Olho D'água do Borges/RN -

Menino Alysson poderá receber novamente visita da Polícia federal para outro café da manhã!

 

Com a confirmação de que é investigado pelo TRF-5, em Mossoró, cravam que o prefeito Allyson Bezerra receberá a visita do camburão da Polícia Federal antes da campanha – em uma nova fase da Operação Mederi o que pode resultar em sua prisão.

Os escândalos de corrupção na gestão do prefeito de Mossoró é gravíssimos!

Segundo informações repassadas a nossa redação o menino não irá sair candidato em virtude da corrupção avassaladora em sua gestão na cidade de Mossoró!

A fonte me confidenciou: ” Ele sairá algemado “

Com informações da Gazeta Potiguar

Esculacho de Lula na Sapucaí fez pouco do dinheiro público, da lei e do TSE

 

No Carnaval do Rio destaca este ano a face sombria da politicagem mais rastaquera. Escola de samba irrelevante, regiamente paga com dinheiro público (R$ 10,3milhões), degenerou uma celebração cultural em propaganda eleitoral, violando abertamente a Lei e com isso expondo ao deboche à Justiça Eleitoral. E o Tribunal Superior Eleitoral em particular, que, mais uma vez, inclina-se a fechar os olhos à esquerda. Como a lembrar que, se a lei eleitoral é para todos, parece valer só para alguns.

Carnavalizando o ódio

O carnaval dos marqueteiros se dedicou a tripudiar sobre adversários e a bajular o governo, ignorando os escândalos de corrupção da era Lula.

Covardia alegórica

O esculacho lulista incluiu até os evangélicos, até porque sabia que, por convicção religiosa e assepsia, eles não estariam lá para reagir.

Lado está definido

Ao ignorar alertas de abuso de poder político e econômico, a Justiça Eleitoral pareceu sugerir de que lado está, e estará em outubro.

Pague a conta, cidadão

Como alegoria final do deboche, Lula fechou o desfile na avenida como se quisesse destacar: isto aqui é mesmo promoção pessoal, mas e daí?

Claudio Humberto

 

PT é uma das causas do Brasil seguir pobre, diz Maílson da Nóbrega: ‘visão econômica ultrapassada’

 

O Brasil ainda não se tornou um país rico porque resiste a reformas estruturais, e o Partido dos Trabalhadores (PT) é parte central desse problema. A avaliação é do ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, em entrevista ao Poder 360.

Segundo Maílson, o PT mantém uma visão econômica ultrapassada, rejeita mudanças que aumentariam a produtividade e ainda tende a rever reformas aprovadas por outros governos. “O Brasil precisa de uma esquerda moderna. O PT não é esse partido”, afirmou.

Aos 83 anos, o economista acaba de lançar o livro O Brasil ainda pode ser um país rico?, pela Matrix Editora. Na obra, ele aponta nove entraves ao desenvolvimento, como a baixa qualidade da educação, a rigidez do Orçamento imposta pela Constituição de 1988, o excesso de vinculações de receitas, o peso das estatais e a “insustentabilidade fiscal crônica”.

Maílson alerta ainda para o risco de uma grave crise fiscal nos próximos anos e avalia que uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificultaria a adoção das reformas que considera essenciais.

Sócio da Tendências Consultoria, ele afirma que, mesmo em caso de vitória do PT em 2026, o partido não teria competitividade eleitoral em 2030.

 

Omissão do TSE na Sapucaí repete padrão de 2022

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem muito a explicar, mas não fará, sobre haver fechado os olhos para o espetáculo abusivo do governo Lula (PT) na Marquês de Sapucaí. A Corte inclusive fez lembrar as decisões de 2022, acusada de censurar conteúdos da direita enquanto tolerava excessos da esquerda, em um padrão preocupante. O TSE até multou o então presidente Jair Bolsonaro por usar imagens do 7 de Setembro na TV, agora tolera propaganda pessoal de Lula paga por verbas federais. As informações são da Coluna Cláudio Humberto.

Advogados eleitoralistas ingênuos acham que, na ressaca do carnaval, ministros se arrependeram da decisão unânime que avalizou o abuso.

Chega a ser engaçado lembrar que o TSE tornou Bolsonaro inelegível (“propaganda eleitoral antecipada”) por se reunir com embaixadores.

O TSE sabe que favorecer um lado, tornando instituições em ferramentas partidárias, arruína a credibilidade. Mas não sinaliza que luta contra isso.

Diário do Poder

A sonora vaia para Fátima Bezerra no Carnaval de Caicó

 

A governadora do RN Fátima Bezerra foi bastante vaiada pelos foliões do Carnaval de Caicó na noite desta segunda-feira (16).

As vaias começaram tão logo Fátima teve seu nome anunciado e se intensificaram no momento em que se pediu uma salva de palmas para a governadora.

Veja vídeo aqui

 

Allyson Bezerra desacelerou no carnaval

 

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, desacelerou no carnaval. Basta olhar o Instagram para perceber: depois de 15 dias consecutivos no noticiário, quase sempre com manchetes negativas, ele mergulhou no silêncio.

Após o período de Momo, Allyson vai precisar decidir o que fazer. Pelos próximos 50 dias, enfrenta dois desafios: renunciar à Prefeitura de Mossoró e evitar deixar flancos que possam ser desmentidos pelos fatos.

Outra questão que precisará analisar é a situação jurídica do seu vice. No processo penal, as condutas são individualizadas e as defesas, às vezes, seguem caminhos distintos. O vice, caso assuma, vai ter o poder da caneta. Lembrando que na próxima eleição em Mossoró, em 2028, Allysson não vai poder concorrer. 

Blog do Gustavo Negreiros. 

O Sumiço das Pesquisas no RN: um silêncio estratégico ou os números são incômodos?

 

Não existe, até o momento, nenhuma nova pesquisa registrada no site do TSE para divulgação no Rio Grande do Norte. Chega até a causar certa surpresa a inexistência de novos levantamentos. Isso não significa, contudo, que eles não estejam sendo realizados.

Os três palanques montados no RN têm, neste momento, algumas interrogações sobre eventos recentes e sua repercussão junto ao eleitorado. Allyson Bezerra precisa medir a extensão da operação da Polícia Federal perante os eleitores. O PL precisa avaliar qual foi o impacto da substituição de Rogério por Álvaro. Já o PT precisa analisar os cenários com Fátima e sem Fátima.

Foram vários acontecimentos que se sucederam rapidamente e com enorme impacto no processo eleitoral como um todo. Por isso mesmo, duvido que as pesquisas internas não estejam em campo.

O fato de esses levantamentos estarem sendo mantidos para consumo interno pode significar que os resultados não estejam agradando. Ou será que, se Allyson tivesse números mostrando que a operação da PF não causou impacto, não os teria divulgado?

E, se Álvaro tivesse uma pesquisa indicando que a mudança na chapa foi positiva, não teria feito festa? Ou, ainda, se o PT tivesse bons números após o rompimento com Walter Alves, também não teria colocado a boca no trombone?

Ainda mais porque estávamos vivendo uma verdadeira febre de pesquisas no final do ano passado e, de repente, elas sumiram. Minha compreensão é que todos sentiram algum impacto e que o melhor, neste momento, é usar os números para planejar e montar estratégias, mas sem dar publicidade. Afinal, pesquisa é informação — e informação é arma de campanha.

De qualquer forma, vamos aguardar. Em algum momento, elas voltarão. E mantenho minha recomendação: pesquisa é fotografia de um momento e depende bastante de como se olha e do ângulo em que foi tirada.

Neto Queiroz

 

Após desfile na Sapucaí, TSE vai analisar possível propaganda eleitoral antecipada pró-Lula

 

Encerrado o desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, a atenção agora se volta para o Tribunal Superior Eleitoral, que segue analisando uma ação que questiona se houve propaganda eleitoral antecipada em benefício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a apresentação. O processo foi aberto após representação do Partido Novo, que apontou possível promoção política e uso de recursos públicos no evento.

Na semana passada, o TSE rejeitou um pedido para impedir o desfile antes que ele ocorresse. Os ministros entenderam que barrar previamente a apresentação poderia configurar censura a uma manifestação artística. Apesar disso, a Corte decidiu manter o processo ativo para avaliar, agora com o desfile já realizado, se houve excessos que ultrapassem os limites legais estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A relatora do caso é a ministra Estela Aranha. Com a conclusão do evento, os autores da ação poderão anexar novas provas, como imagens e trechos do samba-enredo, para sustentar a acusação. Depois dessa fase, as partes citadas — entre elas Lula, o PT e a escola de samba — devem apresentar defesa, seguida de parecer do Ministério Público Eleitoral, antes de o caso ser levado a julgamento em plenário.

Durante a análise da liminar, ministros do TSE já haviam sinalizado preocupação com possíveis abusos. O ministro Kassio Nunes Marques afirmou que a Justiça Eleitoral permaneceria atenta ao conteúdo do desfile, enquanto a presidente da Corte, Cármen Lúcia, classificou o cenário como “propício a excessos”. Já o ministro André Mendonçadestacou que manifestações culturais podem se tornar problemáticas se ultrapassarem a fronteira entre arte e promoção eleitoral.

Pela legislação brasileira, a propaganda eleitoral só é permitida a partir de 5 de julho do ano da eleição. Antes disso, qualquer manifestação que possa influenciar o eleitor — ainda que sem pedido explícito de voto — pode ser analisada como irregular. Se a Justiça entender que houve infração, a punição prevista vai de multa de R$ 5 mil até valores equivalentes ao custo estimado da divulgação, podendo atingir tanto os responsáveis pelo evento quanto o beneficiado político.

Com informações da CNN 

Mais um prefeito do MDB declara apoio a Álvaro Dias, que desponta como a candidatura que mais cresce no RN

 

O apoio declarado pelo prefeito de São Paulo do Potengi, Pacelli Souto, ao pré-candidato ao Governo do Estado Álvaro Dias adiciona um componente político relevante ao xadrez de 2026. Filiado ao MDB, Pacelli contraria a orientação do presidente estadual da legenda, o vice-governador Walter Alves, que já declarou apoio ao também pré-candidato Allyson Bezerra, do União Brasil.

Aliados de Álvaro Dias já contabilizam cinco prefeitos que não subirão no palanque de Walter/Allyson. Na lista, Angicos, São João do Sabugi, Ipueira, São José de Campestre e São Paulo do Potengi.

Em publicação nas redes sociais, Pacelli destacou a experiência administrativa de Álvaro, ex-prefeito de Natal, e enalteceu o nome de Babá Pereira como pré-candidato a vice-governador, ressaltando a importância de fortalecer os municípios e dar voz ao interior.

Com novas adesões sendo anunciadas de forma contínua, Álvaro Dias amplia sua base de sustentação e consolida presença em diferentes regiões. Nos bastidores, a avaliação recorrente é de que sua pré-candidatura vive momento de expansão e competitividade.

A sequência de apoios políticos e institucionais fortalece o projeto eleitoral e coloca Álvaro como a candidatura que mais cresce no Rio Grande do Norte, ganhando musculatura no cenário sucessório estadual. 

Território Livre 

Projeto regulamenta eleição indireta no RN. Veja prazos, exigências e como será a votação

 

A Assembleia Legislativa do Estado pretende colocar em pauta, na primeira semana após o Carnaval, o projeto de lei que regulamenta a eleição indireta no Rio Grande do Norte em caso de dupla vacância no Governo. O texto, elaborado pela Procuradoria da Assembleia, servirá como base para a votação.

Basicamente, o projeto trata de prazos e exigências relacionados ao processo eleitoral, estabelecendo uma sequência lógica:

  1. Ocorrência da dupla vacância – previsão: 04/04.
  2. Publicação do edital de convocação da eleição indireta para os cargos de governador e vice – previsão: 05/04.
  3. Prazo para inscrição das chapas – previsão: de 06 a 11/04.
  4. Prazo para impugnação das chapas que solicitarem registro – previsão: 12 e 13/04.
  5. Período de campanha dos candidatos junto ao colégio eleitoral – previsão: de 12/04 a 03/05.
  6. Data da eleição – previsão: 04/05.

A regra deverá prever que o prazo de desincompatibilização será de 24 horas após a ocorrência da dupla vacância. Ou seja, caso a governadora Fátima Bezerra renuncie no dia 04/04, os eventuais candidatos terão até o dia seguinte para deixar os cargos que ocupam e se habilitar à disputa.

Quanto às exigências, a Assembleia manterá os critérios constitucionais para o cargo: ter mais de 30 anos, estar filiado a partido político e estar no gozo dos direitos políticos.

A proposta também estabelecerá que a votação será aberta e nominal. Para se eleger, o candidato precisará obter metade mais um dos votos do total de eleitores. Caso nenhum atinja essa maioria, os dois mais votados disputarão uma nova votação no mesmo dia. Persistindo empate na segunda rodada, será considerado eleito o candidato de maior idade.

Após a aprovação na Assembleia, a lei seguirá imediatamente para sanção da governadora Fátima Bezerra. A previsão é que, nos primeiros dias de março, a regra já esteja publicada no Diário Oficial do Estado.

Neto Queiroz

 

Bastidores apontam possivel mudança no comando do MDB do RN

 

O cenário político do Rio Grande do Norte pode passar por uma reconfiguração nos próximos meses. Informações que circulam nos bastidores indicam que o comando estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) pode entrar no centro de uma articulação política envolvendo lideranças nacionais.

Atualmente presidido no estado por Walter Alves, que também ocupa o cargo de vice-governador do RN, o partido estaria sendo alvo de discussões internas sobre sua condução e estratégias futuras. Segundo relatos de interlocutores políticos, haveria uma movimentação nos bastidores ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) em âmbito nacional, que teria interesse na reorganização de forças no estado.

Entre os nomes citados como possível alternativa para reassumir o comando estadual do MDB está o de Henrique Eduardo Alves. Experiente e com longa trajetória política, Henrique já presidiu o MDB no Rio Grande do Norte por vários anos e teve destaque no cenário nacional, inclusive ocupando a presidência da Câmara dos Deputados.

Henrique é lembrado por ter construído, em determinados momentos, uma relação de proximidade política com o PT, especialmente durante períodos de alianças estratégicas no plano nacional. Essa possível reaproximação poderia redesenhar o tabuleiro político potiguar visando as próximas eleições.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre qualquer mudança no comando do MDB no RN. Procuradas, lideranças do partido não se pronunciaram publicamente sobre o assunto. O que se sabe é que as articulações seguem intensas nos bastidores e podem ganhar novos capítulos nas próximas semanas.

A eventual troca de comando no MDB potiguar, caso se concretize, poderá ter impacto direto na formação de alianças e na estratégia eleitoral do partido no estado. Enquanto isso, o meio político acompanha atento cada movimento.

 

Zenaide, Walter, Marianna: como o governo acabou alimentando o grupo político de Allyson

 

Se colocarmos uma lupa sobre a formação do palanque identificado como “terceira via” no Rio Grande do Norte, liderado pelo pré-candidato ao Governo Allyson Bezerra, muito do DNA da esquerda potiguar será identificado. A principal veia migratória que abasteceu esse palanque saiu justamente da base governista.

Começou com a senadora Zenaide Maia, convidada no ano passado para formar dobradinha com Fátima Bezerra ao Senado. O PT tornou público o convite, tratou a parceria como praticamente certa e foi surpreendido quando Zenaide optou pelo palanque de Allyson.

Depois veio Walter Alves. Aliado de Fátima, ele poderia, se assim desejasse, indicar o vice de Cadu Xavier e compor a chapa ao Senado ao lado de Fátima. Era considerado aliado de primeira hora. Mais uma vez, Allyson entrou em cena e desfalcou de forma significativa o palanque governista.

Na sequência, surgiu o episódio envolvendo Marianna Almeida, prefeita de Pau dos Ferros. Fátima a convidou publicamente para ser vice de Cadu Xavier. O “match” era dado como certo, e Marianna chegou a sinalizar positivamente. Novamente, Allyson avançou e retirou a prefeita do campo petista. Outra sangria.

Também houve a movimentação entre os deputados estaduais. Um a um, Allyson foi atraindo nomes da base do Governo: Neilton Diógenes, Kléber Rodrigues, Galeno Torquato, Nélter Queiroz e Hermano Morais.

A maior parte da base da “terceira via” saiu do governismo. Foi como se houvesse uma mira apontada para o coração do Governo, minando, uma a uma, as veias que transportam o sangue para o órgão vital.

Curiosamente, no campo da direita, o movimento foi diferente. Ninguém migrou rumo ao Centro. Nem mesmo o prefeito Paulinho Freire, que durante algum tempo foi tratado como dúvida entre apoiar Rogério Marinho ou Allyson. Rogério desistiu, Álvaro Dias entrou no jogo, mas a “terceira via” continuou sem atrair quadros da direita. Pelo contrário: foi a direita que se reorganizou, com Nina Souza e Carla Dickson migrando do União Brasil para o PL.

É importante observar como foi constituído o DNA desse grupo político que hoje sustenta a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo. Talvez nem se possa afirmar que se trata de um grupo com DNA originalmente de esquerda. Pode ser, na verdade, um grupo sem DNA próprio, com capacidade de se adaptar a diferentes matrizes conforme a necessidade política.

Neto queiroz

 

Prefeitos de São Pedro e Caraúbas anunciam apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias

 

O pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e o pré-candidato a vice, Babá Pereira, seguem ampliando sua base política no interior do Rio Grande do Norte.

Nesta quinta-feira (12), eles receberam o apoio do prefeito de São Pedro, Serrinha (PODE), além de todo o seu grupo político. Em publicação nas redes sociais, Álvaro destacou a importância da adesão e o fortalecimento do projeto político na região Potengi.

Segundo ele, a gestão municipal conduzida por Serrinha é uma das referências administrativas da região. “O prefeito Serrinha realiza uma das melhores gestões do Potengi, e o apoio dele e de todo o seu grupo fortalece ainda mais nosso projeto para o Governo”, afirmou.

Outro reforço relevante veio do município de Caraúbas. O prefeito Givago Barreto(PSDB), declarou apoio ao projeto político, ao lado dos ex-prefeitos Eugênio Alves e Juninho Alves, ampliando o arco de alianças no Oeste potiguar.

O movimento reforça a estratégia de articulação política de Álvaro Dias, que vem consolidando apoios importantes em diversas regiões do estado.

Alvaro Dias recebe o apoio dos prefeitos de São Paulo do Potengi e Riachuelo

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, segue ampliando sua base de apoios no interior do estado, ele recebeu a adesão de duas importantes lideranças municipais: o prefeito Pacceli,(MDB) de São Paulo do Potengi, e o prefeito Joca Basílio (PODE), de Riachuelo.

O anúncio fortalece o movimento de articulação política de Álvaro no interior potiguar, especialmente na região do Potengi, considerada estratégica dentro do cenário eleitoral do estado. A adesão de prefeitos em exercício sinaliza capilaridade política, estrutura de base e potencial de transferência de apoio junto às lideranças locais e à população.

Durante o encontro, Álvaro esteve acompanhado do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira, além de correligionários e lideranças locais.

Nos bastidores, aliados avaliam que novos apoios devem ser anunciados nas próximas semanas, dentro da estratégia de consolidar presença política em diferentes regiões do estado antes do início oficial do calendário eleitoral.


 
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