Preparem os talheres, porque o “banquete” político já
começou — e o prato principal é o fundo eleitoral da federação União Brasil-PP
no Rio Grande do Norte.
De um lado da mesa, o ex-senador José Agripino Maia, que
comanda o União Brasil no estado e articula o destino de boa parte dos
recursos. Do outro, o deputado federal João Maia, que lidera o Progressistas e
também quer garantir sua fatia desse bolo milionário.
A divisão não promete ser nada simples. Cada lado tem seus
aliados, seus compromissos e seus interesses eleitorais. E, como em toda boa
disputa política, ninguém quer ficar com a menor parte.
Nos bastidores, a avaliação é de que a briga será intensa. José
Agripino tem como prioridade clara fortalecer o projeto do candidato ao governo
Allyson Bezerra, enquanto João Maia também trabalha para manter sua base
fortalecida e garantir musculatura para a própria reeleição.
No meio desse jogo, entram deputados, candidatos e lideranças
que aguardam ansiosos pela divisão dos recursos. Todos querem sua parte — e
quanto maior, melhor.
A federação, que deveria unificar forças, pode acabar virando
palco de uma disputa interna ferrenha. Porque, no fim das contas, quando o
assunto é fundão eleitoral, o discurso é coletivo, mas o interesse é
individual.
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