Olho D'água do Borges/RN -

Grupo liderado por Dr. Pio X declara apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias no Alto Oeste

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu neste domingo (07) mais uma importante declaração de apoio político no Alto Oeste potiguar. Durante um café da manhã que reuniu lideranças da região, o grupo liderado pelo ex-prefeito de Major Sales, Dr. Pio X Fernandes, anunciou apoio ao projeto político de Álvaro para as eleições de 2026.

O encontro contou com a presença da prefeita de Major Sales, Maria Elce-(MDB), do prefeito de Luiz Gomes, Tututa-(MDB), além dos ex-prefeitos de Major Sales Thales Fernandes e Dedezinho. A reunião reforçou a união de importantes lideranças do Alto Oeste em torno da pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Estado.

Ao agradecer a manifestação de apoio, Álvaro destacou a importância do diálogo com os municípios e da construção de um projeto voltado para o desenvolvimento regional e o fortalecimento das cidades do interior potiguar.

A adesão do grupo liderado por Dr. Pio X Fernandes amplia a base de apoio de Álvaro Dias no Alto Oeste e reforça a presença do pré-candidato em uma das regiões mais importantes do estado. O apoio de prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas demonstra a articulação construída por Álvaro junto aos municípios e fortalece sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte.

RN figura entre os estados mais preocupantes em cenário de rombo de R$ 6 bilhões nas contas estaduais

 

Assim como no plano federal, as contas públicas estaduais se deterioram neste ano eleitoral. Os estados devem fechar 2026 com um déficit fiscal de R$ 6 bilhões, de acordo com projeções da XP Investimentos. É uma inversão do desempenho desses entes federativos em 2025, quando tiveram superávit de R$ 6,6 bilhões.

Economista da XP, Tiago Sbardelotto diz que a tendência é de piora no desempenho dos estados neste ano, observando os dados até abril.

— Isso já era esperado num ano eleitoral — diz o economista. — Quando existe espaço fiscal, esses entes tendem a aumentar a despesa acima dos anos anteriores.

Até abril, a despesa total dos estados cresceu 6,5% acima da inflação, o dobro do aumento real (descontada a inflação) da arrecadação de impostos e outras receitas, que foi de de 3,3% nesses quatro meses.

As projeções da XP para a piora do resultado fiscal estadual baseiam-se em três fatores. O primeiro é a disponibilidade de caixa positiva de R$ 29 bilhões em 2025, o que permite que queimem recursos agora, ainda que o valor disponível seja bem inferior ao que restou em 2024, que foi de R$ 49 bilhões.

O destaque negativo nesse quesito é Minas Gerais, governado por Romeu Zema (Novo) até abril, quando ele saiu para se tornar pré-candidato à Presidência. O governo mineiro entrou o ano faltando R$ 11 bilhões em caixa para fazer frente às obrigações futuras.

Alagoas, nas mãos do governador Paulo Dantas (MDB), que finaliza o segundo mandato, também está em situação desfavorável, com caixa negativo em R$ 926 milhões. Sbardelotto menciona ainda o Rio Grande do Norte, comandado por Fátima Bezerra (PT), também no fim da segunda gestão consecutiva, com menos R$ 3 bilhões disponíveis.

Além destes, Distrito Federal (R$ 876 milhões) e Acre (R$ 280 milhões) também entraram 2026 com caixa negativo, mas já partiram de uma situação pior no ano passado, observa Sbardelotto. O levantamento dele também aponta outro conjunto de estados que já estão com as contas no vermelho neste ano: Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraná e Mato Grosso do Sul.

— Considerando a baixa disponibilidade de caixa, até abril deste ano, o que mais preocupa é o Rio Grande do Norte — observa o economista.

O Propag permitiu o parcelamento das dívidas em 30 anos, com redução de juros que poderia chegar a zero, descontando a inflação e, a, no máximo, 2%. A contrapartida dos estados é contratar investimentos em áreas prioritárias, como educação, saúde e segurança pública.

Para que o benefício não fique restrito aos estados mais endividados, foi criado um fundo de equalização para que entes com as contas mais equilibradas também pudessem aumentar seus investimentos. Parte da economia com juros dos endividados vai para alimentar esse fundo.

O terceiro ponto que Sbardelotto levanta é a aprovação da PEC dos Precatórios (dívidas judiciais das quais não cabe mais recurso) em setembro do ano passado, que permitiu que estados e municípios parcelassem seus débitos em até 300 meses. Antes, esse prazo era de 60 meses.

— Ao reduzir o ônus com precatórios, sobram mais recursos para aumentar despesas. Não muda o total dos gastos, mas muda a composição — explica o economista da XP.

A situação dos estados não é homogênea, diz o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana. Há São Paulo, onde Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorre à reeleição, que tem endividamento alto, mas bom fluxo de caixa. É o estado mais rico do país, com alta capacidade arrecadatória.

O Tesouro Nacional classifica os estados com notas de A a D, para medir a capacidade de pagamento. No caso de São Paulo, a dívida está no grupo de estados com nota C, mas na liquidez e na poupança, exibe nota B. Já o Rio Grande do Norte tem média C por problemas de fluxo de caixa, mesmo com um endividamento baixo.

Pestana destaca estados com finanças em ordem. O campeão, com nota A e grande capacidade de investimento, é o Espírito Santo, onde o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), que assumiu com a saída de Ricardo Casagrande (PSB) em abril para disputar o Senado, concorre à reeleição. As contas públicas capixabas são bem avaliadas desde as gestões anteriores de Paulo Hartung.

Cláudio Hamilton, coordenador de Estudos de Conjuntura do Ipea, observa que estados que tinham indicadores melhores começam a se destacar desfavoravelmente. Cita Ceará e Tocantins, cujas dívidas líquidas eram de 17,4% e 8,6% das respectivas receitas anuais em 2008 e agora pularam para 39% e 26% no fim do ano passado.

O pesquisador também chama a atenção para a dívida caindo significativamente nessa proporção em Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. No caso de Alagoas, baixou de 162,7% da receita para 65,3%. São Paulo ainda tem endividamento alto, de 128,5% da receita, mas esse índice era 187,9% em 2008.

— Não acho tão problemático assim estados aumentarem os gastos um pouco em um ano eleitoral se baixaram os respectivos endividamentos enormemente. Já nos casos de Minas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, pensaria diferente — diz Hamilton.

Segundo o levantamento da XP, os estados que estão dando passos maiores que as pernas neste ano são Maranhão (com 21,4% de alta na despesa para expansão de 8,9% da receita), Rio Grande do Norte (gastos subiram 17,7% enquanto a arrecadação só ganhou 5,3%) e Mato Grosso (16,6% de aumento de gastos contra 4,9% de alta de receita).

— Dentro das nossas projeções, os estados vão contribuir para uma política (fiscal) expansionista. Prevemos aumento de 40% nos investimentos dos estados — afirma Sbardelotto.

Pestana, da IFI, diz que essa expansão de gastos vai fazendo os estados elevarem a dívida com a União, se não tiverem disponibilidade de caixa, ou acumularem restos a pagar para o próximo governador.

Além do Espírito Santo, o economista Claudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria, cita Piauí, Sergipe e São Paulo como “razoavelmente bem administrados” do ponto de vista das contas públicas. Na outra ponta, há um segundo grupo que, na avaliação dele, só não quebra de vez porque o Supremo Tribunal Federal (SFT) não deixa, concedendo liminares reiteradas que suspendem pagamentos e liberam os governos estaduais de abater suas dívidas com a União.

A trinca formada por Rio de Janeiro (onde o desembargador Ricardo Couto de Castro governa interinamente), Rio Grande do Sul (onde Eduardo Leite, PSD, encerra o segundo mandato) e Minas mostra dificuldade crônica para superar os apuros fiscais provocadas pela combinação de dívida alta e déficits orçamentários anuais:

— São estados que, do ponto de vista fiscal, são fragilizados. Estão continuamente entrando em processo de repactuação da dívida com a União, como Rio, Minas e Rio Grande do Sul. São estados com notas C e D no índice de capacidade de pagamento do Tesouro — explica Frischtak.

Hamilton, do Ipea, fez uma análise mais estrutural da situação dos estados. Ao comparar o endividamento entre 2008 e 2025, com base nos dados do Banco Central, a situação do Rio só piora. A dívida nos anos 2000 equivalia a uma vez e meia a receita corrente líquida. No passado, já representava quase o dobro.

Nesse grupo, ele também inclui Minas e Rio Grande do Sul. A dívida mineira subiu levemente, mas ainda representa 169,1% da receita do estado. Já no Rio Grande do Sul, apesar de ter melhorado um pouco o indicador, os débitos correspondem a 223,3% do que o estado arrecada.

Mesmo recebendo royalties do petróleo e da mineração, Minas e Rio não conseguem se beneficiar desses recursos extras para alcançar uma situação fiscal equilibrada. No Rio, onde a possibilidade de redistribuição dos royalties do petróleo, em análise no STF, seria catastrófica, Frischtak observa que a arrecadação foi prejudicada pela sonegação de impostos dos chamados devedores contumazes em setores como combustíveis, cigarros e bebidas. Em outros estados, o populismo fiscal domina, ele diz:

Essa percepção de que “gasto é vida” é muito ampla na nossa política.

O Globo

Allyson brilha em casa, enquanto Álvaro e Cadu dividem atenções no Pingo da Mei Dia

 

O tradicional Pingo da Mei Dia, que abriu oficialmente o Mossoró Cidade Junina, reuniu neste sábado os três principais pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte: Allyson Bezerra, Cadu Xavier e Álvaro Dias.

Filho de Mossoró e ex-prefeito da cidade, Allyson Bezerra naturalmente acabou recebendo maior apelo popular durante a festa. O desempenho do pré-candidato no evento era esperado, já que ele representa a terra natal e mantém forte identificação com parte do público mossoroense.

Já Cadu Xavier repetiu o cenário das últimas aparições públicas, enquanto Álvaro Dias, bem avaliado por lideranças políticas locais, dividiu as atenções com o candidato do PT em diversos momentos da movimentação. No balanço geral da festa, não houve vencedores nem vencidos. Mas, por ser da casa e ex-prefeito do município, era natural que Allyson Bezerra acabasse sendo o nome que mais chamou a atenção no Pingo da Mei Dia.

O perfil de Álvaro Dias é outro bem diferente do malabarismo de Allyson Bezerra e Cadu Xavier

 

Enquanto alguns pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte investem em vídeos para redes sociais, com “mungangas”, Álvaro Dias (PL) segue um caminho completamente diferente. Com perfil mais conservador e reservado, o ex-prefeito de Natal tem evitado em suas aparições com pulinhos, dancinhas, gritinhos ou performances que marcam a estratégia de adversários.

Ao contrário do estilo mais expansivo adotado por Allyson Bezerra e, mais recentemente, por Cadu Xavier, Álvaro tem mantido uma postura mais sóbria e centrada. Pessoas próximas destacam que essa característica faz parte de sua personalidade e está em sintonia com o eleitorado conservador que busca representar.

No entendimento de aliados, Álvaro não precisa recorrer a vídeos do tipo TikTok, nem a apresentações com pandeiro, triângulo, zabumba ou coreografias para chamar atenção. O pré-candidato aposta em um estilo mais simples e tradicional, sem abrir mão do contato popular, mas preservando uma forma de agir que consideram compatível com seu perfil político.

Para seus apoiadores, essa diferença de comportamento acaba reforçando a imagem de um candidato identificado com valores mais conservadores e distante de estratégias de marketing que privilegiam performances e aparições voltadas para as redes sociais.

SINAL VERMELHO: Quase metade dos brasileiros diz que corrupção piorou sob governo Lula, aponta PoderData

 

Passados cerca de três anos e meio do terceiro mandato do presidente Lula (PT), uma nova pesquisa indica que 47% dos brasileiros acreditam que a corrupção aumentou no país desde sua posse. O levantamento é do PoderData, empresa ligada ao grupo Poder360, e foi realizado entre os dias 30 de maio e 1º de junho de 2026.

Segundo os dados, 28% dos entrevistados afirmam que o nível de corrupção permaneceu igual, enquanto 21% dizem que houve redução. Outros 5% não souberam responder.

Em relação à rodada anterior, feita em janeiro de 2026, a percepção de aumento da corrupção caiu 2 pontos percentuais. Já o grupo que vê diminuição avançou 3 pontos, saindo de 18% para 21%.

Naquele período, o cenário era influenciado por repercussões de investigações envolvendo descontos indevidos no INSS e menções a casos que ganharam repercussão política, incluindo citações ao entorno familiar de Lula e ao episódio envolvendo o chamado “Careca do INSS”, além de reportagens sobre o tema.

A nova rodada da pesquisa também ocorre em meio à repercussão do caso do Banco Master. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição, após identificar crise de liquidez e problemas de gestão.

O fundador do banco, Daniel Vorcaro, chegou a ser preso. Ele também teria se reunido com o presidente Lula e visitado o Palácio do Planalto em diferentes ocasiões em 2023 e 2024.

O levantamento do PoderData ouviu 2.500 pessoas em 166 municípios de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Não foi divulgado o número do registro no TSE. 

Fundão eleitoral, que faz alegria dos partidos, supera até valores do ‘novo PAC’

 

O indecoroso valor que os partidos políticos vão receber apenas para torrar nas eleições deste ano, uma montanha de dinheiro de mais de R$ 4,9 bilhões, supera o que o governo federal de Lula vai investir, até agora, no Programa de Aceleração do Crescimento, o “Novo PAC”. Por mais que a ação não tenha decolado e ameaça ser outro projeto petista que flerta com o fiasco, o valor destinado é de R$ 4,4 bilhões; R$ 500 milhões atrás daquilo que caciques políticos vão poder torrar até outubro.

Emergência é o bolso 

O fundão bancaria cerca de 15.123 ambulâncias para Unidades de Suporte Básico, ideais em emergências que exigem assistência imediata.

Vergonha na UTI 

A fortuna destinada aos partidos também poderia comprar 10.425 do modelo Unidades de Suporte Avançado, conhecidas como UTI móvel.

Dá e sobra 

Seria possível destinar duas ambulâncias para cada um dos 5.570 municípios do Brasil e ainda sobrariam 3.983 unidades de socorro.

Fundão da imoralidade 

O fundão também supera os R$ 4,1 bilhões que o governo destinou para construir 1.178 creches e escolas de educação infantil via PAC.

Claudio Humberto.

COMPRA DOS RESPIRADORES: Escândalo do Consórcio Nordeste está de volta e Fátima Bezerra treme nas bases

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que a investigação sobre a compra dos respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia volte a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF). No pedido, a PGR classifica o negócio de R$ 48 milhões como um contrato “prejudicial ao interesse público”.

À época da contratação, em 2020, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, integrava o Consórcio Nordeste juntamente com os demais governadores da região. O colegiado era presidido pelo então governador da Bahia, Rui Costa, atualmente ministro da Casa Civil.

Segundo a PGR, há indícios de que parte dos recursos possa ter sido ocultada ou lavada de forma continuada, inclusive durante o período em que Rui Costa ocupava cargo no governo federal. Por essa razão, o órgão defende que o caso seja apreciado pelo Supremo Tribunal Federal.

O contrato previa a compra antecipada de respiradores no valor de R$ 48 milhões. Os equipamentos nunca foram entregues e, passados seis anos, a maior parte dos recursos ainda não foi recuperada.

O episódio voltou a colocar em evidência o Consórcio Nordeste, entidade da qual fazia parte a governadora Fátima Bezerra, representante do Rio Grande do Norte. 

Alto Oeste Potiguar: Álvaro Dias está fechado com 14 prefeitos, Allyson com 10 e Cadu com 9

O cenário político no Alto Oeste Potiguar começa a ganhar novos contornos na corrida pelo Governo do RN. O ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, que até pouco tempo era apontado como o nome mais forte da região, agora divide espaço em uma disputa mais equilibrada com Álvaro Dias e Cadu Xavier.

Dos 33 municípios que compõem o Alto Oeste Potiguar, Álvaro Dias aparece atualmente com o apoio de 14 prefeitos. Allyson Bezerra soma 10 apoios, enquanto Cadu Xavier conta com 9 gestores municipais alinhados ao seu projeto político até o momento.

Enquanto Allyson e Cadu já cumpriram agendas políticas na região nas últimas semanas, Álvaro Dias iniciou nesta quinta-feira (4) uma série de visitas pela região da Tromba do Elefante, acompanhado de sua equipe e lideranças políticas, buscando fortalecer ainda mais sua pré-candidatura e ampliar alianças no interior do estado.

A chegada de Álvaro Dias ao Alto Oeste Potiguar fortalece ainda mais sua presença política na região. Com uma agenda intensa de visitas, encontros e articulações, Álvaro vem consolidando apoios importantes e ampliando seu espaço entre prefeitos, lideranças e a população, demonstrando força e crescimento no cenário estadual. 

CNM orienta Municípios a se prepararem para impactos do El Niño previsto para 2026 e 2027

 

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) publicou uma nota técnica com orientações aos gestores municipais para a preparação diante dos possíveis impactos do fenômeno climático El Niño nos anos de 2026 e 2027. O documento reúne recomendações para prevenção, elaboração de planos de contingência, comunicação de risco e fortalecimento das Defesas Civis municipais, com o objetivo de reduzir danos e proteger a população.

De acordo com as previsões climáticas, o El Niño poderá provocar eventos extremos em diferentes regiões do país, como chuvas intensas, tempestades, secas, ondas de calor e incêndios florestais. No Brasil, os efeitos tendem a aumentar o volume de chuvas na Região Sul, enquanto as regiões Norte, Nordeste e parte da área central do país podem enfrentar redução das precipitações.

A entidade alerta que a atuação antecipada das administrações locais é fundamental para minimizar perdas humanas, sociais, econômicas e ambientais em um cenário marcado pelo aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos. “O cenário evidencia a ausência de programas nacionais suficientemente estruturados, bem como de instrumentos de gestão e capacitação técnica capazes de atender às demandas dessas localidades”, destaca o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Dados levantados pela Confederação mostram a dimensão dos desafios enfrentados pelos Municípios. Entre 2013 e 2025, os desastres causaram prejuízos de R$ 785,4 bilhões no país. No período, 95,1% dos Municípios registraram algum tipo de impacto, afetando moradias, infraestrutura, serviços públicos, atividades econômicas e milhões de pessoas.

Recomendações
Entre as medidas recomendadas pela CNM estão a atualização ou elaboração dos Planos de Contingência (Plancon), o mapeamento de áreas vulneráveis, a definição de rotas de evacuação e de abrigos temporários, o fortalecimento das equipes locais de Defesa Civil e a manutenção de sistemas permanentes de monitoramento e alerta.

A nota técnica também orienta os Municípios a organizarem canais oficiais de comunicação com a população, realizarem vistorias em áreas de risco, estruturarem compras emergenciais para situações de desastre e promoverem ações específicas para proteção de crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência e animais.

Os riscos variam conforme a região do país. No Sul, a preocupação maior é com chuvas intensas, inundações, enxurradas, alagamentos e movimentos de massa. Já nas regiões Norte e Nordeste, os impactos podem estar relacionados à estiagem, à seca agrícola, à redução da disponibilidade hídrica e ao aumento do risco de incêndios florestais. No Centro-Oeste e no Sudeste, o fenômeno pode comprometer a estação chuvosa, provocar ondas de calor, pressionar os reservatórios de água e ampliar os riscos de incêndios em biomas como o Pantanal e o Cerrado.

A íntegra da nota técnica está disponível na Biblioteca da CNM

Da Agência CNM de Notícias. 

Pezão e Rosa serão diplomados na segunda-feira em Itaú; Justiça autoriza posse imediata

 

A Justiça Eleitoral já definiu a data da diplomação dos eleitos nas eleições suplementares de Itaú/RN e autorizou que a posse ocorra imediatamente após o ato.

Segundo ofício encaminhado pela 45ª Zona Eleitoral ao presidente da Câmara Municipal de Itaú, o prefeito eleito José Roberto Pezão e a vice-prefeita Rosa Basílio serão diplomados na próxima segunda-feira, dia 08 de junho, às 16h, no Fórum da Comarca de Apodi.

No documento, o juiz eleitoral Fábio Ferreira Vasconcelos esclarece que, após a diplomação, os eleitos estarão “legal e integralmente aptos” para assumir os mandatos, determinando que a Câmara adote as providências necessárias para realização da posse e encerramento da interinidade no município.

O ofício também relembra que a gestão interina exercida pelo presidente da Câmara perdura apenas até a diplomação dos candidatos eleitos nas novas eleições majoritárias.

Com isso, a expectativa é que José Roberto Pezão e Rosa Basílio assumam oficialmente a Prefeitura de Itaú rapidamente, encerrando o período de gestão interina iniciado após a cassação da chapa anterior. 

Brasil tem 3,5 milhões de novos eleitores aptos a votar em 2026; veja números por região

 

Dados do TSE divulgados nesta semana apontam que 158,8 milhões de eleitores estão aptos a votar nas eleições de outubro.

Desde o início do ano, quando o eleitorado era de 155,38 milhões de votantes, o montante cresceu 3,47 milhões.

Do total registrado no fim de maio, 83,9 milhões são mulheres, que representam 52,8% do eleitorado, e 74,8 milhões são homens (47,2%).

Números por região

O Sudeste tem o maior número de eleitores registrados (66,3 milhões), seguido do Nordeste (43,5 milhões), do Sul (22,8 milhões), do Norte (13,1 milhões) e do Centro-Oeste (12 milhões). Os 917 mil restantes vivem no exterior.

Lauro Jardim – O Globo 

Álvaro Dias recebe o apoio do Prefeito Bibi de Nenca-(MDB) e grupo político de Campo Grande

 

O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias (PL) recebeu mais um importante reforço político no Médio Oeste potiguar. Em visita ao município de Campo Grande, ele recebeu o apoio do prefeito Bibi de Nenca-(MDB), partido aliado da base de Allyson Bezerra, do vice-prefeito Grimaldo Gondim e de lideranças políticas locais, fortalecendo sua pré-candidatura ao Governo do Estado na região.

O encontro reuniu o prefeito, o vice-prefeito, os vereadores Nilson Júnior, Nilson Gondim, Pedro Myal e Vagner Souza, além de secretários municipais e outras lideranças políticas do município.

Durante a agenda, Álvaro conversou com o prefeito, lideranças locais e a população sobre as demandas de Campo Grande e dos municípios do Médio Oeste potiguar.

Ao agradecer a recepção, ele destacou a importância do diálogo com as lideranças municipais e reafirmou sua disposição de trabalhar pelo desenvolvimento do estado.

“Gostaria de agradecer a recepção de Bibi, o carinho e o acolhimento com que fui recebido aqui em Campo Grande. Nós temos a experiência necessária para reerguer o RN. Tenho experiência política e coragem para realizar as ações necessárias para retomar o desenvolvimento do nosso estado. Já destravamos o desenvolvimento de Natal, quando fui prefeito, com a implantação do novo Plano Diretor, e agora vamos destravar e acelerar o desenvolvimento do RN”, afirmou.

Álvaro também reforçou sua proposta de descentralização da saúde pública no estado, defendendo o fortalecimento da rede hospitalar regional para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde.

Segundo ele, a meta é garantir que os potiguares possam receber atendimento especializado mais próximo de suas cidades, reduzindo deslocamentos e melhorando a qualidade da assistência oferecida à população.

A adesão do grupo liderado pelo prefeito Bibi de Nenca amplia a presença de Álvaro no Médio Oeste potiguar e reforça o crescimento de sua pré-candidatura em diversas regiões do RN.

 

Álvaro Dias recebe apoio da prefeita Darkinha-(PP), vice-prefeito e grupo político de Triunfo Potiguar

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu um importante reforço político na tarde desta quarta-feira durante visita ao município de Triunfo Potiguar, no Médio Oeste potiguar. A prefeita Darkinha - (PP), partido da base aliada de Allyson, o vice-prefeito Abimael Fonseca e um amplo grupo de lideranças locais declararam apoio ao projeto político de Álvaro para as eleições de 2026, fortalecendo sua presença na região.

Além da prefeita e do vice-prefeito, o apoio conta com a adesão do presidente da Câmara Municipal, Juirliton Estevam, e dos vereadores Dadão do Boqueirão, Liomar, Agenor Ribeiro, Ceição de Creuza, Lidione Atanásio e Lúcia de Nero. Também passam a integrar o grupo político de apoio os ex-vereadores Cição da Saúde, Necas Estevam e Jonas Estevam, além dos ex-vice-prefeitos Neto Apolinário e Gildenor Fonseca.

Durante o encontro, Álvaro apresentou sua trajetória na vida pública, destacando ações realizadas ao longo de seus mandatos e os resultados alcançados durante sua gestão à frente da Prefeitura de Natal. O pré-candidato defendeu uma administração municipalista e reafirmou o compromisso de manter uma parceria permanente com os municípios potiguares.

Entre as propostas apresentadas, Álvaro destacou o projeto de regionalização e ampliação do atendimento médico nos hospitais regionais do Rio Grande do Norte, com o objetivo de aproximar os serviços de saúde da população e reduzir a necessidade de deslocamentos para os grandes centros urbanos.

“Queremos fortalecer os hospitais regionais, ampliar os atendimentos especializados e garantir que a população tenha acesso à saúde de qualidade mais perto de casa. O Rio Grande do Norte precisa voltar a investir nas regiões e dar condições para que os municípios possam crescer e se desenvolver”, afirmou.

A adesão do grupo liderado pela prefeita Darkinha amplia a presença de Álvaro Dias no Médio Oeste potiguar e reforça o crescimento de sua pré-candidatura em diversas regiões do estado. 

Turbulência nos bastidores da pré-campanha de Allyson Bezerra com a saída de Rudimar Ramon da equipe de comunicação

 

A saída do jornalista Rudimar Ramon da equipe de comunicação ligada ao projeto político de Allyson Bezerra movimentou os bastidores da política potiguar e gerou questionamentos sobre o ambiente interno da pré-campanha.

Reconhecido no mercado da comunicação do Rio Grande do Norte, Rudimar foi convidado para atuar na interlocução entre a candidatura e os profissionais da imprensa da capital, buscando fortalecer o relacionamento institucional e ampliar o diálogo com os veículos de comunicação.

A permanência do jornalista, no entanto, foi curta. Nos bastidores, a saída é interpretada por aliados e observadores políticos como um sinal de divergências internas sobre estratégias, métodos de trabalho e condução da comunicação.

Embora não haja posicionamento oficial detalhando os motivos do desligamento, a mudança alimenta especulações em um momento importante de articulações para as eleições de 2026. Em períodos pré-eleitorais, alterações em equipes consideradas estratégicas costumam ser acompanhadas com atenção por lideranças políticas e analistas.

Para interlocutores do meio político, quando profissionais experientes deixam projetos dessa dimensão, o episódio inevitavelmente desperta dúvidas sobre o funcionamento interno da estrutura de campanha e sobre os desafios que ainda precisam ser superados na construção da candidatura.

Segundo informações recebidas por nossa redação o pré- candidato Alysson Bezerra não estaria cumprindo os acordos, vários blogs nunca receberam um centavo pelo trabalho realizado. 

Gazeta Potiguar

 

 
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