Olho D'água do Borges/RN -

É difícil cravar o fim do grupo político de Allyson Bezerra

 

É difícil decretar o fim do grupo político de Allyson Bezerra. O ex-prefeito de Mossoró saiu da reeleição municipal de 2024, quando recebeu 113 mil votos, para uma derrota na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

O resultado impõe a Allyson o desafio de reorganizar suas forças políticas e entender por que o crescimento que vinha apresentando no início do ano não se traduziu em vitória estadual. A Operação Mederi, que atingiu sua gestão, entrou no cenário político e passou a representar um fator de desgaste, embora o peso eleitoral de cada acontecimento não possa ser medido isoladamente.

O futuro do grupo também passa pela sucessão municipal de 2028. Impedido de disputar novamente a Prefeitura, Allyson terá de administrar sua influência por meio de aliados, como a deputada estadual eleita e sua esposa Cynthia Bezerra e o prefeito Marcos Medeiros. Este último terá o desafio de construir identidade própria e demonstrar capacidade de mobilização popular sem depender exclusivamente do capital político do antecessor.

Enquanto isso, a direita bolsonarista tem em Cabo Deyvison um nome com espaço para ampliar sua atuação, e o PT mantém lideranças como Isolda Dantas e Larissa Rosado como possíveis candidatas a prefeitura.

A derrota não encerra automaticamente o ciclo de Allyson, mas muda as condições de sua atuação. O ex-prefeito precisará reconstruir alianças, preservar sua base e decidir qual posição ocupará no campo político potiguar.

 Ismael Souza

Votos nos números "00" e "22" no 2º turno no RN somaram 58.793 e superam diferença entre Cadu e Allyson.

 

Um total de 58.793 eleitores do Rio Grande do Norte digitaram ’00’ ou ’22’ na urna eletrônica no segundo turno da eleição para governador, realizado neste domingo (25). No estado, Cadu de Lula (PT) venceu Allyson Bezerra (União Brasil) por 32.625 votos de diferença. Os dados foram levantados pelo jornalista Dinarte Assunção, do blog do Dina, a partir de informações do TSE.

Em todo o RN, número ’00’ recebeu 32.122 votos, enquanto 26.671 eleitores digitaram ’22’, número associado ao ex-prefeito de Natal Álvaro Dias, que não disputava o 2º turno.

No recorte em Natal, 7.097 eleitores digitaram ’22’ e outros 9.555 escolheram ’00’.

A comparação mostra que os votos digitados no número ’22’, isoladamente, equivalem a cerca de 82% da diferença entre os candidatos. Somados aos votos no ’00’, representam aproximadamente 1,8 vez a margem da vitória de Cadu. 

Pessimismo: bolsa desaba quase 17% após vitória de Lula; queda maior que no pior dia da pandemia

 

O Ibovespa chegou a cair cerca de 17% nesta segunda-feira (26), no primeiro pregão após o segundo turno das eleições, revelando o pessimismo dos investidores com a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. A queda, que chegou a superar 16,7%, é a maior diária desde 21 de março de 1990, quando o índice recuou 22,27% no dia seguinte ao anúncio do Plano Collor.

Mais de R$ 890 bilhões em valor de mercado das empresas brasileiras foram apagados ao longo do dia. O movimento reflete a reação do mercado à reeleição do petista, que venceu Flávio Bolsonaro (PL) por 51,75% a 48,25%. O resultado inverteu a expectativa predominante após o primeiro turno, quando Flávio ficou à frente e o Ibovespa chegou a subir fortemente (incluindo um salto de cerca de 7,7% no dia seguinte).

Para efeito de comparação, a queda de ontem supera episódios históricos recentes e anteriores, como:

  • Crise da Rússia (10/09/1998): −15,82%
  • Crise asiática (27/10/1997): −14,97%
  • Pior dia da pandemia (12/03/2020): −14,78%
  • Crise de 2008 (22/10/2008): −10,18%
  • “Joesley Day” (18/05/2017): −8,80%

O mercado já antecipava forte volatilidade. O ETF EWZ (que replica ações brasileiras em Nova York) chegou a cair cerca de 18-19% no after-hours de domingo, e analistas projetavam risco elevado de circuit breaker (acionado em quedas de 10%, 15% e 20%). O dólar também avançou com força, refletindo o ajuste de posições que estavam concentradas na expectativa de alternância de poder e de um cenário fiscal mais restritivo.

A sessão de hoje marca um dos momentos mais intensos da história recente da B3, revertendo parte importante do rali eleitoral registrado após o primeiro turno.

Diário do Poder 

Decisão de Moraes contra Flávio gera insatisfação na base de Lula e senadores governistas veem ruído desnecessário

 

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país encontrou resistência e críticas até mesmo dentro da base aliada do governo no Congresso. Nos bastidores de Brasília, lideranças e senadores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliaram de forma negativa a medida cautelar e demonstraram preocupação com os impactos políticos do ato.

Integrantes da base governista confidenciaram que a determinação de Moraes “tensiona tudo” no ambiente político em um momento no qual o governo eleito precisa pacificar o país e construir pontes para garantir a governabilidade no Congresso Nacional.

Coluna de Milena Teixeira / Metrópoles 

Decisão de Moraes contra Flávio pega STF de surpresa e Ministros temem novo racha no país

 

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país gerou surpresa nos bastidores do Supremo Tribunal Federal.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, integrantes da própria Corte avaliaram reservadamente que a medida isolada de Moraes compromete os esforços para baixar a temperatura política no país e abre margem para acirrar os ânimos após o resultado do segundo turno.

A preocupação de bastidor também envolve a forte articulação da oposição no Senado Federal. Com a nova composição da Casa, integrantes do STF calculam que ao menos 49 senadores já se posicionam abertamente a favor da abertura de um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, número que fica a apenas cinco votos dos 54 necessários para o afastamento de um ministro.

Folha de São Paulo

Lula venceu! Os próximos quatro anos preocupam — e a conta vai chegar para todos!

 

Lula venceu. E, para os próximos quatro anos, fica uma preocupação: quem vai arcar com o custo das decisões do governo?

Os mais ricos continuarão tendo mais recursos para proteger seu patrimônio e enfrentar períodos de instabilidade. Os mais pobres seguirão dependendo de políticas públicas e programas sociais. Já a classe média, que trabalha duro, paga impostos, sustenta a família, e luta para conquistar uma vida melhor, corre o risco de ver seu poder de compra diminuir ainda mais.

Essa é uma das grandes preocupações do Brasil: quem produz sente o peso dos impostos; quem depende de benefícios teme perder o pouco que tem; e quem está no meio, tentando crescer honestamente, muitas vezes se vê pressionado por todos os lados.

O problema não é ajudar quem precisa. O problema é construir um país em que trabalhar, empreender e prosperar pareçam cada vez mais difíceis, enquanto o cidadão comum precisa fazer malabarismos para fechar as contas no fim do mês.

A conta das decisões econômicas não fica restrita a quem governa ou a quem votou. Ela chega à mesa de todas as famílias, inclusive daquelas que já não têm mais de onde tirar.

No fim das contas, a pergunta é inevitável: nos próximos quatro anos, o brasileiro terá mais oportunidades para crescer ou precisará se esforçar cada vez mais apenas para manter o que conquistou?

Uma coisa é certa: a conta vai chegar para todos — tanto para quem escolheu esse caminho quanto para quem não escolheu. E, no fim, ninguém poderá fugir da fatura! 

O voto passa, o respeito precisa ficar

 

Por mais que a política nos divida, a vida nos lembra que somos parte das mesmas famílias, amizades e comunidades.

A política deveria ser um instrumento de transformação da sociedade, jamais um motivo para destruir amizades, provocar desavenças familiares ou transformar pessoas em inimigas. No entanto, o que vemos em tempos de eleição é uma preocupante inversão de valores: em muitos casos, o radicalismo fala mais alto do que o bom senso, e a intolerância ocupa o lugar do diálogo.

Diante desse cenário, vale recordar uma das mais belas mensagens da oração de São Francisco: “Onde houver ódio, que eu leve o amor”. Uma reflexão simples, mas necessária em um momento em que o Brasil e o Rio Grande do Norte enfrentam disputas políticas marcadas por fortes paixões e posições divergentes.

Na corrida pela Presidência da República, Lula e Flávio Bolsonaro protagonizam uma disputa que mobiliza o país. No Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra e Cadu Xavier também disputam a preferência dos eleitores. São projetos e correntes políticas diferentes, diante dos quais cada cidadão tem o direito de fazer sua própria avaliação e escolher livremente o seu candidato.

O problema começa quando a preferência eleitoral deixa de ser uma escolha individual e passa a ser motivo de cobranças, julgamentos, ofensas e rompimentos. O voto é secreto, a consciência é individual e ninguém tem obrigação de expor sua preferência política para satisfazer a curiosidade ou a pressão de terceiros.

É legítimo defender um candidato, criticar adversários e debater propostas. O que não é aceitável é ultrapassar os limites do respeito, como se a escolha de um número na urna fosse suficiente para definir o caráter de uma pessoa.

É preciso compreender que a democracia não exige que todos pensem da mesma maneira. Pelo contrário, ela se fortalece quando pessoas com opiniões diferentes conseguem conviver, dialogar e respeitar umas às outras.

Amanhã haverá vencidos e vencedores. Mas, encerrada a votação, a realidade continuará diante de todos nós. Na segunda-feira, as famílias continuarão reunidas, os amigos continuarão se encontrando e os problemas do país e do nosso estado continuarão exigindo soluções.

Aos eleitos caberá uma responsabilidade ainda maior: governar para todos, sem distinção entre quem lhes deu o voto e quem escolheu outro caminho. A vitória eleitoral não é uma autorização para governar apenas para os aliados, assim como a derrota não retira de ninguém o direito de cobrar, fiscalizar e participar da vida pública.

A política é passageira. Os mandatos têm prazo para terminar. Já as amizades construídas ao longo dos anos, os laços familiares e a convivência entre as pessoas merecem muito mais cuidado do que as disputas de uma campanha.

Que a paixão política não nos faça perder aquilo que o dinheiro não compra e que nenhuma eleição pode devolver depois de destruído: a confiança, a amizade e o respeito.

Podemos discordar sem ofender, defender nossas convicções sem agredir e votar em candidatos diferentes sem transformar nossas diferenças em inimizade.

A eleição termina. Os mandatos passam. A vida continua.

Que, acima de qualquer candidato ou partido, prevaleçam a paz, o respeito e a capacidade de reconhecer que somos diferentes, mas continuamos sendo seres humanos com o mesmo direito de pensar, escolher e viver em liberdade. 

Segundo turno no RN: menos de dez prefeitos ainda evitam declarar apoio e estão em cima do muro

 

A maioria dos prefeitos do Rio Grande do Norte já declaram apoio a Allyson Bezerra ou Cadu Xavier na disputa pelo Governo do Estado. Menos de dez gestores, porém, chegam à reta final do segundo turno sem assumir publicamente uma posição, preferindo manter distância dos dois candidatos até o último momento.

A postura desses prefeitos chama a atenção em uma eleição marcada pela disputa acirrada e pelas articulações políticas em todas as regiões do estado. Enquanto grande parte dos gestores entram no jogo eleitoral, outros optaram pela cautela, evitando comprometer suas relações políticas antes da definição das urnas.

A expectativa é saber se esses gestores permanecerão neutros até amanhã, dia da votação ou se, nos últimos minutos do jogo eleitoral, decidirão declarar apoio a um dos candidatos. Afinal, em uma disputa tão equilibrada, cada posicionamento político pode ter reflexos nas alianças e nos projetos eleitorais que serão construídos para os próximos anos no Rio Grande do Norte. 

Esclerosou: Lula diz que vai acabar com a polícia no debate da Globo

Uma declaração do presidente Lula (PT) durante o último debate presidencial da TV Globo chamou a atenção na discussão sobre segurança pública. Ao defender a aprovação da PEC da Segurança Pública e a criação de um ministério específico para a área, Lula teria afirmado que o governo vai “acabar com a polícia e deixar o território livre”.

A frase, caso confirmada na íntegra, tem potencial para provocar forte repercussão política, especialmente na reta final da disputa presidencial. O trecho exige esclarecimento sobre o contexto e a intenção da fala, já que uma declaração dessa natureza envolve diretamente o combate ao crime organizado e a atuação das forças policiais. 

Lula ofendeu leis federais ao aceitar uísque de R$ 500 mil presenteado pelo ex-banqueiro Vorcaro

 

Ao aceitar do ex-banqueiro Daniel Vorcaro uma garrafa de uísque The Macallan 1945 avaliada em R$ 500 mil (mais de 80 mil euros), Lula (PT) pode ter ofendido ao menos duas leis federais, a começar pelo Estatuto do Servidor Público (Lei 112/1990), que o proíbe de receber presentes de qualquer valor ofertados por pessoas, empresas ou entidades com interesse em suas decisões ou do órgão em que ele atua. Lula também ignorou a Lei de Conflito de Interesses (12.813/13), por motivos óbvios.

Sonolência seletiva 

A Comissão de Ética Pública da Presidência também proíbe, mas se finge de morta diante do episódio do uísque de meio milhão de reais.

Aproximação custa caro 

O caso ilustra o uso de presentes de alto luxo para comprar aproximação com o poder em meio a investigações envolvendo o Banco Master.

Abrindo porta dos fundos

Vorcaro tentava proteger seu banco do desastre e havia acertado propina de R$1 bilhão com amigos de Lula para “acessar” os fundos de pensão.

Não se fez de rogado 

Lula usou o amigo Walfrido Warde, advocado de Vorcaro, para agradecer pelo uísque. Ao “Canal Livre” da Band, Lula admitiu ter bebido a garrafa.

Claudio Humberto

Campanha de Lula não entregou ao TSE sigilos pessoais da lobista Roberta Luchsinger

 

A campanha de Lula (PT) não apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dados bancários e fiscais pessoais da lobista Roberta Luchsinger. Ela questionou nas redes sociais como informações sobre seus sigilos teriam sido obtidas e afirmou que seus dados estão sob segredo de Justiça. Segundo ela, ninguém pediu autorização para acessar os documentos. A empresária prometeu tomar “todas as medidas cabíveis”.

Estas informações às quais Roberta se refere não foram solicitadas pela equipe de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido se restringe a registros de visitas dela a prédios públicos, voos em aeronaves da FAB e reuniões em órgãos federais.

Lula e Flávio travam um embate sobre a divulgação de informações financeiras na reta final do segundo turno. As campanhas formalizaram um acordo para autorizar a abertura de sigilos, mas ainda divergem sobre a forma de divulgação dos dados.

Na quinta-feira (22), o ministro André Mendonça, do TSE, afirmou que os candidatos podem divulgar voluntariamente as informações, sem necessidade de autorização judicial. Ele ressaltou, porém, que a divulgação não substitui eventuais investigações sobre irregularidades.

RN não terá Lei Seca no segundo turno; venda e consumo de álcool estão liberados no domingo (25)

 

Os eleitores do Rio Grande do Norte poderão comprar e consumir bebidas alcoólicas normalmente neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições. A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) confirmou que não haverá Lei Seca no estado.

A decisão mantém as regras do primeiro turno, quando o governo também não proibiu a venda nem o consumo de bebidas. Bares, restaurantes e supermercados poderão funcionar normalmente, sem restrições específicas relacionadas à votação.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) apenas recomenda cautela no consumo de álcool e alerta que excessos que configurem infrações podem resultar em detenção. 

Mendonça rejeita divulgação de sigilos de Lula e Flávio pelo TSE e diz que candidatos podem abrir dados por conta própria

 

O ministro André Mendonça, integrante ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem coube decidir sobre o falso desafio de Lula (PT) sobre “quebra de sigilo”, afirmou nesta quinta-feira (22) que cabe a cada candidato divulgar o conteúdo dos próprios sigilos. Confirmando o que o Diário do Poder já havia avançado, o TSE não pode fazer nada com o papelório.

“Não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, disse André Mendonça.

A decisão é uma resposta a ofícios apresentados pelos dois candidatos a presidente ao tribunal entre terça-feira (20) e quinta-feira.

 O “desafio” era falso por razões óbvias, para além da falta de previsão legal para que o TSE ou qualquer tribunal aja sobre o caso.

Lula propôs “quebrar o sigilo fiscal”, quando na verdade todos os dados fiscais, constantes das declarações de renda e de bens de candidatos, já estão expostos nas plataformas da Justiça Eleitoral, e não apenas referentes às eleições de 2026 e sim a todas as anteriores.

Outra falsa disponibilidade de dados proposta por Lula era o “sigilo telefônico”: ele não tem celular há muitos anos, portanto, não há sigilo a ser quebrado.

Claudio Humberto

Sócio de Willer não é Flávio: chama-se Eugênio Aragão, foi advogado de Lula e ministro da Justiça de Dilma

 

O verdadeiro sócio do advogado Willer Tomaz, investigado pela Polícia Federal, tem nome e sobrenome bem diferente de Flávio Bolsonaro (PL). Ao contrário do que o governo Lula (PT) e aliados na mídia tentam fazem parecer, o sócio de verdade de Willer se chama Eugênio Aragão, é um velho ativista de esquerda que atuou como advogado das campanhas do PT e de Lula em 2018 e a mais recentemente, em 2022. Por sua militância, acabou premiado com o cargo de ministro da Justiça do governo Dilma Roussef (PT). 

Aragão foi ministro de Dilma por curto período, entre março a maio de 2016, porque foi obrigado a deixar o cargo com a aprovação pelo Senado do impeachment da então presidente. 

A dupla Eugênio Aragão/Willer Tomaz são sócios há 9 anos no escritório Aragão & Tomaz Advogados Associados, e atuam fortemente em tribunais superiores, principalmente no Supremo Tribunal Federal (STF). 

A “parceria” foi anunciada oficialmente em 17 de outubro de 2017, logo após Eugênio Aragão se aposentar do Ministério Público Federal (MPF), onde foi subprocurador de uma classe mais antiga que permitia o exercício da advocacia. A associação profissional com o escritório de Willer Tomaz segue registrada e ativa em casos nos tribunais superiores.

Diário do Poder

 
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