Nenhuma novidade, ou surpresa, a forma grosseira, de
pulso fechado, como o ex-senador José Agripino Maia tratou a vereadora
licenciada e primeira-dama de Natal, Nina Souza, ao conspirar contra ela junto
à executiva nacional do União Brasil.
Faz parte do seu perfil a arrogância, perseguição e a traição
política. A história conta isso. Vamos resgatar três episódios de baixíssimo
nível que ilustram bem o comportamento do ex-senador:
1 – Em 2014, tramou nos bastidores para o seu partido, o DEM,
não permitir a então governadora Rosalba Ciarlini ser candidata à reeleição,
que era um direito natural. Ele traiu uma aliada de quatro décadas porque,
naquele momento, havia negociado a sigla para apoiar a candidatura de Henrique
Alves (MDB) a governador.
2 – Em 2022, Agripino negociou o DEM de Mossoró (hoje União
Brasil) com a ex-deputada Sandra Rosado, tirando o partido das mãos da
ex-prefeita Cláudia Regina, correligionária fiel que sustentou a bandeira do
agripinismo por décadas. Dois anos depois, com o mesmo modus operandi, Agripino tirou o partido de Sandra e
entregou ao prefeito Allyson Bezerra, em troca de negócios em Mossoró.
3 – Em 2024, na cidade de Pau dos Ferros, Agripino traiu o
seu correligionário fiel de décadas, ex-deputado Getúlio Rêgo, ao entregar a
sua estrutura no município alto-oestano para ajudar a prefeita Marianna Almeida
(PSD) derrotar o ex-prefeito Leonardo Rêgo, filho de Getúlio.
O que acontece agora é apenas um recorte da carreira de um
político nascido nos corredores do coronelismo e da ditadura militar.
Hoje, ele mima Allyson Bezerra.
Amanhã ninguém sabe.....
Coluna César Santos.
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