Olho D'água do Borges/RN -

Álvaro Dias e Babá recebem apoios do Prefeito, vice e nove vereadores de Georgino Avelino




A passagem do pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e seu vice Babá Pereira por Senador Georgino Avelino neste sábado (13) foi marcada não apenas pela participação nas festividades de Santo Antônio, padroeiro do município, mas também por uma importante demonstração de força política na região Agreste.

Ao lado do prefeito Antônio Freire-MDB e do vice-prefeito Jorge Motta, Álvaro e Babá receberam o apoio público da gestão municipal e da bancada de vereadores que compõe a base política local.

Participaram do ato os vereadores Odélio Inácio, Juscelino Régis, João Eduardo, Roseli Costa (Lika), presidente da Câmara Municipal, Diego do Peixe, Yago Santana, Valdemar Cirilo, Severina Bezerra e José Cosme, consolidando uma das mais expressivas manifestações de apoio político já registradas no município nesta pré-campanha.

Para aliados de Álvaro, a adesão do prefeito, do vice-prefeito e dos nove vereadores reforça o crescimento de sua pré-candidatura no interior do estado e amplia sua capilaridade política na região Agreste, onde o ex-prefeito de Natal vem intensificando agendas e articulações.

Blog do BG

Teje entregue: Governo Fátima entrega batalhão sem muro e com ar-condicionado que não pode ser ligado

Quando digo que o governo Fátima Bezerra é um desastre a níveis intergalácticos, não estou exagerando. A obra da sede do 12º BPM, em Mossoró, já deveria ter sido entregue há anos. Ela foi viabilizada por meio de uma emenda parlamentar do deputado federal General Girão, que destinou R$ 1,2 milhão em 2020. A contrapartida ficou a cargo do Governo do Estado.

Pois bem, ou melhor, nem tão bem assim. O prédio foi entregue aos policiais, que antes atuavam em um galpão alugado às margens da BR-304, no sentido Natal. Não houve cerimônia de inauguração. Apenas entregaram a estrutura, mas com problemas impossíveis de passar despercebidos.


O batalhão não tem muro. Isso mesmo. Fizeram o projeto de uma unidade da Polícia Militar e esqueceram de incluir um muro na obra. Estamos falando de um local onde são guardados armamentos e viaturas, além de servir como alojamento e área de descanso para os policiais.

Outro problema grave foi relatado por policiais que procuraram o blog. A fiação elétrica do prédio foi executada de forma inadequada. A empresa responsável pela construção seguiu a planilha do projeto licitado, mas a Secretaria de Infraestrutura deve ter alterado o projeto original para reduzir custos. A fiação não suporta o funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado, pois os cabos instalados seriam incompatíveis com a carga necessária.

Policiais estão trabalhando sob calor intenso ou recorrendo a ventiladores levados de casa. Para resolver o problema, será necessária uma nova licitação para substituir toda a fiação elétrica e permitir o funcionamento adequado dos equipamentos de climatização.

Sobre a construção do muro, o blog foi informado por uma fonte de que uma empresa já venceu o processo licitatório para executar o serviço. Deve ser resolvido em breve.

São coisas do desastroso governo do PT, que vive repetindo na imprensa e na propaganda oficial que é o governo que mais investiu em segurança pública. A realidade, porém, é bem diferente.

O deputado federal General Girão, autor da emenda que destinou recursos para a obra, tem o dever institucional de visitar o prédio, fiscalizar sua execução e cobrar explicações sobre a correta aplicação dos recursos públicos em sua próxima agenda em Mossoró.

É um escárnio com o dinheiro público e um desrespeito aos policiais militares que arriscam a vida diariamente em uma cidade que enfrenta uma verdadeira guerra entre facções criminosas.

Ismael Souza. 

STF avalia assumir funções próprias do TSE durante campanha eleitoral

 

São nítidos os sinais de sofreguidão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) à medida em que se aproximam as eleições, consideradas “cruciais” para alguns deles, preocupados com eventual vitória da oposição. A maioria de inclinação lulista não confia no colega Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que chegou ao STF por indicação de Jair Bolsonaro, por essa razão imaginam maneiras até de “avocar” decisões que são próprias do TSE.

É campanha, abestado

Julgar em bloco os recursos contra a autocensura imposta às “big techs”, nos meios políticos, foi percebido como ânsia para controlar conteúdos.

Pesquisas sob controle 

O episódio em que Nunes Marques suspendeu pesquisa que direcionava respostas contra Flávio Bolsonaro (PL) agitou os ministros lulistas.

Legislando, de novo 

A ideia no STF é atropelar o TSE e o Congresso e legislar, definindo regras, critérios de registro e até a metodologia das pesquisas eleitorais.

Ainda há uma chance 

Institutos de pesquisa deveriam preservar a credibilidade estabelecendo autoregulamentação, nos moldes do histórico do Conar, na publicidade.

Claudio Humberto 

FIM DA 6X1: Agro, indústria e supermercados criticam PEC e preveem efeitos bilionários

 

A proposta que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas voltou a gerar reação de representantes do agronegócio, da indústria e do comércio.

Entidades ouvidas pela CNN Brasil afirmam que a PEC pode elevar custos, aumentar a dificuldade para contratação de mão de obra e provocar impactos em diversos setores da economia.

No agronegócio, representantes do setor argumentam que a proposta não leva em conta as particularidades da atividade rural, como períodos de plantio e colheita que exigem jornadas diferenciadas.

Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária, estudos apresentados à Comissão de Constituição e Justiça apontam impactos bilionários em segmentos como etanol, proteína animal e cooperativas caso a proposta seja aprovada nos moldes atuais.

No setor supermercadista, a preocupação é com o aumento dos custos operacionais. Associações do segmento afirmam que pequenas empresas teriam mais dificuldade para adaptar as escalas de trabalho.

Representantes do setor também estimam que a mudança pode resultar em reajustes de preços para o consumidor final. Projeções apresentadas por entidades do comércio apontam impacto entre 9% e 10% em determinados segmentos.

A indústria também demonstra preocupação. A Confederação Nacional da Indústria calcula que a redução da jornada pode elevar entre R$ 178 bilhões e R$ 267 bilhões por ano os custos com empregados formais, o equivalente a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos.

Entidades industriais afirmam ainda que o aumento das despesas pode pressionar a inflação, reduzir a competitividade das empresas e estimular a informalidade em alguns setores.

Durante o debate, representantes empresariais também criticaram a inclusão das regras diretamente na Constituição, defendendo que eventuais mudanças sejam discutidas por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores.

Além dos impactos econômicos, lideranças do setor produtivo alegam que o avanço da proposta tem sido influenciado pelo forte apelo político do tema e defendem um debate mais aprofundado antes da votação definitiva no Congresso Nacional.

 

PT avalia liberar bancada na redução da maioridade

 

No improvável cenário de votação em plenário da Câmara da redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, antes das eleições deste ano, petistas pressionam o partido para que a bancada seja liberada para votar como quiser. A movimentação ainda é incipiente e, por ora, com pouca chance de sucesso, mas existe. A conta é simples: alto desgaste em ano eleitoral. Petistas ouvidos pela coluna contam que, apesar de ser uma bandeira do partido, a sigla precisa do eleitor de centro e indeciso.

Morrer na praia 

No PT, a conta é que a proposta, se chegar ao Plenário, deve ser aprovada. O partido não deve ter 100% do apoio da base governista.

Base dividida 

Mesmo no projeto da anistia, com apoio do PSB, PCdoB, Psol, PDT, PV e Rede; o governo tomou uma sova e a proposta foi aprovada.

Queima o filme 

A pressão maior vem daqueles que querem disputar chapa majoritária, ou seja, governos estaduais e uma cadeira no Senado.

Amigo Supremo 

O partido quer segurar a votação e ameaça apelar, mais uma vez, ao Supremo Tribunal Federal. Diz que a proposta é inconstitucional.

 

Banco do Brasil suspende consignado para servidores e cobra R$ 337 milhões do Governo do RN

 

O Banco do Brasil cobra ao menos R$ 337 milhões do Governo do Rio Grande do Norte, valor referente a empréstimos consignados destinados a servidores públicos do estado.

O Painel apurou que, desde maio de 2025, o banco suspendeu a oferta dos consignados aos servidores, aposentados e pensionistas, em razão da inadimplência da gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) com a instituição bancária.

Funcionários do estado dizem, apesar disso, que o governo tem feito o desconto das parcelas no contra-cheque e não repassa ao banco.

A coluna teve acesso a uma notificação do banco feita ao governo em maio. No documento, a instituição financeira diz que a suspensão do convênio não desobriga o governo de fazer os repasses atrasados.

“Solicitamos o repasse imediato dos valores consignados na folha de pagamento dos servidores no importe de R$ 377.414.056,07, apurado até a presente data”, diz o texto da notificação, enviada pelo Banco do Brasil no dia 22 de maio.

A gestão de Bezerra admite o impasse. “O Governo do Estado reconhece a existência da dívida e mantém tratativas com a instituição financeira para sua regularização, com a perspectiva de quitação até o final do exercício corrente”, diz a nota.

“O Estado também informa que os repasses mensais vêm sendo realizados regularmente. O pagamento referente ao mês foi efetuado nesta quarta-feira (10), em conformidade com o compromisso assumido pela gestão de manter as obrigações correntes em dia e não registrar novos atrasos”, prossegue o governo.

Procurado pelo Painel nesta quinta-feira (11), o Banco do Brasil não quis se manifestar.

O Rio Grande do Norte vive em crise financeira e fiscal, sendo que somente os gastos com pessoal consomem 56% da receita líquida estadual. No último dia 30, o governo publicou um contingenciamento de R$ 497,4 milhões, com objetivo de adequar os gastos à arrecadação.

Neste cenário, Bezerra desistiu de concorrer ao Senado. A governadora, que está rompida com o seu vice Walter Alves (MDB), tentar emplacar como sucessor o seu secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT).

Painel - Folha de São Paulo 

Notas Operação Mederi é o principal fantasma da campanha de Allyson Bezerra

Enquanto Cadu Xavier (PT) e Álvaro Dias (PL) sustentam, com base em pesquisas internas, que a polarização entre esquerda e direita os levará ao segundo turno das eleições de 2026, um fator é apontado nos bastidores como a maior ameaça à candidatura de Allyson Bezerra: a Operação Mederi.

Na avaliação de aliados dos dois candidatos, a investigação é o principal fantasma da campanha do ex-prefeito de Mossoró e representa o ponto mais vulnerável de sua trajetória rumo ao Governo do Estado. A possibilidade de novos desdobramentos do caso é vista como motivo de preocupação entre os aliados do candidato do União Brasil.

Além da Operação Mederi, outros episódios da administração municipal de Mossoró são apontados pelos adversários como fatores de desgaste. Entre eles, estão controvérsias envolvendo a gestão financeira do município e críticas relacionadas a obras e serviços apresentados durante o período em que Allyson esteve à frente da prefeitura.

Outro aspecto explorado pelos adversários é o discurso adotado pelo candidato, considerado por eles frágil em alguns pontos. É o caso da policlínica de Mossoró, frequentemente apresentada por Allyson como hospital, interpretação contestada por seus opositores.

Inflação é a maior para maio em cinco anos e supera teto da meta em 12 meses, aponta IBGE

 

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,58% em maio, após alta de 0,67% no mês anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (12).

Esse resultado representa a maior taxa para o mês de maio em cinco anos. O dado desta sexta só fica abaixo do número visto em maio de 2021, quando a inflação subiu 0,83%. Além disso, o IPCA de maio fez com que o índice voltasse a ultrapassar o teto da meta perseguida pelo Banco Central, que é de 3%, mas com tolerância até 4,50%.

No acumulado de 12 meses até maio, o IPCA teve alta de 4,72%. A expectativa de analistas consultados pela Reuters, era de alta de 0,53% em maio, acumulando em 12 meses alta de 4,66%

O índice foi puxado principalmente pelo setor de alimentação e bebidas, com inflação de 1,33%. Em seguida, habitação (1,22%) e saúde (0,90%) completam o ranking de maior aumento de preços.

CNN Brasil 

Conta de luz deve subir 8,6% em 2026, acima da inflação, diz Aneel

 

A conta de luz deverá ficar mais cara em 2026. Segundo projeção divulgada nesta sexta-feira (12) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o reajuste médio das tarifas deve ser de 8,6% no próximo ano.

A estimativa supera as previsões de inflação consideradas pela agência, de 5,8% para o IGP-M e 4,9% para o IPCA.

Apesar da alta prevista, a Aneel informou que recursos de Uso do Bem Público serão utilizados para reduzir o impacto dos reajustes em áreas atendidas pelas superintendências de desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene).

De acordo com a agência, consumidores de 22 distribuidoras poderão receber descontos nas faturas em razão da destinação desses recursos.

As projeções constam na segunda edição de 2026 do boletim InfoTarifas, publicação trimestral da Aneel que apresenta estimativas de variação tarifária e os principais fatores que influenciam os reajustes das contas de energia elétrica.

Silêncio de José Agripino e Allyson diante de Kelps chama atenção

É cada vez mais estranho o silêncio do presidente do União Brasil, José Agripino Maia, e do pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, diante dos sucessivos ataques feitos por Kelps Lima contra integrantes da própria federação partidária.

Kelps não tem economizado críticas aos seus concorrentes internos na disputa por uma vaga na Câmara Federal. João Maia, Benes Leocádio e Robinson Faria já foram apontados pelo próprio Kelps como adversários políticos, apesar de todos integrarem a mesma federação partidária. As declarações ganharam repercussão e provocaram desconforto nos bastidores.

O que chama atenção é que, até agora, José Agripino Maia, que preside o União Brasil no Rio Grande do Norte, não deu uma palavra pública sobre o assunto. O mesmo acontece com Allyson Bezerra, principal nome do partido na disputa pelo Governo do Estado. Ambos acompanham a crise em silêncio absoluto.

O mundo não respeita o STF

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) está enfrentando a maior crise de sua história, tanto dentro do Brasil como no exterior.

A recusa da Corte Suprema de Cassação da Itália em extraditar Carla Zambelli é só o mais recente arranhão na credibilidade da Corte brasileira.

Segundo os italianos, Zambelli não teve seus direitos respeitados porque o ministro do STF Alexandre de Moraes acumulou as funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução.

Obviamente, não se faz justiça desse jeito.

Edson Fachin, presidente do STF, publicou uma notinha patética reagindo à decisão italiana.

Seu principal argumento é que as decisões de Moraes foram referendadas pelos outros membros da Primeira Turma.

Mas o fato de que a Primeira Turma ou o plenário do STF têm referendado decisões autoritárias de Moraes não pode ser usado como prova de que o magistrado está certo.

Pelo contrário, a conivência dos seus colegas de toga só empurra o tribunal todo para a lama reputacional.

Além disso, mostra que é Moraes quem reina no tribunal de Brasília.

O STF pode até achar que está fazendo a coisa certa. Mas, quando as decisões da Corte brasileira são submetidas a tribunais em países civilizados, elas não resistem a uma análise feita segundo padrões internacionais.

“A decisão italiana não afirma que o Brasil deixou de ser uma democracia. Tampouco declara que seu Poder Judiciário perdeu legitimidade. O que ela sugere é algo mais sutil e talvez mais preocupante: a percepção de que determinadas situações concretas podem justificar um escrutínio internacional mais intenso do que aquele tradicionalmente reservado a países com instituições consolidadas”, escreve em Crusoé Maristela Basso, professora de direito internacional na USP…

 O Antagonista

PESQUISA ALFA INTELIGÊNCIA: Reprovação do governo Lula sobe para 56%; aprovação cai para 42%

 

A pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta sexta-feira (12) aponta que 56% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 42% afirmaram aprovar a atuação do chefe do Executivo federal, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder.

Em comparação com o levantamento realizado em março deste ano, a desaprovação ao governo avançou três pontos percentuais. Na ocasião, 53% dos entrevistados desaprovavam a gestão petista, enquanto 46% manifestavam aprovação. Outros 1% não responderam.

A pesquisa ouviu 1.400 eleitores entre os dias 5 e 10 de junho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-03496/2026.

 Diário do Poder

Tribunal de Contas encontra 297 servidores com possível acúmulo ilegal de cargos no RN

 

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) identificou, em órgãos estaduais e municipais, 297 casos de servidores contratados no primeiro quadrimestre de 2026 que já possuíam dois vínculos públicos anteriores, situação que pode configurar acúmulo irregular de cargos, empregos ou funções públicas. Diante dos indícios, a Corte emitiu 89 Alertas Preliminares de Controle (APCs) para que os órgãos responsáveis apurem individualmente cada caso e adotem providências, caso sejam constatadas irregularidades.

Os alertas foram encaminhados a 64 órgãos diferentes, entre eles 52 prefeituras, sete câmaras municipais e outros cinco órgãos das administrações estadual e municipal. A lista completa dos órgãos notificados não foi divulgada pela Corte. Segundo o TCE, a remuneração mensal associada aos vínculos identificados soma R$ 1.310.197.

A ação foi conduzida pela Diretoria de Controle de Pessoal e Previdência (DCP), com o suporte da Plataforma de Análise de Riscos e Inteligência para o Controle Externo (ArgosTC), sistema desenvolvido para ampliar o monitoramento preventivo das administrações públicas. A iniciativa segue as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 14/2026, que regulamenta o modelo de controle concomitante no âmbito da Corte de Contas.

Com o alerta emitido pelo TCE, caberá aos gestores responsáveis examinar individualmente cada apontamento, prestar esclarecimentos ao Tribunal e adotar as medidas necessárias caso sejam confirmadas irregularidades.

 Veja materia completa aqui.

RN NO VERMELHO: Firjan aponta 108 cidades “insustentáveis” no estado

 

O RN aparece entre os estados com maior número de municípios considerados “insustentáveis” pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF).  Segundo o levantamento, 65% das cidades potiguares não conseguem gerar receita suficiente para manter as próprias estruturas financeiras.

Na prática, são 108 dos 167 municípios do RN que dependem fortemente de transferências como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e outros repasses. As informações são do BZ Notícias.

Pelos critérios da Firjan, são considerados “insustentáveis” os municípios que não conseguem arrecadar recursos próprios em nível suficiente para cobrir suas despesas.

O cenário coloca o RN na 5ª posição nacional entre os estados com maior percentual de cidades nessa situação.

No ranking, o Nordeste concentra os maiores índices. Piauí, Maranhão e Paraíba aparecem entre os estados com os números mais elevados de municípios classificados como insustentáveis.

Blog do BG 

 
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