Raimundo Alves
afirma que a demora do PT em definir o vice de Cadu
Xavier é estratégica, defendendo que isso amplia o espaço de articulação
e evita conflitos comuns em chapas fechadas precocemente.
Nos bastidores, porém, o
cenário indica dificuldades. O partido tentou compor com Marianna Almeida, que acabou apoiando outro
grupo, e depois com Gustavo Soares, que
recusou o convite. Ainda tem a intenção de atrair um ex-prefeito com influência
regional, de fora do PT, mas até agora sem sucesso.
Assim, embora haja um componente estratégico no discurso,
existe um contraste com a realidade: a principal dificuldade é encontrar um
nome com densidade eleitoral. Diante disso, cresce a possibilidade de uma
solução “caseira”, com alguém já ligado à base aliada de Cadu Xavier.
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