Olho D'água do Borges/RN -

R$ 3,9 MILHÕES E MENOS DE 8 MIL VOTOS: Candidatas do União bancaram material com Cinthia de Allyson, denuncia o Blog do Dina

 

Dani Ribeiro e Nagila Diniz, candidatas a deputada federal pelo União Brasil, receberam juntas cerca de R$ 3,9 milhões do Fundo Eleitoral e somaram apenas 7.865 votos. De acordo com levantamento do Blog do Dina, as duas também contrataram material de campanha com o nome de Cinthia de Allyson, eleita deputada estadual e companheira do candidato ao Governo do Estado.

Dani recebeu R$ 2.513.160 do fundo eleitoral e teve 5.735 votos. Nagila recebeu R$ 1.433.985 e conseguiu 2.130. Considerando a receita total declarada, a proporção chegou a R$ 440 por voto para Dani e R$ 673 para Nagila, as maiores da disputa federal no RN, conforme o Blog do Dina.

Nas contas de Dani, nove lançamentos somam R$ 157.365 em materiais descritos como “DANI RIBEIRO + CINTHIA”. Nagila declarou outros R$ 18.675 em peças com os dois nomes. As campanhas também compartilham fornecedores com Allyson e Cinthia.

A reportagem ressalta que material conjunto pode ser registrado apenas nas contas de quem pagou. O Blog do Dina ressalta que as duas não eram “candidatas laranjas”, uma vez que fizeram campanha, mas serviram de “escora” para Cinthia de Allyson.

Nessa modalidade, prossegue a reportagem, a candidata recebe a fatia do fundo eleitoral que a lei reserva às mulheres, monta a estrutura e a estrutura sustenta o grupo.

A operação, segundo o blog, é completada pelos fornecedores da campanha, entre os quais está a 2HC, que pertence a Hélito Honorato, marqueteiro de Allyson. A agência aparece com contratos de R$ 1,5 milhão com Allyson, R$ 350 mil com Dani, R$ 200 mil com Nagila e R$ 150 mil com Cinthia, todos lançados em 16 de agosto. As quatro campanhas também compartilham advogados, gráfica, contadores e fornecedor de combustível.

 Blog do BG

Centrão se alia a bolsonarismo e passa a defender impeachment de ao menos 1 ministro do STF

 

Integrantes do centrão aderiram à agenda do PL e passaram a defender o impeachment de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) para "equilibrar os Poderes" e conter o que consideram ser um uso político de investigações contra parlamentares. O movimento ocorre após partidos de direita crescerem de tamanho no Congresso. 

A partir dessa reavaliação, senadores do centrão que antes admitiam publicamente voto no impeachment de ministros, mas nos bastidores faziam ressalvas, agora entendem ser necessário articular o afastamento por sobrevivência eleitoral. Parlamentares do grupo que não se posicionaram sobre o tema, por sua vez, agora tendem a vir a público para unir forças aos bolsonaristas. 

Para a cúpula do centrão, as urnas deram um recado claro de que os eleitores desejam uma contenção nos poderes do Supremo, com uma reforma do Judiciário e a saída de ministros como Alexandre de Moraes. Ignorar essa pressão, dizem, colocaria em risco futuras eleições de parlamentares do grupo, dando espaço para um crescimento ainda maior da direita em cima das vagas deles. 

Ainda não há consenso sobre como será esta reforma. A perspectiva é de que o debate só ocorra de verdade na próxima legislatura, quando os eleitos tomarem posse em fevereiro. Entre as propostas mais citadas estão a idade mínima de 60 anos para assumir como ministro do STF, tamanho mínimo para partidos poderem recorrer à corte e o fim de "inquéritos do fim do mundo", como o das fake news. 

Parte deles também apoia tirar do STF a atribuição de julgar crimes de políticos com prerrogativa de foro. Esses processos passariam a começar nos tribunais regionais federais, com recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). O Supremo serviria apenas como uma corte de recursos contra ilegalidades. Seria uma forma de diminuir a influência dos ministros sobre o Congresso. 

O presidente do STF, Edson Fachin, antecipou-se a esses movimentos nesta terça (6) e se reuniu com os líderes do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), e da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), dois dias após o primeiro turno, para tratar de mudanças no Judiciário. O presidente do STF, segundo interlocutores, quer apresentar ainda este ano um projeto de modernização do sistema de Justiça. 

À petista ele defendeu ser importante que o Ministério da Justiça trate exclusivamente de questões relacionadas ao Judiciário, para acelerar a discussão sobre a reforma, deixando a atuação relativa à segurança pública para uma pasta à parte. O presidente Lula (PT) prometeu fazer essa separação quando for aprovada a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. 

A PEC já foi aprovada na Câmara, mas aguarda deliberação do Senado. Teresa Leitão explicou a Fachin que a prioridade imediata do governo é o fim da escala 6x1, e a PEC da Segurança Pública só deve ser analisada após o segundo turno. 

Na conversa com Marinho, eles falaram sobre os conflitos entre o Judiciário e a oposição. O senador, que deve disputar a presidência do Senado, afirmou que pretende modificar o regimento interno da Casa Legislativa para que o protocolo de pedidos de impeachment de ministros do STF que contarem com o apoio de 49 senadores seja aberto automaticamente, sem precisar de aval da presidência. 

O Senado terá, a partir de 2027, ao menos 49 dos 81 congressistas que defendem o impeachment de ministros, ainda que com ressalvas, segundo levantamento da Folha. Trinta e cinco deles foram eleitos no domingo (4) e se somarão aos 14 senadores que têm mais quatro anos de mandato e já eram favoráveis. Para aprovar o afastamento de magistrados são necessários 54 votos, ou seja, dois terços da Casa. 

O principal alvo dos bolsonaristas é Alexandre de Moraes. Relator do processo da trama golpista, ele foi o condutor do julgamento que levou à prisão o ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio Dino, porém, também se tornou alvo. Além dos bolsonaristas, ele se tornou malquisto também pelo centrão devido à condução da ação sobre falta de transparência das emendas parlamentares. 

Os 49 votos são suficientes para aprovar mudanças constitucionais no Senado. As PECs também precisam ser votadas pela Câmara, onde são necessários pelo menos 308 votos, dentre os 513 deputados. 

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), afirmou que é a favor de mandatos para os novos ministros do STF. "Sobre o mérito [do que será votado] ainda não dá para assegurar, mas que vai ter uma reforma, vai. Esse foi o recado das urnas", disse. Ele evitou comentar sobre o impeachment, mas ressaltou que é um processo demorado e não haverá tempo na atual legislatura. "Precisa ver a nova composição." 

Para o deputado Ricardo Barros (PR), que é tesoureiro nacional do PP, uma reforma e o impeachment "serão inevitáveis", principalmente se Flávio Bolsonaro (PL) confirmar o favoritismo para a Presidência. "O que houve não foi o crescimento da direita, foi o crescimento de políticos que estavam na cola do STF", diz o parlamentar, que é autor de PEC para que a idade mínima dos ministros seja de 65 anos. 

No Paraná, estado de Barros, o candidato mais votado para deputado federal foi Jeffrey Chiquini (Novo), advogado que se destacou na defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro preso por envolvimento na trama golpista. O Novo ressurgiu com dez deputados e três senadores. O PL será a maior bancada da Câmara e do Senado em mais de 30 anos, puxado por políticos que estão entre os mais votados do país. 

Cinco políticos do centrão ouvidos pela reportagem dizem que o impeachment de um dos ministros será suficiente como recado para o Supremo, impondo uma autocontenção para os demais. O alvo mais provável seria Alexandre de Moraes, atacado por bolsonaristas por ser relator do processo que condenou Bolsonaro à prisão e pelo contrato de R$ 120 milhões de sua esposa com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. 

Parte deles afirmou que vai procurar outros integrantes do tribunal para sugerir que o próprio STF adote medidas internas sobre Moraes, de modo a não agravar o conflito com o Legislativo. O impeachment de mais de um ministro é visto como exagerado, dizem esses cinco integrantes do centrão, porque haverá renovação grande na corte, com três aposentadorias até 2030 e a ocupação da cadeira que está vaga. 

Outros dois líderes do grupo afirmam que haverá uma pressão constante pelo impeachment de ministros, mas isso não é algo certo por ser um processo muito demorado e por dominar o noticiário político. Um deles avalia que seria um erro Flávio Bolsonaro gastar o poder do começo de mandato com isso, o que tiraria o foco de reformas econômicas que poderiam impulsionar mais um mandato seu. 

Folha de São Paulo

ALRN terá renovação de um terço de suas cadeiras na próxima legislatura

 

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) consolidou o cenário político para o próximo quadriênio após a conclusão da apuração pela Justiça Eleitoral para as eleições 2026. O resultado das urnas confirmou uma taxa de renovação de 33,3% na composição do Parlamento Estadual, com a chegada de oito novos integrantes para a legislatura que se inicia em 2027, enquanto 16 parlamentares atuais garantiram a permanência na Casa do Povo.

O Partido Liberal (PL) assegurou sete das 24 cadeiras disponíveis. A legenda reelegeu o deputado Coronel Azevedo, que alcançou a marca de 105.403 votos, número recorde de votos no Legislativo Estadual. A bancada será formada ainda por Dr. Kerginaldo, Tomba Farias, Gustavo Carvalho, Luiz Eduardo, Adjuto Dias e pela estreante Camila Araújo.

A representatividade partidária no Palácio José Augusto será distribuída entre sete agremiações. O Progressistas (PP) e o Partido dos Trabalhadores (PT) asseguraram quatro vagas cada. Pela bancada do PP, foram eleitos Julio Cesar, Kleber Rodrigues, Neilton Diógenes e Nelter Queiroz. Já o PT, integrante da Federação Brasil da Esperança, contará com Francisco do PT, Isolda Dantas, Divaneide Basílio e Daniel Valença. O sistema de eleição proporcional utilizado no Brasil define as vagas com base no quociente eleitoral, somando os votos nominais e os votos na legenda.

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o Partido Verde (PV) elegeram três parlamentares cada. Entre os nomes do PSDB, o atual presidente da ALRN, Ezequiel Ferreira, obteve a segunda maior votação nominal do estado, com 73.217 votos, compondo bancada ao lado de Dr. Gustavo Soares e Cristiane Dantas. Pelo PV, garantiram mandato Kaline de Dr. Bernardo, Eudiane Macedo e Ivanilson Oliveira. O quadro se completa com o União Brasil, representado por Robson Carvalho e Cinthia de Allyson, e o MDB, com o deputado Bibiano.

A movimentação nas cadeiras do Legislativo também foi influenciada por novos rumos na carreira pública de atuais ocupantes. Dr. Bernardo, por exemplo, deixará a Casa para assumir um mandato na Câmara dos Deputados, enquanto Hermano Morais disputou o cargo de vice-governador na chapa encabeçada por Allyson Bezerra. Outros parlamentares, como José Dias e Vivaldo Costa, optaram por não concorrer à reeleição.

Os oito novos rostos que passarão a integrar o Poder Legislativo a partir de 2027 são Bibiano, Camila Araújo, Julio Cesar, Robson Carvalho, Cinthia de Allyson, Gustavo Soares, Kaline de Dr. Bernardo e Daniel Valença. Eles assumirão as vagas de membros da atual composição que não renovaram seus mandatos, como Galeno Torquato, Taveira Júnior, Terezinha Maia, Ubaldo Fernandes e Vivaldo Costa, ou que migraram para outras esferas de atuação, assegurando a oxigenação política e a alternância de vozes no Parlamento potiguar.

Bancada feminina ganha força na ALRN

A próxima legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte terá uma presença feminina mais expressiva. A partir de 2027, a bancada será formada por sete deputadas estaduais: Isolda Dantas, Divaneide Basílio, Cristiane Dantas e Eudiane Macedo, além das estreantes Cinthia de Allyson, Camila Araújo e de Kaline de Dr. Bernardo, ampliando a representatividade das mulheres no Parlamento potiguar.

A nova composição reforça a participação feminina nas decisões do Legislativo e reúne parlamentares com diferentes trajetórias políticas e bases eleitorais. A presença de seis mulheres entre as 24 cadeiras representa 25% da composição da Assembleia, consolidando uma das bancadas femininas mais expressivas da história recente da Casa.

 Blog do Passaro

Caiado acerta apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno e prepara anúncio em Goiânia

 

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A adesão deve ser oficializada nesta terça-feira (6), durante um ato político em Goiânia com a presença do candidato do PL.

Flávio procurou Caiado por telefone na manhã desta segunda-feira (5), um dia depois do primeiro turno. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, o ex-governador confirmou na conversa que ficará ao lado do senador na disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O movimento também foi confirmado pelo governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB). Em entrevista à CNN Brasil, Vilela afirmou que participará do encontro e também declarou apoio à candidatura de Flávio no segundo turno.

A expectativa é que o evento reúna prefeitos e parlamentares ligados ao grupo político de Caiado em Goiás. O ato está previsto para a tarde desta terça, em Goiânia.

Caiado disputou a Presidência pelo PSD e terminou o primeiro turno na quinta colocação. Com a totalização concluída, recebeu 2.605.148 votos, equivalentes a 2,18% dos votos válidos. À frente dele ficaram Flávio Bolsonaro, Lula, Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão).

Logo após a eleição, Caiado havia evitado antecipar seu posicionamento. O ex-governador afirmou que conversaria com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, antes de anunciar uma decisão. A direção nacional da legenda optou por liberar suas lideranças e diretórios estaduais para escolherem quem apoiar no segundo turno.

Flávio e Lula disputam a Presidência no dia 25 de outubro. Na votação de domingo, o candidato do PL recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. 

Zema declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

 

O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que não ficará “em cima do muro” e defendeu uma mudança no governo federal. 

Zema disse que votará contra Lula e o PT e afirmou que “o Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”. O candidato também destacou o avanço da direita no Congresso e disse que os novos parlamentares poderão atuar em pedidos de impeachment. 

“Mas nós ainda temos uma grande batalha agora, dia 25. derrotar o Lula e o PT. Eu não vou me omitir, nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais quatro ministros nomeados pelo Lula. Estamos juntos no dia 25″, finalizou. 

No primeiro turno, Zema recebeu 326.488 votos, o equivalente a 0,27% dos votos válidos, e terminou a disputa em sexto lugar. Com o apoio, ele se junta a outros candidatos que ficaram fora do segundo turno e já declararam posição na disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula.

Com informações do O Antagonista.

Lula perde força em todas as regiões e tem 3,4 milhões de votos a menos que em 2022

 

O presidente Lula (PT) perdeu votos em todas as regiões do Brasil no primeiro turno das eleições de 2026 na comparação com o desempenho registrado há quatro anos. No total, foram 3.379.966 votos a menos que em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A maior perda em números absolutos ocorreu no Sudeste, onde Lula recebeu 1,8 milhão de votos a menos. No Nordeste, principal reduto eleitoral do petista, também houve recuo, com redução de 258.555 votos.

Percentualmente, a maior queda na participação entre os votos válidos foi registrada no Sul. Lula perdeu 5,5 pontos percentuais em relação ao primeiro turno de 2022. No Centro-Oeste, a redução foi de 5,21 pontos.

No resultado nacional, Lula recebeu 53.879.538 votos no primeiro turno deste ano, equivalentes a 45,16% dos votos válidos. Em 2022, havia conquistado 57.259.504 votos, ou 48,43%.

 


O movimento foi inverso para Flávio Bolsonaro (PL) na comparação com a votação obtida pelo pai, Jair Bolsonaro, em 2022. Flávio recebeu 56.104.503 votos, 5.032.158 a mais que os 51.072.345 registrados por Jair Bolsonaro há quatro anos.

O crescimento de Flávio ocorreu em todas as regiões. Os maiores avanços em números absolutos foram registrados no Nordeste, com 1.611.579 votos a mais, e no Sudeste, com acréscimo de 1.429.080 votos.

Com o resultado do primeiro turno, Flávio terminou com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os dois disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.

Poder360

O recado das urnas em Olho D’Água do Borges: veja quem foram os candidatos mais votados

 

As urnas em Olho D’Água do Borges deixaram números importantes para a leitura do cenário político local e revelaram como o eleitorado do município se posicionou diante das diferentes forças políticas nas disputas para presidente, governador, senador e deputados.

O resultado não é apenas matemático. Os números revelam mudanças na correlação de forças e ajudam a desenhar novos cenários para o futuro político do município.

É nesse contexto que 2028 começa a aparecer no horizonte. O primeiro recado das urnas já foi dado. E o eleitor, muitas vezes, não envia seus sinais por acaso.

Resta saber se o resultado deste domingo representa apenas um alerta momentâneo ou o início de uma mudança mais profunda no cenário político local. O tempo, agora, passa a ser um fator importante.

Porque, na política, as urnas registram escolhas, medem forças e, não raramente, cobram a conta das decisões tomadas ao longo do caminho.

Confira os candidatos mais votados em cada cargo:

Presidente

Lula (PT) – 2.605 votos (72,14%)
Flávio Bolsonaro (PL) – 851 votos (23,57%)

Governador

Allyson Bezerra – 1.644 votos (46,85%)
Cadu Xavier – 1.501 votos (42,78%)
Álvaro Dias – 358 votos (10,20%)

Senador

Styvenson Valentim (PODE) – 1.899 votos (30,14%)
Samanda (PT) – 1.414 votos (22,44%)
Coronel Hélio (PL) – 1.033 votos (16,40%)
Rafael Motta (PDT) – 934 votos (14,83%)
Zenaide Maia (PSD) – 805 votos (12,78%)

Deputado Federal

Bernardo – 870 votos
Benes Leocádio – 686 votos
Natália Bonavides – 330 votos
Nina Souza – 304 votos
Juninho Saia Rodada – 609 votos
Cabo Deyvison – 130 votos
João Maia – 114 votos
Sargento Gonçalves – 105 votos

Deputado Estadual

Nelter Queiroz – 866 votos
Kaline de Dr. Bernardo – 676 votos
Neilton Diogenes – 512 votos
Ivanilson Oliveira – 184 votos
Francisco do PT – 160 votos 

Allyson Bezerra e Cadu Xavier vão ao 2º turno no RN

 

Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu (PT) disputarão o segundo turno da eleição para o Governo do Rio Grande do Norte. A definição ocorreu neste domingo (4), após a totalização de 100% das urnas.

Allyson terminou o primeiro turno na primeira colocação, com 36,94% dos votos válidos, ou 733.809 votos. Cadu em segundo, com 36,16%, somando 718.300 votos. A diferença entre os dois foi de 15.509 votos, equivalente a 0,78 ponto percentual.

O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) terminou em terceiro lugar, com 26,71% dos votos válidos, totalizando 530.580 votos, e ficou fora da segunda etapa da disputa.

Cadu Xavier, conhecido como Cadu de Lula, é ex-secretário estadual da Fazenda e disputou sua primeira eleição majoritária. Sua candidatura contou com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da governadora Fátima Bezerra (PT), que encerra seu segundo mandato à frente do Estado.

Já Allyson Bezerra chega ao segundo turno após ter sido eleito prefeito de Mossoró em 2020 e reeleito em 2024. Durante a campanha, o candidato foi alvo de críticas e acusações relacionadas à Operação Mederi, investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de irregularidades em contratos públicos na área da saúde. Allyson nega envolvimento nas irregularidades investigadas.

A eleição para governador do Rio Grande do Norte será decidida em 25 de outubro, quando os eleitores voltarão às urnas para escolher entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula.

 

Flávio Bolsonaro e Lula vão disputar Presidência no segundo turno

 

Com 99,90% das urnas apuradas neste domingo (4), Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na liderança, com 47,05% dos votos válidos, equivalente a 56.079.781 votos.

Lula ficou na segunda colocação, alcançando 45,14% dos votos válidos, com 53.792.426 votos.

A escolha do próximo presidente da República será definida no segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.

O resultado das urnas também apresentou uma mudança em relação ao cenário predominante nas pesquisas eleitorais divulgadas na reta final da campanha. Lula chegou ao domingo liderando a maioria dos levantamentos nacionais, embora algumas pesquisas já apontassem redução da diferença entre os dois candidatos e houvesse estudos que mostravam Flávio Bolsonaro numericamente à frente.

Quando as urnas começaram a ser abertas, porém, foi Flávio quem apareceu na primeira colocação. O candidato do PL assumiu a dianteira desde os primeiros momentos da apuração e chegou a registrar mais de 50% dos votos válidos no início da totalização.

Com o avanço da contagem, os percentuais foram se modificando, mas Flávio Bolsonaro manteve a primeira posição até o encerramento da apuração.

Lula, por sua vez, permaneceu na segunda colocação e garantiu presença no segundo turno.

Com a definição do primeiro turno, a campanha presidencial entra agora em uma nova etapa. Flávio Bolsonaro e Lula terão mais três semanas para buscar os votos dos eleitores que escolheram outros candidatos, votaram em branco ou anularam o voto no primeiro turno.

Os brasileiros voltarão às urnas no dia 25 de outubro, quando será definido quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos. 

‘Cala a boca, Janja’, diz mãe de Nikolas, ‘mexeu com o piá errado’ de 3,1 milhões de votos

 

No comitê de campanha de Nikolas Ferreira (PL-MG), em Belo Horizonte, a mãe do deputado, Maria Ruth Ferreira de Oliveira, respondeu neste domingo (4) às ofensas da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, com a frase que circulou nas redes: “Cala a boca, Janja”, que completou: “mexeu com o piá errado”.

Ruth levantou o coro de “cala a boca, Janja” entre apoiadores que acompanhavam a apuração e, apontando para o telão com os números do Tribunal Superior Eleitoral, ironizou: “Olha aqui o piá de bosta”. No mesmo painel, uma montagem exibia a expressão “piá de ouro”, em contraste com o xingamento usado pela primeira-dama. O público repetiu gritos contra Janja. Nikolas conquistou 3,1 milhões de votos, maior votação de um deputado federal na História do Brasil.

A troca de ataques vinha da reta final da campanha. Em 29 de setembro, em ato de Lula (PT) em Salvador, Janja chamou Nikolas de “piá de bosta”. Ela explicou que a expressão é usada no Paraná — “piá” significa menino — para quem “faz alguma coisa errada” e afirmou que o deputado deveria “lavar a boca” antes de falar do presidente e ainda precisaria “comer muito arroz com feijão” para se comparar a ele. Lula, no mesmo palanque, referiu-se ao parlamentar como “canalha”.

Janja repetiu o termo nos dias seguintes. Em Belo Horizonte, na sexta-feira (2), disse “um salve para todo mundo de Minas Gerais, menos para o piá de bosta” e que “Minas é muito maior que esse piá de bosta”. No Rio de Janeiro, voltou a usar a expressão. Nikolas respondeu em comício e nas redes que o ataque seria “um elogio” e perguntou por que “um jovem de 30 anos, que nasceu na favela”, teria feito a primeira-dama “perder a linha”.

O estopim foi um vídeo em que Nikolas criticou uma fala de Lula sobre mulheres serem “tocadas” desde cedo, atribuindo conotação sexual ao trecho. A campanha do presidente sustentou que a declaração foi retirada de contexto — ligada, segundo o Planalto, a exames preventivos e à resistência masculina aos cuidados de saúde — e acionou o TSE pedindo a retirada das publicações.

Nas urnas, a resposta veio em votos. Com a apuração praticamente encerrada em Minas Gerais, Nikolas foi reeleito com cerca de 3,119 milhão de votos, segundo registros da noite de domingo, e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil. Superou a própria marca de 2022, quando recebeu cerca de 1,49 milhão de votos e já havia sido o mais votado do país naquele pleito, e ultrapassou o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro, de cerca de 1,84 milhão em 2018. O segundo colocado na disputa histórica desta eleição foi Lucas Pavanato (PL-SP), com cerca de 3,038 milhão de votos.

A cena no comitê — a mãe do deputado devolvendo em público o xingamento da primeira-dama diante do placar da apuração — sintetizou o tom da reta final em Minas: ofensa pessoal de um lado, recorde de votação do outro.

Diário do Poder

Pesquisa mostra segundo turno entre Allyson e Álvaro

 

Pesquisa do Instituto Media, contratada pelo O Potengi, aponta cenário de segundo turno entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias (PL) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. 

Considerando apenas os votos válidos, Allyson aparece com 40,7%, seguido por Álvaro Dias, com 32,6%. Cadu de Lula tem 26,0%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 1%. Os votos válidos excluem brancos, nulos e eleitores que não souberam responder. 

O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre os dias 27 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-01543/2026.

Multidão lota o largo do Atheneu para o último comício de Álvaro Dias no 1º turno em Natal

Em clima de festa e emoção na reta final da campanha, Álvaro Dias (PL) realizou, nesta quinta-feira (1º), seu último comício em Natal antes do primeiro turno. Com o Largo do Atheneu lotado, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte chegou caminhando no meio do povo, abraçando apoiadores e sendo recebido por caravanas e lideranças de várias regiões do Estado. 

Ao lado de Álvaro estavam o prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, o candidato ao Senado Coronel Hélio e os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson, Coronel Brilhante, Sargento Gonçalves e Nina Souza, além de candidatos a deputado estadual, prefeitos, vereadores e outras lideranças.

 

Ao falar sobre a decisão de realizar o último comício, Álvaro destacou a importância de encerrar a campanha perto da população. “As pessoas me aconselharam a não fazer o último comício, e eu disse: eu tinha que fazer. Eu não podia encerrar essa campanha política sem fazer o que fiz hoje aqui: chegar abraçado à população, apertar as mãos dos nossos amigos da cidade de Natal”, declarou.

Emocionado, Álvaro falou da caminhada eleitoral e da esperança que encontrou nas ruas. “Não poderia sair dessa campanha sem ver a esperança do povo do Rio Grande do Norte, abraço por abraço, sorriso por sorriso. Vamos juntos mudar o Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou. 

Ao final, Álvaro agradeceu aos apoiadores que o acompanharam durante a campanha e encerrou a noite em meio às manifestações de carinho do público.

ELEIÇÕES 2026 SEM LEI SECA: RN terá venda e consumo de álcool liberados no domingo de votação

 

Eleitores do Rio Grande do Norte poderão comprar e consumir bebidas alcoólicas normalmente neste domingo (4), dia do primeiro turno das eleições. O estado não adotará a chamada Lei Seca eleitoral.

A decisão foi confirmada nesta quinta-feira (1º) pelo secretário de Segurança Pública do RN, coronel Francisco Araújo. Ele afirmou que não será publicada portaria proibindo a venda ou o consumo de bebidas.

“Nós apenas recomendamos às pessoas que tenham cautela no consumo da bebida alcoólica, porque, caso a pessoa se exceda, será detida e conduzida à delegacia. Mas não há nenhuma proibição por parte da Secretaria de Segurança Pública, nenhuma portaria proibindo o consumo ou a venda de bebida alcoólica”, afirmou.

Com a decisão, bares, restaurantes e supermercados poderão comercializar bebidas sem restrições específicas relacionadas ao horário da votação. No domingo (4), eleitores votação para presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Blog do BG

 

DESESPERO: Robério expõe estratégia esquerdista para tentar barrar avanço da direita no RN

 

Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.

A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.

O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.

Veja vídeo aqui.

 

 
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