As investigações
da Polícia Federal na Operação Mederi avançaram e identificaram a
mulher citada como “Fátima” na contabilidade clandestina apelidada pelos
investigadores de “matemática de Mossoró”.
De acordo com o
relatório, trata-se de Maria de Fátima Dantas dos Santos, beneficiada direta
por repasses de propina na ordem de 10%.
A apuração
apontou que a investigada é uma assessora de comunicação que foi nomeada
formalmente para atuar na administração pública por meio da Portaria nº
157/2024.
Inicialmente
alocada na pasta de Comunicação, ela foi posteriormente transferida para o
setor de Cerimonial do Palácio da Resistência.
O avanço célere
das descobertas documentais da Polícia Federal foi o fator determinante para
que o desembargador federal Rogério Fialho Moreira decidisse manter o processo
sob o foro do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).
O magistrado
rejeitou a recomendação do Ministério Público Federal para enviar o caso à
primeira instância.
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