O coordenador político da campanha de Lula, senador
Camilo Santana (PT-CE), afirmou que o presidente não se opõe às condições
apresentadas por Flávio Bolsonaro para a divulgação de sigilos, mas classificou
as exigências como uma “manobra”.
Lula comentou o embate durante
um ato de campanha em Belo Horizonte, reclamou muito e acusou Flávio de
espalhar mentiras e usou uma metáfora do jogo de truco para afirmar que
pretende responder ao adversário.
Flávio condicionou a
divulgação dos dados à abertura de informações envolvendo familiares,
assessores e empresas ligados a Lula, além de esclarecimentos sobre episódios
como os casos Banco Master e INSS e os gastos do cartão corporativo da
Presidência.
Segundo Santana, a campanha
petista pretende protocolar uma resposta no TSE nesta quinta-feira (22), às
11h.
Com informações do G1

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