Um dado chama atenção no atual cenário político do Rio Grande do Norte:
nenhuma das três chapas em articulação conseguiu, até o momento, apresentar um
segundo nome realmente competitivo para a disputa ao Senado.
Nem o grupo liderado por Cadu Xavier, nem o de
Álvaro Dias, tampouco o de Allyson Bezerra avançaram na consolidação de um
parceiro eleitoral com densidade política, voto próprio e capacidade de
sustentação na campanha. A dificuldade é comum a todos e escancara limitações
na articulação política para além dos nomes já conhecidos.
O resultado é um quadro de desequilíbrio e
concentração, em que a corrida ao Senado permanece restrita a poucas
lideranças, sem renovação ou ampliação real do jogo. Enquanto o segundo nome não
sai do campo das especulações, o tabuleiro segue travado: muita conversa de
bastidor e pouca definição concreta.
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