Olho D'água do Borges/RN -

Líder em aprovação: Prefeito de Serra Caiada, ex-prefeito e grupo de vereadores anunciam apoio à candidatura de Álvaro Dias

 

O prefeito de Serra Caiada, Joãozinho Furtado, o ex-prefeito Faustinho e um grupo de vereadores do município anunciaram apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. O encontro aconteceu na tarde desta sexta-feira e reuniu lideranças políticas e comunitárias da cidade.

Também participaram da reunião os vereadores Edilmo Lyra, Erivan Elias, Cristilene Azevedo, Janaína Bezerra, Ovídio Neto (Tabelinho da Ambulância), Jailson Mendonça e Leandro da Ótica, além de ex-prefeitos, ex-vereadores, ex-suplentes de vereador, moradores e lideranças da zona rural.

Durante o encontro, Joãozinho Furtado afirmou que a decisão foi tomada em conjunto com seu grupo político e destacou que considera Álvaro Dias apto a contribuir para o desenvolvimento do município.

“Sabemos da competência de Álvaro. As nossas lideranças, que já trabalham por Serra Caiada, estão com ele. Álvaro tem competência técnica e, além disso, conta com um vice-governador amigo, que é Babá Pereira. Entendemos que ele é o candidato que poderá ajudar o nosso município”, afirmou.

Ao agradecer a manifestação de apoio, Álvaro Dias disse que pretende manter o diálogo com as lideranças locais e trabalhar por ações voltadas ao desenvolvimento do Rio Grande do Norte e de Serra Caiada.

“Agradeço a confiança do prefeito Joãozinho, do ex-prefeito Faustinho, dos vereadores e de todas as lideranças que estão conosco. Para mim, é uma honra receber esse apoio do prefeito Joãozinho, que é um dos prefeitos mais bem avaliados do nosso estado. Vamos seguir juntos, somando esforços pelo Rio Grande do Norte”, finalizou.

Álvaro Dias diz que fuga de presos em Alcaçuz confirma o “caos” da segurança pública no RN


O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), afirmou que a fuga de 11 detentos de alta periculosidade da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, nesta sexta-feira (31), é mais uma demonstração da crise na segurança pública do Estado.

Segundo Álvaro, o episódio gera medo e insegurança para a população e reflete o que chamou de “situação dramática e caótica” vivida pelo Rio Grande do Norte.

“Não podemos permitir que isso continue dessa forma. É necessário acabar esse desgoverno e mudar o rumo do Estado”, declarou.

Álvaro também defendeu que a população aproveite as eleições de 2026 para promover a mudança e “endireitar o Rio Grande do Norte”.

 

Veja as medidas amargas que Allyson pretende adotar caso seja eleito governador

 

O candidato Allyson Bezerra (União Brasil) já deu a senha: um hipotético governo seu será de arrouxo e de redução de políticas públicas. Isso significa perda de direitos para os trabalhadores, precarização de serviços básicos como saúde e educação e redução ou fim de programas sociais.

Candidato da extrema direita, Allyson já dá provas de que fará uma gestão que deixará os mais pobres à margem, como fez em Mossoró, com saúde e educação sucateados.

Com uma chapa articulada nacionalmente, inclusive com o acréscimo de nomes de pessoas que sequer são do Estado, Allyson faz parte de um projeto de poder da extrema direita em que impedir o acesso de políticas públicas pelos mais humildes é o objetivo principal.

O futuro sombrio, em um hipotético governo Allyson, não é suposição. É anúncio. Já feito pelo seu candidato a vice-governador. Hermano Morais (MDB) revelou em entrevistas o que Allyson pretende fazer e que não tem honestidade para revelar ao eleitor: uma gestão tendo como principal objetivo adotar medidas amargas.

Veja o que Allyson poderá fazer, caso seja eleito:

  • Privatizar a Caern
  • Reduzir ou acabar com programas sociais
  • Acabar com a autonomia financeira da UERN (ele fez isso com a Câmara de Mossoró)
  • Reduzir direitos dos trabalhadores (em Mossoró, acabou com o quinquênio)
  • Negar reajustes salariais (não concedeu o piso docente em 2021 e 2023)
  • Precarizar a oferta de serviços públicos com terceirizações milionárias suspeitas (fez isso desde o primeiro mês de gestão em Mossoró)
  • Transformar o Estado em cabide de empregos (o número de comissionados na prefeitura de Mossoró bateu recordes no seu primeiro ano de gestão como prefeito)
  • Diminuir a capacidade de investimento do Estado (por meio, por exemplo, de fraudes em relatórios financeiros)
  • Aumentar a dívida do Estado (em Mossoró, saltou de R$ 500 milhões para quase R$ 1 bilhão)
  • Deixar de repassar contribuições previdenciárias ao Instituto de Previdência do RN (aumentou a dívida do PreviMossoró e parcelou o débito em 25 anos)

 Na boca da Noite

Corredores do Hospital Regional Tarcísio Maia voltam a registrar superlotação

 

Imagens registradas na noite desta sexta-feira (31) mostram, mais uma vez, os corredores do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, tomados por pacientes. As imagens revelam macas espalhadas pelos corredores e pessoas sendo atendidas em cadeiras devido à falta de espaço.

O cenário de superlotação permanece sem mudanças. A convocação de novos profissionais aprovados em concurso pelo Governo do Estado segue em ritmo lento, assim como as obras de reforma e ampliação da unidade.

Referência para a região Oeste do Rio Grande do Norte, o HRTM enfrenta há anos problemas de superlotação, com pacientes aguardando atendimento e internação em áreas improvisadas.

Ismael Souza 

Manda quem pode obedece quem tem juizo: O real motivo para o PP não apoiar Flávio: o medo da PF de Lula

 

Reportagem da CNN Brasil apontou que o receio de que a Polícia Federal avance contra o presidente do PP, Ciro Nogueira, e as dificuldades para ele se reeleger são apontados no partido como os principais fatores para a resistência da sigla em aceitar a coalizão com Flávio Bolsonaro (PL) e a indicação da senadora Tereza Cristina para a vice. 

O candidato, porém, já avisou aliados que buscará os dirigentes da federação União Progressista, Ciro e Antonio Rueda, para uma conversa neste final de semana.

A avaliação é de que, se Ciro apoiar a aliança, as chances de a PF avançar contra ele aumentam. Ciro é formalmente investigado no caso Master por relações próximas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e já foi alvo de operação da PF. 

Nesse sentido, a leitura é de que é essencial assegurar um mandato na próxima legislatura para manter a prerrogativa de foro e evitar eventuais decisões contra ele na primeira instância. 

E, sendo o Piauí um estado lulista, uma aliança com Flávio Bolsonaro diminuiria essas chances, pois Ciro estaria formalmente contra Lula. 

No Piauí, as duas vagas no Senado são disputadas basicamente por Ciro Nogueira (PP), Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD). Pesquisa Real Time Big Data deste mês aponta que Castro lidera com 28%, enquanto Júlio e Ciro têm, cada um, 21%. 

A cúpula da campanha de Flávio, porém, entende que ainda há espaço para negociações. O prazo final para uma decisão é o dia 5 de agosto. 

A CNN procurou Ciro Nogueira, mas ele não se manifestou.

BOLETOS VENCIDOS? Janones é cobrado pela PGR a comprovar quitação de acordo no caso da rachadinha

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que intime o deputado federal André Janones (Avante-MG) a comprovar o pagamento das últimas parcelas do acordo firmado após admitir a prática de rachadinha. A informação é da coluna da jornalista Manoela Alcântara, do Metrópoles.

Pelo Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), Janones se comprometeu a pagar R$ 157.813, sendo R$ 131.511 para ressarcimento à Câmara dos Deputados e R$ 26.302 a título de prestação pecuniária. O pagamento foi dividido em uma entrada de R$ 80 mil e 12 parcelas de R$ 6.484,48.

Segundo a PGR, não há comprovação da quitação das parcelas com vencimento em fevereiro, março e abril.

Além disso, o órgão informou ao STF que não se opõe ao envio de cópias do processo à Comissão Permanente de Disciplina da Câmara dos Deputados para instrução de procedimentos internos.

O acordo foi homologado pelo ministro Luiz Fux após Janones admitir que utilizou recursos de assessores para custear despesas pessoais em 2019 e 2020, prática conhecida como rachadinha. 

Tradição: recebido com carinho pelos amigos em Caicó, Álvaro Dias visita a tradicional Feirinha de Sant’Ana

 

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na tarde desta quinta-feira, da programação da tradicional Festa de Sant’Ana, em Caicó, na região do Seridó. Durante a visita, percorreu o pavilhão da feirinha, conversou com moradores, comerciantes e visitantes e acompanhou parte das atividades da festa, uma das mais tradicionais manifestações religiosas e culturais do estado.

Ao longo da agenda, Álvaro também concedeu entrevistas à imprensa local e falou sobre a importância da Festa de Sant’Ana para a cultura potiguar e para a economia da região, destacando o papel do evento na valorização das tradições seridoenses.

A visita reuniu diversas lideranças políticas do Rio Grande do Norte. Estiveram presentes o candidato ao Senado, Coronel Hélio; a candidata a deputada estadual, Anny Lagartixa; o candidato a deputado federal, Coronel Brilhante; os ex-prefeitos de Caicó Batata e Roberto Germano; os pré-candidatos Jorge do Rosário e Expedito Ferreira; o prefeito de Acari, Fernandinho; a prefeita de Extremoz, Jussara; os deputados estaduais Terezinha Maia, Adjuto Dias e Coronel Azevedo; o prefeito de São João do Sabugi, Aníbal Pereira; o prefeito de Ouro Branco, Amarildo; os vereadores de Natal Aldo Clemente e Irapuã Nóbrega; o prefeito de Jardim de Piranhas, Rogério Couro Fino; o ex-prefeito Antônio Macaco; e o vice-prefeito Luiz Macaco, além de diversas outras lideranças políticas.

Realizada anualmente, a Festa de Sant’Ana reúne milhares de fiéis e visitantes de diferentes regiões do estado e integra o calendário religioso e cultural do Rio Grande do Norte, movimentando o turismo, o comércio e as manifestações culturais do Seridó.



Governo Fátima Bezerra retira R$ 25,7 milhões da Educação para cobrir benefícios do MP

 

O Governo do Rio Grande do Norte retirou R$ 25,712 milhões do orçamento da Secretaria de Estado da Educação (Seec-RN) para garantir o pagamento de benefícios salariais a membros do Ministério Público do Estado (MPRN). O remanejamento dos recursos ocorreu após recuo da gestão estadual: inicialmente, a equipe econômica apontou inviabilidade fiscal e financeira para atender ao pedido nos moldes apresentados. Posteriormente, o Governo encontrou na anulação de uma dotação da Educação a fonte para viabilizar a suplementação. A opção foi anular dotações da área educacional para viabilizar o repasse. O decreto que libera o remanejamento foi publicado em 15 de julho.

Segundo documentos referentes ao processo, os recursos foram remanejados como crédito adicional suplementar, após pedido do MPRN feito em 3 de junho. Os recursos cobrem o pagamento da Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC) e da gratificação por exercício cumulativo de atribuição referentes a 2026.

A PVTAC é um benefício que adiciona 5% ao salário a cada cinco anos dedicados à carreira jurídica, podendo chegar a até 35% de acréscimo por antiguidade. A mobilização para garantir os pagamentos das categorias do Judiciário e MP ganhou força após o Supremo Tribunal Federal (STF) limitar, em março, o pagamento de verbas indenizatórias acima do teto constitucional (R$ 46.366,19). Em julho, o STF liberou o pagamento da PVTAC.

Afirmando não ter espaço no próprio orçamento, o MPRN solicitou o crédito adicional ao Executivo argumentando urgência e caracterizando o impacto financeiro como “imediato, obrigatório, juridicamente imposto e permanente”.

A primeira resposta do Estado foi negativa. A Secretaria da Fazenda (Sefaz-RN) apontou a inviabilidade momentânea do pleito, justificando a decisão com a frustração nas receitas estaduais e os limites de gastos impostos pela legislação. No entanto, o cenário mudou após o processo circular por outras pastas e órgãos.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE-RN) concluiu pela legalidade do pedido por se tratar de uma obrigação imposta pelo STF. Na fase final, a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) encontrou a solução: remanejar o valor do orçamento da folha de pessoal da Educação Básica, Cultura, Esporte e Lazer.

Do total de R$ 25.712.000, R$ 15,76 milhões são para pessoal ativo, R$ 5,8 milhões para pessoal inativo, e R$ 4,152 milhões para pensionistas. O impacto financeiro, no entanto, deve crescer.

Documentos do MP ilustram que a conta será ainda maior no próximo ano. Como os meses de janeiro a abril não foram contemplados em 2026, devido à data de publicação do acórdão do STF, a previsão é de que a despesa exija R$ 39.159.000,00 do orçamento já para 2027.

 Veja mais aqui.

Mais um calote do Governo Fátima: hospital do RN suspende atendimento por falta de pagamento

 

O Hospital Rio Grande suspendeu, nesta quinta-feira (30), todo o atendimento a pacientes do SUS encaminhados pelo Governo do Rio Grande do Norte. O motivo é o velho problema que se repete na gestão Fátima Bezerra: a falta de pagamento. 

Segundo o hospital, além dos repasses em atraso, acordos firmados com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) também deixaram de ser cumpridos. A consequência recai sobre quem mais precisa: os pacientes que dependem da rede pública. 

E a situação deve piorar. A partir de 1º de agosto, o Hospital Memorial e o Hospital do Coração também vão suspender os atendimentos aos pacientes encaminhados pelo Estado. Depois de quase oito anos de governo Fátima, a saúde continua acumulando dívidas e serviços interrompidos. 

Blog do BG

Agora vai! PF pede ao STF para investigar Lulinha por corrupção e tráfico de influência junto ao o ‘Careca do INSS’

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, por suspeitas dos crimes de tráfico de influência e corrupção.

A investigação atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que busca aprofundar apurações sobre a suposta atuação do filho do presidente Lula (PT) em negócios relacionados ao Ministério da Saúde e ao mercado de cannabis medicinal.

O pedido da PF foi distribuído a Mendonça por ser o relator dos inquéritos relacionados à Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de fraudes em descontos associativos aplicados sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o requerimento encaminhado ao Supremo, os investigadores apuram indícios de que Lulinha teria utilizado sua influência junto a órgãos do governo federal para favorecer interesses privados ligados à liberação e à comercialização de produtos à base de canabidiol em programas públicos de saúde.

A Polícia Federal também investiga uma suposta atuação conjunta entre Lulinha e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Apontado como um dos principais investigados na Operação Sem Desconto, Camilo Antunes é suspeito de integrar um esquema de desvios envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários.

De acordo com a investigação, Lulinha teria atuado no setor de cannabis medicinal em parceria com a empresária Roberta Luchsinger. Os investigadores apuram se ambos trabalharam em favor da empresa World Cannabis, apontada pela PF como vinculada a Antônio Carlos Camilo Antunes.

O relatório enviado ao STF afirma que foram identificados pagamentos realizados por Camilo Antunes à RL Consultoria, empresa pertencente a Roberta Luchsinger. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Lulinha já era alvo de apuração em um dos procedimentos decorrentes das investigações sobre as fraudes no INSS. Com a abertura do novo inquérito, a PF pretende concentrar as investigações especificamente em sua suposta atuação junto ao Ministério da Saúde, servidores da pasta e integrantes do gabinete da Presidência da República.

O advogado Marco Aurélio Carvalho, que representa Lulinha classificou a medida como uma possível “pesca probatória”.

“Importante dizer que o presidente Lula devolveu as instituições de Estado à sociedade brasileira, notadamente a Polícia Federal, que tinha sido capturada pelo governo anterior por interesses políticos e eleitorais. A PF recuperou a independência e autonomia que são determinantes para a manutenção da credibilidade da instituição, mas ela precisa usar com responsabilidade. É estranha a notícia sobre a instauração de novo inquérito, a impressão que passa é que a Polícia Federal está promovendo uma espécie de pesca probatória. ‘Não achei nada aqui e vou procurar ali’. Isso é muito grave. Não acharam nada do Fábio no bojo das investigações do INSS, como não vão achar em relação a esses fatos”, afirmou.

Diário do Poder

ROMBO: Mesmo com recorde de arrecadação, contas do governo central têm déficit de R$ 48,2 bilhões em junho

 

Mesmo após registrar arrecadação recorde de impostos e contribuições no primeiro semestre, as contas do governo central fecharam junho com déficit de R$ 48,2 bilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (30).

O resultado é pior que o de junho de 2025, quando o rombo foi de R$ 44,2 bilhões, e também superou a expectativa do mercado, que projetava déficit de R$ 45,3 bilhões.

LEIA TAMBÉM: Arrecadação com impostos e contribuições federais bate recorde e soma R$ 1,58 trilhões até junho, alta anual de 6,63%

No acumulado de janeiro a junho, o déficit chega a R$ 92,2 bilhões, bem acima dos R$ 11,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

De acordo com o Tesouro, as receitas cresceram 10,3% em termos reais, impulsionadas principalmente pela arrecadação federal e pelas receitas ligadas ao petróleo. As despesas, porém, também avançaram, com alta real de 9%, puxadas por gastos do Executivo, especialmente na área da Saúde, além de créditos extraordinários e do déficit da Previdência, que somou R$ 50,5 bilhões apenas em junho.

Apesar do resultado negativo, a meta fiscal de 2026 continua sendo um superávit de R$ 34,3 bilhões, com margem de tolerância que permite encerrar o ano com resultado primário próximo de zero.

Em visita à Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil em SP, Álvaro Dias estreita laços com o segmento evangélico, conquista apoio da Assembleia de Deus, e fortalece sua caminhada ao Governo do RN

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu em São Paulo um importante gesto de apoio do pastor José Wellington Costa Júnior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), uma das maiores lideranças evangélicas do país.

O encontro tem forte repercussão no cenário político potiguar, especialmente pelo peso da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte. A denominação reúne mais de 1.600 igrejas distribuídas em todas as regiões do estado e exerce significativa influência religiosa e social em centenas de municípios.

O apoio é visto como um marco na disputa pelo Governo do Estado, pois representa a aproximação de Álvaro Dias com um segmento que tradicionalmente acompanha de perto o posicionamento de suas lideranças em temas ligados à defesa dos valores cristãos.

Segundo as manifestações públicas das lideranças da Assembleia de Deus ao longo dos anos, a igreja tem reafirmado a defesa de princípios cristãos em sua atuação na sociedade e costuma enfatizar que não apoia projetos políticos que, em seu entendimento, contrariem esses valores ou estejam associados a denúncias de corrupção. 

Nesse contexto, o gesto de apoio recebido por Álvaro Dias é interpretado por aliados como um importante reforço à sua pré-candidatura, ampliando sua presença junto ao eleitorado evangélico e fortalecendo seu projeto político para as eleições deste ano.

O movimento ocorre em um momento de intensificação das articulações eleitorais no Rio Grande do Norte, no qual Álvaro Dias vem ampliando sua base de apoios políticos e institucionais em diferentes segmentos da sociedade. Recentemente, sua candidatura também recebeu o apoio do PSDB estadual, liderado por Ezequiel Ferreira, fortalecendo ainda mais sua composição política.

Caos nos consultórios odontológicos na rede pública de Mossoró; 13 unidades são fechadas

 

Você entraria em consultório odontológico sem as mínimas condições de higiene e com aparelhos quebrados?

Essa é a situação das pessoas que precisam dos consultórios odontológicos da rede de saúde pública de Mossoró. Os gravíssimos problemas estruturais levaram ao Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Norte (CRO-RN) a interditar 13 unidades das 21 que passaram por vistoria, incluindo Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).

As interdições são resultado de uma semana de fiscalizações em unidades de saúde do município.

Antes da vistoria realizada pela equipe do CRO-RN, a população havia denunciado o problema, com imagens distribuídas nas redes sociais. No entanto, a Secretaria Municipal de Saúde ignorou as denúncias e, por meio da mídia oficial, garantiu que os serviços estavam em pleno funcionamento.

O cenário caótico, negado pela gestão municipal, foi confirmado pelos fiscais do Conselho Regional de Odontologia. A equipe se deparou com um cenário crítico formado por equipamentos danificados, mofo, infiltrações, paredes danificadas, ferrugem em armários e cadeiras odontológicas rasgadas ou quebradas.

O relatório do CRO-RN também inseriu que foram identificados banheiros em condições inadequadas de uso, com alguns sem vaso sanitário.

Profissionais da área de odontologia afirmam que as irregularidades identificadas pelo CRO-RN comprometem as condições de atendimento e a biossegurança, o que coloca em risco a saúde dos pacientes.

Segurança

O trabalho do CRO-RN foi iniciado na semana passada em várias cidades do Rio Grande do Norte. Em Mossoró, as primeiras interdições ocorreram na terça-feira, 21, alcançando dois consultórios no CEO e três nas Unidades Básicas de Saúde do Abolição IV, Santa Delmira e bairro Belo Horizonte.

O presidente do CRO-RN, Dr. Souza Júnior, afirma que as interdições têm o objetivo de garantir a segurança para os profissionais e pacientes. “A fiscalização está trabalhando em todo o estado do Rio Grande do Norte, justamente para coibir locais insalubres e que não tenham biossegurança, tanto para o profissional e sua equipe como também para o paciente.”

Os consultórios só poderão voltar a funcionar quando todas as irregularidades forem corrigidas. O conselho fará uma nova vistoria em até 20 dias. Se os problemas persistirem, os atendimentos continuarão suspensos até que o ambiente ofereça condições seguras.

Versão oficial

Em nota, a Prefeitura de Mossoró informou que analisa as recomendações feitas pelo órgão e mantém diálogo com as equipes de fiscalização. O município disse ainda que vai elaborar um planejamento para realizar as adequações necessárias e regularizar os consultórios apontados na inspeção, tanto no CEO quanto nas Unidades Básicas de Saúde. 

 Consultório fora dos padrões põe em risco a vida de todos

As principais consequências de um consultório odontológico sujo são a infecção cruzada, a transmissão de doenças graves e graves problemas legais. Manter o local fora dos padrões põe em risco a vida de todos.

Riscos à Saúde e Transmissão de Doenças:

  • Infecção cruzada: Ocorre quando bactérias e vírus passam de um paciente para outro por meio de superfícies ou ferramentas mal limpas.
  • Doenças graves: Risco de contaminação por Hepatite B, Hepatite C, Herpes e HIV devido ao contato com sangue e saliva.
  • Infecções bacterianas: Propagação de micro-organismos que causam infecções locais na boca ou problemas respiratórios, como a pneumonia. 

Problemas Profissionais e Legais

  • Ação da vigilância: O local pode ser multado, interditado ou perder o alvará de funcionamento pela Anvisa ou órgãos de saúde locais.
  • Processos judiciais: Pacientes contaminados podem processar o dentista e a clínica por danos morais e materiais.
  • Perda de reputação: A falta de limpeza afasta os clientes e destrói a imagem do profissional no mercado.

 Jornal de Fato.

Campanha em múltiplas arenas

 

A eleição para o Governo do Rio Grande do Norte será disputada simultaneamente em diferentes arenas. A força nas ruas continuará indispensável, com comícios, carreatas, reuniões e agendas municipais, mas dividirá espaço com uma batalha cada vez mais sofisticada no marketing, nas redes sociais e na Justiça Eleitoral. As campanhas precisarão demonstrar capacidade de mobilização, controlar a narrativa pública e manter uma estrutura jurídica preparada para reagir aos movimentos dos adversários.

O primeiro grande confronto da disputa atingiu justamente o principal ativo eleitoral de Allyson Bezerra: sua presença digital. A ação apresentada pelo Novo, integrante da coligação de Álvaro Dias, questionou a realização de dois eventos de convenção e pediu a suspensão do perfil do candidato nas redes sociais. Independentemente do resultado jurídico, a iniciativa provocou efeitos políticos imediatos. Allyson transformou o processo em um discurso contra uma suposta tentativa de silenciamento, enquanto seus adversários expuseram a disposição de enfrentar judicialmente sua vantagem na comunicação.

A judicialização tende a ser uma das marcas da eleição. Cada postagem, vídeo, evento ou declaração poderá ser submetido ao exame da legislação eleitoral e convertido em representação. Nesse ambiente, uma ação nunca será apenas jurídica: terá também repercussões políticas e comunicacionais. Uma decisão favorável pode impor limites a um adversário, mas um pedido considerado excessivo também pode oferecer ao alvo a oportunidade de se apresentar como vítima e mobilizar sua base.

Ruas, marketing e tribunais formarão, assim, um mesmo campo de disputa. Ganhará vantagem quem conseguir manter presença territorial, comunicar-se de maneira eficiente e atravessar a campanha sem sofrer derrotas jurídicas capazes de comprometer sua estratégia. No cenário potiguar, não bastará conquistar votos: será necessário disputar diariamente a interpretação dos fatos, responder rapidamente aos ataques e compreender que, em 2026, a eleição também será decidida na batalha pelo controle da narrativa.

 Agora RN

 
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