Não será fácil para a governadora Fátima Bezerra
conseguir emplacar alguém de sua confiança, do seu núcleo político, na
administração do Governo do RN a partir de abril. Sabe-se que ela vai renunciar
para tentar uma vaga ao Senado e sabe-se também que dependerá do seu sucesso
imediato na Governadoria o apoio ou o desastre que pode refletir em sua
candidatura.
Daí, surgem movimentos diante da sequência de
desistências da linha sucessória, restando a escolha de um representante com mandato-tampão
pela Assembleia Legislativa. Dos 24 votos na Casa, o nome a ser apresentado
pelo governismo precisaria de 13. Este nome é o do seu secretário Cadu Xavier
(PT), pré-candidato ao Governo.
Nas mãos de Cadu, o Governo não entraria em rota de colisão
com Fátima, desgaste certo caso caísse para algum opositor. Fátima não quer
pagar para ver. Interlocutores já revelaram à imprensa de que a governadora tem
se mobilizado integralmente para convencer a quantidade de parlamentares
necessários para que Cadu impeça um desastre. Desamar esta bomba não tem sido
fácil.
Agora RN
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