Olho D'água do Borges/RN -

Tradição: recebido com carinho pelos amigos em Caicó, Álvaro Dias visita a tradicional Feirinha de Sant’Ana

 

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na tarde desta quinta-feira, da programação da tradicional Festa de Sant’Ana, em Caicó, na região do Seridó. Durante a visita, percorreu o pavilhão da feirinha, conversou com moradores, comerciantes e visitantes e acompanhou parte das atividades da festa, uma das mais tradicionais manifestações religiosas e culturais do estado.

Ao longo da agenda, Álvaro também concedeu entrevistas à imprensa local e falou sobre a importância da Festa de Sant’Ana para a cultura potiguar e para a economia da região, destacando o papel do evento na valorização das tradições seridoenses.

A visita reuniu diversas lideranças políticas do Rio Grande do Norte. Estiveram presentes o candidato ao Senado, Coronel Hélio; a candidata a deputada estadual, Anny Lagartixa; o candidato a deputado federal, Coronel Brilhante; os ex-prefeitos de Caicó Batata e Roberto Germano; os pré-candidatos Jorge do Rosário e Expedito Ferreira; o prefeito de Acari, Fernandinho; a prefeita de Extremoz, Jussara; os deputados estaduais Terezinha Maia, Adjuto Dias e Coronel Azevedo; o prefeito de São João do Sabugi, Aníbal Pereira; o prefeito de Ouro Branco, Amarildo; os vereadores de Natal Aldo Clemente e Irapuã Nóbrega; o prefeito de Jardim de Piranhas, Rogério Couro Fino; o ex-prefeito Antônio Macaco; e o vice-prefeito Luiz Macaco, além de diversas outras lideranças políticas.

Realizada anualmente, a Festa de Sant’Ana reúne milhares de fiéis e visitantes de diferentes regiões do estado e integra o calendário religioso e cultural do Rio Grande do Norte, movimentando o turismo, o comércio e as manifestações culturais do Seridó.



Governo Fátima Bezerra retira R$ 25,7 milhões da Educação para cobrir benefícios do MP

 

O Governo do Rio Grande do Norte retirou R$ 25,712 milhões do orçamento da Secretaria de Estado da Educação (Seec-RN) para garantir o pagamento de benefícios salariais a membros do Ministério Público do Estado (MPRN). O remanejamento dos recursos ocorreu após recuo da gestão estadual: inicialmente, a equipe econômica apontou inviabilidade fiscal e financeira para atender ao pedido nos moldes apresentados. Posteriormente, o Governo encontrou na anulação de uma dotação da Educação a fonte para viabilizar a suplementação. A opção foi anular dotações da área educacional para viabilizar o repasse. O decreto que libera o remanejamento foi publicado em 15 de julho.

Segundo documentos referentes ao processo, os recursos foram remanejados como crédito adicional suplementar, após pedido do MPRN feito em 3 de junho. Os recursos cobrem o pagamento da Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC) e da gratificação por exercício cumulativo de atribuição referentes a 2026.

A PVTAC é um benefício que adiciona 5% ao salário a cada cinco anos dedicados à carreira jurídica, podendo chegar a até 35% de acréscimo por antiguidade. A mobilização para garantir os pagamentos das categorias do Judiciário e MP ganhou força após o Supremo Tribunal Federal (STF) limitar, em março, o pagamento de verbas indenizatórias acima do teto constitucional (R$ 46.366,19). Em julho, o STF liberou o pagamento da PVTAC.

Afirmando não ter espaço no próprio orçamento, o MPRN solicitou o crédito adicional ao Executivo argumentando urgência e caracterizando o impacto financeiro como “imediato, obrigatório, juridicamente imposto e permanente”.

A primeira resposta do Estado foi negativa. A Secretaria da Fazenda (Sefaz-RN) apontou a inviabilidade momentânea do pleito, justificando a decisão com a frustração nas receitas estaduais e os limites de gastos impostos pela legislação. No entanto, o cenário mudou após o processo circular por outras pastas e órgãos.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE-RN) concluiu pela legalidade do pedido por se tratar de uma obrigação imposta pelo STF. Na fase final, a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) encontrou a solução: remanejar o valor do orçamento da folha de pessoal da Educação Básica, Cultura, Esporte e Lazer.

Do total de R$ 25.712.000, R$ 15,76 milhões são para pessoal ativo, R$ 5,8 milhões para pessoal inativo, e R$ 4,152 milhões para pensionistas. O impacto financeiro, no entanto, deve crescer.

Documentos do MP ilustram que a conta será ainda maior no próximo ano. Como os meses de janeiro a abril não foram contemplados em 2026, devido à data de publicação do acórdão do STF, a previsão é de que a despesa exija R$ 39.159.000,00 do orçamento já para 2027.

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Mais um calote do Governo Fátima: hospital do RN suspende atendimento por falta de pagamento

 

O Hospital Rio Grande suspendeu, nesta quinta-feira (30), todo o atendimento a pacientes do SUS encaminhados pelo Governo do Rio Grande do Norte. O motivo é o velho problema que se repete na gestão Fátima Bezerra: a falta de pagamento. 

Segundo o hospital, além dos repasses em atraso, acordos firmados com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) também deixaram de ser cumpridos. A consequência recai sobre quem mais precisa: os pacientes que dependem da rede pública. 

E a situação deve piorar. A partir de 1º de agosto, o Hospital Memorial e o Hospital do Coração também vão suspender os atendimentos aos pacientes encaminhados pelo Estado. Depois de quase oito anos de governo Fátima, a saúde continua acumulando dívidas e serviços interrompidos. 

Blog do BG

Agora vai! PF pede ao STF para investigar Lulinha por corrupção e tráfico de influência junto ao o ‘Careca do INSS’

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, por suspeitas dos crimes de tráfico de influência e corrupção.

A investigação atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que busca aprofundar apurações sobre a suposta atuação do filho do presidente Lula (PT) em negócios relacionados ao Ministério da Saúde e ao mercado de cannabis medicinal.

O pedido da PF foi distribuído a Mendonça por ser o relator dos inquéritos relacionados à Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de fraudes em descontos associativos aplicados sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o requerimento encaminhado ao Supremo, os investigadores apuram indícios de que Lulinha teria utilizado sua influência junto a órgãos do governo federal para favorecer interesses privados ligados à liberação e à comercialização de produtos à base de canabidiol em programas públicos de saúde.

A Polícia Federal também investiga uma suposta atuação conjunta entre Lulinha e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Apontado como um dos principais investigados na Operação Sem Desconto, Camilo Antunes é suspeito de integrar um esquema de desvios envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários.

De acordo com a investigação, Lulinha teria atuado no setor de cannabis medicinal em parceria com a empresária Roberta Luchsinger. Os investigadores apuram se ambos trabalharam em favor da empresa World Cannabis, apontada pela PF como vinculada a Antônio Carlos Camilo Antunes.

O relatório enviado ao STF afirma que foram identificados pagamentos realizados por Camilo Antunes à RL Consultoria, empresa pertencente a Roberta Luchsinger. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Lulinha já era alvo de apuração em um dos procedimentos decorrentes das investigações sobre as fraudes no INSS. Com a abertura do novo inquérito, a PF pretende concentrar as investigações especificamente em sua suposta atuação junto ao Ministério da Saúde, servidores da pasta e integrantes do gabinete da Presidência da República.

O advogado Marco Aurélio Carvalho, que representa Lulinha classificou a medida como uma possível “pesca probatória”.

“Importante dizer que o presidente Lula devolveu as instituições de Estado à sociedade brasileira, notadamente a Polícia Federal, que tinha sido capturada pelo governo anterior por interesses políticos e eleitorais. A PF recuperou a independência e autonomia que são determinantes para a manutenção da credibilidade da instituição, mas ela precisa usar com responsabilidade. É estranha a notícia sobre a instauração de novo inquérito, a impressão que passa é que a Polícia Federal está promovendo uma espécie de pesca probatória. ‘Não achei nada aqui e vou procurar ali’. Isso é muito grave. Não acharam nada do Fábio no bojo das investigações do INSS, como não vão achar em relação a esses fatos”, afirmou.

Diário do Poder

ROMBO: Mesmo com recorde de arrecadação, contas do governo central têm déficit de R$ 48,2 bilhões em junho

 

Mesmo após registrar arrecadação recorde de impostos e contribuições no primeiro semestre, as contas do governo central fecharam junho com déficit de R$ 48,2 bilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (30).

O resultado é pior que o de junho de 2025, quando o rombo foi de R$ 44,2 bilhões, e também superou a expectativa do mercado, que projetava déficit de R$ 45,3 bilhões.

LEIA TAMBÉM: Arrecadação com impostos e contribuições federais bate recorde e soma R$ 1,58 trilhões até junho, alta anual de 6,63%

No acumulado de janeiro a junho, o déficit chega a R$ 92,2 bilhões, bem acima dos R$ 11,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

De acordo com o Tesouro, as receitas cresceram 10,3% em termos reais, impulsionadas principalmente pela arrecadação federal e pelas receitas ligadas ao petróleo. As despesas, porém, também avançaram, com alta real de 9%, puxadas por gastos do Executivo, especialmente na área da Saúde, além de créditos extraordinários e do déficit da Previdência, que somou R$ 50,5 bilhões apenas em junho.

Apesar do resultado negativo, a meta fiscal de 2026 continua sendo um superávit de R$ 34,3 bilhões, com margem de tolerância que permite encerrar o ano com resultado primário próximo de zero.

Em visita à Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil em SP, Álvaro Dias estreita laços com o segmento evangélico, conquista apoio da Assembleia de Deus, e fortalece sua caminhada ao Governo do RN

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu em São Paulo um importante gesto de apoio do pastor José Wellington Costa Júnior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), uma das maiores lideranças evangélicas do país.

O encontro tem forte repercussão no cenário político potiguar, especialmente pelo peso da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte. A denominação reúne mais de 1.600 igrejas distribuídas em todas as regiões do estado e exerce significativa influência religiosa e social em centenas de municípios.

O apoio é visto como um marco na disputa pelo Governo do Estado, pois representa a aproximação de Álvaro Dias com um segmento que tradicionalmente acompanha de perto o posicionamento de suas lideranças em temas ligados à defesa dos valores cristãos.

Segundo as manifestações públicas das lideranças da Assembleia de Deus ao longo dos anos, a igreja tem reafirmado a defesa de princípios cristãos em sua atuação na sociedade e costuma enfatizar que não apoia projetos políticos que, em seu entendimento, contrariem esses valores ou estejam associados a denúncias de corrupção. 

Nesse contexto, o gesto de apoio recebido por Álvaro Dias é interpretado por aliados como um importante reforço à sua pré-candidatura, ampliando sua presença junto ao eleitorado evangélico e fortalecendo seu projeto político para as eleições deste ano.

O movimento ocorre em um momento de intensificação das articulações eleitorais no Rio Grande do Norte, no qual Álvaro Dias vem ampliando sua base de apoios políticos e institucionais em diferentes segmentos da sociedade. Recentemente, sua candidatura também recebeu o apoio do PSDB estadual, liderado por Ezequiel Ferreira, fortalecendo ainda mais sua composição política.

Caos nos consultórios odontológicos na rede pública de Mossoró; 13 unidades são fechadas

 

Você entraria em consultório odontológico sem as mínimas condições de higiene e com aparelhos quebrados?

Essa é a situação das pessoas que precisam dos consultórios odontológicos da rede de saúde pública de Mossoró. Os gravíssimos problemas estruturais levaram ao Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Norte (CRO-RN) a interditar 13 unidades das 21 que passaram por vistoria, incluindo Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).

As interdições são resultado de uma semana de fiscalizações em unidades de saúde do município.

Antes da vistoria realizada pela equipe do CRO-RN, a população havia denunciado o problema, com imagens distribuídas nas redes sociais. No entanto, a Secretaria Municipal de Saúde ignorou as denúncias e, por meio da mídia oficial, garantiu que os serviços estavam em pleno funcionamento.

O cenário caótico, negado pela gestão municipal, foi confirmado pelos fiscais do Conselho Regional de Odontologia. A equipe se deparou com um cenário crítico formado por equipamentos danificados, mofo, infiltrações, paredes danificadas, ferrugem em armários e cadeiras odontológicas rasgadas ou quebradas.

O relatório do CRO-RN também inseriu que foram identificados banheiros em condições inadequadas de uso, com alguns sem vaso sanitário.

Profissionais da área de odontologia afirmam que as irregularidades identificadas pelo CRO-RN comprometem as condições de atendimento e a biossegurança, o que coloca em risco a saúde dos pacientes.

Segurança

O trabalho do CRO-RN foi iniciado na semana passada em várias cidades do Rio Grande do Norte. Em Mossoró, as primeiras interdições ocorreram na terça-feira, 21, alcançando dois consultórios no CEO e três nas Unidades Básicas de Saúde do Abolição IV, Santa Delmira e bairro Belo Horizonte.

O presidente do CRO-RN, Dr. Souza Júnior, afirma que as interdições têm o objetivo de garantir a segurança para os profissionais e pacientes. “A fiscalização está trabalhando em todo o estado do Rio Grande do Norte, justamente para coibir locais insalubres e que não tenham biossegurança, tanto para o profissional e sua equipe como também para o paciente.”

Os consultórios só poderão voltar a funcionar quando todas as irregularidades forem corrigidas. O conselho fará uma nova vistoria em até 20 dias. Se os problemas persistirem, os atendimentos continuarão suspensos até que o ambiente ofereça condições seguras.

Versão oficial

Em nota, a Prefeitura de Mossoró informou que analisa as recomendações feitas pelo órgão e mantém diálogo com as equipes de fiscalização. O município disse ainda que vai elaborar um planejamento para realizar as adequações necessárias e regularizar os consultórios apontados na inspeção, tanto no CEO quanto nas Unidades Básicas de Saúde. 

 Consultório fora dos padrões põe em risco a vida de todos

As principais consequências de um consultório odontológico sujo são a infecção cruzada, a transmissão de doenças graves e graves problemas legais. Manter o local fora dos padrões põe em risco a vida de todos.

Riscos à Saúde e Transmissão de Doenças:

  • Infecção cruzada: Ocorre quando bactérias e vírus passam de um paciente para outro por meio de superfícies ou ferramentas mal limpas.
  • Doenças graves: Risco de contaminação por Hepatite B, Hepatite C, Herpes e HIV devido ao contato com sangue e saliva.
  • Infecções bacterianas: Propagação de micro-organismos que causam infecções locais na boca ou problemas respiratórios, como a pneumonia. 

Problemas Profissionais e Legais

  • Ação da vigilância: O local pode ser multado, interditado ou perder o alvará de funcionamento pela Anvisa ou órgãos de saúde locais.
  • Processos judiciais: Pacientes contaminados podem processar o dentista e a clínica por danos morais e materiais.
  • Perda de reputação: A falta de limpeza afasta os clientes e destrói a imagem do profissional no mercado.

 Jornal de Fato.

Campanha em múltiplas arenas

 

A eleição para o Governo do Rio Grande do Norte será disputada simultaneamente em diferentes arenas. A força nas ruas continuará indispensável, com comícios, carreatas, reuniões e agendas municipais, mas dividirá espaço com uma batalha cada vez mais sofisticada no marketing, nas redes sociais e na Justiça Eleitoral. As campanhas precisarão demonstrar capacidade de mobilização, controlar a narrativa pública e manter uma estrutura jurídica preparada para reagir aos movimentos dos adversários.

O primeiro grande confronto da disputa atingiu justamente o principal ativo eleitoral de Allyson Bezerra: sua presença digital. A ação apresentada pelo Novo, integrante da coligação de Álvaro Dias, questionou a realização de dois eventos de convenção e pediu a suspensão do perfil do candidato nas redes sociais. Independentemente do resultado jurídico, a iniciativa provocou efeitos políticos imediatos. Allyson transformou o processo em um discurso contra uma suposta tentativa de silenciamento, enquanto seus adversários expuseram a disposição de enfrentar judicialmente sua vantagem na comunicação.

A judicialização tende a ser uma das marcas da eleição. Cada postagem, vídeo, evento ou declaração poderá ser submetido ao exame da legislação eleitoral e convertido em representação. Nesse ambiente, uma ação nunca será apenas jurídica: terá também repercussões políticas e comunicacionais. Uma decisão favorável pode impor limites a um adversário, mas um pedido considerado excessivo também pode oferecer ao alvo a oportunidade de se apresentar como vítima e mobilizar sua base.

Ruas, marketing e tribunais formarão, assim, um mesmo campo de disputa. Ganhará vantagem quem conseguir manter presença territorial, comunicar-se de maneira eficiente e atravessar a campanha sem sofrer derrotas jurídicas capazes de comprometer sua estratégia. No cenário potiguar, não bastará conquistar votos: será necessário disputar diariamente a interpretação dos fatos, responder rapidamente aos ataques e compreender que, em 2026, a eleição também será decidida na batalha pelo controle da narrativa.

 Agora RN

Xandão quer tornar Flávio inelegível para garantir que Lula vença por W.O?

 

A interferência de Alexandre de Moraes contra a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, sobre o uso de IA de Jair Bolsonaro durante a convenção do PL que lançou a candidatura do bolsonarista à Presidência, é um recado de que as perseguições serão intensificadas, mesmo com Xandão não atuando mais no TSE.

A competência dessa ação, requerida pelo PT, está nas mãos de Nunes Marques, que é o presidente do TSE. Xandão quer criar uma espécie de TSE paralelo para prejudicar a campanha da direita.

A reeleição de Lula é a garantia de que o sistema nomeie mais quatro ministros do STF, aparelhando quase que na totalidade a Suprema Corte.

Para que esse plano avance, é preciso derrotar o inimigo maior, o bolsonarismo, e garantir que Lula vença por W.O., já que os dois nomes da dita direita isenta não chegam à casa dos dois dígitos.

Ja não há mais corda para ser esticada. O sistema ultrapassou todos os limites e não esconde mais tamanha interferência e perseguição política. O mundo está assistindo a mais uma bizarra eleição no país. 

Oposição reage contra governo Lula impor sigilo de 100 anos a visitas a Vorcaro na PF

 

O deputado federal e candidato ao Senado Sanderson (PL-RS), protocolou nesta quarta-feira (29), uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a apuração da decisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública que manteve sob sigilo, por 100 anos, os registros de visitas recebidas pelo empresário Daniel Vorcaro enquanto esteve custodiado na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

O documento foi encaminhado ao presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho. Na representação, o parlamentar sustenta que a medida viola os princípios constitucionais da publicidade, da transparência e da moralidade administrativa, além de contrariar a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), que estabelece a publicidade como regra e o sigilo como exceção.

Segundo Sanderson, os registros de entrada e saída de visitantes constituem documentos administrativos produzidos por um órgão público e, por isso, devem estar sujeitos ao controle social. O deputado argumenta que a eventual existência de dados pessoais não justifica o bloqueio integral das informações, já que seria possível resguardar informações sensíveis por meio da divulgação parcial dos documentos.

A Administração Pública não pode transformar a exceção em regra. O sigilo de 100 anos deve ser utilizado apenas nas hipóteses previstas em lei, com fundamentação concreta e proporcional. Quando há interesse público envolvido, a transparência deve prevalecer”, afirmou o parlamentar.

Na ação, Sanderson também argumenta que o Ministério da Justiça aplicou de forma ampla e desproporcional a proteção à intimidade prevista na Lei de Acesso à Informação, sem demonstrar quais dados precisariam permanecer protegidos nem justificar a impossibilidade de fornecer os registros com a supressão das informações pessoais.

O deputado ressalta ainda que os documentos dizem respeito ao acesso de pessoas a uma unidade da Polícia Federal durante um período considerado de relevante interesse institucional, envolvendo procedimentos conduzidos por órgãos públicos.

Na representação, Sanderson solicita que o TCU abra procedimento de fiscalização, requisitando o processo administrativo que fundamentou a manutenção do sigilo, incluindo pareceres técnicos e jurídicos, além de revisar a decisão caso seja constatada incompatibilidade com a Constituição Federal e com a Lei de Acesso à Informação.

“É fundamental garantir que os órgãos públicos atuem com transparência e permitam o devido acompanhamento da sociedade. O controle público é um instrumento essencial da democracia”, concluiu o deputado.

Diário do Poder

 

Justiça dá 30 dias para Governo Fátima retomar obra do Centro de Queimados do Walfredo Gurgel

 

A Justiça determinou que o Governo do Rio Grande do Norte tome providências imediatas para a conclusão das obras do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. Em decisão de tutela de urgência, o Judiciário fixou prazo de 30 dias para a retomada integral das reformas e a recomposição mínima da equipe, após ação movida pelo Ministério Público (MPRN) e Defensoria Pública (DPERN) que denunciou dois anos de atraso e a situação precária da unidade, única pública especializada no atendimento a queimados no RN.

A decisão judicial, proferida em ação da 47ª Promotoria de Justiça de Natal (MPRN) e do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (NUDESA) da DPERN, estabelece que a retomada da obra pode ser feita por meio de contratação emergencial de nova empresa ou requisição administrativa de bens e serviços.

Antes disso, em 15 dias, o Estado deve apresentar um cronograma físico-financeiro detalhado e atualizado para a conclusão integral da obra no prazo máximo de 90 dias.

Além da estrutura física, o Estado deve garantir, em até 30 dias, a recomposição mínima da equipe necessária ao funcionamento seguro e contínuo da unidade. A decisão também trata da necessidade de segregação física e funcional entre a área assistencial em funcionamento e o canteiro de obras. Em caso de descumprimento injustificado das determinações, a Justiça fixou multa diária de R$ 5 mil.

 Tribuna do Norte

VITIMIZAÇÃO: Allyson fez convenção dupla, usa narrativa falsa e reage com agressividade para tentar transferir responsabilidade pelo próprio erro

 

O pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra (União Brasil) reagiu de forma agressiva nas redes sociais, com desinformação e ataques a adversários, à ação movida pelo Partido Novo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) apontando que ele fez propaganda eleitoral antecipada ao realizar duas convenções para oficializar a sua candidatura. Em vez de explicar a situação, Allyson publicou dois vídeos com a falsa narrativa de que estão tentando “calá-lo”.

O Partido Novo sustenta que a convenção cartorial realizada na segunda-feira (20) pelo União Brasil já havia homologado a candidatura de Allyson Bezerra, definido a coligação e registrado a ata junto à Justiça Eleitoral. Portanto, o evento no Palácio dos Esportes, no último domingo (26), não tinha mais qualquer finalidade deliberativa e funcionou, na prática, como um ato de campanha antes do período permitido pela legislação.

A defesa do pré-candidato alega a convenção de domingo passado foi do PSD, um dos partidos que integram a coligação de Allyson Bezerra, que teria apenas “participado do evento”. Já a convenção do União Brasil, ainda segundo o jurídico do ex-prefeito de Mossoró, ocorreu efetivamente no último dia 20.

Mas o argumento se choca com a realidade, porque a divulgação do evento de domingo passado, em nenhum momento, mencionou se tratar de uma convenção do PSD, mas sim de Allyson Bezerra. A campanha do União Brasil parece que está apostando na narrativa da vitimização para desviar o foco do verdadeiro problema e não dar explicações sobre a suposta prática de propaganda eleitoral antecipada.

Blog do BG.

TRE determina suspensão de perfis no Instagram por indícios de propaganda antecipada favorável a Allyson

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) determinou a suspensão temporária de três perfis do Instagram utilizados para divulgar conteúdos favoráveis à pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado nas eleições de 2026. A medida foi concedida parcialmente pelo juiz federal Hallison Rêgo, relator da representação apresentada pelo diretório estadual do Partido Novo.

A decisão atinge os perfis @rncomallyson, @timeallyson e @allysondopovo, que deverão permanecer suspensos, em nível global, até o dia 15 de agosto de 2026 — véspera do início do período oficial de propaganda eleitoral. A Meta, responsável pelo Instagram, terá 24 horas para cumprir a determinação, sob pena de multa diária de R$ 10 mil e eventual configuração de crime de desobediência eleitoral.

A empresa também deverá fornecer, no prazo de cinco dias, os dados cadastrais dos administradores dos perfis @timeallyson e @allysondopovo. Os representados foram ainda proibidos de republicar as postagens consideradas irregulares, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

Publicações foram consideradas pedidos de voto

A representação foi apresentada contra Allyson Leandro Bezerra Silva, apontado no processo como pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, João Carlos Medeiros e os responsáveis pelos perfis investigados. O Novo alegou que as contas estariam sendo utilizadas para veicular propaganda eleitoral antes do período permitido pela legislação.

Entre as publicações questionadas está uma peça com a frase “O povo quer Allyson governador do RN”, acompanhada da legenda “Allyson é o RN, o RN é Allyson” e de hashtags como #AllysonGovernador e #AllysonPeloRN. Para o relator, as expressões possuem conotação eleitoral e configuram, em análise preliminar, um chamamento ao eleitorado em favor da pré-candidatura.

O processo também menciona postagens com frases como “Estou com o menino do chapéu de couro”, “Agora é Allyson que eu quero”, “4 meses para transformar esperança em voto” e “O Rio Grande do Norte quer Allyson”. Segundo a decisão, os conteúdos extrapolariam a simples divulgação de uma pré-candidatura ou exaltação das qualidades pessoais do pré-candidato, apresentando expressões equivalentes a um pedido explícito de voto.

Na avaliação do magistrado, os três perfis vêm sendo utilizados de maneira reiterada para divulgar propaganda eleitoral antecipada. O documento destaca que as contas somam aproximadamente 28 mil seguidores, circunstância que elevaria o potencial de disseminação das publicações e poderia comprometer a igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos.

Partido Novo havia pedido remoção definitiva dos perfis

O Partido Novo havia solicitado a remoção definitiva dos perfis. O relator, no entanto, entendeu que a exclusão permanente não seria adequada nesta fase do processo. Por outro lado, considerou que apenas retirar publicações específicas seria insuficiente para impedir novas divulgações.

Por essa razão, o juiz determinou a suspensão temporária das contas até 15 de agosto. A decisão ressalta que esta é a quinta representação apresentada ao TRE-RN envolvendo os mesmos perfis e supostas práticas reiteradas de propaganda eleitoral antecipada.

“A manutenção dos perfis em funcionamento durante a pré-campanha permitiria a contínua divulgação de novos conteúdos potencialmente ilícitos”, afirma a decisão, ao justificar que a suspensão possui prazo determinado e busca assegurar o cumprimento das regras eleitorais.

Bruno Barreto

 

‘Companheiro’ MST classifica gestão Lula 3 como a pior da história

 

João Paulo Rodrigues, coordenador do MST, afirmou que o terceiro mandato de Lula é o pior para as pautas do movimento, atribuindo isso à política econômica do Ministério da Fazenda, que limita recursos e prioriza outras questões. Em entrevista ao programa Frente a Frente, ele revelou que apenas 10 mil famílias devem ser assentadas até o fim do ano, e criticou a lentidão do governo, que, segundo ele, levaria 15 anos para atender 150 mil famílias.

O coordenador do MST, João Paulo Rodrigues, admitiu que o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva apresenta o pior resultado da história para as pautas do movimento invasor de terras. O dirigente culpou a política econômica do Ministério da Fazenda por segurar a verba do setor e colocar a reforma agrária na periferia das prioridades federais.

O líder da organização afirmou ao programa Frente a Frente, do Canal UOL, que o governo petista deve fechar o ano com apenas 10 mil famílias em áreas “assentadas”. Rodrigues declarou que a velocidade do Planalto é inaceitável para a esquerda e calculou que o ritmo atual exigiria 15 anos para atender as 150 mil famílias ligadas ao movimento.

O MST confirmou o apoio à reeleição de Lula no pleito de 2026, mesmo com a insatisfação explícita sobre a falta de liberação de recursos. Rodrigues atuará como um dos coordenadores da campanha do petista e cobrou “coragem” do presidente para enfrentar o Orçamento em um eventual quarto mandato.

O dirigente defendeu a ideia de que o Palácio do Planalto libere a invasão de de propriedades rurais “no canetaço”, sem passar pelo Congresso Nacional nem pelo Judiciário. Na visão do líder sem-terra, que ignora a proteção a propriedades privadas, a entrega de imóveis exige apenas verba e a assinatura de decretos presidenciais de desapropriação.

Revista Oeste

 
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