Olho D'água do Borges/RN -

Secretário Jucimar Nunes representa Olho D’água do Borges no 30º Encontro dos Profetas da Chuva, em Quixadá-CE

 

O secretário municipal de Recursos Hídricos e Meio Ambiente de Olho D’água do Borges, Jucimar Nunes, está representando o município neste sábado (10) no 30º Encontro dos Profetas da Chuva, realizado na cidade de Quixadá, no Ceará. O evento é um dos mais tradicionais do Nordeste e reúne saberes populares, cultura regional e debates sobre o futuro do semiárido.

A presença de Jucimar Nunes no encontro reforça o seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à convivência com o semiárido, à valorização do conhecimento popular e à gestão responsável dos recursos hídricos, temas centrais para os municípios da região.

A programação teve início na noite da sexta-feira (09), com o Festival Encanta Quixadá, que reuniu violeiros e repentistas do Sertão Central, celebrando a cultura e a identidade nordestina.

Neste sábado (10), a partir das 9h, o Encontro acontece no Instituto Federal do Ceará (IFCE) – Campus Quixadá, com a apresentação das previsões para a quadra chuvosa de 2026, além de homenagens, feira de artesanato e diversas manifestações culturais.

Um dos idealizadores do evento, Helder Cortez, destacou a importância do encontro para a preservação do conhecimento tradicional. “O Encontro dos Profetas da Chuva cumpre um papel fundamental ao valorizar a observação dos sinais da natureza como forma de previsão das chuvas no Nordeste. Temos a expectativa de realizar a maior edição da história e destacamos o apoio da Cagece, parceira desde o início no resgate dessa cultura”, afirmou.

O evento deve reunir cerca de 700 participantes, incluindo profetas e profetizas do Ceará e de outros estados, como Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, consolidando-se como um espaço de troca de saberes e valorização da cultura popular nordestina.

 

Desgoverno e calote: O 13º dos aposentados e pensionistas virou promessa vazia no RN

 

O dia 10 de janeiro amanheceu como mais um retrato do desgoverno no Rio Grande do Norte. O 13º salário dos aposentados e pensionistas simplesmente não foi pago. A promessa inicial era dezembro. Depois, empurraram para 9 de janeiro. Agora, nem data existe mais. Só o silêncio.

Nenhuma explicação oficial. Nenhuma nota. Nenhum pedido de desculpas. Nada. O governo Fátima Bezerra trata quem já trabalhou a vida inteira como se não merecesse sequer respeito.

O roteiro é conhecido e repetido. Anuncia, adia, descumpre e se esconde. A cada atraso, a confiança é destruída. A cada promessa quebrada, cresce a revolta de quem depende desse dinheiro para sobreviver.

Enquanto o governo silencia, as contas não esperam. Aluguel, remédios, água, luz e comida vencem no calendário real — aquele que o governo insiste em ignorar. Os juros correm. O sofrimento aumenta. E a humilhação se repete.

Enquanto isso, o desastre administrativo do Rio Grande do Norte avança sem freio. Aposentados e pensionistas, mais uma vez, foram jogados para escanteio, tratados como um peso descartável por um governo que virou as costas para quem já deu sua contribuição ao Estado.

Prometer e não pagar não é falha administrativa. É irresponsabilidade. É desrespeito. É cinismo. É vergonha. É gópi!

Outubro está chegando. Será a hora do povo dar a resposta que esse desgoverno merece. Resta saber se o eleitor terá memória, coragem e consciência para não repetir os mesmos erros.

INÉDITO! Ninguém quer ser governador do Rio Grande do Norte

 

A gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi tão devastadora que ninguém demonstra disposição para assumir o comando do Rio Grande do Norte. O cenário envolve a possível renúncia da governadora, que articula uma candidatura ao Senado em 2026, em busca de oito anos de imunidade parlamentar.

Com a saída de Fátima, o cargo deveria ser assumido pelo vice-governador Walter Alves (MDB) — eleito pelos potiguares exatamente para essa eventualidade. No entanto, ele reluta em sentar na cadeira do Palácio dos Despachos. O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), igualmente também já declinou da possibilidade.

Para quem não se recorda, Fátima Bezerra ganhou projeção nacional durante o impeachment de Dilma Rousseff, quando, da tribuna do Senado, protagonizou o episódio do “É gópi, é gópi”, numa performance que virou símbolo de despreparo e caricatura política. À época, ela representava o Rio Grande do Norte no Senado.

Ainda assim, só o eleitor potiguar acreditou que alguém que travava uma batalha pública com a língua portuguesa teria condições de gerir um estado já mergulhado em graves problemas estruturais.

A “bomba” — digo, o governo — pode acabar caindo temporariamente no colo do desembargador Ibanez Monteiro, presidente do Tribunal de Justiça do RN, que assumiria interinamente e convocaria uma eleição indireta, possivelmente em maio, para escolha de um governador tampão até o fim de 2026. Nesse cenário, apenas os deputados estaduais votariam.

Ninguém quer assumir esse governo porque sabe que herdará um verdadeiro suicídio político. As contas do Estado estão em frangalhos: salários de servidores à beira do atraso, 13º pago fora do prazo, empréstimos consignados retidos de forma ilegal e um rombo que já ultrapassa os R$ 10 bilhões.

O turismo, principal motor da economia potiguar, sofre com o avanço do crime organizado. A educação amarga os piores índices do Nordeste. A saúde está sucateada. As estradas, esburacadas. Fornecedores, sem receber.

Isso não pode ser chamado de gestão pública. É um desmantelo completo. Ou, como diria a própria Fátima Bezerra quando era senadora: o que fizeram com o pobre Rio Grande do Norte — “É gópi! É gópi!”.

Walter Alves vai renunciar à vice-governadoria no RN

 

Walter Alves (MDB) irá renunciar ao cargo de vice-governador do Rio Grande do Norte, cumprindo a desincompatibilização para disputar uma das 24 cadeiras de deputado estadual.

O anúncio oficial será feito na próxima semana, segundo apuração da TRIBUNA DO NORTE.

O vice-governador não vai assumir o cargo de governador do Rio Grande do Norte em caso de vacância do cargo, pela desincompatibilização da governadora Fátima Bezerra (PT), para possível disputa de uma vaga ao Senado da República, nas próximas eleições gerais.

Neste caso haverá uma eleição indireta na Assembleia Legislativa para a escolha do gestor do Poder Executivo.

Walter Alves irá acelerar o trabalho de fortalecimento de nominatas do MDB, para estadual e federal.

Essas decisões, no entanto, não impedem a possibilidade, em um segundo momento, do MDB permanecer indicando um candidato a vice-governador ou a senador na chapa majoritária governista que no momento tem como pré-candidato ao governo, Carlos Eduardo Xavier, Secretário Estadual da Fazenda do RN. Mas isto fica para se conversar em outro momento.

O MDB trabalha nos bastidores para consolidar uma das nominatas mais fortes da disputa proporcional nas Eleições de 2026. O partido vem avançando na filiação de deputados estaduais com mandato e na articulação de novos nomes que ampliam a competitividade da legenda na corrida por vagas na ALRN.

Fontes seguras confirmam que o MDB conta com parlamentares de peso: os deputados estaduais Nelter Queiroz, Hermano Morais, Neilton Diógenes, Galeno Torquato e Ezequiel Ferreira de Souza, presidente da Assembleia Legislativa.

Além dos deputados em exercício, outras lideranças também devem integrar a nominata. Entre os nomes cotados estão o ex-prefeito de Assu, Dr. Gustavo Soares, e Kaline de Dr. Bernardo, que vêm sendo apontados como reforços importantes na formação da chapa proporcional do MDB.

A movimentação ganhou ainda mais força após encontro ocorrido quarta-feira (7) entre Walter Alves e o presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi. Na ocasião, Walter recebeu garantias da direção nacional de total apoio e sustentação política à nominata que disputará as Eleições de 2026.

Tribuna do Norte

 

Janeiro começa quente no tabuleiro político estadual

 

O ano mal começou e a política estadual já dá sinais de que 2026 será marcado por disputas intensas e movimentos antecipados.

Em Mossoró, Allysson Bezerra promove ajustes no secretariado, gesto típico de quem prepara o terreno para uma saída estratégica do comando da prefeitura.

Walter Alves, reconduzido à presidência do MDB, segue no centro das especulações: assumir o governo ou disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Rogério Marinho, dividido entre a coordenação da campanha nacional da direita e a disputa pelo Governo do Estado, intensifica as articulações nos bastidores e já sinaliza que oficializará sua pré-candidatura no dia 22 de abril.

Já a governadora Fátima Bezerra tenta administrar o desgaste de sua gestão e busca um caminho para se manter competitiva, caso decida renunciar ao cargo.

Enquanto isso, partidos aceleram a montagem das nominatas para a disputa por vagas na Câmara Federal, Assembleia Legislativa e Senado.

Janeiro ainda está no início, mas o clima de campanha já tomou conta do cenário político estadual.

Estado O Papa Vivaldo Costa está fora de qualquer plano para governo-tampão no RN

 

Aos 86 anos, deputado não assumiria um governo falido e o PT não entregaria o comando do Estado

De uma fonte considerada muito segura: não existe a menor possibilidade de o nome do deputado estadual Vivaldo Costa ser cogitado em uma eventual eleição indireta para ser eleito o governador tampão do Rio Grande do Norte.

Com 86 anos de idade e uma longa trajetória na vida pública, Vivaldo não se submeteria ao maior sacrifício político de sua carreira: assumir um governo falido, sem margem de manobra administrativa, sem tempo para realizar qualquer ação relevante e com alto risco de sair desgastado e responsabilizado por problemas que não criou.

A avaliação é simples e lógica. Vivaldo prefere — e faz todo sentido — permanecer na sua cadeira de deputado estadual, encerrando a vida pública de forma tranquila, respeitada e com um final digno. Assumir o governo neste cenário significaria correr o risco de sair marcado pelo refrão cruel que ninguém quer carregar: “olhai o velhinho que não paga aos funcionários públicos”.

Ele não deixaria a vida pública com essa mancha.

Além disso, há um fator decisivo: o PT não entregaria o comando do governo a Vivaldo Costa de jeito nenhum. O partido quer controle absoluto do processo, da narrativa e das decisões até o último dia. Um nome fora do script petista simplesmente não entra na conta.

Portanto, qualquer especulação envolvendo Vivaldo Costa nesse cenário não passa de conversa vazia. Ele está fora do jogo — por escolha própria, por lógica política e por veto claro do grupo que hoje manda no Governo do Estado.

 Robinson Pires

Oposição busca derrubar veto de Fátima à lei dos repasses aos municípios

A governadora Fátima Bezerra (PT) vetou integralmente o Projeto de Lei nº 632/2025, que estabelecia critérios e prazos para o repasse aos municípios das parcelas do ICMS, IPVA e Fundeb. O veto provocou reação imediata do autor da proposta, deputado Gustavo Carvalho (PL) e do líder da oposição, deputado Tomba Farias (PL), que classificaram a medida como “desrespeito aos municípios e à Assembleia Legislativa” e indicaram haver articulação para derrubar o veto na Assembleia Legislativa. A Femurn e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) também rechaçaram a medida governamental.

A proposta, aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa em dezembro passado, previa regras mais rígidas para assegurar previsibilidade e regularidade nos repasses constitucionais aos municípios. Segundo o governo, no entanto, a iniciativa ampliaria “significativamente o risco fiscal do Estado” ao criar créditos automáticos e engessar a administração financeira.

Autor do projeto, Gustavo Carvalho se disse surpreso e indignado. “Isso é uma demonstração de que a governadora não respeita os municípios do Rio Grande do Norte nem a Assembleia Legislativa, que aprovou o projeto por unanimidade”, relembrou. Para o parlamentar, o veto sinaliza um “fim de governo triste e caótico”, em referência ao último ano de dois mandatos consecutivos de Fátima à frente da gestão estadual.

Líder da oposição, Tomba Farias também criticou a decisão e ressaltou que a própria base governista havia votado a favor da proposta. “Inclusive, a base dela votou favorável ao projeto. Era importante garantir o repasse direto porque estava havendo atraso. Vetar foi uma decisão infeliz”, afirmou. O deputado disse acreditar na derrubada do impedimento publicado pela governadora. “Nós vamos nos juntar para derrubar o veto. Acredito que conseguimos isso com muita tranqüilidade, porque não vejo deputado que queira votar contra os municípios”, declarou. O líder do Governo na Casa, deputado Francisco do PT, foi procurado, mas não respondeu até o fechamento desta matéria.

Na mesma linha dos deputados oposicionistas, o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Babá Pereira, destacou que o projeto foi construído com participação direta da entidade e tinha como objetivo coibir atrasos recorrentes. “O jurídico da Femurn participou da elaboração do projeto. Fomos pegos de surpresa com esse veto”, afirmou.

Segundo ele, os recursos atingidos são dos municípios. “O que está ocorrendo é atraso nos repasses do ICMS, do IPVA e também do Fundeb, que deveria ser transferido semanalmente. Estamos há semanas sem receber essa parcela”, disse.

Babá ressaltou que os atrasos têm impacto direto nos serviços públicos. “Isso afeta pagamento de contratos, fornecedores, merenda escolar, transporte escolar e até a folha da educação. Alguns municípios tiveram que usar recursos de outras fontes para cobrir despesas”, afirmou. Ele também demonstrou confiança na reversão da decisão. “Vamos trabalhar para derrubar o veto. Todos os deputados votaram a favor do projeto, não há razão para manter o veto.”

Tribuna do Norte. Veja mais aqui.

 

Fátima ignora deputados e penaliza municípios ao vetar repasses automáticos de ICMS, IPVA e Fundeb

 

No fim de seu governo, a governadora Fátima Bezerra decidiu enfrentar a Assembleia Legislativa e virar as costas para os prefeitos potiguares ao vetar integralmente o Projeto de Lei nº 632/2025, aprovado por unanimidade pelos deputados.

A proposta estabelecia critérios e prazos para o repasse automático de ICMS, IPVA e recursos do Fundeb às prefeituras, com o objetivo de corrigir atrasos e garantir previsibilidade financeira aos municípios, sem gerar novos custos ao Estado.

Mesmo assim, o Governo optou pelo veto total, amparado no argumento de invasão de competência do Executivo. Na prática, a decisão mantém os prefeitos reféns do Palácio, sem segurança sobre quando os recursos que lhes pertencem serão repassados.

O gesto ignora a unanimidade do Parlamento e reforça o distanciamento entre o Governo e os municípios. Agora, cabe à Assembleia decidir se derruba o veto e reafirma sua independência ou se aceita uma medida que penaliza prefeitos e a população, especialmente nos municípios menores.

Para os prefeitos aliados da governadora, fica a lição: fidelidade política não garante compromisso administrativo.

Janeiro de 2026 terá chuvas irregulares e calor acima da média no RN, aponta Inmet

 

O mês de janeiro de 2026 começa sob um cenário climático desafiador para o Rio Grande do Norte e grande parte do Nordeste. A previsão divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica irregularidade na distribuição das chuvas e temperaturas acima da média histórica, combinação que exige atenção tanto da população quanto do setor produtivo, especialmente da agricultura.

De acordo com o Inmet, áreas do centro-sul do Nordeste devem registrar chuvas abaixo da média, enquanto volumes acima do normal tendem a ocorrer apenas de forma pontual e isolada. No RN, a expectativa é de que as precipitações sejam mal distribuídas, com períodos secos intercalados por chuvas rápidas, padrão que dificulta o armazenamento de água no solo.

A previsão aponta chuva abaixo da média histórica em praticamente toda a Bahia, no centro-sul do Piauí, na região central do Maranhão e no oeste de Pernambuco. Por outro lado, áreas isoladas da Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão e também do Rio Grande do Norte podem registrar volumes acima da média, sobretudo próximas ao litoral.

Mesmo nessas áreas mais favorecidas, o Inmet destaca que as chuvas não devem ocorrer de forma contínua, o que limita os benefícios para reservatórios e para a agricultura dependente exclusivamente das precipitações naturais.

Além da irregularidade das chuvas, o calor será um fator dominante. A previsão indica temperaturas acima da média em todos os estados do Nordeste, com destaque para Bahia, Piauí e sul do Maranhão, onde o aumento pode superar 1 °C em relação à climatologia de janeiro.

No Rio Grande do Norte, o cenário é de calor persistente, com médias elevadas ao longo do mês, o que intensifica a evaporação da água do solo e aumenta a sensação térmica, especialmente no interior do estado.

Impactos na agricultura potiguar

Para o setor agrícola do RN, o cenário exige cautela. A irregularidade das chuvas pode comprometer o plantio e o desenvolvimento de culturas de sequeiro, como milho e feijão, principalmente nas fases mais sensíveis do ciclo produtivo.  

Allyson Bezerra perde apoios no segmento evangélico diz jornalista mossoroense

O jornalista mossoroense Marcel de Lima, publicou no seu blog, que o atual prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), e pré-candidato a governador do Estado, vem perdendo apoios dentro do segmento evangélico devido a sua simpatia e alianças com políticos de esquerda no RN. 

“O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) tem um sério problema pra resolver o quanto antes. À medida que amplia espaços, buscando adesões e alianças, Allyson vem perdendo apoios importantes em um segmento que foi substancialmente importante desde a sua primeira eleição em 2018, o evangélico. É perceptível o descontentamento desse público, inclusive com a “debandada” de líderes e até profissionais de imprensa segmentados. Allyson precisa contornar a situação se desejar continuar sonhando”. Frisou o jornalista mossoroense.

Em entrevista ao jornal Diário do RN, o deputado Coronel Azevedo (PL), acerca de Allyson declarou: “Allyson é pré-candidato da ala de esquerda do RN”.

Para o deputado, o prefeito representa um segmento da esquerda ao apoiar a senadora Zenaide Maia (PSD), vice-líder do governo Lula no Senado.

Zenaide foi a única da bancada do RN, a votar contra o projeto que reduz penas de Bolsonaro e dos condenados do dia 8 de janeiro.

A última da senadora Zenaide apoiada pelo prefeito de Mossoró, foi sair em defesa do ditador venezuelano Nicolás Maduro, na ação realiza pelo presidente dos E.U.A.

Em contato com Blog, um Pastor da Assembleia de Deus do RN, acerca de Allyson ele afirmou: “Ninguém pode servir a dois senhores” é uma citação bíblica (Mateus 6:24;), “O prefeito de Mossoró tem que decidir de que lado ele está, senão terá grande dificuldade de entrar dentro do eleitorado evangélico” afirmou

 

Líder do PL na Câmara diz que veto de Lula à Dosimetria será derrubado

 

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que o veto do presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da Dosimetria  será derrubado pelo Congresso Nacional. Veja aqui.

"O veto, da redução de penas, do presidente Descondenado Lula é a prova do ÓDIO que ele e toda esquerda tem dos patriotas, da direita e dos conservadores. Até ele sabe que o veto será derrubado na primeira sessão do Congresso", disse Sóstenes no X (antigo Twitter).

Lula vetou integralmente o projeto que reduz as penas de condenados pelo 8 de Janeiro e pela trama golpista em evento no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (8) — quando se completam três anos dos ataques às sedes dos Poderes.

Junto a membros da família Bolsonaro e outros integrantes da oposição, Sóstenes foi um dos principais articuladores do projeto na Câmara.

Os deputados aprovaram o texto em 10 de dezembro  do ano passado.(Veja aqui) Uma semana depois, foi a vez do senado dar seu aval. Veja aqui.

Inicialmente, a ideia do projeto era anistiar os condenados por atos antidemocráticos. A proposta enfrentou forte resistência no Congresso. Após meses de imbróglio, o relator do texto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), apresentou um parecer propondo somente a redução das penas para votação.

A proposta trata da redução do cálculo das penas e, para isso, o texto lista condições e fixa porcentagens mínimas para o cumprimento da pena e progressão de regime. Também determina que a remição da pena pode ser compatível com a prisão domiciliar.

O projeto altera a Lei de Execução Penal, estabelecendo novas condições e percentuais mínimos para progressão de regime. Pela regra em vigor, a transferência para um regime menos rigoroso ocorre após o cumprimento de 16% da pena, desde que o crime não tenha sido cometido com violência ou grave ameaça.

CNN

BC impõe sigilo a dados sobre reuniões de Moraes com Galípolo sobre Banco Master

 

Na República dos Segredos de suas excelências as autoridades, o Banco Central decidiu colocar sob sigilo os registros de comunicações e reuniões entre dirigentes da instituição e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em mais um gesto de blindagem do ministro, no caso relativo ao processo de liquidação do Banco Master.

O acesso a esses registros foi solicitado pela jornalista Andreza Matais por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), mas, como tem sido comum no atual governo, isso foi negado sob a surrada alegação de sempre: “proteção de dados patrimoniais, bancários e informações pessoais”. A decisão inclui o sigilo até mesmo de dados básicos, como datas, trocas de mensagens e registros de reuniões.

A coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, revelou dias atrás que o governo Lula (PT) já impôs sigilo ao menos a 3,2 mil documentos e dados solicitados com base na LAI, expondo a mentira que o petista difundiu na campanha eleitoral de 2022, quando prometeu não apenas vedar sigilos dessa natureza e também promover um “revogaço”  dos decretos de sigilo do antecessor, Jair Bolsonaro (PL). Os sigilos ocorreram aos milhares e não houve o prometido “revogaço”. Ambos entraram na conta de mentiras eleitorais.

A blindagem de Moraes ocorre após a revelação de que o ministro do STF se reuniu com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, para tratar de interesses relativos ao Banco Master, que contratou os serviços do escritório de advocacia de sua esposa por impressionantes R$129 milhões, em parcelas mensais de R$3,6 milhões.

Diário do Poder

 

Governadora veta lei que garantia repasses automáticos de ICMS, IPVA e Fundeb aos municípios do RN

 

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, vetou integralmente o Projeto de Lei nº 632/2025, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa, que estabelecia novos critérios e prazos para o repasse automático de ICMS, IPVA e recursos do Fundeb às prefeituras potiguares. A proposta buscava corrigir atrasos históricos e garantir maior previsibilidade financeira aos municípios, sem gerar custos adicionais ao Estado.

De autoria do deputado Gustavo Carvalho (PL), o texto previa, entre outros pontos, repasses diários do IPVA e transferências semanais do ICMS, além de detalhar critérios para a distribuição do Fundeb e ampliar a transparência dos dados arrecadatórios. Durante a votação, parlamentares classificaram a iniciativa como um avanço histórico para o municipalismo no Rio Grande do Norte.

O veto do Executivo, no entanto, teve como base um entendimento jurídico. O governo argumenta que o projeto invade competência exclusiva do Poder Executivo ao estabelecer regras sobre a execução financeira e administrativa do Estado, configurando vício de iniciativa e violando o princípio da separação dos poderes.

Com a decisão, o texto retorna à Assembleia Legislativa, que poderá manter ou derrubar o veto da governadora. Caso o veto seja rejeitado, a lei poderá ser promulgada pelo Legislativo, o que tende a abrir espaço para judicialização. A expectativa agora é de novo embate entre Executivo e deputados em torno da pauta municipalista.

Blog do BG

 

Contradição exposta: Governadora começa 2026 com 2,5 mil servidores a mais, mesmo sem dinheiro para pagar o 13º.

 

O Governo do Rio Grande do Norte iniciou 2026 protagonizando mais um capítulo da sua já conhecida incoerência fiscal. Mesmo alegando falta de recursos para cumprir uma obrigação constitucional básica — o pagamento do 13º salário de 2025 — a gestão estadual anunciou a nomeação de cerca de 2,5 mil novos servidores públicos, ampliando ainda mais a folha de pessoal.

O contraste é gritante. Enquanto servidores aguardam um direito líquido e certo, o Executivo acelera contratações como se o caixa estadual estivesse em plena normalidade. Segundo o próprio governo, aproximadamente 1,6 mil novos servidores serão destinados à educação e outros 800 à saúde, estes últimos anunciados ainda em dezembro.

No caso da saúde, o impasse foi parar no Judiciário. Diante do atraso no pagamento do 13º, o Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde) ingressou com ação judicial no fim de 2025. Embora tenha obtido vitória em primeira instância, a entidade viu o governo reverter a decisão no segundo grau, empurrando o problema para frente. O resultado prático é simples: o servidor continua sem receber.

Não se discute a relevância de saúde e educação. O que está em debate é a lógica administrativa de um governo que diz não ter dinheiro para honrar compromissos com quem já trabalha, mas encontra margem orçamentária para criar novas despesas. A conta, inevitavelmente, não fecha.

A decisão escancara uma gestão marcada por improviso, prioridades distorcidas e um discurso de crise que só aparece quando convém. Ao ampliar o quadro funcional sem resolver pendências básicas, o governo transfere o ônus da sua má gestão para os servidores e para a sociedade, aprofundando a desconfiança sobre sua capacidade de conduzir o Estado com responsabilidade e coerência.

 
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