O senador Rogério Marinho (PL-RN) oficializou nesta
quarta-feira (4) sua candidatura à presidência do Senado em 2027. O parlamentar
terá o apoio do Novo, que possui três senadores, e busca reunir os 41 votos
necessários para vencer a disputa contra o atual presidente da Casa, Davi
Alcolumbre (União Brasil-AP).
A articulação do PL também
tenta conquistar apoios individuais de parlamentares de outros partidos, como
Republicanos, PP, MDB, Podemos e PSD. A estratégia prevê o fechamento das
bancadas do PL e do Novo, além de dissidências das demais siglas.
Durante reunião com
integrantes do partido, Marinho relembrou sua derrota para Rodrigo Pacheco em
2023 e afirmou que a disputa fortaleceu a oposição. Na ocasião, segundo ele,
sua candidatura foi motivada por um pedido do então presidente Jair Bolsonaro.
O senador também criticou a
condução do Senado após aquela eleição, afirmando que parlamentares do PL foram
excluídos de comissões e da Mesa Diretora. Ao defender sua candidatura,
prometeu respeitar a proporcionalidade partidária, as divergências e o diálogo
entre os parlamentares.
“Vamos respeitar a proporcionalidade. Vamos respeitar a democracia. Vamos respeitar a dissidência”, afirmou. “Nós queremos o diálogo. Nós queremos o debate. Nós não desumanizamos os nossos adversários”, acrescentou.

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