No Carnaval do
Rio destaca este ano a face sombria da politicagem mais rastaquera. Escola de
samba irrelevante, regiamente paga com dinheiro público (R$ 10,3milhões),
degenerou uma celebração cultural em propaganda eleitoral, violando abertamente
a Lei e com isso expondo ao deboche à Justiça Eleitoral. E o Tribunal Superior
Eleitoral em particular, que, mais uma vez, inclina-se a fechar os olhos à
esquerda. Como a lembrar que, se a lei eleitoral é para todos, parece valer só
para alguns.
Carnavalizando o ódio
O carnaval dos
marqueteiros se dedicou a tripudiar sobre adversários e a bajular o governo,
ignorando os escândalos de corrupção da era Lula.
Covardia alegórica
O esculacho
lulista incluiu até os evangélicos, até porque sabia que, por convicção
religiosa e assepsia, eles não estariam lá para reagir.
Lado está definido
Ao ignorar
alertas de abuso de poder político e econômico, a Justiça Eleitoral pareceu
sugerir de que lado está, e estará em outubro.
Pague a conta, cidadão
Como alegoria
final do deboche, Lula fechou o desfile na avenida como se quisesse destacar:
isto aqui é mesmo promoção pessoal, mas e daí?
Claudio Humberto
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