O ano começou com intensidade no noticiário político com
os líderes do Rio Grande do Norte se reposicionando para as eleições de
outubro.
O ponto central é a decisão do
vice-governador Walter Alves (MDB) em não assumir o Governo quando a
governadora Fátima Bezerra (PT) renunciar ao cargo para disputar o Senado.
A decisão de Walter de focar
em uma vaga na Assembleia Legislativa, deu um xeque-mate na governadora.
Agora ela está entre entregar
a máquina estadual provavelmente a um nome da oposição que seria eleito de
forma indireta na Assembleia Legislativa ou abrir mão de disputar o cargo.
A peça do xadrez está na mão
de Fátima que prefere seguir em silêncio.
O silêncio está entregando uma
fatura amarga para a petista porque a oposição está controlando a narrativa sem
contraponto dos políticos da base governista.
Para piorar o cenário, os
movimentos políticos criam uma situação de isolamento do PT com Walter se
acertando com o líder nas pesquisas para o Governo, o prefeito de Mossoró
Allyson Bezerra (UB), e o presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel
Ferreira (PSDB) em processo de aproximação com o senador Rogério Marinho (PL),
que está em segundo lugar nas pesquisas.
A inércia de Fátima vai custar
caro.
Blog do Barreto.
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