Olho D'água do Borges/RN -

Mossoró: Álvaro e Styvenson anunciam novo Hospital Tarcísio Maia

 

Mossoró vai ganhar um novo Hospital Tarcísio Maia, com 300 leitos, sendo 60 de UTI, dez centros cirúrgicos e um Centro de Tratamento de Queimados. A proposta foi anunciada nesta quinta-feira (17) por Álvaro Dias e pelo senador Styvenson Valentim e prevê uma estrutura moderna para ampliar a assistência à população de Mossoró e de toda a região Oeste.

Styvenson confirmou apoio ao projeto por meio da destinação de aproximadamente R$ 100 milhões em emendas parlamentares para a obra e a instalação do novo hospital. O senador garantiu que não faltarão recursos de sua parte para viabilizar o projeto e atender a uma antiga demanda da população do Oeste potiguar.

A proposta é que, no governo de Álvaro, o Tarcísio Maia, que recebe pacientes de Mossoró e de diversos municípios da região, passe a contar com uma nova estrutura hospitalar, ampliando a capacidade de atendimento e incorporando serviços que hoje não estão disponíveis no município.

Um dos destaques será o Centro de Tratamento de Queimados. Atualmente, Mossoró não dispõe de uma unidade especializada para esses casos. O Tarcísio Maia realiza o atendimento inicial, mas pacientes que necessitam de assistência especializada precisam ser transferidos para Natal, onde o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel é a referência estadual.

Durante a passagem por Mossoró, Álvaro e Styvenson também visitaram o Hospital Pediátrico da APAMIM e o Hospital da Liga Mossoroense Contra o Câncer, conhecendo estruturas e experiências de parceria na área da saúde.

O novo Tarcísio Maia integra o plano de descentralização da saúde defendido por Álvaro, que prevê o fortalecimento dos hospitais regionais com infraestrutura, equipamentos, especialistas e maior oferta de exames.

“Vamos investir nos hospitais regionais de todas as regiões, dotando-os de infraestrutura, equipamentos e médicos especialistas para resolver as situações nas próprias regiões e evitar a superlotação da capital”, afirmou Álvaro.

Nesta semana, Álvaro e Styvenson também apresentaram juntos o projeto do “novo Walfredo”, em Natal, com uma estrutura integrada ao atual Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos.

Professores da rede estadual vão cruzar os braços por 24 horas e cobrar pagamentos do Governo Fátima

 

Os professores da rede estadual do Rio Grande do Norte aprovaram uma paralisação de 24 horas para a próxima segunda-feira (21). A categoria também fará um ato público, às 8h, em frente à Governadoria, em Natal.

A mobilização foi decidida em assembleia realizada nesta quarta-feira (16) e busca pressionar o Governo Fátima por respostas às reivindicações dos trabalhadores. Entre as cobranças estão o pagamento do adicional de 1/6 de férias e do retroativo do Piso Salarial de 2026.

Os profissionais também reivindicam que servidores ativos e aposentados da Educação recebam na mesma data e decidiram apoiar a mobilização pela reforma da Escola Hélia de Barros, em São Gonçalo do Amarante.

A Secretaria Estadual de Educação informou que aguarda o Sinte-RN apresentar formalmente a pauta aprovada. Segundo a pasta, somente depois disso será possível avaliar as demandas e dar continuidade ao diálogo com a categoria.

Tribuna do Norte 

Teto de banheiro de escola estadual de Mossoró desaba e expõe falhas na educação do RN

 

O teto de um banheiro da Escola Estadual Professora Maria Stella P. Costa, em Mossoró, desabou nesta quinta-feira (17). Por sorte, ninguém ficou ferido.

O episódio coloca mais uma vez a infraestrutura da rede estadual no centro das cobranças ao governo Fátima Bezerra (PT). 

Em nota, o Grêmio Estudantil Antônio Francisco criticou a situação e afirmou que o episódio não pode ser tratado como um caso isolado. A entidade cobrou “providências concretas e urgentes” para avaliação, manutenção e recuperação da escola.

“Nossa escola não pode esperar por outra ocorrência para que providências sejam tomadas”, afirmou o Grêmio. 

Estranho: campanhas de Dani Ribeiro e Nágila Diniz nas ruas contrastam com o volume de recursos arrecadados

 

A influenciadora digital Dani Ribeiro e a servidora pública municipal Nágila Ribeiro, ambas do União Brasil (UB) deverão ter muita dificuldade para prestar contas do dinheiro que estão recebendo do Fundo Eleitoral.

Agraciadas com uma quantia milionária do dinheiro público, elas precisarão demonstrar com documentos o que parecem não estar fazendo na prática: aplicar a verba em suas campanhas. Ou mostrar a visibilidade das campanhas nas quais dizem estar gastando o dinheiro.

Nágila Diniz recebeu, até agora, R$ 1.433.985,00 (um milhão, quatrocentos e trinta e três mil e novecentos e oitenta e cinco reais), enquanto Dani já empalmou  2.526.115,60 (dois milhões, quinhentos e vinte e seis mil, cento e quinze reais e sessenta centavos).

Apesar da dinheirama já ter caído nas contas das referidas candidaturas, as duas parecem que ainda não estão em campanha. Em Mossoró, base eleitoral de ambas, quase não se vê nada de material de divulgação. Em outras cidades, nem isso.

Os programas eleitorais das duas se repetem desde que começou a propaganda eleitoral no rádio e TV.

A forma como as duas tem relatado os gastos até agora também mostra um padrão pouco comum e que destoa da presença da campanha nas ruas.

Dani Ribeiro disse que gastou R$ 547 mil com atividades de militância e atividades de rua. Em Mossoró, ninguém, ninguém viu como isso aconteceu.

Outros gastos também chamam a atenção e sugerem que pode haver duplicidade de pagamentos. É que ela disse que gastou R$ 488 mil por “serviços prestados”. Ocorre que ela declarou ter pago R$ 100 mil com advogado (prestação de serviços), R$ 70 mil a Transfer locadora de veículos (prestação de serviços de transporte), além dos R$ 547 mil com atividades de militância (ou seja serviços prestados por terceiros).

Os valores também são superlativos. Dani Ribeiro disse ter pago R$ 263 mil por publicidade de materiais impressos. Ou o material foi impresso numa quantidade astronômica ou a descrição foi feita de forma errada. Também impressiona que uma empresa de gravação de vídeo, tenha recebido R$ 350 (trezentos e cinquenta mil) por “serviços prestados”.

Os gastos de Nágila Diniz, embora um pouco menores que Dani Ribeiro, são muito parecidos. Inclusive com quase os mesmos fornecedores e prestadores de serviços.

Ela diz que gastou R$ 334 mil com atividades de militância e mobilização de rua e, assim como Dani, não se sabe onde essas atividades aconteceram.

Os serviços prestados por terceiros consumiram R$ 222 mil do dinheiro que ela recebeu até agora. E, assim como acontece com sua colega de partido, há serviços de advocacia (que poderiam ter sido incluídos na rubrica prestador de serviço), locação de veículos (R$ 53 mil) e R$ 200 mil para a mesma empresa de produção de vídeo que atendeu Dani Ribeiro. É muita coincidência e valores elevados na mesma proporção para apenas duas candidaturas. Entre os aliados, a expectativa é que as duas vão ter votação recorde. Do contrário, vai ser difícil comprovar tanto dinheiro gasto em duas campanhas quase inexistentes.

Veja aqui os gastos de Dani e veja aqui os gastos de Nagila

 Fonte: Nabocadanoite

Matheus Faustino acusa Allyson de processá-lo por denunciar perseguição e dizer a verdade

 

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (17), o candidato a deputado federal pelo União Brasil e vereador de Natal Matheus Faustino afirmou que foi processado pelo candidato ao governo do RN, Allyson Bezerra, por falar que foi perseguido e ter dito a verdade.

“Algo muito absurdo, vocês não vão acreditar. Depois de bloquear meus recursos [para campanha eleitoral], agora querem tirar o pouco que eu tenho. O candidato ao governo, Allyson Bezerra, acabou de me processar e pedir multa. Porque eu menti? Não! Eu não menti”, disse Faustino sobre um vídeo anteriormente gravado, alegando boicote do próprio partido, o União Brasil, do qual também faz parte Allyson Bezerra.

Assista o vídeohttps://www.blogdobg.com.br/video-candidato-a-deputado-federal-pelo-uniao-brasil-e-vereador-de-natal-matheus-faustino-diz-que-foi-processado-por-allyson-bezerra-por-falar-que-foi-perseguido-e-ter-dito-a-verdade/ aqui.

 

Vorcaro se reuniu com Gilmar e contratou seu então cunhado para temas de interesse no STF

 

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro se reuniu com o ministro do STF Gilmar Mendes em 11 de abril de 2024 para pedir seu voto favorável a uma questão bilionária envolvendo precatórios de usinas do setor sucroalcooleiro que ele adquiriu com deságio. A informação foi divulgada na noite dessa quinta 17,  por Monica Bergamo, colunista da Folha.

O interesse de Vorcaro era usar o valor de face dos precatórios para engordar o balanço do seu banco. Vorcaro mantinha no Master carteira bilionária em precatórios, que são títulos de dívidas do governo. Na ocasião, o Supremo discutia a pedido do governo Lula (PT) a validade de ações indenizatórias que perdeu, em sentenças transitadas em julgado, e que resultaram na emissão de títulos de dívida cujo pagamento vinha postergando, até que decidiu oficializar o calote com a chancela do STF.

Vorcaro também contratou o ex-senador Francisco Feitosa de Albuquerque Lima, o Chiquinho Feitosa (Republicanos), por meio de uma outra empresa, e tratou com Gilmar de processos no Supremo, inclusive de relatoria do ministro, de quem era cunhado na época. A informação foi revelada pelo Blog do Fausto Macedo, do Estadão.

As conversas, extraídas pela Polícia Federal do celular de Vorcaro entre abril e novembro de 2024, mostram que Feitosa prestava “assessoria” e cobrava andamento de pautas de interesse do Banco Master. Gilmar Mendes votou contra os interesses do banco nos dois casos citados. Procurado, o ministro não se manifestou.

Chiquinho Feitosa é irmão da advogada Guiomar Feitosa, que foi casada com Gilmar até novembro de 2025. Os diálogos ocorreram enquanto o vínculo familiar ainda existia.

Contrato de R$ 500 mil mensais

Inicialmente, Feitosa negou ter trabalhado para o banco de Vorcaro. Confrontado com o contrato da Super Empreendimentos — empresa do banqueiro apontada pela PF como instrumento de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio —, admitiu a prestação de serviço “durante um curto período”. Disse que, na época, a empresa era vista como “idônea”.

Mensagens indicam remuneração de R$ 500 mil líquidos por mês, mais R$ 800 mil extras na primeira parcela. O operador Leonardo Palhares pediu confirmação a Vorcaro sobre o contrato; o banqueiro autorizou. A consultoria F&A, de Feitosa, aparece em lista de pagamentos enviada a Vorcaro.

Precatórios e vagas de medicina

Os dois temas tratados nas conversas foram:

Precatórios da Usina Agroindustrial Tabu (Paraíba), adquiridos por fundos do Master. Gilmar e outros ministros votaram contra os interesses do banco.

Ação sobre regras para abertura de cursos de medicina (ADC 81), de relatoria de Gilmar. O fundo Calêndula, ligado ao Master, financiava a mantenedora da Universidade Luterana do Brasil. O STF manteve a exigência de chamamento público prevista na lei do Mais Médicos — resultado que, indiretamente, não favorecia Vorcaro.

Em setembro de 2024, Feitosa prestou contas ao banqueiro sobre “precatórios” e “educação” e cobrou a assinatura do contrato: “estou 100% dedicado aos nossos assuntos”.Intermediação de encontroEm abril de 2024, Feitosa encaminhou a Vorcaro o contato de uma servidora ligada ao gabinete de Gilmar e um roteiro de reunião: primeiro um encontro a sós com o ministro e, em seguida, a entrada do diretor jurídico do Master, André Krutchevsky, e do advogado Bruno Bianco (ex-AGU), contratado para atuar nos precatórios.

O Estadão apurou que o encontro de Bianco com Gilmar ocorreu. Feitosa relatou a Vorcaro que “a conversa do Bianco ficou perfeita c o Gilmar”. Depois, enviou decisão do então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que suspendia o pagamento do precatório da Usina Tabu.

Feitosa também mencionou jantar com Gilmar, possível encontro em Londres e reunião marcada com a irmã Guiomar. Ela afirmou que Vorcaro a procurou por intermédio do irmão, mas que recusou atuar porque ele não apresentou processos específicos.

O que dizem os envolvidos

Chiquinho Feitosa afirmou que não tinha contrato com o Banco Master, só com a Super Empreendimentos; que não sabia que Bianco atuava para Vorcaro; que não intermediou encontro de funcionários do banco com Gilmar; e que sugeriu retirar o nome do Master de um convite de evento “de forma despretensiosa”.

Bruno Bianco disse que atuou de forma independente, por seu escritório, em discussão jurídica de interesse de clientes; que não integrou o Master; e que a tese não foi acolhida pelo STF.Gilmar Mendes não se pronunciou. O espaço permanece aberto.

 Diário do Poder

Caravana 22 chega a Alexandria com apoio do prefeito Raimundinho Andrade e amplia mobilização no Alto Oeste

 

A Caravana 22 chegou a Alexandria, no Alto Oeste Potiguar, com o apoio do prefeito Raimundinho Andrade à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. Recebido por lideranças políticas do município, Álvaro percorreu as ruas da cidade em uma grande carreata e participou de comício em praça pública.

Raimundinho Andrade recebeu Álvaro ao lado do vice-prefeito Jorge Vieira e de um amplo grupo político local que declarou apoio ao candidato ao Governo do Estado.

O encontro reuniu o presidente da Câmara Municipal, Francisco de Assis Euflauzino, e os vereadores Cícero Bernardino, Raul Bezerra, Chiquinho Pires, Maria Clara e Ciro Patrício. Também participaram ex-vereadores, suplentes, secretários municipais, lideranças comunitárias, o ex-candidato a vice-prefeito Luiz Almeida e a ex-candidata a prefeita Aline Souza.

Também estiveram presentes os candidatos a deputado federal Coronel Brilhante e Wender Andrade, além do candidato a deputado estadual Expedito Ferreira.

Após o encontro com as lideranças, uma grande carreata percorreu as ruas de Alexandria. Em carro aberto, Álvaro recebeu manifestações de apoio da população durante o trajeto. A programação terminou com um comício em praça pública, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.



TRE-RN multa Allyson Bezerra em R$ 53 mil por alterar percentual de Álvaro Dias em pesquisa divulgada no Instagram

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) condenou o prefeito Allyson Bezerra ao pagamento de multa no valor mínimo de R$ 53.205,00 por divulgar incorretamente dados de uma pesquisa eleitoral em seu perfil oficial no Instagram. A sentença foi proferida pelo desembargador eleitoral João Afonso Morais Pordeus, ao julgar procedente a representação movida pela coligação Endireita RN.

O processo (nº 0600928-27.2026.6.20.0000) teve origem em uma postagem feita em 11 de setembro, referente ao levantamento da Exatus registrado sob o número RN-07539/2026. Na publicação, que trazia expressamente o número de registro oficial da pesquisa, Allyson aparecia com 41,90% das intenções de voto e Cadu de Lula com 17,59%, índices corretos. No entanto, o percentual atribuído ao candidato Álvaro Dias foi divulgado como 20,5%, enquanto o dado real registrado era de 22,20%, gerando uma divergência de 1,70 ponto percentual.

A defesa reconheceu a falha e alegou ausência de dolo, sustentando que se tratava de um erro material sem intenção de manipular o eleitorado. Os advogados de Allyson argumentaram que a discrepância estava dentro da margem de erro da pesquisa (2,53 pontos percentuais) e não alterava a posição dos candidatos no cenário eleitoral.

O relator do caso rejeitou as justificativas. O magistrado destacou que a margem de erro é uma ferramenta técnica estatística e não autoriza o divulgador a alterar os números oficiais apurados. O voto ressaltou ainda que a indicação do número de registro da pesquisa reforçou na postagem a falsa garantia de fidelidade aos dados oficiais.

O TRE-RN ressaltou que a exclusão posterior da postagem e a publicação de uma versão corrigida não anulam a irregularidade anterior, embora a atitude espontânea tenha servido para atenuar a pena, fixada no patamar mínimo legal.

A condenação fundamenta-se no artigo 33, § 3º, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e no artigo 17 da Resolução-TSE nº 23.600/2019, que coíbem a veiculação de pesquisas manipuladas ou com dados alterados em relação ao registro oficial.

Com informações do Agora RN 

Município de Martins vive impasse político e administrativo após sucessivas brigas entre prefeito e vereadores

O impasse envolvendo o orçamento de Martins é apenas mais um capítulo de uma relação política desgastada entre o prefeito César Móveis (PSB) e a Câmara Municipal. Informações de bastidores que chegam ao Blogue do Xerife apontam que as dificuldades de diálogo entre o Executivo e a maioria dos vereadores não são de agora e vêm acompanhando a gestão municipal.

César Móveis, conhecido como o “Doido”, administra sem maioria confortável no Legislativo. Segundo esses relatos de bastidores, vereadores que fazem oposição ao prefeito reclamam principalmente da maneira como são tratados pelo gestor e de sua postura considerada temperamental no relacionamento com a Câmara.

Agora, essa velha celeuma chegou diretamente ao orçamento. Para 2026, a Prefeitura pediu autorização para remanejar até 30% das dotações, mas a Câmara autorizou 10%. Depois de consumir essa margem, o Executivo apresentou em 12 de agosto uma proposta para ampliar o limite para 25%. O pedido foi rejeitado pelos vereadores em 11 de setembro.

César sustenta que dinheiro existe, mas que, sem autorização para remanejá-lo entre as dotações, determinadas despesas podem ficar comprometidas. Segundo a Prefeitura, o impasse pode alcançar saúde, educação, limpeza urbana e outras atividades municipais.

Mas há também o outro lado dessa briga: cabe à Câmara fiscalizar o Executivo e decidir sobre as autorizações orçamentárias submetidas pelo prefeito. O próprio Legislativo define entre suas funções a fiscalização dos atos da administração municipal.

Nos bastidores, portanto, a leitura é de que o problema deixou há muito tempo de ser apenas contábil. O relacionamento político ruim entre César Móveis, o Doido, e parte da Câmara estaria cobrando seu preço. O prefeito cobra que os vereadores liberem o remanejamento; seus críticos, por sua vez, questionam sua condução política.

Se Executivo e Legislativo não encontrarem um canal de diálogo, quem corre o risco de ficar no meio dessa queda de braço é a população de Martins.

 Robinson Pires

Cármen Lúcia confessa estar envergonhada no STF e pede desculpas ao povo brasileiro

 

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou estar envergonhada com o momento vivido pela Corte e votou nesta terça-feira (15) contra a análise conjunta dos processos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.

O voto da ministra acompanhou o entendimento do presidente do STF, Edson Fachin, de Luiz Fux e do próprio Mendonça. Com isso, o placar ficou empatado em 4 a 4 na questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes para que os procedimentos fossem reunidos.

Do outro lado, acompanharam Gilmar: Moraes e Cristiano Zanin. Flávio Dino também votou pela reunião dos procedimentos, mas pediu vista antes da proclamação do resultado. Por isso, seu voto não foi computado formalmente, deixando o placar em 4 a 3 pela separação dos casos e suspendendo a definição da questão.

Nunes Marques se declarou impedido, enquanto Dias Toffoli declarou suspeição no julgamento, que segue no plenário do STF.

Antes de votar, Cármen Lúcia manifestou preocupação com a crise no Supremo e com a repercussão do embate entre os ministros, especialmente a poucas semanas das eleições de 2026.

“Me sinto envergonhada, em um momento em que o Brasil está a menos de 20 dias da eleição, estarem todos voltados a questões do Supremo, que são processuais, com muita expressão e gravidade. Mas não garantimos o rigor e a serenidade que meu papel de cidadã e juíza deveria ter ajudado a promover. O Judiciário existe para tranquilizar o povo, e nós geramos intranquilidade. Essa é a minha percepção”, declarou.

A ministra também lamentou não ter contribuído para preservar a estabilidade institucional da Corte diante do cenário atual.

“Eu peço desculpa ao povo brasileiro que esperava uma postura diferente”, afirmou Cármen Lúcia.

 Diário do Poder

Fachin pode arquivar acusação de Moraes contra Mendonça baseada em relatório sem assinatura

Presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin foi aconselhado por especialistas a arquivar a “denúncia” de Alexandre de Moraes contra o colega André Mendonça, tema de sessão da próxima terça-feira (23). Baseada em relatório sem assinatura ou timbre, e “sem valor probatório”, a acusação é de supostos “abuso de poder” e “improbidade”. Como Fachin parece convencido nas bases insustentáveis das acusações, cresce a expectativa de que ele as arquive. Tem essa prerrogativa. 

Vista prejudicada

Se confirmado o arquivamento, o pedido de vista de Flávio Dino perde objeto e a investigação de Moraes pode voltar à pauta antes do previsto. 

Fachin pressionado

Uma onda recorde de indignação e solidariedade pressiona Edson Fachin a reagir duramente ao desrespeito e grosserias da tropa lulista. 

Baixa credibilidade

O relatório contra Mendonça, “sem valor probatório” e “confiança baixa”, segundo o próprio documento, não tem assinatura ou timbre. 

Retaliação não pode

Fragiliza a acusação o seu caráter de retaliação, após Moraes ter sido identificado como interlocutor frequente do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Claudio Humberto 

Aliados de Lula e Moraes fizeram o diabo para o STF não investigar indícios de crimes

 

Como previsto, a bancada governista no STF fez o diabo para atrasar e até “melar” a sessão dessa terça-feira 15, no Supremo Tribunal Federal (STF). Foram horas discutindo, ofendendo, tumultuando, tudo para evitar decidir sobre investigar o relacionamento do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro de hábitos mafiosos Daniel Vorcaro. Flávio Dino, “líder” dessa bancada, falou durante hora sobre questão preliminar, tentando criminalizar o ministro André Mendonça, que expôs o caso publicamente.

Monopólio do tempo 

Gilmar Mendes foi outro ministro que usou e abusou do microfone da sessão de do STF. Não avaliar o principal parecia ser o plano.

Outra característica 

Coube a Mendes alguns momentos espantosos, com agressões desnecessárias contra André Mendonça, que apenas fez o certo.

Auge do vexame 

Para que a sessão se caracterizasse como das mais vexatórias da História, Moraes votou em favor dele mesmo, o “réu” dessa história.

O crime venceu 

O espetáculo desta terça-feira teve um protagonista improvável: a própria Suprema Corte. Enquanto o STF se perdia em manobras, adiamentos e um roteiro que mais parecia uma sucessão de presepadas, Daniel Vorcaro tinha motivos para gargalhar. A imagem que ficou para muitos é a de uma Justiça que se enfraquece aos olhos da população e de um sistema que parece premiar a impunidade em vez de enfrentá-la.

Claudio Humberto

Novo Walfredo: Álvaro e Styvenson anunciam 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos

Projeto terá aporte de R$ 80 a R$ 100 milhões em emendas do senador e mira superlotação e macas nos corredores.

No programa eleitoral desta quarta-feira (16), Álvaro Dias e o senador Styvenson Valentim vão anunciar o projeto do “novo Walfredo”, uma grande ampliação do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para enfrentar um dos problemas mais antigos da saúde pública do Rio Grande do Norte: a superlotação e a presença recorrente de pacientes em macas nos corredores.

A proposta prevê uma nova estrutura verticalizada, interligada ao atual hospital, com 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos. Para viabilizar o projeto, Styvenson garantiu a destinação de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões em emendas parlamentares. A construção deverá ocupar parte de uma área atualmente não utilizada pela Caern, vizinha ao Walfredo.

A parceria reúne a experiência de Álvaro, que é médico e construiu, quando prefeito, o Hospital Municipal de Natal — maior investimento em saúde pública da história da capital — com a atuação de Styvenson, que tem a saúde como uma das prioridades de seu mandato e já destinou recursos para estruturas hospitalares em diferentes regiões do Estado.

Mais do que ampliar fisicamente o Walfredo Gurgel, o projeto tem como objetivo mudar uma realidade enfrentada há anos por pacientes e familiares que dependem da principal unidade de urgência e emergência do Estado. Os novos leitos e centros cirúrgicos deverão ampliar a capacidade de internação e de realização de procedimentos e contribuir para reduzir a superlotação. 

FAZ O L: Botijão de gás sobe de novo no RN e pode chegar a R$ 130

 

O preço do gás de cozinha aumentou novamente no Rio Grande do Norte. O reajuste varia de R$ 4 a R$ 4,50 e pode levar o botijão de 13 kg a cerca de R$ 130, dependendo da revenda. O aumento começou a ser repassado às distribuidoras nesta terça-feira (15), segundo o Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás do Estado (Singás-RN).

De acordo com o presidente do Singás-RN, Ivo Lopes, o reajuste ocorre tradicionalmente em setembro e está relacionado ao repasse de custos anuais das distribuidoras, incluindo aumentos salariais.

É o segundo aumento do gás de cozinha no RN em cinco meses. Em abril, o botijão ficou entre R$ 7 e R$ 10 mais caro, chegando à faixa de R$ 120 a R$ 125. Na ocasião, o sindicato atribuiu a alta à política de preços da Petrobras para o GLP e ao aumento do diesel.

Com informações do g1 RN 

 
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