O dia 10 de janeiro amanheceu como mais um retrato do
desgoverno no Rio Grande do Norte. O 13º salário dos aposentados e pensionistas
simplesmente não foi pago. A promessa inicial era dezembro. Depois, empurraram
para 9 de janeiro. Agora, nem data existe mais. Só o silêncio.
Nenhuma explicação oficial. Nenhuma nota. Nenhum pedido
de desculpas. Nada. O governo Fátima Bezerra trata quem já trabalhou a vida
inteira como se não merecesse sequer respeito.
O roteiro é conhecido e repetido. Anuncia, adia,
descumpre e se esconde. A cada atraso, a confiança é destruída. A cada promessa
quebrada, cresce a revolta de quem depende desse dinheiro para sobreviver.
Enquanto o governo silencia, as contas não esperam.
Aluguel, remédios, água, luz e comida vencem no calendário real — aquele que o
governo insiste em ignorar. Os juros correm. O sofrimento aumenta. E a
humilhação se repete.
Enquanto isso, o desastre administrativo do Rio Grande do
Norte avança sem freio. Aposentados e pensionistas, mais uma vez, foram jogados
para escanteio, tratados como um peso descartável por um governo que virou as
costas para quem já deu sua contribuição ao Estado.
Prometer e não pagar não é falha administrativa. É
irresponsabilidade. É desrespeito. É cinismo. É vergonha. É gópi!
Outubro está chegando. Será a hora do povo dar a resposta que esse desgoverno merece. Resta saber se o eleitor terá memória, coragem e consciência para não repetir os mesmos erros.
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