Indagado sobre
Lulinha, que aparentemente deixou de ser o Ronaldinho dos negócios que fazia o
orgulho do papai, o chefão petista disse o seguinte: “Eu não sou um presidente
que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora. Eu não
ameaço punir delegado. Investigue-se. Meu filho sabe se cometeu erro, ele vai
ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a
inocência dele.”
É preciso,
então, avisar o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que não é para proteger
Lulinha.
Até hoje, por
exemplo, a PF não subiu no processo relatado por André Mendonça a análise das
quebras de sigilo telemático e bancário do filho de Lula.
Dado curioso, um
dos peritos encarregados de fazer a análise pediu para não trabalhar mais no
caso, alegando questões pessoais.
Também é
recomendável que Lula dê um toque no procurador-geral da República, Paulo
Gonet, para ele se segurar no seu afã de mostrar serviço.
Prestativo além
da conta, o PGR quer transferir o caso de Lulinha para a primeira instância,
contrariando fatos e jurisprudências.
Não menos vital,
o chefão petista poderia aproveitar o próximo whisky com os políticos do STF
para reafirmar que a justiça deve seguir o seu curso, sem que mãos peludas no
tribunal tentem impedir o trabalho do ministro André Mendonça.
Com informações da coluna Mario Sabino/ Metrópoles
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