Uma “conta” política que vem sendo feita a boca miúda, de
Brasília ao Rio Grande do Norte, desenha um cenário que, para alguns
articuladores, parece simples — ao menos no papel.
Pelas especulações, o empresário Flávio Rocha surgiria como
candidato ao Senado ocupando a segunda vaga na chapa encabeçada por Álvaro Dias
ao Governo do Estado. Ao seu lado, já estaria o senador Styvson Valentim como o
outro nome na disputa.
Nesse desenho, o Coronel Hélio entraria como suplente de
Flávio Rocha, compondo a engrenagem política da chapa. A lógica, segundo
interlocutores, seria acomodar todos os atores relevantes dentro de um mesmo
projeto.
A “matemática” vai além do cenário estadual. Em caso de uma
eventual vitória nacional de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, Flávio
Rocha — empresário de projeção nacional — poderia ser alçado a uma função
ministerial. Com isso, abriria espaço para que o suplente assumisse o mandato
no Senado.
O resultado dessa equação, segundo os bastidores, seria a
formação de uma chapa considerada “forte”, capaz de alinhar interesses locais e
nacionais, garantindo espaço político para diferentes lideranças.
Tudo, no entanto, segue no campo das conjecturas. A política,
como se sabe, nem sempre respeita a lógica da matemática — mas, nos bastidores,
essa conta já está sendo feita.
Robison Pires
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