O presidente Lula sempre
teve uma inclinação pelos criminosos.
O petista, que já foi condenado por corrupção passiva e lavagem de
dinheiro, nunca entendeu o criminoso como alguém que deliberadamente escolhe fazer
algo fora da lei, mas sempre como uma vítima da sociedade.
Na visão distorcida de Lula, em
vez de punição, o criminoso precisa de proteção do Estado.
E não
importa qual seja o crime em questão, Lula sempre vai defender o seu autor.
Foi assim com os sequestradores
do empresário Abilio Diniz, em 1989. Segundo o presidente, eles
seriam apenas “dez jovens que cometeram
um erro” e, portanto, mereciam sair da cadeia.
Foi assim com o assassino italiano Cesare
Battisti, que Lula já chegou a chamar de “escritor”.
Foi assim com os traficantes,
em declaração dada no ano passado.
“Toda vez que a gente fala de
combater as drogas, possivelmente fosse mais fácil a gente combater os nossos
viciados internamente, os usuários. Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários
também”, disse Lula.
A vítima da vez de Lula agora são os compradores de celulares roubados.
Em evento no Espírito Santo na quinta, 21, o presidente afirmou que chegou
a pensar em obrigar as pessoas que compraram celulares roubados a devolverem o
aparelho para a delegacia.
É algo que não tem o menor cabimento. Mesmo assim, Lula pensou que seria
capaz de convencer 2,5 milhões de pessoas a fazerem isso…
Crusoé.
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