A coisa anda muito ruim para o candidato a governador e
prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. O conjunto de argumentos, investigações e
desdobramentos recentes transformou o ambiente político em um verdadeiro
complicador para qualquer projeto estadual.
A Polícia Federal investiga um suposto esquema que teria
desviado recursos da saúde pública municipal por meio de contratos
fraudulentos. Segundo informações atribuídas à apuração, Allyson apareceria no
topo da estrutura investigada.
Em um dos áudios interceptados, um dos sócios da empresa
DisMed teria afirmado que 15% dos valores pagos pela Prefeitura seriam
destinados ao prefeito e outros 10% a uma pessoa identificada como “Fátima”. A
identidade dessa segunda pessoa, de acordo com a própria investigação, foi
descoberta, mas está sendo mantida sob sigilo para não comprometer o andamento
do processo.
O inquérito também cita o vice-prefeito Marcos Bezerra, além
de secretários municipais e pessoas próximas à gestão. Alguns investigados,
segundo informações públicas sobre o caso, já estariam sendo monitorados com
tornozeleira eletrônica.
O cenário é delicado. Em termos políticos, o desgaste é
evidente. Em termos jurídicos, o processo segue seu curso e cabe à defesa dos
citados apresentar suas versões e argumentos nos autos.
Allyson, por sua vez, permanece no cargo e mantém sua agenda
administrativa. Mas é inegável que, diante da gravidade das acusações, a
situação se tornou um ponto central no debate sobre seu futuro político.
Uma fonte entrou em contato com nossa redação e falou que
outras prefeituras estão sendo monitoradas pela polícia Federal e nas próximas
semanas uma bomba poderá explodir! ” Tudo irá depender das investigações do MP
que irá acionar a polícia civil e federal” disse
Gazeta Potiguar
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