Olho D'água do Borges/RN -

Pesquisa Consult/TN: Álvaro Dias cresce e empata tecnicamente com Allyson Bezerra

 

A primeira pesquisa do Instituto Consult/TRIBUNA DO NORTE realizada após as convenções partidárias aponta um cenário de empate técnico na liderança pela corrida ao Governo do Rio Grande do Norte. Embora o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) apareça numericamente à frente com 30,18% das intenções de voto, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) encurtou a distância e surge na segunda posição com 27,65% — uma diferença de apenas 2,53 pontos percentuais, dentro da margem de erro do levantamento (2,37%).

A aproximação de Álvaro Dias se consolidou na comparação com os dados coletados no início de julho, antes das definições das chapas majoritárias:

  • Allyson Bezerra (União Brasil): recuou 4,41 pontos percentuais, caindo de 34,59% para 30,18%.
  • Álvaro Dias (PL): apresentou maior estabilidade com uma leve oscilação para baixo (-1,35%), passando de 29,00% para 27,65%, o que permitiu encostar no líder.
  • Cadu de Lula (PT): candidato situacionista apoiado pela governadora Fátima Bezerra, foi o único entre os principais nomes a registrar crescimento, subindo de 11,24% para 13,06%.

Outros seis postulantes ao Governo do Estado somam, juntos, menos de 1,0% das intenções de voto no cenário estimulado. Além disso, o número de eleitores indecisos subiu para 17,18% (era 14,94%), enquanto 10,65% declararam voto branco ou nulo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de agosto com 1.700 entrevistados em 64 municípios potiguares, registrada no TSE/TRE sob os números BR-09418/2026 e RN-08509/2026. A margem de erro máxima é de 2,37 pontos percentuais com nível de confiança de 95%.

Tribuna do Norte 

RN é o 8º pior em ascensão social e só 1,38% dos potiguares chega aos 10% mais ricos

 

Apenas 1,38% das pessoas nascidas no Rio Grande do Norte conseguem atingir a fatia dos 10% mais ricos da população brasileira na vida adulta. Em contrapartida, a grande maioria dos potiguares — expressivos 78,92% — permanece retida na metade mais pobre do país. Os dados do Atlas da Mobilidade Social colocam o estado na 8ª posição nacional entre as unidades da federação onde é mais difícil subir de classe social.

No topo do ranking de mobilidade, o Distrito Federal lidera com 3,06% de chance de ascensão ao topo da renda, seguido por Mato Grosso do Sul (2,92%) e Rio Grande do Sul (2,86%). Na ponta oposta, Alagoas registra o menor índice do país, com apenas 0,98%.

O estudo, desenvolvido pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) em parceria com o Prospera Lab, aponta que o gargalo educacional no estado é um dos principais obstáculos para a mudança desse cenário:

Ensino Médio: estimativa de conclusão de apenas 50,77% da população.

Ensino Superior: apenas 2,20% chegam a se formar em uma graduação.

Metodologia do levantamento

Para mensurar a mobilidade intergeracional, os pesquisadores analisaram uma amostra de 7 milhões de brasileiros nascidos entre 1983 e 1990, cruzando dados históricos de renda de pais e filhos. O mapeamento combinou informações do Imposto de Renda, RAIS, Cadastro Único/Bolsa Família e bases do IBGE entre 1985 e 2019.

Com informações da Tribuna do Norte 

Suplente de vereador Prof. João Maria mostra força e garante três veículos para Olho D’água do Borges

 

Na manhã desta quinta-feira (13), representantes de Olho D’água do Borges receberam dois veículos Volkswagen Polo, destinados ao município por meio de emenda parlamentar articulada pelo suplente de vereador, professor João Maria, junto ao deputado federal Fernando Mineiro (PT). Os veículos serão utilizados para reforçar o trabalho desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde.

E os benefícios não param por aí. Segundo João Maria informou ao blog, que também está para chegar uma caminhonete Fiat Titano que já foi licitada e adquirida para o município, fruto de mais uma articulação sua, desta vez junto à deputada federal Natália Bonavides (PT).

Mesmo sem exercer atualmente um mandato de vereador, João Maria vem demonstrando disposição para buscar recursos e investimentos para Olho D’água do Borges, mantendo diálogo com parlamentares da bancada do PT em Brasília e procurando transformar essas articulações em benefícios concretos para a população.

Enquanto força eu tiver, não me cansarei de buscar ações importantes para beneficiar a população do meu município. Vamos juntos fazer uma Olho D’água do Borges cada vez melhor. A chegada desses três veículos representa mais uma, entre tantas outras conquistas que estamos conseguindo para o nosso município e, principalmente, um importante reforço para a saúde da nossa população”, afirmou João Maria.

O trabalho de articulação política e busca por recursos realizado por João Maria, mesmo sem ocupar uma cadeira na Câmara Municipal, mostra que é possível contribuir com o desenvolvimento do município também por meio da mobilização e do diálogo com representantes em outras esferas de governo. 

Maioria dos prefeitos do Seridó decide acompanhar Álvaro Dias para o Governo do RN

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, tem forte base política no Seridó potiguar. Levantamentos apontam apoio de prefeitos e lideranças de diversos municípios ao seu projeto, reforçando a presença de Álvaro em uma das áreas mais tradicionais da política do Estado.

A força de Álvaro na região também é resultado de uma sequência de adesões. Para os aliados, a escolha por Álvaro Dias passa pela avaliação de que ele reúne experiência administrativa e política para comandar o Estado.

A leitura entre os prefeitos que caminham com o projeto é de que o ex-prefeito de Natal conhece as demandas dos municípios e tem preparo para enfrentar os desafios do RN. Com a maioria dos gestores da região sinalizando apoio, Álvaro chega à disputa pelo Governo com uma base política expressiva no Seridó e com o discurso de que está preparado para governar e recolocar o Estado no caminho do desenvolvimento.

Robinson Pires

BATEU O PÉ: Campanha de Cadu desafia MPE e diz que não abrirá mão de associar nome do candidato do presidente Lula

 

Após o Ministério Público Eleitoral (MPE) pedir ao TRE-RN que impeça o candidato do PT ao Governo do Estado Cadu Xavier de utilizar “Cadu de Lula” como nome de urna, a campanha reagiu e afirmou que não pretende abrir mão da associação com o presidente Lula.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (13), a assessoria do candidato disse que o nome “não nasceu em um escritório ou em uma petição”, mas “nas ruas, no abraço da militância e no sentimento do povo do Rio Grande do Norte”.

O MPE argumenta que o nome escolhido pode provocar confusão no eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Lula. A campanha informou que apresentará sua defesa jurídica no momento adequado e reforçou que seguirá “ao lado de Lula e da militância”.

Leia a íntegra da nota divulgada pela assessoria de Cadu Xavier:

O nome “Cadu de Lula” não nasceu em um escritório ou em uma petição: nasceu nas ruas, no abraço da militância e no sentimento do povo do Rio Grande do Norte que, há quase um ano, já nos chama assim.

Quem colocou o “de Lula” ao lado do Cadu foi o eleitor. Cadu é de Lula pelo projeto que defende, pelas bandeiras que carrega e pela história de transformação que une o Time que Cuida do povo, sempre como prioridade. Trata-se de vínculo de coração, de pertencimento.

A nossa defesa jurídica apresentará todos os argumentos técnicos no momento e fórum adequados. Mas a nossa maior defesa já tem sido feita: pelo povo e pelo próprio presidente Lula.

Seguimos firmes, ao lado de Lula e da nossa militância.

Coordenação de Comunicação e Marketing da Campanha de Cadu de Lula

 Blog do BG

TSE manda restabelecer filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e determina que PF investigue filiação indevida ao Partido Missão

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a correção imediata do registro de filiação do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao PL, anulando sua filiação ao Partido Missão.

A decisão atende a um pedido de urgência da campanha e também determina que a Polícia Federal investigue o caso.

Flávio apareceu filiado ao Missão, partido que já tem Renan Santos como candidato à Presidência. A mudança impedia o registro da candidatura do senador, cujo prazo termina neste sábado (15).

O Missão afirmou que foi alvo de um ataque e tentou alertar Flávio. Já o TSE informou que não houve invasão do sistema de filiação e que a alteração foi feita por alguém da legenda.

MPE quer barrar “Samanda de Lula” e “Cadu de Lula”, mas candidatos vão insistir no sobrenome do presidente


O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) que impeça Samanda Alves (PT), candidata ao Senado, de utilizar o nome “Samanda de Lula” na urna eletrônica. O entendimento é de que a referência direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode causar confusão no eleitorado e proporcionar vantagem indevida à candidata.

Situação semelhante envolve Cadu Xavier (PT), candidato ao Governo do Estado, que adotou politicamente o nome “Cadu de Lula”. Também houve questionamento para impedir a utilização da referência ao presidente.

Mas Samanda e Cadu não demonstram disposição para abandonar Lula. Independentemente dos questionamentos apresentados pelo MPE — e enquanto não houver decisão judicial que determine o contrário — os dois pretendem continuar explorando politicamente a identificação com o presidente.

Não é por acaso. Lula é o principal cabo eleitoral do PT e sua popularidade no Rio Grande do Norte transforma o nome do presidente em ativo eleitoral. Samanda e Cadu querem deixar essa ligação evidente para o eleitor.

Agora, caberá ao TRE-RN decidir se “Samanda de Lula” e “Cadu de Lula” poderão chegar oficialmente às urnas. Até lá, os dois continuarão fazendo questão do sobrenome político: Lula.

José Agripino mantém distância do palanque de Allyson e Operação Mederi por ser motivação

 

A presença discreta do ex-governador e ex-senador José Agripino Maia na atual campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) começa a chamar atenção nos bastidores da política potiguar. Presidente estadual do partido e um dos principais articuladores do projeto que levou Allyson à disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte, Agripino tem aparecido de forma bem mais tímida do que se poderia esperar nesta fase da campanha.

A cautela ganha peso diante da Operação Mederi. Allyson é investigado no âmbito da operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União, que apura suspeitas envolvendo contratos da saúde de Mossoró.

Para observadores da política estadual, a postura de Agripino pode representar uma estratégia de prudência: apoiar Allyson, mas evitar uma exposição excessiva enquanto não se conhece até onde poderão chegar os desdobramentos da investigação. Essa interpretação, porém, deve ser tratada como análise de bastidor, e não como uma posição declarada pelo próprio Agripino.

O contraste chama atenção porque Agripino já participou ativamente da construção política da candidatura e esteve ao lado de Allyson mesmo depois da deflagração da Mederi. Agora, sua presença mais discreta abre espaço para uma pergunta nos bastidores: estaria o experiente José Agripino mantendo uma distância de segurança?

Se a Operação Mederi produzir novos e graves desdobramentos, a candidatura de Allyson poderá enfrentar um cenário político ainda mais delicado. E Agripino, veterano de muitas eleições, sabe que política também é feita de calcular riscos antes de avançar.

Robinso Pires

Babá diz que maioria dos eleitores de Allyson é de esquerda e prevê 2º turno entre Álvaro e Cadu

O candidato a vice-governador Babá Pereira (PL), que integra a chapa de Álvaro Dias (PL), afirmou que a maioria do eleitorado de Allyson Bezerra (União Brasil) está mais próxima da esquerda do que da direita.

Babá avaliou que o cenário poderá mudar a partir da próxima semana, com o início efetivo da campanha eleitoral e da propaganda no rádio e na televisão. Na opinião dele, a exposição dos candidatos deve provocar uma movimentação do eleitorado e concentrar os votos de direita em Álvaro Dias e os de esquerda em Cadu Xavier (PT).

Na tentativa de atrair o eleitor de centro, Allyson vem usando a estratégia de se manter em cima do muro em relação à disputa nacional, sem declarar se vota no presidente Lula (PT) ou em Flávio Bolsonaro (PL). Para Babá Pereira, no entanto, a polarização no âmbito federal deverá impactar a eleição estadual, apontando para um segundo turno entre Álvaro e Cadu.

Com informações do Agora RN

Últimas pesquisas Metadata e Agora Sei indicam tendência de crescimento de Álvaro e Cadu e de queda de Allyson

 

As últimas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana apontam para uma tendência de crescimento de Álvaro Dias (PL) e Cadu Xavier (PT), enquanto Allyson Bezerra (União Brasil) caiu ou ficou estacionado nas intenções de voto.

A primeira que mostrou esse cenário foi a pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal, divulgada na segunda-feira (10) pela 98 FM. Allyson ainda lidera, mas oscilou negativamente de 34,8 no levantamento anterior para 34,2%, seguido de Álvaro Dias que foi de 22,8% para 24% e Cadu Xavier que passou de 8,7% para 17,01%.

Já na pesquisa Agora Sei, divulgada nesta quarta-feira (12), Allyson Bezerra permaneceu estável com 39,9% (no levantamento anterior de maio ele tinha 39,8%), Álvaro Dias cresceu de 22,1% para 25,3% e Cadu Xavier foi de 11,4% par 18,1%.

A pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal foi realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, com 1.536 eleitores em 63 municípios do RN. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob os números RN-03682/2026 e BR-05736/2026.

Já a pesquisa Agora Sei foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto, com 1.500 eleitores em 68 municípios do RN. O levantamento tem nível de confiança de 95%, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e está registrado no TSE sob os números RN-06855/2026 e BR-08951/2026.

Blog do BG

 

Eleitores veem medo e fraqueza em candidatos que fogem de debate, diz pesquisa

 

A assessoria de Lula tem vazado a pretensão de evitar debates no primeiro turno. É legítimo, mas também sugere um flerte com a arrogância.

Debate é importante para seis em cada dez eleitores, mostra outra pesquisa feita na semana passada (5 a 9/8) pela MDA/CNT. É relevante porque (para 39,5%) permite conhecer não somente os candidatos como, principalmente, as suas propostas.

Parcela expressiva (31,9%) acha que os debates eleitorais “são ruins” porque, frequentemente, acabam em embates pessoais. Alguns (11,7%) culpam o “formato desgastado” desses encontros pelo que consideram bloqueio da discussão de temas com alguma profundidade.

Minoria (25,1%) admite que deixa de votar num candidato já escolhido se ele refugar e não comparecer ao confronto eleitoral.

Mas a ausência deliberada deixa péssima impressão. Seis em cada dez eleitores desconfiam de quem foge do debate. Uma parcela (26,5%) supõe ser “estratégia de campanha”.

Demonstra fraqueza (para 24,1%), no sentido de que “não está preparado(a) para lidar com pressão”. Mostra (20,4%) que “tem medo e não sabe lidar com opiniões divergentes”. Ou ainda (17,8%) que “está com receio de ser exposto a polêmicas”.

Fonte: Veja/Coluna Jose Casado 

“O maior desastre de uma campanha é o puxa-saco", diz o marqueteiro Alexandre Macedo.

 

Entrevistado no programa TAMO JUNTO, na Rádio Universitária Natal (88fm), o marqueteiro Alexandre Macedo, responsável pela campanha do candidato a governador Álvaro Dias (PL), foi limpo e seco ao falar dos puxa-sacos que rodeiam políticos e acreditam que tem sempre a melhor opinião a dar, e o melhor serviço a prestar:

"O puxa-saco é um desastre. O maior desastre de uma campanha é o puxa-saco".

Como mostrou Alexandre, o puxa-saco está sempre na porta do político para fazer o comentário mais agradável, mesmo que desnecessário.

Você conhece algum puxa-saco na política?

Do Blog: Esse é também um grande problema na gestão publica. O puxa-saco é um dos maiores gargalos na maioria das gestões pública. Mais atrapalha do que ajuda. Não aponta erros, não contraria e não traz soluções — só aplaude e diz “amém”. Enquanto o gestor ouve o bajulador, os problemas crescem. O puxa-saco não resolve problemas: ajuda a criá-los, escondê-los e convencer o chefe de que está tudo bem.

Assista o vídeo aqui.

Álvaro Dias defende pacto econômico e social para reconstruir o Rio Grande do Norte no Fórum Caminhos do RN

 

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, nesta terça-feira, do Fórum Caminhos do RN, realizado no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), em Natal. Durante o encontro, Álvaro apresentou diretrizes de seu plano de governo e respondeu a perguntas de jornalistas convidados sobre os desafios e as oportunidades para o desenvolvimento do Estado.

Ao abordar a situação econômica do Rio Grande do Norte, Álvaro defendeu a realização de um estudo aprofundado das finanças estaduais e a construção de um pacto envolvendo os poderes públicos, as entidades representativas e a sociedade.

“Precisamos fazer um estudo profundo das finanças do Rio Grande do Norte e construir um pacto com as entidades, os poderes e a sociedade. Dentro desse grande pacto econômico e social, vamos começar a reconstruir o Rio Grande do Norte”, afirmou.

Álvaro também defendeu a reestruturação do Estado como forma de criar um ambiente mais favorável aos investimentos privados e ampliar a geração de emprego e renda.

“Nós precisamos reestruturar o Estado para que ele se torne atrativo aos investimentos da iniciativa privada. No nosso governo, precisamos proporcionar as condições para gerar emprego e renda para o povo do Rio Grande do Norte”, disse

Durante o fórum, o candidato citou setores considerados estratégicos para a economia potiguar, como turismo, mineração, petróleo, fruticultura e energias renováveis.

“Nós temos muitas potencialidades econômicas. Temos o turismo, que precisa ser melhor explorado; temos riquezas minerais importantes em nosso solo, que podem ser melhor aproveitadas; temos o petróleo, a fruticultura e energias renováveis em abundância. Vamos, dentro desse estudo amplo e desse pacto, procurar caminhos para que tudo isso gere emprego e renda para a nossa população.”

Álvaro destacou ainda a importância da participação do setor produtivo na construção das políticas públicas e afirmou que pretende estabelecer uma relação de parceria entre o poder público e os empresários.

“O setor produtivo precisa ser parceiro do poder público. Vamos trabalhar para transformar essa parceria em resultados para o Rio Grande do Norte. Os empresários do nosso Estado podem ter certeza de que vamos colocar nossa experiência e nossas propostas a serviço da recuperação do RN.”

Ao final do Fórum Caminhos do RN, Álvaro Dias recebeu da FIERN a Agenda Caminhos do RN, documento que reúne propostas e prioridades apresentadas pelo setor produtivo para o desenvolvimento do Estado. O candidato também recebeu a Carta de Compromisso do MídiaComRN.

Durante o encerramento, Álvaro fez ainda a entrega de seu plano de governo ao diretor do MídiaComRN e ao presidente da FIERN reforçando o compromisso de manter o diálogo com o setor produtivo do RN.

QUEDA DE 13,1%: Produção industrial do RN tem pior desempenho do país no primeiro semestre de 2026

 

A indústria do Rio Grande do Norte teve o pior desempenho entre os 18 estados pesquisados pelo IBGE no primeiro semestre de 2026. A produção recuou 13,1% de janeiro a junho, em relação ao mesmo período de 2025.

O principal impacto veio da fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que caiu 25,8%. Também houve retração nas indústrias extrativas (-5,5%) e na fabricação de alimentos (-1,4%).

Na contramão, a produção de artigos de vestuário e acessórios avançou 48,5%.

Em junho, a produção caiu 0,9% na comparação anual, menor retração registrada no estado em nove meses.

O resultado foi influenciado pela redução da queda na produção de derivados de petróleo e biocombustíveis (-14,9%). A indústria extrativa recuou 5,4%.

Já o vestuário cresceu 67,4%, enquanto a fabricação de alimentos avançou 9,7%.

No acumulado de 12 meses até junho, a indústria do RN registrou queda de 9,4%. No país, a produção industrial cresceu 1,7% em junho.

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