Terminou neste
sábado (30) os 150 dias que o brasileiro trabalhou exclusivamente para pagar tributos. Os números são do Instituto Brasileiro de
Planejamento e Tributação (IBPT). A última vez que o percentual de dias
trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006. Desde que Lula assumiu e
Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, controlava a Fazenda, a
quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só
aumentou.
Só subindo
Em 2023, o brasileiro
passava 40,27% do ano ralando para bancar impostos. Passou para 40,71% (2024),
40,82%, aos atuais 41,10%.
Tudo em vão
O presidente do
IBPT, João Eloi Olenike, diz que a carga é alta, mas a população não percebe um
retorno proporcional em serviços públicos.
Labuta dobrada
Em 1986, início
da série histórica, eram 82 dias trabalhados, número que chegou a cair para 74
(1987) e até 73 (1988). Hoje, são 150 dias.
Herança de Haddad
O instituto
destaca alguns dos vilões que turbinaram a arrecadação, como aumento de
tributação sobre fintechs e a taxa das blusinhas.
Claudio Humberto
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