim Ângela, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de Santana. A divisão em distritos seria feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

– Votação
Como é: O eleitor pode escolher votar tanto no candidato de sua preferência, como no número de sua legenda preferida.
Como ficaria: Modelo combina voto proporcional e voto majoritário. O eleitor tem dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas (partidos).


Estadão Conteúdo



Equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social de Olho D’água do Borges, participa do CAPACITASUS na cidade de Pau dos Ferros.

Profissionais da Secretaria Municipal de Assistência Social do município de Olho D’água do Borges, estão participando do Programa Nacional de Capacitação do Sistema Único de Assistência Social (CapacitaSUAS), que está encerrando hoje na cidade de Pau dos Ferros.

A capacitação dos profissionais do município, começou a acontecer na semana passada, onde participaram, Marisa Souza, Assistente Social, Débora Targino, Assistente Social, Alderlange Barros, Diretora do CRAS e Luan Lima, Chefe do Setor de Inclusão Digital. Esta semana, estão participando da capacitação, Branca Cortez, Secretaria Municipal de Assistência Social, Rayanne Sales, Secretaria adjunta, e Lidyane Ferreira, Diretora de Políticas Publica e Desenvolvimento Social.

O objetivo do curso é garantir oferta de formação e capacitação permanente para profissionais, gestores, conselheiros e técnicos da rede socioassistencial do Suas, de forma a implantar as ações dos Planos de Educação Permanente e aprimorar a gestão do setor no município.

O CapacitaSuas é de extrema importância na capacitação continuada dos profissionais que atuam na Assistência Social do município, porque desta forma, os serviços acontecem adequadamente e o usuário é o maior beneficiado, uma vez que, sua demanda é atendida por profissionais qualificados, cientes das necessidades do segmento e do público-alvo, bem como do funcionamento de toda a rede.

"Para a Secretária Municipal de Assistência Social, Branca Cortez, após essa capacitação, os profissionais da Assistência Social passarão a serem os multiplicadores do conhecimento adquerido, aqui  no município, para que assim possamos cada vez mais, melhorar nossas ações sociais e consequentemente, prestar de um serviço de qualidade aos nossos usuários." Enfatizou a Secretária. 



Fotos e Informações da Secretária Branca Cortez.

A insistência no erro do Governo Fátima Bezerra

O maior problema do Governo do Rio Grande do Norte hoje é o déficit mensal da previdência que está na casa dos R$ 120 milhões/mês.

Sem correções de rumo, o Rio Grande do Norte não se livra a crise fiscal que se envolveu graças ao acúmulo de gestões desastrosas.

Na medida que o tempo passa, Fátima Bezerra (PT) vai se tornando sócia da culpa compartilhada pelos seus antecessores.

A governadora apostou na inclusão de estados e municípios na reforma da previdência. Não deu certo. Agora, certamente, vai esperar que saia do papel o acordo feito para que a inclusão dos entes federativos ocorra via Proposta de Emenda Constitucional (PEC) paralela.

A questão é lógica: se não aprovaram ontem porque vão aprovar depois?

Por princípio, Fátima é contra aumentar a alíquota previdenciária de 11 para 14%. O presidente do IPERN, Nereu Linhares acha que essa não é a solução e desaconselha a medida.

Governos de esquerda bem-sucedidos no Nordeste corrigiram a questão previdenciária e pagam em dia.

Então qual seria a alternativa? O chamado dinheiro novo. O que seria isso? Contratar mais servidores para que eles contribuam com a previdência. De fato, o Governo do Estado caminha para ter mais servidores inativos do que ativos, o que torna a previdência insolvente.

A solução é óbvia e ao mesmo tempo inviável. Os salários estão atrasando desde 2013 salvo raros intervalos com saques ao fundo previdenciário. O Governo está limitado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

O que resta ao Governo? Inventar a roda? Até aqui não vislumbro alternativas.

A previdência do Estado, segundo o próprio Nereu Linhares, banca cerca de 40 mil inativos que nunca contribuíram. Esse é um problema cuja solução me parece ser inexistente por se tratar de direitos adquiridos. O pior que são justamente os maiores salários.

Nesta encruzilhada há uma saída que o Governo não quer utilizar.

Fonte: Blog do Barreto


Servidores estaduais vão paralisar as atividades no dia 13 de agosto

Os servidores estaduais vão paralisar as atividades no dia 13 de agosto em defesa dos serviços dos trabalhadores públicos.

A proposta foi aprovada na reunião do Fórum Estadual dos Servidores, realizada nesta terça-feira (10), em Natal.

O fórum reafirmou a posição contrária ao calendário de pagamento apresentado pelo Governo do Estado, para os meses de julho, agosto e setembro, por entender que castiga os servidores que amargam atraso de três folhas salariais;

Reafirmado a luta por 16,38% para todo os Servidores Ativos, Aposentados e Pensionistas, mesmo percentual que a governadora Fátima Bezerra ofereceu aos procuradores e defensores públicos;

As entidades sindicais também cobram: o calendário de pagamento de 2019; o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2019 (40%); e o calendário de pagamento das três folhas atrasadas.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Direta (SINSP-RN), Janeayre Souto, acusa a governadora Fátima de tentar desmobilizar o fórum na medida em que não houve a entidade.

Assembleia do RN descarta devolver sobras orçamentárias ao Executivo

O plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte rejeitou no início da tarde desta quinta-feira, 11, a proposta do Governo do Estado para que os demais poderes devolvessem ao Tesouro Estadual eventuais sobras orçamentárias. A definição aconteceu durante a votação da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece como o orçamento de 2020 deverá ser elaborado.

A obrigatoriedade da devolução das sobras por Assembleia, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria estava na proposta original de LDO enviada pela governadora Fátima Bezerra para apreciação dos deputados. O trecho, contudo, foi suprimido pelo relator do projeto, deputado José Dias (PSDB), ainda na Comissão de Finanças e Fiscalização. Em plenário, o texto substitutivo terminou mantido por 12 votos a 10.

Depois da aprovação do texto-base do relatório, um destaque apresentado sugeria a manutenção do texto original no que diz respeito às sobras orçamentárias. A nova alteração, porém, foi descartada por 12 votos a 11. O presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), teve de proferir um voto de minerva para desempatar a votação contra a proposta do governo.

Ao todo, o relatório do deputado José Dias foi aprovado com 21 emendas. “Fizemos um relatório bem embasado, com as modificações que interessam ao Rio Grande do Norte. Grande parte das emendas trata apenas de ajustes de datas, pontos sobre os quais todos na Comissão de Finanças e Fiscalização foram pacíficos”, declarou o parlamentar. As modificações consensuais também receberam o aval unânime do plenário.

Veja mais aqui.

Governo do estado tem despesa mensal de R$ 10 milhões com Arena das Dunas

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte pagou, em maio de 2019, R$ 10 milhões ao consórcio Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A, valor de custo mensal do estádio ao tesouro estadual. O governo precisa pagar as parcelas para não perder os bens do fundo garantidor. 

No ano passado, uma matéria publicada pelo portal Saiba Mais aquimostrou que de 2014 a 2017, o governo pagou ao consórcio a soma de R$ 433.775.824,52. Na reportagem, a Secretaria de Estado da Administração e Recursos Humanos (SEARH), na época chefiada por Cristiano Feitosa, disse que não existe na lei e nem no contrato a possibilidade de suspender o contrato.

Veja matéria completa aqui. 

“Embora não seja ilegal, não há como negar que a conversa entre Executivo e Legislativo continua sendo feita por emendas”

Gil Castelo Branco, fundador da ONG Contas Abertas, comentou o levantamento feito com exclusividade para O Antagonista mostrando o montante de emendas liberadas pelo governo de Jair Bolsonaro em meio à votação da reforma da Previdência.

“Embora não seja ilegal, não há como negar que a conversa entre Executivo e Legislativo continua sendo feita por emendas. Podem até acontecer outros tipos de negociações, mas as emendas são sempre liberadas em ocasiões estratégicas.”

O economista reforça que não há ilegalidade na liberação das emendas, uma vez que elas se tornaram impositivas, ou seja, o governo é obrigado a empenhar esses valores. Mas pondera:

“Não há dúvidas de que a liberação de emendas continua ocorrendo, a conta-gotas e de forma estratégica, em momentos que interessam, sobretudo, ao Executivo. Isso não há como negar, porque os números estão aí. O que está acontecendo neste momento, em meio à aprovação da reforma da Previdência no governo de Jair Bolsonaro, não é nada diferente do que acontece há décadas no país. Talvez seja menos grave, porque as emendas são impositivas, mas a lógica na relação com o Legislativo é exatamente a mesma.”


Tribunal de Contas desiste de projeto para reajustar salários de conselheiros

O projeto de lei que tratava do reajuste salarial dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), enviado à Assembleia Legislativa em 21 de fevereiro deste ano, foi retirado de tramitação após solicitação encaminhada pelo presidente da Corte, conselheiro Poti Júnior.

O projeto se referia ao reajuste de 16,38% para os conselheiros do Tribunal. O valor versa sob uma adequação constitucional de 90,25% do salário de um ministro do Superior Tribunal Federal (STF), que é de R$ 39,29 mil. Com isso, os sete conselheiros do TCE passariam a receber R$ 35,46 mil, cada.

A desistência levantou questionamentos. Especula-se que a Corte de Contas possa seguir o exemplo do Tribunal de Justiça, alegando autonomia administrativa e financeira dos Poderes, para assim conceder o reajuste. Pela assessoria, o presidente do TCE disse que não vai se pronunciar.

Fonte: Agora RN.



Câmara aprova em primeiro turno por 379 votos a 131 o texto-base da reforma da Previdência

Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10) em primeiro turno, por 379 votos a 131, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) de reforma da Previdência, que altera as regras de aposentadoria.

Para concluir a votação, os parlamentares ainda precisam analisar emendas e destaques apresentados pelos partidos (Veja aqui), para tentar alterar pontos específicos da proposta.

Considerada uma das principais apostas da equipe econômica para sanear as contas públicas, a proposta de reforma da Previdência estabelece, entre outros pontos:
  • Imposição de idade mínima para os trabalhadores se aposentarem: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres;
  • Tempo mínimo de contribuição previdenciária passará a ser de 15 anos para as mulheres e 20 anos para os homens;
  • Regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.

Entenda Ponto a Ponto, a proposta aprovada na câmara aqui

Após a aprovação do texto-base, os deputados votaram um único destaque, rejeitado. Em seguida, o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) encerrou a sessão, que será retomada na manhã desta quinta (11).

O destaque rejeitado pretendia mudar as regras prevista para professores na reforma. (Veja aqui). A presentado pelo PL, propunha para professores da rede pública de ensino a aposentadoria com 55 anos de idade e 30 de contribuição para homens, e com 50 anos de idade e 25 anos de contribuição para mulheres.

A mudança foi rejeitada, mesmo com maioria de votos favoráveis ao destaque. O placar foi de 265 votos a favor e 184 contra. Mas, por se tratar de PEC, eram necessários pelo menos 308 votos para a aprovação.

O resultado da votação do texto-base desta quarta superou as expectativas dos próprios governistas. Até domingo (7), o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, estimava que a proposta recebiria cerca de 330 votos.

Contribuíram para o resultado os votos de deputados de partidos de oposição, como PSB e PDT, que tinham fechado questão contra a reforma da Previdência. No PSB, dos 32 deputados da bancada, 11 votaram a favor da reforma. No PDT, oito dos 27 deputados votaram pela aprovação do texto.

Veja a matéria completa aqui, saiba também como votou cada deputado aqui.

Maioria da bancada potiguar vota favorável à reforma da Previdência

A maioria da bancada potiguar na Câmara dos Deputados votou favorável à Reforma da Previdência nesta quarta-feira (10), votaram contra apenas os parlamentares que fazem oposição ao Governo Federal.

Votaram sim os deputados Benes Leocádio, Beto Rosado, Fábio Faria, João Maia e Walter Alves. Votaram contra apenas os deputados Rafael Motta e Natália Bonavides.

O deputado federal General Girão não participou da sessão porque se encontra hospitalizado, se recuperando de um procedimento cirúrgico, mas também seria um voto favorável à matéria.



Pressionado, governo Fátima Bezerra recua de resolução do “calote”

Governo estadual e setor produtivo do RN se reuniram nesta quarta-feira (10) pela primeira vez dentro do Comitê de Relacionamento com Fornecedores (COREF), criado no último dia 26 (veja aqui). Encontro foi na Governadoria, com presença da própria governadora Fátima Bezerra (PT).

O Governo do Estado se comprometeu em revogar a Resolução nº 02/2019 do seu Comitê de Gestão e Eficiência, que estabelecia espécie de “moratória” de débitos com fornecedores e prestadores de serviços, sem tempo para pagamento. Entretanto, mantém a orientação de prioridade para débitos contraídos na atual gestão, ficando em análise as dívidas da ordem de R$ 2,4 bilhões da administração passada.

Além disso, também será traçado um perfil detalhado da dívida do Estado com seus fornecedores de bens e serviços para ser apresentado na próxima reunião.

Outro recuo
A gestão Fátima Bezerra mais uma vez recua de decisão como tantas outras em tão curto espaço de tempo. Sentiu-se pressionada por engavetar (veja aqui) débitos bilionários e engatou marcha à ré.

A Resolução de nº 02/2019 tinha sido rotulada como “calote” (veja aqui), segundo nota da Federação das Indústrias do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN). O Coref foi instituído às pressas para tentar evitar fosso e ruptura entre governo e setor produtivo, o que poderia levar o estado ao colapso, como na área de saúde.

Integrantes da Federação das Indústrias do RN (FIERN), Fecomércio, Federação da Agricultura (FAERN), Federação das Associações Comerciais do RN (FACERN) e Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) estiveram na reunião.

MEC quer condicionar repasse para estados a resultados na educação

O governo Jair Bolsonaro (PSL) quer obrigar estados a criarem leis que condicionem a distribuição de recursos para os municípios aos resultados educacionais. A proposta prevê retenção de repasses para quem não se adequar.

A ideia de impor a distribuição de verba do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) de acordo com indicadores de qualidade de ensino é inspirada na experiência do Ceará, que destina 18% do tributo por esse critério. O modelo cearense foi adotado neste ano em Pernambuco e está sob estudo pelos governos de São Paulo, Amapá e Espírito Santo.

A transformação dessa medida em uma política nacional faz parte da proposta levada pelo MEC (Ministério da Educação) à Câmara no âmbito da discussão do Fundeb, principal mecanismo de financiamento da educação básica.

O fundo é alimentado por impostos recolhidos por estados e municípios. A União complementa o montante com um extra de 10%.

No ano passado, o Fundeb distribuiu R$ 148,3 bilhões —mais de 40% do gasto do país em educação. Ele vence em 2020, e o Congresso agora avalia emenda constitucional para torná-lo permanente. As propostas em trâmite na Câmara e no Senado para a renovação do indicam aumento da complementação da União, chegando a percentuais que vão de 30% a 40%.

Além de ampliação de verbas e de mudança na forma de distribuição, também está em análise a adoção de regras que vinculem a transferência de dinheiro à melhoria de indicadores educacionais.

Nesse sentido, o governo Bolsonaro propôs elevar sua contribuição dos atuais 10% para 15% e quer a inclusão de novo parágrafo na Constituição para determinar aos estados que criem leis para distribuir parte do ICMS aos municípios “em função de índice municipal que meça a qualidade educacional”.


Os recursos dessa bonificação seriam tirados do volume disponível, o que reduziria o valor potencial para municípios com pior desempenho. 

Combinado a isso, o documento sugere a retenção, a partir de 2021, de 10% relativos à contribuição para o Fundo de Participação dos Estados caso haja descumprimento sobre a criação das leis propostas pelo MEC. 

A pasta diz que o objetivo é “incentivar a gestão por resultados e a implantação efetiva do regime de colaboração”. Para os críticos da ideia, ela contraria o pacto federativo e penaliza municípios com mais dificuldades, uma vez que sobram menos recursos para quem mais precisa.


Festival Gastronômico e Cultural de Martins, no RN, começa nesta sexta-feira (12)

A 13ª edição do Festival Gastronômico e Cultural de Martins vai começar nesta sexta-feira (12) e segue até o domingo (14). A festa vai contar com atrações como o cantor pernambucano Geraldinho Lins e Kevin Ndjana, que participou da temporada passada do The Voice Brasil. Quem também fará uma apresentação é o poeta Antônio Francisco.

Na sexta-feira, os shows começam às 20h e tem programação até às 3h. No sábado e domingo, as apresentações terão início às 12h e seguem durante todo o dia. O festival é montado na praça principal da cidade.

Evento tradicional no calendário do Rio Grande do Norte, o Festival Gastronômico e Cultural de Martins costuma levar cerca de 15 mil pessoas por ano à cidade.

O evento dispõe de restaurantes renomados de todo o Rio Grande do Norte, vinícola, food trucks, lanchonetes, docerias, cervejaria, cachaçaria, apresentações artísticas e culturais, lojinhas de artesanato, pinacoteca e livraria.


 
Copyright © 2010-2013 Blog do Gilberto Dias | Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento » RONNYdesing | ronnykliver@live.com - (84)9666-7179