A rejeição ao
presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre eleitores evangélicos
se aproxima de 90%, segundo levantamento da AtlasIntel em parceria com a
Bloomberg. O cenário pode se agravar até outubro diante da mobilização
crescente desse segmento. As informações são do Conexão Política.
Desde a
divulgação dos dados, no mês passado, influenciadores, cantores gospel e
lideranças religiosas passaram a impulsionar campanhas nas redes sociais
ampliando críticas ao presidente. As publicações citam ações e posicionamentos
do campo político da esquerda que, segundo os autores, contrariam valores
defendidos por parte do público evangélico.
Os conteúdos
também mencionam iniciativas de boicote político com o objetivo de reduzir o
apoio eleitoral ao lulopetismo. Estimativas recentes apontam que os evangélicos
somam mais de 50 milhões de brasileiros, cerca de 30% da população.
Na eleição de
2022, já havia resistência significativa desse grupo ao atual presidente. Desde
o início do terceiro mandato, a relação entre o governo e setores evangélicos
tem apresentado desgaste, influenciada por declarações de aliados e medidas
interpretadas como divergentes de pautas religiosas.
Ao longo de
2023, os índices de desaprovação nesse segmento já vinham em alta, consolidando
um cenário considerado desafiador do ponto de vista eleitoral.
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