Olho D'água do Borges/RN -

Prefeita de Pedro Avelino anuncia apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do RN

 

A prefeita de Pedro Avelino, Marina Trindade (MDB), oficializou apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito em encontro político que reuniu lideranças do município e representantes do grupo que articula a candidatura do ex-prefeito de Natal para as eleições de 2026.

Além da gestora municipal, também declararam apoio os ex-prefeitos Edicleiton Trindade e Elson Trindade, bem como os vereadores Brunno Teidoro, Jayme Câmara, Gireth Gregório, Hélio Gás e Nilton Mendes.

O evento contou ainda com a presença do deputado estadual Tomba Farias, do pré-candidato ao Senado Coronel Hélio e do pré-candidato a vice-governador Baba Pereira, que acompanham Álvaro Dias em agendas pelo interior do estado.

Durante o encontro, Álvaro destacou sua ligação com os municípios do interior e reforçou o compromisso de construir um projeto voltado para todas as regiões do Rio Grande do Norte.

“Sou filho do interior e conheço de perto a realidade das famílias potiguares. Seguimos ouvindo cada município e fortalecendo um projeto que pensa no desenvolvimento de todo o RN”, afirmou.

A adesão das lideranças de Pedro Avelino amplia a base de apoios políticos de Álvaro Dias no interior potiguar e fortalece as articulações em torno de sua pré-candidatura ao Governo do Estado. 

Fátima Bezerra exemplo nacional: Como ideias de esquerda destruíram as finanças do RN

A gestão Fátima Bezerra é exemplo nacional: de como quebrar um estado. O portal Gazeta do Povo fez um estudo que aponta como a administração petista no RN virou um péssimo exemplo para o País.  

O texto diz:  

"As leis da economia são absolutas: é impossível gastar mais do que se arrecada por muito tempo sem colher o desastre. O Rio Grande do Norte, sob o segundo mandato da petista Fátima Bezerra, tornou-se o exemplo vivo e trágico dessa máxima. 

O estado encerrou o último período como o ÚNICO do Brasil a estourar o limite máximo de gastos com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Quase R$ 6 de cada R$ 10 arrecadados dos impostos dos cidadãos vão exclusivamente para sustentar a máquina pública e a folha do funcionalismo. 

O resultado dessa asfixia ideológica? Um déficit bilionário de quase R$ 3 bilhões na insuficiência de caixa, investimentos zerados em infraestrutura e uma crise política sem precedentes — onde os próprios aliados do governo rejeitam disputar a sucessão para não herdar a falência provocada pelo partido. Enquanto a máquina incha, um terço da população potiguar permanece abaixo da linha da pobreza. 

A irresponsabilidade fiscal não é apenas um erro técnico; é um ataque direto ao bem-estar da população e ao setor produtivo, que hoje clama por socorro." 

Blog do Gustavo Negreiros. 

PSDB de Ezequiel permanece no muro

 

O problema é que o PSDB continua fazendo o que mais sabe fazer em tempos de eleição: administrando o próprio tempo.

Enquanto o PT demonstra ansiedade para anunciar um palanque mais amplo e menos ideológico, os tucanos seguem em cima do muro — sem fechar com Fátima e tampouco com o grupo de Álvaro Dias.

Ezequiel sabe que carrega uma peça importante no tabuleiro de 2026.

Hoje, o arco de alianças do governismo permanece concentrado basicamente em partidos de esquerda.

A entrada do PSDB serviria para que Fátima exibisse, ao menos simbolicamente, uma ponte com setores de centro-direita — algo considerado estratégico para reduzir resistências ao projeto de Cadu fora da bolha petista.

A própria governadora já deixou claro que negocia a vaga de vice da chapa majoritária para os tucanos.

Mas, pelo visto, o PSDB não pretende aceitar pressão nem assinar recibo antecipado.

A prioridade de Ezequiel continua sendo outra: montar nominatas competitivas para deputado estadual e federal, fortalecer a bancada tucana e ampliar o poder de negociação para 2026.

No fundo, o deputado joga com a calma de quem sabe que, neste momento, é mais cortejado do que pressionado.

Fora do páreo

Caso o PSDB confirme a aliança com Fátima Bezerra, uma coisa parece certa: a Dra. Júlia Almeida, esposa do prefeito de Parelhas, Tiago Almeida, não ocupará a vice de Cadu Xavier, como se especula nas rodas políticas. A garantia foi dada à coluna por um dirigente tucano muito próximo de Ezequiel Ferreira.

Planos ambiciosos

Os tucanos de Ezequiel Ferreira estão otimistas para eleger pelo menos cinco deputados estaduais e já sonham com a sexta vaga. A prioridade, neste momento, é fortalecer a nominata antes de bater o martelo sobre a participação na chapa majoritária — seja ao lado do PT ou do PL.

Por Diógenes Dantas

 

Com 54 mil pessoas a menos, Pingo 2026 tem público 22% menor em relação ao ano passado

 

O Comando do Policiamento Regional I (CPRI) anunciou o resultado do levantamento do público presente no Pingo da Mei Dia realizado no último sábado, 6 de junho.

O trabalho foi realizado numa parceria com a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró.

A contagem apontou que 190.758 pessoas compareceram ao evento, 54 mil a menos do que ano passado quando foi registrada a presença de 244 mil pessoas. Uma redução de público de 22%.

O levantamento segue rigorosa metodologia científica cruzamento dados de inteligência artificial, granulagem e o Método Jacobs para chegar a contagem final.

Os números contradizem a Prefeitura de Mossoró que anunciou um público presente de 260 mil pessoas no evento.

Bruno Barreto

 

Kelps Lima elege Robinson Faria, Benes Leocádio e João Maia como principais adversários; “um deles vai ter que sair”, alerta Kelps

 

O ex-deputado estadual e pré-candidato a deputado federal, Kelps Lima, postou um vídeo ao lado da vereadora Nina Souza, que também está em pré-campanha por uma cadeira na Câmara Federal, elegendo com todas as letras os federais Robinson Faria, João Maia e Benes Leocádio como seus principais adversários, dizendo inclusive que um deles vai ter que voltar para o RN, porque a vaga será dele.

Vamos lá: aprendi que na política nossa de cada dia, derrotar um candidato é mais fácil do que ajudar a elegê-lo. No momento em que Kelps vem de público nominar os seus principais adversários, dizendo que um deles vai ser derrotado, naturalmente está pedindo para ser alvo dos três companheiros de palanque.

Com esse vídeo, Kelps de uma vez só elegeu três caciques da política do RN para com todo o tempo do mundo e um poder político invejável, com lideranças espalhados por todo o estado, trabalharem estratégias para reduzir o espaço político do ex-deputado que tem apenas três redutos eleitores significativos, que são: Parnamirim, Mossoró e São Gonçalo do Amarante, municípios que poderão ser mapeados facilmente, ressaltando que, na campanha que está apenas começando, Kelps vai precisar muito mais do que um celular na mão para sentar numa cadeira na Câmara Federal, contudo, Robinson, João Maia e Benes são sabedores disso.

Por Daltro Emerenciano 

Delação de Vorcaro destrói narrativa do PT sobre filme de Bolsonaro

 

A proposta de acordo de colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, trouxe esclarecimentos cruciais a respeito dos repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, obra cinematográfica voltada a retratar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com os termos apresentados pela defesa do empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), os investimentos direcionados à realização do longa-metragem ocorreram dentro da legalidade jurídica e comercial, sem que fossem constatadas contrapartidas institucionais, favores políticos ou desvios de finalidade.

O foco dos esclarecimentos prestados por Vorcaro concentra-se no montante de cerca de R$ 60 milhões já repassados e comprovados para a execução do projeto cultural.

Diante dos questionamentos levantados por órgãos de controle e pela cúpula da Polícia Federal (que chegou a aventar a abertura de novas frentes de apuração sobre o destino do capital no exterior), o empresário detalhou o fluxo das transações e assegurou que o aporte seguiu estritamente as diretrizes de fomento à atividade artística privada.

A manifestação afasta as teses levantadas por opositores de que os recursos teriam sido desviados para o custeio de despesas pessoais de integrantes da família Bolsonaro ou para vantagens indevidas.

As negociações em torno do financiamento, conduzidas inicialmente em tratativas que envolveram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), constam detalhadamente nos anexos entregues às autoridades.

Conforme os documentos técnicos e os comprovantes bancários anexados à proposta de delação, o teto projetado para o apoio financeiro integral era de R$134 milhões.

A defesa do empresário sustenta que o ritmo dos repasses obedeceu ao cronograma de produção gerido pela Go UP, produtora responsável pela execução do filme.

Paralelamente às discussões sobre a validação do acordo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), a narrativa consolidada nos depoimentos reforça a legitimidade do financiamento privado na indústria audiovisual independente, sobretudo em produções de viés biográfico e documental de lideranças conservadoras.

Com a demonstração da origem lícita e da destinação direta dos valores para o desenvolvimento da obra, os argumentos de irregularidades perdem sustentação técnica, consolidando o projeto Dark Horse como uma iniciativa cultural de financiamento estritamente privado e regular.

Diário do Poder

Grupo liderado por Dr. Pio X declara apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias no Alto Oeste

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu neste domingo (07) mais uma importante declaração de apoio político no Alto Oeste potiguar. Durante um café da manhã que reuniu lideranças da região, o grupo liderado pelo ex-prefeito de Major Sales, Dr. Pio X Fernandes, anunciou apoio ao projeto político de Álvaro para as eleições de 2026.

O encontro contou com a presença da prefeita de Major Sales, Maria Elce-(MDB), do prefeito de Luiz Gomes, Tututa-(MDB), além dos ex-prefeitos de Major Sales Thales Fernandes e Dedezinho. A reunião reforçou a união de importantes lideranças do Alto Oeste em torno da pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Estado.

Ao agradecer a manifestação de apoio, Álvaro destacou a importância do diálogo com os municípios e da construção de um projeto voltado para o desenvolvimento regional e o fortalecimento das cidades do interior potiguar.

A adesão do grupo liderado por Dr. Pio X Fernandes amplia a base de apoio de Álvaro Dias no Alto Oeste e reforça a presença do pré-candidato em uma das regiões mais importantes do estado. O apoio de prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas demonstra a articulação construída por Álvaro junto aos municípios e fortalece sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte.

RN figura entre os estados mais preocupantes em cenário de rombo de R$ 6 bilhões nas contas estaduais

 

Assim como no plano federal, as contas públicas estaduais se deterioram neste ano eleitoral. Os estados devem fechar 2026 com um déficit fiscal de R$ 6 bilhões, de acordo com projeções da XP Investimentos. É uma inversão do desempenho desses entes federativos em 2025, quando tiveram superávit de R$ 6,6 bilhões.

Economista da XP, Tiago Sbardelotto diz que a tendência é de piora no desempenho dos estados neste ano, observando os dados até abril.

— Isso já era esperado num ano eleitoral — diz o economista. — Quando existe espaço fiscal, esses entes tendem a aumentar a despesa acima dos anos anteriores.

Até abril, a despesa total dos estados cresceu 6,5% acima da inflação, o dobro do aumento real (descontada a inflação) da arrecadação de impostos e outras receitas, que foi de de 3,3% nesses quatro meses.

As projeções da XP para a piora do resultado fiscal estadual baseiam-se em três fatores. O primeiro é a disponibilidade de caixa positiva de R$ 29 bilhões em 2025, o que permite que queimem recursos agora, ainda que o valor disponível seja bem inferior ao que restou em 2024, que foi de R$ 49 bilhões.

O destaque negativo nesse quesito é Minas Gerais, governado por Romeu Zema (Novo) até abril, quando ele saiu para se tornar pré-candidato à Presidência. O governo mineiro entrou o ano faltando R$ 11 bilhões em caixa para fazer frente às obrigações futuras.

Alagoas, nas mãos do governador Paulo Dantas (MDB), que finaliza o segundo mandato, também está em situação desfavorável, com caixa negativo em R$ 926 milhões. Sbardelotto menciona ainda o Rio Grande do Norte, comandado por Fátima Bezerra (PT), também no fim da segunda gestão consecutiva, com menos R$ 3 bilhões disponíveis.

Além destes, Distrito Federal (R$ 876 milhões) e Acre (R$ 280 milhões) também entraram 2026 com caixa negativo, mas já partiram de uma situação pior no ano passado, observa Sbardelotto. O levantamento dele também aponta outro conjunto de estados que já estão com as contas no vermelho neste ano: Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraná e Mato Grosso do Sul.

— Considerando a baixa disponibilidade de caixa, até abril deste ano, o que mais preocupa é o Rio Grande do Norte — observa o economista.

O Propag permitiu o parcelamento das dívidas em 30 anos, com redução de juros que poderia chegar a zero, descontando a inflação e, a, no máximo, 2%. A contrapartida dos estados é contratar investimentos em áreas prioritárias, como educação, saúde e segurança pública.

Para que o benefício não fique restrito aos estados mais endividados, foi criado um fundo de equalização para que entes com as contas mais equilibradas também pudessem aumentar seus investimentos. Parte da economia com juros dos endividados vai para alimentar esse fundo.

O terceiro ponto que Sbardelotto levanta é a aprovação da PEC dos Precatórios (dívidas judiciais das quais não cabe mais recurso) em setembro do ano passado, que permitiu que estados e municípios parcelassem seus débitos em até 300 meses. Antes, esse prazo era de 60 meses.

— Ao reduzir o ônus com precatórios, sobram mais recursos para aumentar despesas. Não muda o total dos gastos, mas muda a composição — explica o economista da XP.

A situação dos estados não é homogênea, diz o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana. Há São Paulo, onde Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorre à reeleição, que tem endividamento alto, mas bom fluxo de caixa. É o estado mais rico do país, com alta capacidade arrecadatória.

O Tesouro Nacional classifica os estados com notas de A a D, para medir a capacidade de pagamento. No caso de São Paulo, a dívida está no grupo de estados com nota C, mas na liquidez e na poupança, exibe nota B. Já o Rio Grande do Norte tem média C por problemas de fluxo de caixa, mesmo com um endividamento baixo.

Pestana destaca estados com finanças em ordem. O campeão, com nota A e grande capacidade de investimento, é o Espírito Santo, onde o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), que assumiu com a saída de Ricardo Casagrande (PSB) em abril para disputar o Senado, concorre à reeleição. As contas públicas capixabas são bem avaliadas desde as gestões anteriores de Paulo Hartung.

Cláudio Hamilton, coordenador de Estudos de Conjuntura do Ipea, observa que estados que tinham indicadores melhores começam a se destacar desfavoravelmente. Cita Ceará e Tocantins, cujas dívidas líquidas eram de 17,4% e 8,6% das respectivas receitas anuais em 2008 e agora pularam para 39% e 26% no fim do ano passado.

O pesquisador também chama a atenção para a dívida caindo significativamente nessa proporção em Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. No caso de Alagoas, baixou de 162,7% da receita para 65,3%. São Paulo ainda tem endividamento alto, de 128,5% da receita, mas esse índice era 187,9% em 2008.

— Não acho tão problemático assim estados aumentarem os gastos um pouco em um ano eleitoral se baixaram os respectivos endividamentos enormemente. Já nos casos de Minas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, pensaria diferente — diz Hamilton.

Segundo o levantamento da XP, os estados que estão dando passos maiores que as pernas neste ano são Maranhão (com 21,4% de alta na despesa para expansão de 8,9% da receita), Rio Grande do Norte (gastos subiram 17,7% enquanto a arrecadação só ganhou 5,3%) e Mato Grosso (16,6% de aumento de gastos contra 4,9% de alta de receita).

— Dentro das nossas projeções, os estados vão contribuir para uma política (fiscal) expansionista. Prevemos aumento de 40% nos investimentos dos estados — afirma Sbardelotto.

Pestana, da IFI, diz que essa expansão de gastos vai fazendo os estados elevarem a dívida com a União, se não tiverem disponibilidade de caixa, ou acumularem restos a pagar para o próximo governador.

Além do Espírito Santo, o economista Claudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria, cita Piauí, Sergipe e São Paulo como “razoavelmente bem administrados” do ponto de vista das contas públicas. Na outra ponta, há um segundo grupo que, na avaliação dele, só não quebra de vez porque o Supremo Tribunal Federal (SFT) não deixa, concedendo liminares reiteradas que suspendem pagamentos e liberam os governos estaduais de abater suas dívidas com a União.

A trinca formada por Rio de Janeiro (onde o desembargador Ricardo Couto de Castro governa interinamente), Rio Grande do Sul (onde Eduardo Leite, PSD, encerra o segundo mandato) e Minas mostra dificuldade crônica para superar os apuros fiscais provocadas pela combinação de dívida alta e déficits orçamentários anuais:

— São estados que, do ponto de vista fiscal, são fragilizados. Estão continuamente entrando em processo de repactuação da dívida com a União, como Rio, Minas e Rio Grande do Sul. São estados com notas C e D no índice de capacidade de pagamento do Tesouro — explica Frischtak.

Hamilton, do Ipea, fez uma análise mais estrutural da situação dos estados. Ao comparar o endividamento entre 2008 e 2025, com base nos dados do Banco Central, a situação do Rio só piora. A dívida nos anos 2000 equivalia a uma vez e meia a receita corrente líquida. No passado, já representava quase o dobro.

Nesse grupo, ele também inclui Minas e Rio Grande do Sul. A dívida mineira subiu levemente, mas ainda representa 169,1% da receita do estado. Já no Rio Grande do Sul, apesar de ter melhorado um pouco o indicador, os débitos correspondem a 223,3% do que o estado arrecada.

Mesmo recebendo royalties do petróleo e da mineração, Minas e Rio não conseguem se beneficiar desses recursos extras para alcançar uma situação fiscal equilibrada. No Rio, onde a possibilidade de redistribuição dos royalties do petróleo, em análise no STF, seria catastrófica, Frischtak observa que a arrecadação foi prejudicada pela sonegação de impostos dos chamados devedores contumazes em setores como combustíveis, cigarros e bebidas. Em outros estados, o populismo fiscal domina, ele diz:

Essa percepção de que “gasto é vida” é muito ampla na nossa política.

O Globo

Allyson brilha em casa, enquanto Álvaro e Cadu dividem atenções no Pingo da Mei Dia

 

O tradicional Pingo da Mei Dia, que abriu oficialmente o Mossoró Cidade Junina, reuniu neste sábado os três principais pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte: Allyson Bezerra, Cadu Xavier e Álvaro Dias.

Filho de Mossoró e ex-prefeito da cidade, Allyson Bezerra naturalmente acabou recebendo maior apelo popular durante a festa. O desempenho do pré-candidato no evento era esperado, já que ele representa a terra natal e mantém forte identificação com parte do público mossoroense.

Já Cadu Xavier repetiu o cenário das últimas aparições públicas, enquanto Álvaro Dias, bem avaliado por lideranças políticas locais, dividiu as atenções com o candidato do PT em diversos momentos da movimentação. No balanço geral da festa, não houve vencedores nem vencidos. Mas, por ser da casa e ex-prefeito do município, era natural que Allyson Bezerra acabasse sendo o nome que mais chamou a atenção no Pingo da Mei Dia.

O perfil de Álvaro Dias é outro bem diferente do malabarismo de Allyson Bezerra e Cadu Xavier

 

Enquanto alguns pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte investem em vídeos para redes sociais, com “mungangas”, Álvaro Dias (PL) segue um caminho completamente diferente. Com perfil mais conservador e reservado, o ex-prefeito de Natal tem evitado em suas aparições com pulinhos, dancinhas, gritinhos ou performances que marcam a estratégia de adversários.

Ao contrário do estilo mais expansivo adotado por Allyson Bezerra e, mais recentemente, por Cadu Xavier, Álvaro tem mantido uma postura mais sóbria e centrada. Pessoas próximas destacam que essa característica faz parte de sua personalidade e está em sintonia com o eleitorado conservador que busca representar.

No entendimento de aliados, Álvaro não precisa recorrer a vídeos do tipo TikTok, nem a apresentações com pandeiro, triângulo, zabumba ou coreografias para chamar atenção. O pré-candidato aposta em um estilo mais simples e tradicional, sem abrir mão do contato popular, mas preservando uma forma de agir que consideram compatível com seu perfil político.

Para seus apoiadores, essa diferença de comportamento acaba reforçando a imagem de um candidato identificado com valores mais conservadores e distante de estratégias de marketing que privilegiam performances e aparições voltadas para as redes sociais.

SINAL VERMELHO: Quase metade dos brasileiros diz que corrupção piorou sob governo Lula, aponta PoderData

 

Passados cerca de três anos e meio do terceiro mandato do presidente Lula (PT), uma nova pesquisa indica que 47% dos brasileiros acreditam que a corrupção aumentou no país desde sua posse. O levantamento é do PoderData, empresa ligada ao grupo Poder360, e foi realizado entre os dias 30 de maio e 1º de junho de 2026.

Segundo os dados, 28% dos entrevistados afirmam que o nível de corrupção permaneceu igual, enquanto 21% dizem que houve redução. Outros 5% não souberam responder.

Em relação à rodada anterior, feita em janeiro de 2026, a percepção de aumento da corrupção caiu 2 pontos percentuais. Já o grupo que vê diminuição avançou 3 pontos, saindo de 18% para 21%.

Naquele período, o cenário era influenciado por repercussões de investigações envolvendo descontos indevidos no INSS e menções a casos que ganharam repercussão política, incluindo citações ao entorno familiar de Lula e ao episódio envolvendo o chamado “Careca do INSS”, além de reportagens sobre o tema.

A nova rodada da pesquisa também ocorre em meio à repercussão do caso do Banco Master. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição, após identificar crise de liquidez e problemas de gestão.

O fundador do banco, Daniel Vorcaro, chegou a ser preso. Ele também teria se reunido com o presidente Lula e visitado o Palácio do Planalto em diferentes ocasiões em 2023 e 2024.

O levantamento do PoderData ouviu 2.500 pessoas em 166 municípios de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Não foi divulgado o número do registro no TSE. 

Fundão eleitoral, que faz alegria dos partidos, supera até valores do ‘novo PAC’

 

O indecoroso valor que os partidos políticos vão receber apenas para torrar nas eleições deste ano, uma montanha de dinheiro de mais de R$ 4,9 bilhões, supera o que o governo federal de Lula vai investir, até agora, no Programa de Aceleração do Crescimento, o “Novo PAC”. Por mais que a ação não tenha decolado e ameaça ser outro projeto petista que flerta com o fiasco, o valor destinado é de R$ 4,4 bilhões; R$ 500 milhões atrás daquilo que caciques políticos vão poder torrar até outubro.

Emergência é o bolso 

O fundão bancaria cerca de 15.123 ambulâncias para Unidades de Suporte Básico, ideais em emergências que exigem assistência imediata.

Vergonha na UTI 

A fortuna destinada aos partidos também poderia comprar 10.425 do modelo Unidades de Suporte Avançado, conhecidas como UTI móvel.

Dá e sobra 

Seria possível destinar duas ambulâncias para cada um dos 5.570 municípios do Brasil e ainda sobrariam 3.983 unidades de socorro.

Fundão da imoralidade 

O fundão também supera os R$ 4,1 bilhões que o governo destinou para construir 1.178 creches e escolas de educação infantil via PAC.

Claudio Humberto.

COMPRA DOS RESPIRADORES: Escândalo do Consórcio Nordeste está de volta e Fátima Bezerra treme nas bases

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que a investigação sobre a compra dos respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia volte a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF). No pedido, a PGR classifica o negócio de R$ 48 milhões como um contrato “prejudicial ao interesse público”.

À época da contratação, em 2020, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, integrava o Consórcio Nordeste juntamente com os demais governadores da região. O colegiado era presidido pelo então governador da Bahia, Rui Costa, atualmente ministro da Casa Civil.

Segundo a PGR, há indícios de que parte dos recursos possa ter sido ocultada ou lavada de forma continuada, inclusive durante o período em que Rui Costa ocupava cargo no governo federal. Por essa razão, o órgão defende que o caso seja apreciado pelo Supremo Tribunal Federal.

O contrato previa a compra antecipada de respiradores no valor de R$ 48 milhões. Os equipamentos nunca foram entregues e, passados seis anos, a maior parte dos recursos ainda não foi recuperada.

O episódio voltou a colocar em evidência o Consórcio Nordeste, entidade da qual fazia parte a governadora Fátima Bezerra, representante do Rio Grande do Norte. 

Alto Oeste Potiguar: Álvaro Dias está fechado com 14 prefeitos, Allyson com 10 e Cadu com 9

O cenário político no Alto Oeste Potiguar começa a ganhar novos contornos na corrida pelo Governo do RN. O ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, que até pouco tempo era apontado como o nome mais forte da região, agora divide espaço em uma disputa mais equilibrada com Álvaro Dias e Cadu Xavier.

Dos 33 municípios que compõem o Alto Oeste Potiguar, Álvaro Dias aparece atualmente com o apoio de 14 prefeitos. Allyson Bezerra soma 10 apoios, enquanto Cadu Xavier conta com 9 gestores municipais alinhados ao seu projeto político até o momento.

Enquanto Allyson e Cadu já cumpriram agendas políticas na região nas últimas semanas, Álvaro Dias iniciou nesta quinta-feira (4) uma série de visitas pela região da Tromba do Elefante, acompanhado de sua equipe e lideranças políticas, buscando fortalecer ainda mais sua pré-candidatura e ampliar alianças no interior do estado.

A chegada de Álvaro Dias ao Alto Oeste Potiguar fortalece ainda mais sua presença política na região. Com uma agenda intensa de visitas, encontros e articulações, Álvaro vem consolidando apoios importantes e ampliando seu espaço entre prefeitos, lideranças e a população, demonstrando força e crescimento no cenário estadual. 

 
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