Os
rumores sobre a resistência ao nome do deputado Hermano Morais como vice na
chapa de Allyson Bezerra têm origem clara: as bases do prefeito de Mossoró na
região Oeste do Estado. Entre lideranças e apoiadores locais, a indicação não
foi bem recebida e gerou reação imediata.
O
principal foco da insatisfação é a forma como o nome surgiu. As bases que dão
sustentação política a Allyson no Oeste afirmam que não houve qualquer consulta
ou debate prévio. A percepção é de que a decisão foi tomada de cima para baixo,
sem considerar quem atua diretamente no território.
Para
muitos aliados, a tentativa de impor um nome de fora, sem diálogo, cria ruídos
desnecessários em um projeto que até agora se apoiava fortemente no respaldo
regional. No Oeste, o sentimento predominante é de que a vaga de vice deveria,
ao menos, ser discutida com quem constrói a campanha no dia a dia.
Conclusão: nas primeiras articulações,
Allyson Bezerra já passa o recado de um estilo político centralizador, mão
de ferro e pouco afeito à escuta das próprias bases — postura que repete o
modelo que tem adotado como prefeito da capital do Oeste, Mossoró.
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