A interferência de Alexandre de Moraes contra a
candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, sobre o uso de IA de Jair
Bolsonaro durante a convenção do PL que lançou a candidatura do bolsonarista à
Presidência, é um recado de que as perseguições serão intensificadas, mesmo com
Xandão não atuando mais no TSE.
A competência dessa ação, requerida pelo PT, está nas
mãos de Nunes Marques, que é o presidente do TSE. Xandão quer criar uma espécie
de TSE paralelo para prejudicar a campanha da direita.
A reeleição de Lula é a garantia de que o sistema nomeie
mais quatro ministros do STF, aparelhando quase que na totalidade a Suprema
Corte.
Para que esse plano avance, é preciso derrotar o inimigo
maior, o bolsonarismo, e garantir que Lula vença por W.O., já que os dois nomes
da dita direita isenta não chegam à casa dos dois dígitos.
Ja não há mais corda para ser esticada. O sistema ultrapassou todos os limites e não esconde mais tamanha interferência e perseguição política. O mundo está assistindo a mais uma bizarra eleição no país.
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