Já está praticamente definido que o destino do Ezequiel Ferreira será a permanência no PSDB. O martelo vem sendo batido após conversa com o
presidente nacional do partido, Marconi Perillo. Ezequiel
deverá assumir o controle da sigla no RN, com total autonomia para conduzir as
nominatas de deputado federal e estadual.
Ezequiel ouviu de Perillo que o partido tem total interesse em sua
permanência, especialmente pelo potencial eleitoral que ele agrega. A avaliação
interna é de que o PSDB, sob sua condução, pode eleger entre seis e sete
deputados estaduais, além de um deputado federal.
As dúvidas que existiam sobre a convivência entre Ezequiel e o senador Styvenson Valentim, surgidas ainda no momento da
chegada de Styvenson ao ninho tucano, parecem superadas.
O principal entrave naquele momento era a resistência do senador a
qualquer aproximação do PSDB com a governadora Fátima Bezerra. Esse obstáculo, hoje, deixou de
existir, já que os planos de Ezequiel não passam por uma aliança com o campo
governista.
Pelas tratativas em curso, Styvenson tende a permanecer no partido e a
aceitar que Ezequiel conduza as nominatas. Para o senador, o mais importante
neste momento é manter coerência com os compromissos assumidos em Brasília,
suas bandeiras e a palavra empenhada nessas articulações.
Ezequiel deve levar para o PSDB todos os integrantes das nominatas, garantindo
que, ao final do prazo de filiações, o grupo político que vem sendo estruturado
permaneça unido.
Neto Queiroz
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