A crítica
constrangedora do governo Lula (PT) às sanções dos EUA a cúmplices do PCC, em
nome de “soberania”, reitera sua recusa de cooperação no combate ao crime transnacional.
Enquanto isso, o PCC baila, com ramificações nos EUA, na Europa, África e Ásia,
financiando-se com narcotráfico e lavagem. As sanções americanas contra o PCC
mostram na prática o que a designação terrorista permite: bloqueio de ativos,
restrições a transações em dólar e ataque a estruturas da facção.
Crime virou detalhe
A reação de Lula
revela preocupação maior de sanções atingirem bancos ou empresas brasileiras do
que com o fato de estarem a serviço do PCC.
O que o Brasil recusa
Combater o PCC
de forma séria exige cooperação internacional robusta, especialmente no
rastreamento de recursos em dólar e criptomoedas.
Soberania usurpada aqui
A soberania não
se defende com retórica contra Washington. Defende-se desmantelando quem,
dentro do Brasil, a usurpa todos os dias.
Ajuda recusada
Em ano
eleitoral, Lula prefere a narrativa da “soberania” a aceitar ajuda concreta
contra um inimigo interno que já a viola diariamente.
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