Olho D'água do Borges/RN -

Deputados pedem convocação de Cadu Xavier para explicar atraso de R$ 600 milhões em consignados no RN

 

Deputados estaduais voltaram a cobrar explicações do secretário da Fazenda do RN, Cadu Xavier, sobre o atraso no repasse de empréstimos consignados descontados de servidores e não transferidos aos bancos. Segundo o Sindicato dos Servidores da Administração Direta (Sinsp), o valor retido já ultrapassa R$ 600 milhões.

O deputado Gustavo Carvalho (PL) pediu a convocação do secretário para prestar esclarecimentos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Ele também anunciou que pretende protocolar um pedido de CPI, que já conta com apoio de oito parlamentares.

O problema atinge servidores que tiveram parcelas de empréstimos descontadas desde julho de 2025, mas sem repasse ao Banco do Brasil. A situação bloqueou novos consignados e gerou risco de negativação dos funcionários.

O presidente da Comissão de Finanças, Luiz Eduardo (PL), afirmou que a retenção prejudica diretamente os servidores e o comércio local. Já o deputado José Dias (PL) cobrou transparência e regularização imediata dos repasses.

O tema ganha pressão política às vésperas das possíveis renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e de Cadu Xavier, previstas para abril. O secretário havia reconhecido os atrasos em 2025 e prometido quitar os valores até dezembro, o que não ocorreu.

Novo Notícias

Kelps Lima não quer mais conversas com Alysson e muito menos com Agripino! Segundo informa a Gazeta Potiguar!

 

O pré-candidato a deputado federal Kelps Lima decidiu manter distância do ex-senador José Agripino Maia, presidente estadual do União Brasil, e da federação montada por ele com o Progressistas.

Kelps afirmou que já esperou tempo demais por definições e que nenhuma das promessas feitas pelos principais integrantes da federação foi cumprida até agora. A crítica foi direcionada principalmente a José Agripino.

Entre os compromissos que, segundo ele, não saíram do papel estaria a garantia de um teto igualitário de recursos do fundo eleitoral para os principais nomes da disputa: ele próprio, além dos deputados federais João Maia, Benes Leocádio e Robinson Faria.

Diante do cenário, Kelps passou a desconfiar da condução política dentro da federação.

Nos bastidores, o raciocínio do ex-deputado é simples: se as promessas iniciais já não foram cumpridas, imagine quando chegar o momento de dividir o chamado “fundão” eleitoral.

Gazeta Potiguar

Debandada de nomes fragiliza nominatas da federação União Brasil–PP

 

A federação formada por União Brasil e PP vive um momento de dificuldades na montagem das nominatas para deputado federal e estadual, diante da saída de vários pré-candidatos que passaram a buscar espaço em outros partidos.

Na disputa para deputado federal, o ex-deputado Kelps Lima desistiu de ingressar na federação, e nomes como o vereador Mateus Faustino também deixaram a lista. Com isso, a chapa federal praticamente ficou esvaziada, contando apenas com os três deputados de mandato: João Maia, Benes Leocádio e Robinson Faria. A cota feminina ainda nem foi definida.

A situação também se repete na nominata para deputado estadual. Pré-candidatos que antes eram citados na composição, como Taveira Júnior, Ivan Júnior, Érico Jácome, Camila Araújo, Ivanilson Oliveira, Josivan Bibiano e Robson Carvalho, passaram a integrar outras articulações políticas.

Atualmente, a chapa estadual tem como principais nomes os deputados Galeno Torquato, Kléber Rodrigues, Nélter Queiroz e Neílton Diógenes, além da primeira-dama de Mossoró, Cínthia Pinheiro. Outros nomes cogitados não são considerados competitivos.

O principal desafio da federação agora é evitar novas saídas e manter os pré-candidatos restantes confiantes no projeto. O prazo para definição de filiação partidária termina em 4 de abril, o que aumenta a pressão sobre as negociações.

Nos bastidores, surgiram rumores de que Benes Leocádio poderia avaliar mudança de partido. Paralelamente, deputados estaduais tentaram diálogo com Ezequiel Ferreira em busca de alternativas. Também houve críticas ao ex-senador José Agripino por supostamente barrar cartas de anuência para vereadores que desejam deixar o União Brasil.

Com o prazo se aproximando, a formação das chapas ainda pode passar por mudanças significativas nos próximos dias. 

Federação deverá eleger Natália e Thabatta e deixar Mineiro e Dr. Bernardo de fora

 

A vereadora de Natal, Thabatta Pimenta, pediu autorização ao Partido Socialismo e Liberdade para deixar a legenda e aguarda a carta de anuência.

O destino político pretendido é o Partido Verde, por onde pretende disputar uma vaga de deputada federal nas próximas eleições. Thabatta quer fazer história como a primeira mulher trans do Rio Grande do Norte a chegar à Câmara dos Deputados.

Pelas análises políticas que circulam nos bastidores, a federação formada por Partido dos Trabalhadores, PV e Partido Comunista do Brasil tem potencial para eleger dois deputados federais.

Nesse cenário, as vagas seriam ocupadas pela deputada Natália Bonavides, que disputará a reeleição, e pela própria Thabatta.

Com isso, nomes como Fernando Mineiro e o deputado estadual Dr. Bernardo Amorim ficariam de fora.

No entanto, caso a federação alcance votos suficientes para eleger três parlamentares (e isso depende da votação de Natália), a terceira vaga poderia acabar ficando com Dr. Bernardo.

 Fonte: Robinson Pires

PESQUISA FUTURA/APEX: Flávio venceria com 48,8%, contra 40,5% de Lula, em eventual 2º turno

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações de primeiro e segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa da Futura Inteligência em parceria com a Apex Partners, divulgada nesta quarta-feira (11).

Em um eventual segundo turno, Flávio registra 48,8% das intenções de voto, contra 40,5% de Lula, uma diferença de 8,3 pontos percentuais. Em relação ao levantamento anterior, o senador subiu 0,6 ponto, enquanto o presidente recuou 1,9 ponto.

Mesmo considerando a margem de erro, Lula poderia chegar a 42,7%, e Flávio, a 46,1%.

A pesquisa também apontou aumento de brancos e nulos, que passaram de 8,2% em fevereiro para 9% em março.

Nos cenários de primeiro turno, os dois aparecem tecnicamente empatados em uma simulação, enquanto Flávio Bolsonaro lidera nas outras duas, chegando a abrir vantagem de até 6 pontos percentuais sobre Lula.

A pesquisa Futura/Apex foi feita com eleitores do Brasil com 16 anos ou mais, compilando 2000 entrevistas em 829 cidades realizadas no período entre 2 e 6 de março. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06607/2026.

Com informações de Exame

Ascensão de Flávio Bolsonaro nas pesquisas desanima Lula e pressiona PSD

 

Ao menos para Lula (PT) não surpreendeu a nova pesquisa Quaest apontando empate com Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, cada um com 41%. O desânimo se estabeleceu no terceiro andar do Planalto, onde fica seu gabinete, já na terça (10), com o tracking diário já colocando o filho do ex-presidente à sua frente. A ascensão de Flávio também forçou Gilberto Kassab, presidente do PSD, a apressar a definição do candidato do partido. Ele queria “cozinhar” isso até abril.

Haddad no banco

O desânimo confirma informações, entre banqueiros da Faria Lima pró-Lula, de que o presidente cederá sua candidatura a Fernando Haddad.

Posição destacada

O mais recente levantamento do Paraná Pesquisas aponta Haddad como o petista mais bem posicionado entre os que poderão substituir Lula.

Sem herdeiro político

Lula não quer passar a vergonha de encerrar a carreira derrotado pelo filho do maior inimigo. Sem ter um filho que possa chamar de herdeiro.

Ratinho favorito

Entre as opções do PSD, a escolha mais provável de Kassab é o governador do Paraná, Ratinho Jr., que tem mais tempo de “janela”.

Claudio Humberto

 

Governadora Fátima e SINTE tramam mais um calote para os professores em relação ao piso do magistério

 

A governadora Fátima Bezerra segue em silêncio sobre a implantação efetiva do piso do magistério de 2026 — uma bandeira que ela própria levantava com veemência quando fazia oposição aos antigos governos do Rio Grande do Norte. Hoje, no comando do Estado, a postura é outra: omissão, atraso de retroativos e promessas que não saem do papel.

Fátima Bezerra (PT) tornou-se, ao longo de seus anos de governo, a única gestora do Rio Grande do Norte a resistir à implementação integral do piso do magistério. Ironicamente, trata-se da mesma lei que ela própria relatou e defendeu quando era parlamentar no Congresso Nacional. Só após muita pressão e mobilização da categoria, o governo anuncia o reajuste previsto na legislação, e ainda assim, vem acompanhada de parcelamentos prolongados que não se concretizam na prática. Enquanto isso, os professores seguem acumulando perdas salariais e aguardando o pagamento de retroativos que se arrastam por anos, transformando um direito garantido em uma espera interminável.

Mas o problema não se limita ao silêncio da governadora. Soma-se a isso a postura cada vez mais questionável do SINTE, sindicato que deveria representar e defender os professores. Em vez de pressionar o governo, a entidade tem sido marcada pela inércia, passividade, e conivência com a gestão estadual. Para muitos profissionais da educação, o sindicato parece ter trocado a combatividade histórica pela proximidade política com o governo, inclusive ocupando muitos cargos na Secretaria de Educação.

O resultado dessa relação é devastador para a categoria: promessas não cumpridas, retroativos acumulados e uma sensação crescente de abandono. A cada ano que passa, aumenta a descrença dos professores nas instituições que deveriam representá-los e protegê-los.

A situação expõe não apenas a crise da valorização do magistério, mas também a profunda perda de credibilidade da classe política e de parte do movimento sindical. Enquanto governadora e sindicato caminham alinhados, quem paga a conta é o professor, que segue esperando o que é seu por direito.

O que se vê, mais uma vez, é a categoria sendo empurrada para o fim da fila, enquanto governo e sindicato parecem preparar mais um capítulo de promessas, adiamentos e frustrações. 

Fátima Bezerra avalia riscos, renúncia perde força e PT já discute plano B para o Senado

 

A governadora Fátima Bezerra não tem, neste momento, nenhuma segurança sobre o desfecho da eleição para o chamado mandato-tampão no Governo do Estado. Como o PT precisa de 13 votos na Assembleia Legislativa para eleger o sucessor da governadora, o cenário atual é marcado muito mais por dúvidas do que por garantias.

No governo, a avaliação é de que a renúncia de Fátima só ocorrerá se houver certeza absoluta da existência dos votos necessários para a eleição indireta. Até agora, porém, as negociações políticas não produziram garantias concretas. Mesmo acordos que aparentam estar encaminhados ainda estão distantes de assegurar os 13 votos.

Outro ponto considerado essencial seria uma aliança com o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, mas essa possibilidade, no momento, está longe de se consolidar.

Há ainda fatores institucionais que aumentam a cautela. O primeiro ato do processo seria a renúncia de Fátima. Depois disso, a eleição indireta ocorreria cerca de 30 dias depois, um intervalo considerado arriscado politicamente. Dentro do governo existe o temor de que acordos firmados agora possam ser desfeitos nesse período.

Também preocupa a possibilidade de, após a renúncia da governadora, Walter Alves desistir de renunciar, dentro de uma eventual estratégia articulada pelo MDB em conjunto com partidos da oposição, como União Brasil e PP.

Diante desse cenário, cresce dentro do governo o entendimento de que o risco de perder o controle do Executivo é real, caso a oposição consiga reorganizar forças durante esse intervalo.

Internamente, vários argumentos começam a ganhar peso para justificar a possibilidade de Fátima não renunciar. Um deles é que, se o objetivo de disputar o Senado seria ampliar a base do presidente Lula, o impacto seria menor caso isso não ocorra, principalmente diante da possibilidade de Zenaide Maia ser reeleita — considerada também um voto alinhado ao governo federal.

Dentro do governo, há consenso de que o maior prejuízo político não seria a ausência de Fátima na disputa pelo Senado, mas sim a eventual perda do governo para a oposição. Isso teria efeitos diretos sobre as chapas de deputado federal e estadual e também sobre a própria disputa pelo Governo do Estado em 2026.

Nesse contexto, começa a ganhar força dentro do PT uma alternativa: evitar a saída de Natália Bonavides da disputa proporcional para preservar a nominata de deputado federal.

Assim, surge como plano alternativo a possibilidade de o deputado Francisco do PT disputar o Senado no lugar de Fátima.

O tema domina as conversas internas no governo. Hoje, a tendência é que a renúncia da governadora esteja cada vez mais distante, enquanto o nome de Francisco do PT passa a ser tratado como uma alternativa real para a corrida ao Senado.

 

Álvaro Dias cumpre agenda política em Mossoró e intensifica articulações no interior

 

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, terá agenda política em Mossoró na próxima quinta e sexta-feira.

Esta será a primeira visita de Álvaro ao segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte após o lançamento de sua pré-candidatura ao governo.

A programação está sendo organizada pelo presidente do Republicanos em Mossoró, Aldo Fernandes, e deve incluir encontros políticos, visitas e conversas com lideranças locais e regionais.

A expectativa é de dois dias de intensa movimentação política. Nos bastidores, a presença de Álvaro na cidade é vista como um movimento estratégico dentro do processo de consolidação de sua pré-candidatura no interior do estado. 

Ezequiel Ferreira oficializa sua chegada no REPUBLICANOS e já conta com pelo menos seis deputados!

 

Próximo de anunciar oficialmente seu ingresso no Republicanos — ato de filiação que deve ser programado para o final deste mês — o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, já está empenhado na formação da nominata de deputado estadual do partido.

A expectativa em torno da nominata do Republicanos é que ela esteja completa e tenha potencial para eleger entre sete e oito deputados estaduais. Vários nomes considerados importantes já começam a ser contabilizados na chapa.

O próprio Ezequiel, além dos deputados de mandato Ivanilson Oliveira, Cristianne Dantas, Taveira Júnior, Neílton, Terezinha Maia e Ubaldo Fernandes, são apontados como integrantes dessa nominata. O grupo também deverá contar com nomes como Érico Jácome, Robson Carvalho, Camila Araújo e Gustavo Soares. Na avaliação de observadores políticos, esta tende a ser uma das nominatas mais fortes da disputa.

O movimento de Ezequiel no Republicanos faz parte de uma estratégia maior traçada por ele, pelo senador Rogério Marinho e pelo prefeito Paulinho Freire. A ideia é que as nominatas do PL e do Republicanos, somadas, elejam entre 13 e 14 deputados estaduais, garantindo a esse agrupamento o controle da Assembleia Legislativa.

Dessa forma, o grupo teria condições de definir a próxima mesa diretora da Casa, independentemente de vencer ou não a eleição para o Governo do Estado. Esse é o cálculo político que vem sendo feito dentro do palanque da direita no Rio Grande do Norte.

Gazeta Potiguar.

Agripino praticamente expulsa Nina e Paulinho do União Brasil

 

Ao negar carta de anuência a Nina Souza, presidente estadual expulsa na prática a vereadora e empurra o prefeito Paulinho Freire para fora do partido.

O presidente estadual do União Brasil no Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, resolveu comprar uma briga que pode custar caro ao partido no estado.

Ao negar a carta de anuência para que a vereadora de Natal Nina Souza possa se filiar ao Partido Liberal e disputar uma vaga de deputada federal, Agripino praticamente a colocou para fora da legenda. Na prática, foi uma expulsão política.

Mas o movimento não atinge apenas Nina. A decisão também respinga diretamente no prefeito de Natal, Paulinho Freire, marido da vereadora e uma das principais lideranças do partido na capital. É difícil imaginar que Paulinho vá aceitar passivamente um gesto considerado desleal dentro do próprio partido.

O resultado dessa decisão pode ser simples: ao tentar enquadrar Nina Souza, Agripino corre o risco de perder também Paulinho Freire. Ou seja, ao invés de preservar o partido, o presidente estadual pode acabar provocando um racha dentro do União Brasil justamente na capital do estado.

No jogo político, há cenários que fortalecem e outros que isolam. A canetada de Agripino parece caminhar para a segunda opção. E, no final das contas, quem pode sair menor dessa história é o próprio comando do União Brasil no Rio Grande do Norte.

Robinson Pires

STF não vê saída para maior crise de credibilidade da sua história

 

Supremo Tribunal Federal enfrenta o que vem sendo apontado como a maior crise de credibilidade de sua história recente. Nos bastidores, o presidente da Corte, Edson Fachin, tem discutido com outros ministros possíveis saídas institucionais para conter o desgaste da imagem do tribunal.

Entre as hipóteses levantadas por juristas estaria o incentivo ao afastamento voluntário de ministros envolvidos em polêmicas recentes, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. A medida, considerada dura por especialistas, é vista como improvável por não se alinhar ao perfil mais cauteloso de Fachin.

Outra possibilidade seria encaminhar questionamentos à Procuradoria-Geral da República, comandada por Paulo Gonet, embora a atuação do órgão também esteja sendo alvo de críticas.

Dentro do STF, parte dos ministros avalia que a Corte estaria “sob ataque”, defendendo que a presidência do tribunal adote postura de defesa institucional e proteção aos integrantes da Casa.

Nos bastidores, cresce a avaliação de que, caso o próprio STF não adote providências, o Senado Federal poderá ser pressionado a analisar pedidos de impeachment contra ministros, ampliando ainda mais a crise institucional.

Com informações do Diário do Poder

PESQUISA IPSOS-IPEC: 51% desaprovam Lula e 56% dizem não confiar no presidente

 

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira (10) mostra que o governo do presidente Lula (PT) é desaprovado por 51% dos brasileiros, enquanto 43% afirmam aprovar a gestão. Outros 6% disseram não saber ou preferiram não responder.

Em relação ao levantamento anterior, feito em dezembro, houve leve oscilação: a aprovação subiu um ponto (de 42% para 43%) e a desaprovação caiu um ponto (de 52% para 51%).

Quando perguntados sobre a avaliação do governo, 40% classificam a gestão como ruim ou péssima, enquanto 33% dizem que é boa ou ótima. Outros 24% consideram regular e 3% não souberam responder. Na comparação com dezembro, a avaliação negativa permaneceu no mesmo patamar, enquanto a positiva subiu três pontos percentuais.

O levantamento também mediu o nível de confiança no presidente. Para 56% dos entrevistados, Lula não é confiável, enquanto 40% afirmam confiar no chefe do Executivo. Outros 4% não souberam ou não responderam. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa divulgada em dezembro.

A pesquisa ainda mostra percepção negativa sobre o governo e a economia. Para 43% dos brasileiros, a gestão Lula está pior do que esperavam, enquanto 28% dizem que está igual e 25% afirmam que está melhor.

Já sobre a situação econômica do país, 42% avaliam que piorou, 27% dizem que melhorou e 28% consideram que permaneceu igual. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Cúpula da direita no RN discute chapa, mandato-tampão e futuro de Ezequiel


A reunião prevista para o fim de se mana entre integrantes da cúpula do PL, Republicanos e PSDB ocorreu no domingo e contou com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire, do senador Rogério Marinho, do senador Styvenson Valentim e do presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira.

O encontro foi realizado no apartamento do prefeito Paulinho Freire. Quatro temas principais estiveram na pauta: o lançamento oficial da chapa completa no dia 21 de março, a eleição indireta para o mandato-tampão, o futuro político de Ezequiel Ferreira e a formação das nominatas para deputado federal e estadual.

O PL confirmou que o evento de anúncio da chapa oficial será realizado no dia 21 de março, às 15h, no Olimpo Recepções. Também está confirmada a presença de Flávio Bolsonaro no evento.

Sobre a eleição para o mandato-tampão, ainda não há definição oficial quanto ao lançamento de candidatura. O grupo vai entregar o comando dessa articulação ao deputado Ezequiel Ferreira, a quem caberá fazer as articulações. O PL vai apoiar o nome que Ezequiel indicar. Até o momento, esse nome não foi definido.

Em relação ao destino de Ezequiel Ferreira, está praticamente acertada sua filiação ao Republicanos, onde deverá assumir o comando do partido no estado. Sua principal missão será montar uma nominata forte para deputado estadual.

O grupo avaliou que a nominata a ser montada por Ezequiel no Republicanos, somada à nominata do PL, tJuntas têm potencial para formar a maioria dos deputados estaduais na próxima legislatura. Independentemente de quem vença a eleição para governador, esses dois partidos teriam força para influenciar o controle da Assembleia Legislativa.

Sobre a formação das nominatas, o entendimento entre os participantes da reunião é de que haverá apenas uma chapa para deputado federal, pelo PL, enquanto na disputa para deputado estadual deverão ser organizadas duas nominatas.

Neto Queiroz

 
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