Olho D'água do Borges/RN -

Deputados do Centrão já cogitam impeachment

 

Um deputado filiado a um partido do Centrão disse ao Congresso em Foco que a palavra impeachment ganhou força nos últimos dias nos grupos de troca de mensagem de parlamentares. "Antes era uma abstração. Agora entrou no plano concreto das cogitações. Estou em grupos de colegas de todos os espectros ideológicos. Comenta-se impeachment agora sem constrangimento", conta.

Segundo esse parlamentar, que pediu para não ter a identidade revelada, até mesmo deputados do Centrão, bloco informal de partidos que apoia o presidente Jair Bolsonaro, passaram a levantar essa hipótese na última semana. A inação do governo federal na crise em Manaus que resultou em mortes de pacientes de Covid-19 por falta de oxigênio e o atraso na importação de insumos da China insumos para a produção das vacinas são, segundo ele, os principais combustíveis da insatisfação dos deputados.

"Não há, ainda, aquela vibração que havia no impeachment da Dilma. Mas isso pode mudar dependendo da pressão da opinião pública", observa. O deputado diz que também percebe agitação maior em suas redes sociais, com cobrança de seguidores. "Quando eu comentava algo do governo a repercussão era X. Agora é dez vezes maior. E questionam se vou ficar nas críticas apenas no Twitter", relata.

Uma série de manifestações está prevista para este fim de semana pedindo o impeachment do presidente. Partidos de esquerda e movimentos que foram às ruas pedir o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, como o MBL e o Vem Pra Rua estão entre os principais organizadores dos atos. Desde o início do mandato de Bolsonaro, foram apresentados 62 pedidos de impeachment contra ele. Os requerimentos estão na gaveta do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Fonte: Congresso em Foco

Fórum Estadual dos Servidores exige data de reunião com Fátima

 

O Fórum Estadual dos Servidores protocolou um ofício junto ao governo do Estado para cobrar a data da audiência prometida pela governadora para tratar do calendário de pagamento das folhas salariais em atrasado, conforme Fátima Bezerra anunciou na última reunião que teve com os representantes sindicais, de maneira remota, no dia 13 deste mês. Desta forma, o Fórum aguarda o convite para se reunir com a governadora, Gabinete Civil e secretários da área econômica do governo para debater a continuidade do pagamento dos salários atrasados dos servidores públicos do Estado do Rio Grande do Norte.

Diante da proximidade do fim do prazo prometido pela governadora, e a urgência para resolução das folhas em atraso pelo Estado, o Fórum Estadual dos Servidores irá exigir a audiência pessoalmente no Gabinete Civil, no próximo dia 26 de janeiro, caso o retorno com a data da reunião não aconteça até a segunda-feira, dia 25. 

Demora em cessão de secretários gera crise entre prefeito e reitora da UFERSA

 

O prefeito Allyson Bezerra (SD) vive uma crise no seu berço político: a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). As relações entre ele e a reitora Ludimilla Oliveira estão esgarçadas.

Ela não perdoa o vídeo gravado durante a pré-campanha em que Allyson defendeu que fosse nomeado o candidato mais votado da lista tríplice para reitor da UFERSA.

Allyson só fez isso após repercussão negativa de entrevista ao Foro de Moscow em que ele se esquivou sobre o tema.

O prefeito tem tido dificuldades para receber a cessão de seis servidores da UFERSA convidados para compor sua equipe entre eles Almir Mariano que vinha exercendo o cargo de secretário de desenvolvimento social informalmente.

Hoje ele se desligou da gestão municipal.

Outro nome dos quadros da UFERSA que ainda não foi cedido é Felipe Rodrigues da Silva, técnico administrativo de extrema confiança do prefeito além de Luana Lima, única mulher da equipe de transição e a única que não foi anunciada secretária. O primeiro deve assumir a pasta da administração.

A reitora tem jogado duro na cessão dos servidores.

 Fonte: Blog do Barreto

MPRN vai apurar casos de “fura fila” na vacinação contra o Covid-19

 

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) irá apurar todos os casos de fura fila na campanha de vacinação contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a primeira fase da vacinação no Estado contempla apenas profissionais de saúde que estejam na linha de frente de combate ao Coronavírus e ainda idosos residentes em instituições de longa permanência. Alguns planos municipais autorizam a vacinação de outros grupos de pessoas, o que será observado de forma individualizada pelo MPRN.

Os casos de pessoas que receberam a vacinação mesmo sem se enquadrarem serão analisados individualmente para se investigar se houve o cometimento de crime ou ato de improbidade.

O MPRN disponibiliza o Disque Denúncia 127 para o recebimento de denúncias de crimes em geral. O cidadão pode ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para disque.denuncia@mprn.mp.br. Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas. 

Governo Fátima deixa de entregar 2 mil doses de vacina contra covid a municípios

 

Os municípios do Rio Grande do Norte receberam cerca de 2 mil doses a menos do que deveriam no primeiro lote de vacinas contra a covid-19.

De acordo com nota técnica divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), aproximadamente 4 mil doses recebidas pelo RN por meio do Ministério da Saúde poderiam deixar de ser utilizadas pelo que chamou, inicialmente, de “perda operacional”.

Em um processo de vacinação, a perda na operação está relacionada ao risco de ocorrências que podem ocasionar falhas ou inadequação da vacina.

De acordo com a 98 FM, a Sesap informou que, na realidade, não houve a distribuição total das doses, e que a Secretaria decidiu fazer uma “reserva operacional” das doses; ou seja, das 41.220 doses que deveriam ter sido encaminhadas aos municípios do RN para a primeira aplicação, somente 39.251 foram enviadas.

Em nota, a secretaria explicou que essa quantidade reservada, que chega a 5% do total de doses, é estabelecida em normas técnicas do Governo Federal. Ainda segundo a Sesap, se a perda prevista não ocorrer, as doses reservadas serão encaminhadas aos municípios posteriormente.

Confira a nota na íntegra:

NOTA
Natal (RN), 19 de janeiro de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde Pública esclarece que esse valor de perda operacional é estabelecido em norma técnica tanto federal, conforme pode ser consultado no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, como estadual, e que no próprio transporte realizado pelo Ministério da Saúde pode ocorrer.
A Sesap destaca que mesmo sendo considerada, essa perda pode não acontecer, o que permitirá ampliar a distribuição das doses e mais pessoas que estão previstas como prioridade nessa primeira etapa da fase 1 podem ser vacinadas.
É importante também esclarecer que uma perda operacional pode se dar pela quebra de algum frasco do imunobiológico em caso de transporte inadequado, por acidente em alguma sala de vacina resultando em quebra de frasco, ou em decorrência de oscilação da temperatura de armazenamento, inviabilizando o uso das doses.
Este percentual em estoque, indicado pelo Programa Nacional de Imunização, torna-se imprescindível para que se possa repor as doses que por ventura possam ser “perdidas”, visando garantir a vacinação do público estimado nesta etapa. Cabe lembrar ainda que o sistema RN+ Vacina prevê o monitoramento e auditoria da perda técnica de imunobiológicos para a Covid-19.

Fonte: 98 FM Natal/Portal Grande Ponto

Se faltar vacina no Brasil, conta será debitada de Bolsonaro, avaliam aliados do presidente

 

A equipe do presidente Jair Bolsonaro diz que acendeu o sinal de alerta dentro do Palácio do Planalto no que pode se transformar a nova crise relacionada ao coronavírus no país, depois da tragédia em Manaus. Pode faltar vacina no Brasil para dar continuidade ao Programa Nacional de Imunização.

Nesse caso, interlocutores e assessores do presidente avaliam que a responsabilidade pela falta de vacina no país pode acabar sendo debitada na conta de Bolsonaro.

Afinal, conflitos criados pelo atual governo com a china podem acabar atrasando ainda mais a exportação de princípios ativos daquele país para o Brasil, impedindo que Butantan e Fiocruz produzam vacinas aqui em fevereiro.

A Fiocruz, inclusive, já divulgou que seu planejamento mudou e não terá mais condições de produzir vacinas em fevereiro, como previsto inicialmente, por causa do atraso na importação dos princípios ativos para fabricação do imunizante nos seus laboratórios.

Os produtos estão parados na China desde dezembro e a avaliação é que questões diplomáticas, mais do que burocráticas, estão travando a vinda dos insumos.

No caso do Butantan, o instituto tem uma expectativa de que os insumos sejam liberados já na semana que vem com base nas negociações feitas pelo governo de São Paulo com a China. Neste caso, a produção poderia ter continuidade no mês que vem. A avaliação no governo paulista é que o Butantan tem a vantagem de ser ligado a São Paulo, que tem uma boa relação com os chineses, ao contrário do que acontece com o governo brasileiro.

Ou seja, destacam interlocutores de Bolsonaro: além de perder a foto da primeira vacinação para o governador João Doria, agora o presidente da República pode ficar na dependência exatamente da CoronaVac, que ele tanto criticou, para que a vacinação no Brasil não seja interrompida e pelo menos continue de forma gradual.

"Toda a política diplomática atrelada a Donald Trump, com ataques constantes à China, está cobrando seu preço agora. Se faltar vacina no Brasil por causa disso, levantamentos já mostram que a população vai responsabilizar o presidente da República por isso", disse ao blog um interlocutor de Bolsonaro.

O Palácio do Planalto definiu como prioridade tentar destravar a vinda dos princípios ativos para a Fiocruz e Butantan, que estão parados na China, e busca contornar as tensões diplomáticas criadas pelo próprio governo brasileiro com o país asiático.

 Fonte: G1.

Brasil pode ter 2021 pior que 2020 mesmo com vacina, diz ex-presidente da Anvisa

 

Primeiro presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto não se dá por aliviado com o início do processo de vacinação, ocorrido no começo desta semana, após o aval do órgão regulador às vacinas  produzidas pelo Instituto Butantan  e pela Fiocruz. Para Gonzalo, o Brasil corre o risco de ter um 2021 ainda pior que 2020, quando mais de 200 mil brasileiros perderam a vida para a Covid-19, se não restringir o funcionamento das suas atividades e não levar adiante uma campanha publicitária eficaz para imunizar a população.

Em entrevista ao Congresso em Foco, o professor da Universidade de São Paulo (USP) defende que o país adote lockdown, permitindo o funcionamento apenas de serviços essenciais, reforce a vigilância sobre medidas sanitárias, como distanciamento social e uso de máscaras, e invista pesadamente na conscientização das pessoas sobre a necessidade, a segurança e a eficácia das vacinas. Segundo ele, os efeitos da vacinação só serão percebidos quando o país imunizar cerca de 160 milhões de pessoas, alcançando a chamada imunização de rebanho ou coletiva. Até lá, ressalta o médico, ninguém pode baixar a guarda. 

“Relaxou, vai ter aumento de casos. O aumento de casos de covid é diretamente ligado ao relaxamento social. Não tem mágica. Se governadores e prefeitos não fecharem mais as atividades que não sejam essenciais, vamos ter desastre sanitário de novo. Em Manaus, o governador disse que ia fechar isso e aquilo. Os comerciantes foram para a rua e fizeram movimento social. O que o governador incompetente e genocida do Amazonas fez? Liberou. Qual o resultado da liberação? Em Manaus não se fala em hospital de campanha. Fala-se de necrotério de campanha, por não ter onde botar defunto”, afirmou.

Gonzalo Vecina também atribui parte das mais de 211 mil mortes por covid-19 registradas no Brasil até agora à insistência do governo com o discurso negacionista e à tentativa do governo de "sabotar" a vacina. Ele também condena a estratégia do presidente Jair Bolsonaro de recomendar à população o uso de medicamentos que não têm qualquer eficácia contra a covid-19, como a cloroquina e a hodroxicloroquina, e o “silêncio vergonhoso” de entidades médicas em relação ao assunto. 

“O Estado está sendo o grande sabotador da vacina. Quando o presidente fala as bobagens que fala, quando o ministro fala a favor de drogas não eficazes, quando ele negou inicialmente a Coronavac e depois voltou atrás porque não tinha alternativa, isso é desastroso. Quando um sujeito que é especialista em logística não consegue fazer um avião levantar na hora para levar uma vacina de São Paulo para o Rio de Janeiro… A vacina chegou com seis horas de atraso! Acho que acabou. Precisamos tomar posição frente ao governo que tem patrocinado o que historicamente só tem um nome: genocídio. É algo que temos de descobrir quem, por que e punir. Está na hora de fazer isso”, condena o médico. 

Na avaliação de Gonzalo, Bolsonaro age como um “anti-líder” ao se posicionar contra a vacinação e precisa ser confrontado, em campanha de conscientização, por especialistas com credibilidade no assunto. “O exemplo de líder para um liderado é o exemplo mais importante. Nosso líder se chama Bolsonaro. Esse líder está dizendo para você que não tomará vacina. Numa campanha de vacinação, os Dráuzios Varelas anularão os Bolsonaros”, defende, em alusão ao seu colega médico.

Para o sanitarista, o país precisa se preparar para enfrentar a nova versão do vírus disseminada em Manaus. Ele considera pequenas as chances de o restante do Brasil sofrer com a falta de oxigênio, a exemplo do que tem ocorrido no Amazonas, mas alerta para a sobrecarga de leitos hospitalares. “Se não tomarmos providência do ponto de vista de tentar manter nível de controle de governabilidade dessa crise, não tenho dúvida de que teremos um problema grave pior ainda do que tivemos até agora.” 

Além de primeiro presidente da Anvisa, Gonzalo foi secretário nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no governo Fernando Henrique Cardoso, e secretário municipal da Saúde em São Paulo, na gestão de Marta Suplicy. Professor da Faculdade de São Pública da USP, também foi superintendente do Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

Veja a íntegra da entrevista de Gonzalo Vecina Neto aqui.

Veja perguntas e respostas sobre a vacinação contra Covid-19 no RN.

 

Começou nesta terça-feira (19), em uma cerimônia simbólica realizada em Natal, a vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte.

Devido ao número reduzido de doses (82.440), poucos grupos prioritários vão ser imunizados neste primeiro momento. Como são duas injeções para imunizar cada pessoa, 39,2 mil potiguares devem ser vacinados.

O número representa menos de 1,11% da população potiguar, estimada em 3,5 milhões de pessoas pelo IBGE. O início dessa fase deve ocorrer em até 72 horas, nos municípios.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre o assunto:

Quem será vacinado na primeira fase no estado do RN?

A primeira remessa recebida nesta segunda-feira (18) vai imunizar, segundo o Ministério da Saúde, 39.259 potiguares. O grupo prioritário é formado pelos seguintes segmentos:

  • Trabalhadores da Saúde;
  • Idosos com mais de 60 anos em em asilos ou abrigos;
  • Pessoas institucionalizadas com deficiência;
  • Indígenas aldeados (segundo o governo, o RN não tem grupos deste tipo).

Entretanto, não há vacina para todos os que estão nesses grupos prioritários. No plano de vacinação do RN, por exemplo, o governo estimava cerca de 79,6 mil trabalhadores de saúde no estado.

De acordo com uma nota técnica da Secretaria de Saúde, como a quantidade é insuficiente para vacinar todos os profissionais de saúde e população alvo, serão usados critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito da doença.

Mesmo dentro dos grupos prioritários, quem receberá a vacina primeiro?

profissionais de saúde da linha de frente de combate à doença, como os que trabalham em hospitais referenciados, serviços de urgência e emergência que atendem pacientes confirmados ou suspeitos para Covid-19.

  • profissionais da Saúde envolvidos na campanha de vacinação para a Covid-19;
  • trabalhadores de instituições de longa permanência de idosos (abrigos);
  • Idosos (a partir de 60 anos) que moram em instituições de longa permanência;

A vacina tem quantas doses?

Cada pessoa que for vacinada pela CoronaVac vai receber duas doses, com intervalo de duas ou três semanas. No Rio Grande do Norte, serão aproximadamente 39 mil pessoas. O estado recebeu 82,4 mil doses na primeira remessa enviada pelo Ministério da Saúde.

Qual o calendário de vacinação para os outros grupos?

Não há previsão para o início da vacinação de outros grupos. Isso depende da chegada de novos lotes de vacinas. O Ministério da Saúde faz a distribuição de acordo com a entrega das vacinas.

Quando os idosos serão vacinados?

Por enquanto, somente os idosos que estão em abrigos e asilos serão vacinados nesta etapa. Os demais dependem da chegada de outros lotes da vacina.

Qual vacina será aplicada?

Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial no Brasil. A CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan chegou nesta terça-feira (19).

A vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ainda não está disponível.

Veja aqui quantas pessoas serão vacinadas em cada município nessa primeira etapa.

Assembleia de Deus rompe com o prefeito Allyson e pede escola de volta

 

A Assembleia de Deus de Mossoró decidiu pedir ao município a devolução do Colégio Evangélico Leôncio José de Santana. O documento foi assinado na sexta-feira, 15, pelo pastor Miranda, líder da igreja, endereçado à Secretaria Municipal de Educação, antecipando em cinco meses o fim do contrato, que vence em maio deste ano.

A decisão da Assembleia de Deus é política e estabelece o rompimento da igreja com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). Foi motivada pela exoneração da Irmã Marta do cargo de direção do colégio, que ela ocupava há mais de uma década.

Ao anunciar a decisão à comunidade evangélica, o pastor Miranda não usou de meias palavras e deixou clara a sua decepção com Allyson, que teve do líder da congregação o apoio direto e irrestrito na campanha eleitoral de 2020. O líder da Assembleia de Deus lembrou à comunidade que a Irmã Marta foi mantida na direção do Colégio Evangélico nas gestões de Fafá Rosado, Cláudia Regina, Silveira Júnior e Rosalba Ciarlini, que não são evangélicos, mas coube a um prefeito “crente em Deus” tirar a irmã que estava à frente do estabelecimento de ensino público, com padrão assembleiano.

A exoneração da Irmã Marta, na verdade, foi apenas a gota que faltava. A insatisfação do líder da Assembleia de Deus de Mossoró com Allyson surgiu quando o prefeito começou a formar a sua equipe de auxiliares, majoritariamente, contrária à pauta defendida pela igreja evangélica. São temas delicados como família, aborto, gênero, descriminalização do porte de arma e uso de drogas, escola cívico-militar, separação Igreja/Estado.

São temas que só não causarão estranheza entre o prefeito e sua equipe se um dos lados ceder ou fizer de conta que nada está acontecendo, porém, que não são aceitos pela comunidade evangélica. O primeiro escalão formado por Allyson defende uma ideologia de quilômetros de distância do que pensa a Assembleia de Deus. São, em sua maioria, membros de partidos de esquerda e que defendem uma bandeira indigesta aos evangélicos.

Por consequência, a Assembleia de Deus decidiu que não indicaria nomes para a equipe de Allyson. Entendeu que seria incompatível um irmão dividindo mesa de reunião para discutir, por exemplo, o debate de gênero ou do aborto em sala de aula.

O fato é que o pastor Miranda desde dezembro, quando o prefeito começou a anunciar o seu secretariado, não escondia a sua decepção. Aos irmãos mais próximos, afirmava como o irmão Allyson havia mudado desde a vitória nas urnas, com o total e irrestrito apoio da Assembleia de Deus, e que agora parece outro com posições contrárias às que defendia no passado recente.

Allyson Bezerra ainda não respondeu ao pastor Miranda, nem disse se aceita ou não a devolução do Colégio Evangélico Leôncio José antes do fim do contrato. Nos bastidores do templo da Leste-Oeste comenta-se que alguns pastores, com livre trânsito de lado a lado, tentam construir uma ponte para esfriar a crise. Não será fácil.

O pastor Miranda tem dito apenas que está pedindo que “orem pelos cristãos evangélicos” e que entende que chegou o momento do colégio evangélico fortalecer o padrão assembleiano de Deus, desligada da rede municipal de ensino de Mossoró.

Fonte: Coluna Cezar Santos/Jornal de Fato 

Saiba como se cadastrar no sistema que vai monitorar a distribuição e aplicação de vacinas contra Covid-19 no RN

O sistema RN Mais Vacina (Veja aqui) que irá monitorar o processo de vacinação contra a Covid-19 em todo o estado já está no ar e pode ser acessado pelos potiguares. O cadastro prévio vai ajudar na logística da vacinação. Quem não conseguir fazer o cadastro sozinho, poderá fazê-lo nas unidades de saúde, segundo a Sesap.

O sistema vai registrar a chegada da vacina enviada pelo Governo Federal, a transferência aos 167 municípios e a aplicação que será feita pelas secretarias municipais de saúde.

As pessoas poderão se cadastrar com os dados pessoais e, se for o caso, inserir informações quanto aos grupos de risco e comorbidades. Apesar desta primeira etapa de vacinação, em todo o mundo, ser restrita aos grupos prioritários, é recomendado que todas as pessoas façam o cadastro, que irá auxiliar na criação de um banco de dados com o perfil da população potiguar.

Veja mais perguntas e respostas sobre a vacinação aqui.

Oposição aumenta pressão por impeachment do presidente Bolsonaro

 

Partidos de oposição devem apresentar nesta semana novo pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que ele cometeu "crimes de responsabilidade em série" na condução da pandemia do coronavírus. Assinado por Rede, PSB, PT, PCdoB e PDT, que reúnem 119 deputados, o pedido cita o colapso da saúde em Manaus e diz já ter passado a hora de o Congresso reagir.

Os oposicionistas também cobram a interrupção do recesso e a volta imediata dos deputados ao trabalho para que o processo seja iniciado.

"O presidente da República deve ser política e criminalmente responsabilizado por deixar sem oxigênio o Amazonas, por sabotar pesquisas e campanhas de vacinação, por desincentivar o uso de máscaras e incentivar o uso de medicamentos ineficazes, por difundir desinformação, além de violar o pacto constitucional entre União, Estados e Municípios", diz nota conjunta dos partidos.

Na última segunda-feira (11), Maia chegou a dizer que a demora do início da vacinação contra a covid-19 no Brasil pode levar à abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro. Mas a decisão, segundo ele, caberá ao seu sucessor.

Outros 61 pedidos de impeachment contra o presidente da República foram apresentados durante a gestão de Maia. Desses, cinco foram rejeitados por ele por questões protocolares. Os demais 56 continuam na gaveta do presidente da Câmara.

Cerca de 200 pessoas participaram de um ato pelo afastamento e pela cassação do mandato de Bolsonaro em frente ao Palácio do Planalto nesse domingo.

Um site com um abaixo-assinado pelo impeachment do presidente foi lançado na sexta-feira, e já conta até a noite deste domingo com 336 mil assinaturas. Outros perfis em redes sociais buscam calcular como seria a votação hoje, com base em manifestações dos políticos em redes sociais.

Fonte: Congresso em Foco

XP-Ipespe: avaliação de ruim e péssimo de Bolsonaro salta de 35% para 40%

 

De acordo com pesquisa XP-Ipespe, a avaliação ruim e péssimo do governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) subiu de 35% para 40%, percentual semelhante ao do início da pandemia de coronavírus, em abril de 2020.

Já os que consideram a gestão de Bolsonaro como ótima ou boa passaram de 38% para 32%. Desde maio do ano passado, não havia aumento no percentual dos críticos ao governo e redução no de apoiadores.

É a primeira vez também, desde julho, em que a avaliação negativa supera a positiva.

O ponto crítico da pesquisa está claro. A maneira como Bolsonaro enfrenta a crise do coronavírus é vista como ruim ou péssima por 52% dos entrevistados, 4 pontos a mais que em dezembro.

O XP-Ipespe fez 1.000 entrevistas com abrangência nacional, no período de 11 a 14 de janeiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Com informações do Radar, da Veja 

Em ofício, CRMV-RN reforça que médicos-veterinários são profissionais de saúde e têm direito a vacinação prioritária contra a Covid.

 

Em ofício protocolado na Secretaria Estadual de Saúde, nesta segunda-feira (18), o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Norte reforçou às autoridades estaduais que os médicos-veterinários são profissionais de saúde e, portanto, também devem fazer parte do grupo prioritário para tomar a vacina contra a Covid-19. O documento também foi encaminhado às Regionais de Saúde do RN.

No texto, o presidente do CRMV-RN, Dr. Raimundo Alves Barrêto Júnior, solicita que a Secretaria de Saúde informe aos municípios que é direito do Médico-Veterinário receber a imunização contra Covid-19 de forma prioritária, juntamente com os demais profissionais de saúde, conforme planos de vacinação federal e estadual. O documento foi protocolado pelo secretário-geral do Regional, Dr. José Arimateia da Silva.

Atualmente o estado conta com 1.104 profissionais médicos-veterinários distribuídos nos 167 municípios. No ofício, o presidente reforçou que a categoria é reconhecida dentro do rol de profissões da saúde pública pelo menos desde 1998, quando a Resolução Normativa do Conselho Nacional de Saúde – a CNS 287/1998 reconheceu a importância da Medicina Veterinária para saúde única.

“Desde então é pacífico o entendimento que o Médico-Veterinário deve possuir acesso igualitário às demais categorias profissionais que estão no rol das profissões de nível superior da área de saúde, a todos os serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde”, destacou.

O ofício ainda lembra que, durante toda a pandemia da Covid-19, o Médico-Veterinário atuou em diversas frentes, passando pelas áreas de gestão, vigilância epidemiológica, Saúde da Família, além de manter estabelecimentos de atendimento aos animais abertos, mesmo com os riscos inerentes ao atendimento.

“A nomeação do Médico Veterinário Laurício Monteiro Cruz para dirigir o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, reforça a importância destacada da profissão para saúde única, e não somente para a saúde animal como era anteriormente relacionado”, lembrou o presidente.

Ministério da Saúde reconhece prioridade

Em ofício encaminhado ao Conselho Federal de Medicina Veterinária nesta segunda-feira (18), o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde confirmou que médicos-veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares estão inseridos entre os trabalhadores de saúde destacados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19

O Ministério informou também que será feito um escalonamento dos grupos prioritários para vacinação, conforme a disponibilidade das doses de vacina, sendo facultado a estados e municípios a possibilidade de adequar a priorização de acordo com a realidade local. Dessa forma, para a primeira fase de imunização, que tem seis milhões de vacinas disponíveis, sendo necessárias duas doses para completar o esquema vacinal, o ministério priorizou os grupos segundo os critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença.

A recomendação é que os primeiros a receber a vacina sejam os profissionais da saúde da linha de frente, ou seja, os que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), prontos-socorros, ambulâncias, hospitais referenciados para a covid-19, bem como equipes de vacinação que irão imunizar a população e os trabalhadores de instituições de acolhimento de idosos e jovens e adultos com deficiência. Em seguida, serão vacinados os demais trabalhadores de saúde.

Assessoria de Comunicação do CRMV-RN com informações do CFMV.

Petrobras reajusta gasolina em 7,6%; aumento vale a partir da terça-feira

 

O preço médio do litro da gasolina vendida pela Petrobras em suas refinarias vai passar de R$ 1,84 para R$ 1,98, o que representa uma alta de 7,6% (R$ 0,15, em média). Esse foi o primeiro aumento do ano. O último aconteceu no dia 29 de dezembro.

“Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, desta maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, informou a empresa por meio de sua assessoria de imprensa, acrescentando que, em 2020, o preço médio da gasolina em suas refinarias atingiu mínimo de R$ 0,91 por litro.

A empresa tem sido criticada por um grupo de concorrentes reunido na Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), que recorreu ao Cade acusando a empresa de praticar valores abaixo da paridade internacional e, com isso, impedir a competição no mercado interno.

Partidos já pensam na próxima eleição e tentam montar chapa para derrotar Fátima em 2022

 

Aproveitando o recesso do Congresso Nacional e a estadia no Rio Grande do Norte das principais lideranças políticas da região, um grupo de pelo menos quatro partidos já deu início, nas últimas semanas, a articulações para formar uma chapa competitiva com o objetivo de disputar o Governo do Estado nas eleições de 2022 contra a governadora Fátima Bezerra (PT). As movimentações acontecem apenas dois meses depois da eleição municipal de 2020.

O Agora RN apurou que os encontros das lideranças têm acontecido em casas de veraneio, especialmente a dos políticos que dão expediente em Brasília, mas que, por causa do recesso no Congresso, estão no Rio Grande do Norte desde o fim de dezembro.

A articulação gira em torno da construção de um polo alternativo ao do PT – que deve confirmar em 2022 a candidatura à reeleição de Fátima Bezerra.

Dentro desse bloco que busca se viabilizar como oposição, estão integrantes de PSDB, MDB, PSD e PL, justamente os partidos que mais elegeram prefeitos nas eleições municipais de 2020 – foram 108 dos 167 eleitos no Estado, o que corresponde a 64% do total.

Segundo as conversas de bastidores, as conversas entre os quatro partidos estão em caráter preliminar, mas já são esboçados possíveis nomes para a disputa no próximo ano. O grupo tem trabalhado em um nome de cada partido, para que a proposta seja refinada nos próximos encontros.

Além da disputa do Governo do Estado, o grupo também tem conversado sobre a eleição para o Senado. Em 2022, uma vaga estará em disputa – a do senador Jean Paul Prates (PT), que herdou o mandato de Fátima Bezerra quando ela foi eleita governadora em 2018. A ideia dos quatro partidos é apresentar uma alternativa ao PT nas duas disputas.

Do PSDB, o nome considerado mais competitivo é o do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ezequiel Ferreira. Ele é tido como possível candidato a governador ou a senador em 2022, contra Fátima Bezerra ou Jean Paul Prates.

No PL, o nome cogitado é o do deputado federal João Maia, também para governador ou senador.

Já no MDB, fala-se no deputado federal Walter Alves ou no ex-governador e ex-senador Garibaldi Alves Filho. Por fim, pelo PSD, o nome para a disputa seria o do ministro das Comunicações, o deputado federal licenciado Fábio Faria.

Uma fonte ouvida pela reportagem e que acompanha as discussões aponta que “muita água vai rolar” até 2022, mas que é preciso iniciar o esboço da chapa a fim de construir em tempo hábil um palanque que possa enfrentar em condições de igualdade a governadora Fátima Bezerra e o polo do PT em 2022.

Veja mais aqui.

Vacinação RN começará até sexta-feira 22

 

Com a aprovação da Anvisa e a distribuição das vacinas iniciando na segunda-feira (18), às 7h, segundo o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello, a expectativa é que a vacinação no Rio Grande do Norte inicie até sexta-feira (22).

O imunizante que deverá ser recebido pelo governo do estado para iniciar a vacinação é a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório Sinovac. 

Nova diretoria e conselho fiscal da FEMURN são eleitos e empossados

 

Os prefeitos e prefeitas que vão compor a nova diretoria e conselho fiscal da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte - FEMURN foram eleitos e empossados na manhã desta sexta-feira, 15 de janeiro de 2021, no Auditório Agnelo Alves, localizado na sede da Federação, em Natal. A chapa única foi eleita por aclamação, e contou com o voto de XX Prefeitos do RN.

Para o biênio 2021-2022, a FEMURN terá como presidente Anteomar Pereira da Silva ("Babá"), prefeito de São Tomé, município localizado na mesoregião Agreste/Potengi, a 110 Km da capital, Natal. Natural de São Tomé, ele administra a cidade pela quarta vez. É funcionário público municipal, casado e pai de dois filhos.

Durante a posse como Presidente da FEMURN, Babá considerou que a chapa única indica fortalecimento do movimento municipalista no Rio Grande do Norte, e agradeceu o apoio recebido dos colegas: "Com esse consenso, eu não tenho dúvidas que tenhamos ainda mais força para defender os interesses dos municípios norte-riograndenses", afirmou.

Segundo ele, a expectativa é para uma atuação que contribua com as pautas dos municípios, além de parcerias a serem feitas: "Nossa atuação será com o objetivo de buscar o diálogo, mas defendendo os municípios. Entre as pautas, destaco temas como a farmácia básica, o PROEDI, e apoio aos consórcios. Temas tanto a nível estadual, quanto federal. Além de parcerias a serem firmadas com entidades e instituições", considera.

A nova diretoria e conselho fiscal da FEMURN conta com gestores de municípios de diversas regiões do Estado.

DIRETORIA E CONSELHO FISCAL FEMURN (BIÊNIO 2021-2022)
  • Presidente: Anteomar Pereira da Silva ("Babá") - Prefeito de São Tomé;
  • 1º Vice-Presidente: Júlio César Soares Câmara - Prefeito de Ceará-Mirim,
  • 2º Vice-Presidente: Luciano Silva Santos - Prefeito de Lagoa Nova.
  • 3º Vice-Presidente: Valdenício José da Costa - Prefeito de Tibau do Sul,
  • 4ª Vice-Presidente: Marina Dias Marinho - Prefeita de Jandaíra,
  • 5º Vice-Presidente: Kerles Jácome Sarmento - Prefeito de Marcelino Vieira,
  • 1º Secretário: Ivanildo Ferreira Lima Filho - Prefeito de Santa Cruz,
  • 2ª Secretária: Jéssica Lourine de Assis Amorim - Prefeita de Almino Afonso,
  • 1º Tesoureiro: Clécio da Câmara Azevedo - Prefeito de Bom Jesus,
  • 2º Tesoureiro: José Renato Teixeira de Souza - Prefeito de São Miguel do Gostoso,
CONSELHO FISCAL:
  • Sérgio Fernandes de Medeiros - Prefeito de Serra Negra do Norte,
  • Francisca Shirley Ferreira Targino - Prefeita de Messias Targino,
  • Conceição de Maria Gomes Lisboa Rocha - Prefeita de Caiçara do Rio do Vento,
  • Manoel dos Santos Bernardo - Prefeito de João Câmara,
  • Osivan Sávio Nascimento Queiroz - Prefeito de Lagoa Salgada,
  • Sonyara de Souza Ribeiro Ferreira - Prefeita de Lagoa de Velhos,

Fonte: Assessoria de Imprenssa Femurn

Professores querem volta às aulas somente com vacina e ameaçam paralisação

 

Mesmo com as aulas presenciais previstas para serem retomadas no próximo dia 1º de fevereiro no Rio Grande do Norte, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte-RN) afirma que os trabalhadores da educação só voltarão às salas de aula após a comunidade escolar ser vacinada em massa contra a Covid-19.

A questão voltou à tona após o secretário estadual de educação, professor Getúlio Marques, conceder entrevista nesta quarta-feira (13) confirmando que o ano letivo de 2021 iniciará em 1º de fevereiro no formato híbrido. Ou seja, à distância e presencialmente.

O sindicato exige que a reabertura das escolas só aconteça após os professores, funcionários e alunos serem imunizados coletivamente.

“Essa decisão foi tirada em assembleia virtual da categoria no dia 03 de dezembro de 2020. A ideia é proteger todos os que participam do processo educacional, sobretudo quando os números de casos e mortes pelo novo Coronavírus disparam pelo Brasil. Assim, as aulas deverão voltar apenas virtualmente, continuando assim até que todos sejam vacinados”, declarou o Sinte.

O sindicato também ameaçou fazer “paralisações pela vida” caso o Governo do Estado mantenha a posição de iniciar o ano letivo na forma híbrida antes da vacinação.

A coordenadora geral do Sinte-RN, professora Fátima Cardoso, disse que a deliberação vale para o Estado e os municípios: “Neste momento o diálogo é com o Governo, mas as decisões tomadas pela categoria e o Sinte-RN se estendem ao município do Natal e demais municípios do Estado”.

FORMAÇÃO E INSUMOS

Os professores da Rede Estadual apontam que 2020 foi um ano desafiador. Isto porque tiveram que dar aulas à distância repentinamente, embora muitos não fossem treinados para lecionar virtualmente e tampouco dispusessem dos equipamentos necessários. Por isso, consciente que 2021 também será de desafios, a categoria continua reivindicando da Secretaria Estadual de Educação (SEEC) uma formação sobre o uso de tecnologias e dispositivos voltados à oferta de aulas online.

Ao mesmo tempo, o sindicato exige da SEEC a estruturação das escolas para um retorno presencial seguro, mesmo após o início da imunização. O Sinte pede que o Estado garanta os insumos necessários para auxiliar na proteção aos professores, funcionários e alunos.

Fonte: Portal Grande Ponto 

Governo sanciona socorro a estados e a municípios e amplia o prazo de Regime de Recuperação Fiscal

 

O Presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (13) o projeto de lei com medidas de socorro a estados e municípios. Uma delas é a mudança das regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que concede alívio no pagamento de dívidas com a União. De acordo com a proposta, aumentou de seis para dez anos o prazo do RRF.

O projeto também flexibiliza as regras para estados que descumpriram o teto de gastos imposto como contrapartida a uma renegociação da dívida firmada em 2016.

Um dos trechos vetados previa que a União suspenderia em 2021 a cobrança da compensação que, geralmente, acontece quando estados deixam de honrar dívidas com instituições financeiras. 

A proposta foi aprovada no dia 15 de dezembro por 381 votos a 57 na Câmara. No mesmo dia foi aprovada pelo Senado.

 Fonte: Brasil247.

Aliado que disputou a Prefeitura de Natal pelo PCdoB cobra do Governo Fátima calendário dos atrasados

 

Mensagem distribuída por Fernando Freitas pelo WhatsApp:

Bom dia a todos e todas!

Apesar dos recordes da arrecadação própria conseguidos nos últimos 3 meses pela equipe da SET/RN, o governo do estado descumpriu sua promessa de anunciar o calendário de pagamento dos salários atrasados de 2018, e confirmou apenas a quitação de 15% deste passivo, ou seja, irá pagar até o final deste mês o 13o de 2018 para quem ganha até R$3.500. Frustração total, geral e irrestrita!

Governadora, precisamos de negociação de verdade, transparência nas contas públicas, zelo na comunicação, intensidade e eficiência na busca por recursos extraordinários para por fim a esta agonia.

Calendário dos Atrasados, Já!

Fernando Freitas
Auditor Fiscal do RN.

 Fonte: Heitor Gregorio

O negacionismo e a jurisprudência defensiva

 

Vivemos tempos difíceis de convivência social, humana e profissional. O forte agora é negar o caráter científico das mais variadas áreas do conhecimento humano. Isso tem levado ao que se convencionou denominar de negacionismo

O mais curioso nessa seara é que procura-se proclamar o negacionismo no momento em que mais se precisa e necessita da ciência. E mais, que ela seja célere em dar as respostas com a maior brevidade possível.

Nas mais diversas áreas o negacionismo se alastra. Na área do direito, não é menor a intensidade da polêmica. Mudam-se só as formas e a maneira de falar. Pelo menos no âmbito acadêmico, sempre se questionou o caráter científico do direito. Agora nega-se até o direito.

Uma observação pertinente. Quando se nega a cientificidade do conhecimento o que se está proclamando na realidade é o desprezo pela verdade e divulgando-se aos quatro cantos, a mentira, modernamente chamada de fake news. Com isso fica fácil abandonar os critérios, as normas, as regras e as técnicas, terminando por desprezar o próprio direito, quando se trata dessa área do conhecimento.

Um dos princípios basilares do direito é o da segurança jurídica que ao lado do princípio de justiça disputa a primazia nesse campo do conhecimento.

Como forma de atender ao princípio maior do devido processo legal, muito bem posto na Constituição Federal, editou-se no Brasil um novo Código de Processo Civil em 2015 e procedeu-se a diversas reformas no Código de Processo Penal, as quais vêm se acentuando nos últimos 15 anos. (Basta citar as Leis 11.689/08; 11.690/08; 11.719/08; 12.403/11; 12.694/12 e por última a 13.964/19).

Todas essas alterações tiveram e têm como finalidades discursivas a melhor efetividade do direito e cercar a sociedade de melhores instrumentos de defesa de seus direitos para alcançar ao princípio maior de justiça.

Para ficarmos em um dos temas mais caros na área jurídica, sempre reclamou-se da jurisprudência defensiva que nossos Tribunais vêm utilizando como forma de evitar um grande número de feitos nas Cortes. Com isso procura-se rejeitar os recursos com os mais variados e infundados argumentos.

Fazendo-se uma rápida consulta aos sites jurídicos, é perfeitamente possível encontrar centenas de artigos sobre a matéria, em sua esmagadora maioria se rebelando contra tal jurisprudência.

Com o novo Código de Processo Civil, houve um entusiasmo inicial sobre a mudança nessa seara, pois de acordo com os arts. 4º; 76, § 2º, I e II; 1.017, § 3º, combinado com o 932, § único, além de outros dispositivos existentes nesse diploma legal, prestigiou-se os princípios da primazia do julgamento do mérito em razoável prazo; evidenciou-se a minimização da formalidade; prestigiou-se a fungibilidade dos recursos e facilitou-se os seus recebimentos.

Muitos artigos jurídios foram escritos sobre essa mudança.

Mas, na prática as coisas não correram como esperado. Basta vê que no ano de 2018, em congresso voltado para o tema “jurisprudência defensiva: a quem interessa?”, restou lançado manifesto por várias entidades da advocacia como a OAB/SP, AASP, IASP, CESA e MDA, onde sintetizaram suas insatisfações proclamando que a “jurisprudência defensiva ofende as garantias constitucionais de acesso a jurisdição e ao devido processo legal, ao princípio de primazia do julgamento do mérito, de que as normas que estabelecem pressupostos recursais, por serem de restrição, devem ser interpretadas restritivamente e que o congestionamento dos Tribunais deve ser resolvido por meio de providências administrativas e de gestão...” (www.migalhas.uol.com.br/quentes/287917/entidades-da-advocacia-lancammanifesto-contra-a-jurisprudencia-defensiva).

A súmula n. 7 do STJ que se presta a não se conhecer de recurso especial quando há necessidade de reexame de prova, tem sido utilizada de forma jocosa pelas redes sociais, ao invocá-la para algo que não se deseja, afirmando-se “manda uma súmula 7 aí!”.

Como se pode verificar a rejeição ao debate sadio e a análise das verdades está em alto grau de prestígio no mundo de hoje, que se diz moderno.

Francisco Barros Dias Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fonte: Tribuna do Norte.

Emparn prevê chuvas dentro da média histórica no RN em 2021

 

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), realizou a apresentação do balanço das chuvas em 2020 e perspectivas para o período chuvoso no Rio Grande do Norte em 2021. De acordo com os órgãos, a previsão climática para o primeiro trimestre de 2021, estação pré-chuvosa, é de ocorrência de chuvas dentro da média histórica, conforme a análise da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn. 

“Estamos muito felizes com as boas previsões, com a possibilidade de termos um inverno acima da normalidade. As chuvas se iniciando agora no final do mês de janeiro, inverno se consolidando a partir da segunda quinzena de fevereiro, estamos atentos a tudo isso. A governadora professora Fátima Bezerra tem nos cobrado a questão da distribuição das sementes, de chegarem às mãos do agricultor familiar no momento certo”, afirmou o secretário da Sape, Guilherme Saldanha.

Para a região Oeste do Estado, a estimativa é do maior volume pluviométrico médio do RN com 315 milímetros (mm) para os meses de janeiro, fevereiro e março. As regiões Leste e Central, cada uma com previsão para o período com de 250mm e o Agreste com 188mm. “Desde meados de 2020 estamos presenciando a atuação do fenômeno La Niña. O fenômeno, em oposição ao El Niño, ocasiona o resfriamento da temperatura média das águas superficiais na faixa equatorial do oceano Pacífico, aumentando os ventos alísios de leste na superfície inibindo a formação de nuvens”, disse o meteorologista Gilmar Bristot.

As análises, de acordo com Bristot, sugerem que o ano de 2021 apresente características climáticas, no RN, semelhantes ao ano de 2011, quando a La Niña ocorreu pela última vez no estado em fase com a atividade solar em situação de mínima. “Com esse cenário espera-se um quantitativo normal de chuvas no RN, porém com de grande variabilidade temporal e espacial, característica inerente ao clima semiárido”, completou.

Lawrence Amorim se credencia à presidência da FECAM

 

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (SD), surge como nome viável para dirigir a Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (Fecam RN), no biênio 2021/2022.

Entidade que congrega Legislativos no Estado, a Fecam deverá escolher nova diretoria em 5 de fevereiro. Embora o edital do pleito não esteja publicado, o vereador de Mossoró é estimulado a encabeçar chapa.

Político com trânsito livre em diversas esferas, com estilo conciliador e moderado, Lawrence Amorim é recém saído de eleição consagradora à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró.

Fonte: RedeNews360

Foi, na verdade, aclamação: recebeu voto favorável de todos os vereadores e vereadoras (23) – feito histórico no Parlamento Mossoroense, onde o início da sua gestão vem sendo bastante elogiada.

Conta também seu favor a experiência de oito anos como gestor público, como prefeito de Almino Afonso, onde assumiu a Prefeitura com 23 anos e deixou o cargo com aprovação recorde.

Estimulado por colegas vereadores, Lawrence Amorim vem conversando com parlamentares de vários municípios e, nesses diálogos, obtendo apoio natural para presidir a Fecam pelos próximos dois anos.

 

Vice-prefeito Flávio Morais assume interinamente Prefeitura de Rodolfo Fernandes/RN

 

O vice-prefeito José Flávio Morais(MDB) foi investido no cargo de prefeito da cidade de Rodolfo Fernandes/RN, durante sessão extraordinária da Câmara Municipal realizada na manhã desta quarta-feira(13/01). A solenidade contou com a presença de todos os vereadores e foi presidida pelo vereador Minervânio Menezes(MDB), presidente do legislativo rodolfense, que deu posse ao prefeito interino.  

Flávio Morais assume o comando do poder executivo rodolfense em virtude do afastamento do prefeito Lilito Monteiro(MDB) que solicitou um pedido de licença de até 90 dias(13/01 a 13/04),  alegando questões de saúde. 

Banco do Brasil fechará três agências no RN; servidores serão realocados

 

Três agências do Banco do Brasil serão fechadas no Rio Grande do Norte, nas cidades de Natal, Parnamirim e Mossoró, e um posto de serviço em Tangará, com a absorção dos serviços em outras agências e correspondentes bancários. A informação foi confirmada pela nova superintendente da instituição no RN, Priscila Requejo Simões de Araújo, nesta terça-feira (12), em reunião com a governadora Fátima Bezerra. A gestora estadual externou sua preocupação com o fechamento de agências e a possibilidade de demissão de funcionários do banco no estado potiguar.

Segundo a direção do BB, os servidores estaduais não serão prejudicados por que o banco investirá em correspondentes bancários, com previsão de três unidades em cada município. “Na condição de Governo, temos a obrigação de acompanhar essa situação, pois são serviços muito importantes para os servidores públicos, a população em geral e a economia do nosso estado”, afirmou a governadora. Na reunião, Fátima Bezerra destacou a parceria do estado com o banco que opera a folha de pagamento dos servidores nos 167 municípios. 

Sobre as demissões, a nova superintendente do banco no RN explicou que apenas os servidores que aderirem ao Plano de Demissão Voluntária serão afastados, pois os que trabalham nas agências a serem fechadas serão realocados para as 15 novas carteiras que a instituição passará a operar.

Além da folha de pessoal, a gestão estadual opera com o banco na cobrança da dívida ativa por meio de um acordo inédito para a gestão estadual.  Desde 2019, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) enviou dois lotes de cobranças da dívida ativa e recuperou R$ 7,6 milhões de créditos “podres”, considerados de difícil recuperação em condições normais. 

Parceria
A governadora solicitou ainda a abertura para parceria em investimentos nos setores cultural e rural. No ano passado o BB investiu cerca de R$ 1,5 bilhão em financiamentos a pessoas física e jurídica no RN. "Considero de grande importância para o estado o fortalecimento do setor financeiro. Os bancos estatais são patrimônios do povo brasileiro. Apoiar e fomentar o emprego, a geração de renda e oportunidades de trabalho são iniciativas fundamentais para dar cidadania ao nosso povo", finalizou Fátima Bezerra.

A superintendente Priscila Requejo se colocou à disposição para tratar de iniciativas do Governo em apoio ao desenvolvimento, as fomento às iniciativas de indivíduos e empresa e do agronegócio. “O que pudermos fazer para apoiar o desenvolvimento do estado, a governadora pode contar conosco. Vim para trabalhar intensamente", disse ela.

Fonte: Portal Tropical Noticias. 

‘Movimento da Ford vai se alastrar: outras multinacionais vão abandonar o Brasil’.

 

A decisão da Ford de encerrar a produção de veículos no Brasil, que monopolizou o noticiário econômico entre a segunda-feira 11 e esta terça-feira 12, pode ser apenas um capítulo da fuga de multinacionais do Brasil. O ambiente de negócios do País, avalia o economista e professor da USP Paulo Feldmann, se tornou nocivo pois tem à frente um governo que empreende uma ofensiva contra essas empresas.

“Os países têm de demonstrar que a economia está indo bem e que, assim que a pandemia passar, o consumo vai voltar”, destaca o especialista em entrevista a Carta Capital. “Isso não é o que acontece no Brasil.”

Nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro atacou a Ford, dizendo que faltou à empresa “dizer a verdade, eles querem subsídios”.

“É mais uma afirmação idiota que coloca contra o Brasil as empresas multinacionais. É claro que, para virem para o Brasil, essas empresas precisam de incentivo”, acrescenta Feldmann. “Com todas as dificuldades do Brasil, se não oferecermos incentivos, elas não vêm mesmo.

Ao anunciar a decisão de encerrar a produção no Brasil, a Ford afirmou, em nota assinada pelo CEO Jim Farley, que a decisão é difícil, mas necessária “para a criação de um negócio saudável e sustentável”.

Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global”, completou.

A produção nas fábricas de Camaçari, na Bahia, e Taubaté, em São Paulo, será interrompida imediatamente. No último trimestre, será fechada a planta da Troller, em Horizonte, no Ceará.

Serão mantidos somente o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, e o Campo de Provas, em São Paulo.

Fonte: Carta Capital.

‘Vacinação vai começar no dia D e na hora H’, despista Pazuello

 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, evitou nesta segunda-feira (11) cravar uma data de início para a vacinação contra a covid-19 no País. Segundo o ministro, que tem sido cobrado por governadores e prefeitos do País para a definição de um calendário, a imunização no País irá começar “no dia D e hora H”.

Neste fim de semana, governadores do País manifestaram urgência para a definição de uma calendário de vacinação contra a covid-19. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e coordenador da articulação do Fórum Nacional dos Governadores sobre a Covid-19 disse ao Estadão, estar “esperançoso” de que o País terá uma agenda para iniciar “a vacinação nas 27 Unidades da Federação, dependendo da liberação da Anvisa, de 22 a 27 de janeiro”.

Número de doses

O ministro afirmou também que a pasta analisa reduzir o número de doses aplicadas e ampliar o espaçamento entre a primeira e segunda doses necessárias a fim de garantir a redução da transmissão do novo coronavírus, a despeito da imunidade completa. Segundo Pazuello, a redução de eficácia da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) seria de 90% para 71%.

Fonte: IstoÉ.

Do Blog: Ministro explica com muita clareza o inicio da vacinação contra o Covid. Só não entendeu quem quis. O presidente Bolsonaro e seus ministro estão gozando com a cara do povo. Chega de Canalhice!!

Ford anuncia fim da produção no Brasil e fechamento de três fábricas

 

A montadora Ford anunciou nesta segunda-feira (11) que vai encerrar a produção de carros no Brasil neste ano, fechando as fábricas em Taubaté (SP), Camaçari (BA) e em Horizonte (CE), segundo comunicado aos investidores publicado em seu site internacional. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da empresa no Brasil.

Cerca de 5.000 funcionários devem ser afetados na América do Sul, estima a companhia. De acordo com o comunicado, "a pandemia de Covid-19 amplificou a persistente capacidade industrial ociosa e a queda nas vendas, que resultaram em anos de perdas significativas".

A empresa norte-americana já havia anunciado, em 2019, o fim da produção na fabrica de São Bernardo do Campo (SP) 

Segundo a companhia, os consumidores da América do Sul serão atendidos pela produção vinda da Argentina, Uruguai e outros mercados. A empresa informou que irá manter seu centro de desenvolvimento na Bahia, a prova de testes em Tatuí (SP) e a sede em São Paulo.

"Com mais de um século na América do Sul e no Brasil, sabemos que essas são ações difíceis, mas necessárias para criar um negócio saudável e sustentável", disse Jim Farley, CEO e presidente da Ford.

A Ford estima um impacto de US$ 4,1 bilhões em despesas no recorrentes com o anúncio, sendo cerca de US$ 2,5 bilhões em 2020 e US$ 1,6 bilhões em 2021. Cerca de US$ 1,6 bilhão está relacionado ao impacto contábil à baixa de créditos fiscais e depreciação acelerada, enquanto os US$ 2,5 bilhões restantes serão diretamente no caixa – rescisões, acordos e outros pagamentos. 

Sobre os empregados, a empresa afirmou que vai trabalhar em colaboração com os sindicatos e outros parceiros no desenvolvimento de "um plano justo e equilibrado para minimizar os impactos do encerramento da produção."  

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, cerca de 10 mil trabalhadores serão atingidos em Camaçari.

 Veja mais aqui.

 
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