Olho D'água do Borges/RN -

Operação Mederi: Allyson silencia diante do avanço das investigações

 

O silêncio como tática pode ser uma alternativa perigosa para quem tem muito a dizer. Ainda mais para quem se coloca como vitrine e quer representar um Estado. Os reflexos da Operação Mederi, iniciada em 27 de janeiro deste ano e que resultou em investigação de suposto esquema de corrupção na administração de Allyson Bezerra (União Brasil), bem como a ausência de desconstrução do que vem sendo dito dizem muito mais sobre as próximas gestões do que a que findou em março último.

Ontem a reportagem tentou, mais uma vez, ouvir a versão de Allyson Bezerra sobre o que está posto no processo que tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) sob o número 0006371-27.2025.4.05.0000. Primeiramente, falou-se com o profissional que assumiu a coordenação de imprensa e de marketing da pré-campanha do ex-prefeito de Mossoró ao Governo do Estado, Hélito Honorato. Ele, por sua vez, indicou o jornalista Vonúvio Praxedes como responsável para atender a demanda.

Após o contato estabelecido, a reportagem solicitou a posição do ex-prefeito ou da assessoria jurídica dele sobre o que vem sendo divulgado pelo jornalista Dinarte Assunção, no Blog do Dina, e repercutido por órgãos de comunicação de todo o Rio Grande do Norte. Inicialmente, houve abertura para que o trabalho da imprensa pudesse fluir, mas foi apresentado, posteriormente, a necessidade de que algum fato novo pudesse ser levado ao jurídico de Allyson Bezerra.

O assessor do ex-prefeito informou que uma nota de esclarecimento havia sido divulgada em janeiro. Mas algo que, como ele mesmo teria cobrado da reportagem, não seria novidade. Na nota, Allyson ainda fala como prefeito. E agora já não pode mais ter essa adjetivação. A nota enviada alude à criação do decreto 6.994/2023, que passa para a Controladoria Geral do Município a responsabilidade de fiscalização e acompanhamento do Sistema Nacional da Gestão da Assistência Farmacêutica, ao qual a Prefeitura de Mossoró havia aderido.

Com essa nota, o então prefeito deixou claro que não estava ciente de um suposto esquema de corrupção que teria se instalado na Prefeitura de Mossoró. Em outras palavras, fez uso de um adágio popular e que direciona à tese que se apresenta: “casa de ferreiro, espeto de pau”. Nada sabia, nada viu e nada tinha a esclarecer.

Apesar de ter ciência dos fatos e de supostamente acompanhar o que se publica sobre o ex-prefeito, a assessoria insistiu em ter algo novo para instigar o jurídico de Allyson Bezerra a apresentar alguma resposta à sociedade que ele quer representar, caso seja eleito governador do Rio Grande do Norte.

Mesmo sabendo que os advogados do ex-prefeito acompanham o que vem sendo publicado na imprensa e ou ter acesso ao processo que tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, foram enviados à assessoria trechos de diálogos, captados pela Polícia Federal, dos sócios da empresa DisMed Distribuidora de Medicamentos, que afirmam que Mossoró seria o pulmão da rede de corrupção que se espalhou por cerca de 22 cidades potiguares. Os sócios deixam claro que sem Mossoró na jogada o lucro exorbitante não seria possível.

No contato estabelecido com o jornalista Vonúvio Praxedes, a reportagem estabeleceu que o deadline, limite de tempo para o envio do que havia sido solicitado, seria até as 16h. Até o fechamento desta edição a assessoria de imprensa do ex-prefeito Allyson Bezerra não cumpriu com o que havia sido acordado, de enviar o posicionamento da assessoria jurídica dele.

 Jornal de Fato

Governo Lula eleva para R$ 23,7 bilhões o bloqueio de gastos no Orçamento

 

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento anunciaram nesta sexta-feira um bloqueio de R$ 22,1 bilhões no Orçamento federal de 2026. Como já havia R$ 1,6 bilhão congelado anteriormente, o total de despesas travadas pelo governo chega agora a R$ 23,7 bilhões.

O governo ainda não informou quais áreas serão afetadas.

Segundo o Ministério do Planejamento, os cortes devem ser divididos de forma proporcional entre os órgãos federais.

O principal motivo do bloqueio foi o aumento das despesas obrigatórias, principalmente com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), cuja previsão de gasto subiu R$ 14,1 bilhões.

Os gastos com a Previdência Social também cresceram. A estimativa aumentou em R$ 11 bilhões, levando a projeção total para R$ 1,122 trilhão em 2026.

Por outro lado, houve redução de R$ 3,4 bilhões nas despesas com pessoal e encargos sociais.

Pressão nas contas públicas

Mesmo com a alta das receitas, especialistas afirmam que o governo subestimou despesas com aposentadorias e benefícios sociais.

Um estudo da Consultoria de Orçamento da Câmara aponta que os gastos com Previdência e BPC podem superar a previsão em R$ 18 bilhões em 2026, o que pode exigir novos cortes ao longo do ano.

Especialistas também afirmam que a redução da fila do INSS elevou os gastos, porque aumentou o pagamento de benefícios atrasados.

A fila do INSS caiu de 3,1 milhões de pedidos em fevereiro para 2,3 milhões em maio, segundo dados do governo.

Levantamento do especialista Rogério Nagamine mostra que, entre 2023 e 2025, a diferença entre o gasto previsto e o efetivamente pago na Previdência acumulou R$ 75,6 bilhões.

Apesar do bloqueio, o governo mantém a projeção de fechar 2026 com resultado fiscal ajustado positivo de R$ 4,1 bilhões, após descontar despesas autorizadas fora da meta, como precatórios.

Bloqueio não é contingenciamento

O governo explicou que o bloqueio ocorreu porque as despesas ultrapassaram o limite permitido pelas regras fiscais. Nesse caso, são reduzidos gastos discricionários, como investimentos e manutenção da máquina pública.

Já o contingenciamento acontece quando a arrecadação cai e ameaça a meta fiscal. Desta vez, isso não foi necessário porque a arrecadação cresceu, principalmente com o petróleo.

Segundo a Receita Federal, a arrecadação com exploração de petróleo e gás natural aumentou 264% no primeiro quadrimestre do ano, saltando de R$ 11 bilhões para R$ 40,2 bilhões.

A alta foi impulsionada pelo aumento do preço do petróleo após a guerra no Oriente Médio. O governo estima arrecadar até R$ 40 bilhões extras com esse cenário.

Com isso, a arrecadação federal chegou a R$ 735 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, recorde histórico para o período.

 

Lula inventa uma nova categoria de vítima. Os compradores de celulares roubados.

 

O presidente Lula sempre teve uma inclinação pelos criminosos.

O petista, que já foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, nunca entendeu o criminoso como alguém que deliberadamente escolhe fazer algo fora da lei, mas sempre como uma vítima da sociedade.

Na visão distorcida de Lula, em vez de punição, o criminoso precisa de proteção do Estado.

E não importa qual seja o crime em questão, Lula sempre vai defender o seu autor.

Foi assim com os sequestradores do empresário Abilio Diniz, em 1989. Segundo o presidente, eles seriam apenas “dez jovens que cometeram um erro” e, portanto, mereciam sair da cadeia.

Foi assim com o assassino italiano Cesare Battisti, que Lula já chegou a chamar de “escritor”.

Foi assim com os traficantes, em declaração dada no ano passado.

Toda vez que a gente fala de combater as drogas, possivelmente fosse mais fácil a gente combater os nossos viciados internamente, os usuários. Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também, disse Lula.

A vítima da vez de Lula agora são os compradores de celulares roubados.

Em evento no Espírito Santo na quinta, 21, o presidente afirmou que chegou a pensar em obrigar as pessoas que compraram celulares roubados a devolverem o aparelho para a delegacia.

É algo que não tem o menor cabimento. Mesmo assim, Lula pensou que seria capaz de convencer 2,5 milhões de pessoas a fazerem isso…

Crusoé.

Marcas como Nike e Adidas transferem operações para o Paraguai em busca de impostos menores

 

Grandes marcas globais do setor de calçados e vestuário, como Adidas, Nike e Fila, expandiram de forma significativa suas operações fabris em território paraguaio. 

A notícia é do Arquivo SA. O movimento estratégico de descentralização industrial ocorre por intermédio do Grupo Dass, responsável pelas confecções na América do Sul. 

O principal atrativo para a transferência de linhas de produção é o conjunto de incentivos operacionais oferecido pelo governo paraguaio, com destaque para a chamada Lei de Maquila. 

A legislação local estabelece regimes de tributação reduzida e desburocratização aduaneira para empresas focadas na exportação. 

Relatórios de comércio internacional apontam que o Paraguai consolidou-se como um polo de montagem e manufatura no continente. 

Fabricantes utilizam as vantagens fiscais do país vizinho para produzir insumos com custos reduzidos e, posteriormente, reinserir os produtos acabados no mercado consumidor brasileiro. 

Blog do Gustavo Negreiros. 

Álvaro Dias lidera disputa pelo Governo do RN com 34,5%, aponta Instituto Affare

 

O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) lidera com folga a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte em 2026, com 34,5% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Affare divulgada nesta quinta-feira (22). O levantamento foi contratado pelo jornal NOVO.

Na pesquisa estimulada, Álvaro Dias aparece à frente de todos os demais nomes apresentados aos eleitores. O ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) tem 28,6%, e o ex-secretário estadual da Fazenda Cadu Xavier (PT), candidato apoiado pela governadora Fátima Bezerra, registra 24,4%. Brancos e nulos somam 7,9%, e 4,6% não souberam ou não responderam.

A vantagem de Álvaro Dias sobre o segundo colocado é de 5,9 pontos percentuais — mais do que o dobro da margem de erro da pesquisa, o que confirma a liderança do ex-prefeito como estatisticamente consolidada.

“Recebo esse resultado com humildade e responsabilidade. O potiguar conhece o nosso trabalho em Natal — não é discurso, está tudo documentado, está tudo de pé. É essa mesma forma de governar, entregando e não apenas cobrando, que queremos levar para o Rio Grande do Norte”, afirmou Álvaro Dias.

A pesquisa do Instituto Affare foi realizada entre os dias 16 e 21 de maio de 2026, com 1.500 entrevistas telefônicas automatizadas em todo o Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,58 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,5%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números RN-03580/2026 e BR-03850/2026, e foi contratado pelo jornal NOVO.

Blog do BG

 

MATEMÁTICA DE MOSSORÓ: PF identifica quem era “Fátima” em planilha de esquema investigado na Operação Mederi

 

As investigações da Polícia Federal na Operação Mederi avançaram e identificaram a mulher citada como “Fátima” na contabilidade clandestina apelidada pelos investigadores de “matemática de Mossoró”.

De acordo com o relatório, trata-se de Maria de Fátima Dantas dos Santos, beneficiada direta por repasses de propina na ordem de 10%.

A apuração apontou que a investigada é uma assessora de comunicação que foi nomeada formalmente para atuar na administração pública por meio da Portaria nº 157/2024.

Inicialmente alocada na pasta de Comunicação, ela foi posteriormente transferida para o setor de Cerimonial do Palácio da Resistência.

O avanço célere das descobertas documentais da Polícia Federal foi o fator determinante para que o desembargador federal Rogério Fialho Moreira decidisse manter o processo sob o foro do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

O magistrado rejeitou a recomendação do Ministério Público Federal para enviar o caso à primeira instância.

 Blog do BG

ALERTA MÉDICO: Pessoas com ideologia de esquerda tem 150% mais riscos de doença mental, diz estudo

 

Levantamentos realizados por institutos americanos, entre eles o General Social Survey (GSS) e o Pew Research Center, identificaram uma correlação estatística entre posicionamentos políticos progressistas e índices mais elevados de relatos de problemas de saúde mental.

Segundo os dados analisados, a associação apareceu de forma recorrente em diferentes pesquisas e grupos de amostragem, segundo informações do Poder360.

De acordo com os estudos citados, pessoas que se identificam como “extremamente liberais” ou progressistas apresentaram taxas maiores de ansiedade, depressão e TDAH em comparação com entrevistados de perfil conservador.

Os levantamentos também apontaram menor índice médio de satisfação com a vida entre os grupos pesquisados.

Pesquisadores e analistas comportamentais afirmam que diferentes fatores podem influenciar os resultados observados.

Entre os pontos citados estão níveis mais elevados de neuroticismo, menor religiosidade, maior exposição a debates sociais complexos e uso intenso de redes sociais.

Os próprios pesquisadores ressaltam que os dados indicam correlação estatística e não comprovam relação direta de causa e efeito entre ideologia política e transtornos mentais.

Primeiras cirurgias robóticas realizadas na Casa de Saúde São Lucas marcam avanço da medicina no RN

 

A Casa de Saúde São Lucas deu um importante passo para a medicina potiguar ao iniciar a realização de cirurgias robóticas, consolidando um novo momento para a saúde do Rio Grande do Norte. O primeiro procedimento realizado com a tecnologia foi uma cirurgia urológica, conduzida pelo médico Dr. Paulo Medeiros.

Já nesta semana, o hospital também realizou a primeira cirurgia robótica do aparelho digestivo, voltada ao tratamento de um câncer de estômago. O procedimento contou com a atuação dos médicos Dr. Tiago Diniz, Dr. Francisco Diniz, Dr. Silvio Dantas, Dr. Mendes, Dra. Catharinne, Dra. Anna Pacheco, Dra. Ketsia Serra e Dra. Gisele Escóssia. O instrumentador foi Geraldo Cunha e a equipe de enfermeiros foi formada por Adelita Paiva, Victor Toscano, Iunara Maia e Gleydilene.

A cirurgia robótica representa um dos maiores avanços da medicina moderna. A tecnologia permite movimentos mais precisos, maior visualização da área operada e procedimentos minimamente invasivos, trazendo benefícios importantes para os pacientes, como menos dor no pós-operatório, redução do sangramento, menor risco de complicações, recuperação mais rápida e diminuição do tempo de internação.

Além do ganho assistencial, a implantação da cirurgia robótica na Casa de Saúde São Lucas fortalece o sistema de saúde do Rio Grande do Norte, ampliando o acesso da população potiguar a procedimentos de alta complexidade sem a necessidade de deslocamento para outros estados. O avanço também posiciona o RN em um novo patamar tecnológico na medicina, contribuindo para o desenvolvimento da saúde, da formação médica e da atração de novos investimentos para o setor hospitalar do estado.

 Heitor Gregorio

Diálogos sugerem que gestão de Allyson fez da Dismed o “Banco Master” do RN

 

 “Se não tivesse MOSSORÓ não tinha as outras. (…) MOSSORÓ hoje se ela lhe pagasse quinhentos mil você ia achar graça no dinheiro. (…) Pronto, o pulmão enchia de ar.”

A frase é de Raimundo Wandecy Campelo Gurgel, conhecido “Nenén”, ex-sócio da Dismed, em diálogo com Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio-administrador da empresa pivô da Operação Mederi.

A conversa foi revelada ontem em reportagem do Blog do Dina e revela a gestão do ex-prefeito Allyson Bezerra (UB) como epicentro do esquema de corrupção que parou o país em 27 de janeiro com a Operação Mederi.

Na conversa, os dois chegam a conclusão de que só ganham outras licitações graças ao esquema de Mossoró que lhes rendem boas quantias em propinas.

Numa comparação é como se a Prefeitura de Mossoró tivesse transformado a Dismed numa espécie de “Banco Master”, que ficou famoso por liderar a maior fraude financeira do país envolvendo políticos e tendo como protagonista o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Com o lucro das propinas em Mossoró, eles conseguiram ganhar licitações em outras cidades. “Tá dando volume pra gente ganhar nos outros canto. Tá dando volume pra nós comprar uma coisa lá que [inaudível] de seis centavos, cinco, hoje eu compro de quatro.”, diz Neném em um dos trechos da captação da Polícia Federal captada pelo Blog do Dina.

Para se ter ideia do peso de Mossoró a soma dos contratos da Dismed com Serra do Mel, José da Penha, Apodi, Paraú e Pau dos Ferros é de R$ 9,2 milhões e enquanto Mossoró totalizou R$ 13,5 milhões, R$ 4,29 milhões a mais.

Trocando em miúdos, a Dismed na gestão de Allyson, pelo que dizem os diálogos era o “Banco Master” por onde passava o dinheiro que se distribuía em propinas como a citada no famoso “diálogo da matemática de Mossoró” e chegava nas mãos dos políticos.

Monthalgann funcionava como o “Daniel Vorcaro” potiguar.

 Blog do Barreto

A campanha de Allyson Bezerra manda release para falar mal de Álvaro Dias. Sinal de nervosismo!

 

Já vi muita coisa estranha em política. E olha que não é pouco. Mas uma campanha usar o próprio canal oficial de comunicação com a imprensa para falar mal de adversário é novidade até para os meus anos de cobertura política no RN. 

Foi isso que fez a campanha de Allyson Bezerra. Mandou release para jornalistas atacando Álvaro Dias. Não foi nas redes sociais, não foi em entrevista, não foi em debate. Foi pelo canal de comunicação oficial da campanha, o mesmo espaço reservado para anunciar agenda, proposta e posição política. 

E aí vem a pergunta que não quer calar: para que isso? 

Quem "lidera" pesquisas com folga não perde tempo atacando adversário. Quem está "confortável" na corrida não sai chutando para os lados. Quem tem candidatura sólida fala do projeto, não do concorrente.  

O movimento da campanha de Allyson diz mais sobre o estado interno dela do que qualquer pesquisa divulgada. Ou os números internos não são tão confortáveis quanto o discurso público sugere, ou alguém na coordenação perdeu a cabeça e confundiu release de imprensa com panfleto de briga de bar. 

De qualquer forma, é sinal de nervosismo. E nervosismo em campanha tem cheiro. O eleitor percebe.

Blog do Gustavo Negreiros.

Oposição vê Lula protegendo o PCC de Trump

 

A oposição está mais convencida que nunca de que Lula age para proteger a organização criminosa PCC da classificação de “terrorista”, como deseja o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A prisão da influenciadora lulista Deolane Bezerra, ontem (21), acusada pelo Ministério Publico e a Polícia Civil de ser caixa do PCC e lavar dinheiro sujo, reforçou essa suspeita: “Esse desgoverno é omisso por conveniência”, acusa o deputado Messias Donato (União-ES).

Tudo suspeito

“A prisão escancarou o que muitos já sabiam: aliada direta do presidente, envolvida com lavagem de dinheiro do PCC”, destacou Messias.

Coladinhos

"Olha a proximidade do crime organizado com a República”, apontou estarrecido o deputado e ex-promotor de Justiça Alfredo Gaspar (PL-AL).

Coisa estranha

O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) também reagiu à prisão da amiga de Lula: “Deolane virou símbolo da normalização do absurdo”.

Crime toma conta

Para Evair de Melo (Rep-ES), a prisão “escancara a podridão que tomou conta do país”. “E Lula ainda se recusa a tratar facção como terrorismo”.

 Claudio Humberto

FIM DO “SIGILO DE 100 ANOS”: Câmara aprova projeto após gastos de R$ 2,35 bilhões com viagens no governo Lula

A oposição ao governo Lula (PT) conseguiu aprovar na Câmara dos Deputados um projeto de lei que limita o uso do chamado “sigilo de 100 anos” em informações públicas. O objetivo é impedir que dados sejam mantidos sob restrição com base em alegações de proteção de informações pessoais.

A iniciativa ganhou força após levantamentos do Portal da Transparência apontarem que a gestão Lula acumulou R$ 2,35 bilhões em despesas com viagens oficiais de servidores e autoridades. O texto agora segue para apreciação do Senado Federal.

Parlamentares da oposição afirmaram que as restrições da Lei de Acesso à Informação vinham sendo aplicadas de forma distorcida para ocultar agendas oficiais da primeira-dama Janja, listas de visitantes de prédios públicos e despesas administrativas com comitivas internacionais.

Os deputados defendem maior transparência sobre gastos e compromissos oficiais do governo federal.

 

Deputados estaduais do RN que não assinaram pedido para enquadrar facções como terroristas no RN

 

Apenas cinco deputados estaduais do RN decidiram não assinar o requerimento que pede o encaminhamento de uma solicitação ao governo federal para que facções criminosas sejam classificadas como organizações terroristas no Brasil. O documento foi apresentado na Assembleia Legislativa pelo deputado Coronel Azevedo (PL) e obteve o apoio de 18 parlamentares, segundo informações do portal da 96 FM.

Ficaram de fora da assinatura os deputados Divaneide Basílio (PT), Isolda Dantas (PT), Dr. Bernardo (PV), Eudiane Macedo (PV) e Francisco do PT, que atua como líder do Governo Fátima na Casa. Todos os cinco integram a base aliada da governadora e compõem a federação partidária de esquerda (PT, PV e PCdoB).

Nos bastidores políticos, o tema é tratado com reserva pelo Palácio do Planalto. O presidente Lula (PT) tem evitado estimular o debate sobre a classificação de facções como grupos terroristas, uma postura compartilhada por setores da esquerda que avaliam a proposta como desgastante no período pré-eleitoral.

Por outro lado, a iniciativa recebeu a assinatura de uma ampla maioria, incluindo Adjuto Dias (PL), Dr. Kerginaldo (PL), Cristiane Dantas (PSDB), Galeno Torquato (União), Vivaldo Costa (PV), Gustavo Carvalho (PL), Hermano Morais (MDB), Ivanilson Oliveira (PV), José Dias (PL), Kleber Rodrigues (PP), Luiz Eduardo (PL), Neilton Diógenes (PP), Nelter Queiroz (União), Taveira Júnior (PSDB), Terezinha Maia (PL), Tomba Farias (PL), Ubaldo Fernandes (PV) e o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB).

Métodos de Terror

No requerimento, Coronel Azevedo argumenta que as facções já atuam com táticas de terrorismo, promovendo intimidação coletiva, execuções e domínio territorial. O texto cita casos de violência extrema e  controle ilegal do fornecimento de internet por criminosos em bairros de Natal.

“Exemplos recentes mostram que as facções agem para intimidar, espalhar o terror e assassinar quando são contrariadas”, destaca o documento protocolado no legislativo potiguar.

Blog do BG

 

Quem não te conhece, que te compre

 

A coluna alertou que a policlínica médica de Mossoró não era um hospital. E não precisa ser especialista em gestão de saúde ou em administração hospitalar para cravar que o então prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) estava vendendo gato por lebre.

A policlínica não tem Unidade de Terapia Intensiva (UTI), não dispõe de leitos de retaguarda, não atende urgência e emergência, não funciona nos fins de semana e não faz parte da rede pública de saúde.

Logo, não é um hospital. Ponto.

Agora, por que Allyson usa a boa-fé das pessoas?

Simples: ele fez isso para criar um discurso de campanha ao Governo do RN e fazer frente a um dos adversários, o ex-prefeito Álvaro Dias (PL), que inaugurou o hospital municipal de Natal sem nunca ter funcionado.

Observe que em seguidas entrevistas, Allyson repete que construiu um hospital em Mossoró, enquanto Álvaro inaugurou um em Natal sem colocar em funcionamento.

Só que mentira tem pernas curtas.

Agora todo o estado está sabendo que Allyson falta com a verdade quando diz que inaugurou um hospital.

Esse comportamento do ex-prefeito de Mossoró não é de agora. Allyson entrou na vida pública com discurso fácil, que ele mesmo descontrói mais adiante dependendo de sua necessidade do momento.

Por exemplo: Allyson foi eleito atacando as oligarquias e agora é pré-candidato a governador no palanque de Alves, Maia e Faria.

Allyson disse que não entrou para a política para beneficiar seus familiares, mas a Prefeitura de Mossoró e cargos terceirizados estão cheio de seus parentes e de quebra ele lançou a esposa Cintia Pinheiro candidata à deputada estadual.

Portanto, o que Allyson diz não se sustenta.

No mais, ele seguirá por aí com pulinhos, murrinhos e o chapeuzinho de couro como se fosse um menino humilde.

É aquela velha sabedoria popular: quem não te conhece, que te compre.

Jornal de Fato/Coluna Cezar Santos.

 
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